Uma semana depois a ânimo continua a ver o sol nascer e a dar graças por tal Benção,a admirar-se e a agradecer todos os incríveis gestos de amizade, a exaltar-se com os mais recônditos pormenores em que tropeça, desde o continuado voo das gaivotas, aos ansiosos e cansados rostos dos habitantes das paragens do 727,732,para terminar nas derradeiras despedidas do astro rei ele mesmo desesperado pela primavera que tarda.
Mas...uma semana depois, a ânimo reconhece que precisa de mais algum tempo para beber até à última gota o sangue de uma compulsividade comunicativa que jamais poderá voltar a criar-lhe a ilusão de que o mundo só pula e avança na rigorosa proporção do seu desmedido e desregrado egocentrismo.
A ânimo esteve no fabuloso concerto de Ano Novo e também na homenagem a Gustav Leonhardt, chegou, finalmente, à fala com esse imparável João Vaz, dinamizador por excelência dos adormecidos órgãos de Lisboa e com quem queremos voltar a falar, a ânimo tem visitado exposições, doentes com a morte no horizonte, gente com ideias aos montes....e com tudo a ânimo se rejubila sem que tenha de descer à vila.
Por quê, então, este continuado silêncio?
Essa resposta só a continuação deste silêncio permitirá.
A ânimo aceita, no entanto, que quem quiser possa subir a este terreiro dos "COMENTARIOS", ou através do seu mail, aqui apressando, com o seu voluntário testemunho, o fim deste silencioso mundo.
Muito obrigado.
antónio colaço
COMENTÁRIOS
Meu muito estimado Amigo:
Mil graças pelas palavras sempre gentis que tem sobre mim.
Imerecidas.
Envio-lhe este debate. Uma forma de dar a conhecer o meu último livro.
Abraço grande e amigo
Anselmo
FAZ DUPLO CLIC NA IMAGEM PARA PERCEBERES A RIQUEZA DO PAINEL!
NR
Um Debate que nos deixe a todos nós, "os do Sul", com uma tremenda inveja!!!
Para os nossos amigos que estão pelo Norte aqui fica a notícia, melhor, o DESAFIO:
- IMPERDÍVEL!
antónio colaço
Já uma pessoa não pode reunir-se em torno de um guia para receber toda a informação - toda a Luz - sobre Lisboa, tem que vir alguém perturbar o nosso silêncio, a nossa atenção, só porque decidiu descobrir-nos como objecto estético para satisfazer os seus interesses mais imediatos e comezinhos, como sejam os de uma tardia afirmação no panorama de uma presumida inovadora fotografia.
Digo, apenas para mim, aqui que ninguém me ouve, hoje errei no autocarro que me deveria deixar na Avª da Liberdade, junto do Tivoli, para subir até à consulta do Gama Pinto!
Resultado, quando dei por ela, em vez de ter apanhado o 732, dou por mim,enganado,só no.... Largo do Rato.
Resultado, uma "marcha triunfal" até ao Gama Pinto.
Perdi o autocarro mas ganhei, dentro dele, este nascer do solzinho só para mim.
Isto me digo, aqui que ninguém me ouve.
A prova provada, só para mim, aqui que ninguém me ouve, de que quando saí de casa, o solzinho ainda estava embrulhado no lençolinho de invisiveis nuvens que a lua um destes dias lhe bordou.
Digo-me isto e fico-me convencido.
Deixo-me rir com as coisas que invento so para me rir, só para me ter bem disposto comigo próprio.
Sim,hoje é dia de não pensar nos outros, até porque como me disseram....
"Apesar de não ser um grande fã do facebook (que me leve a abençoá-lo…), acho que pode ser uma boa forma, ainda que algo artificial, de nos mantermos em contato com os amigos que “fazem que o nosso nome conte”.
Ter amigos nas redes sociais e por SMS ou telemóvel é ótimo, mas nos momentos mais difíceis é que dá para sentir porque é que os nossos pais são “amigos para sempre” e que os amigos se podem contar pelos dedos das mãos.
A verdadeira amizade é uma dádiva desinteressada e que não exige ou impõem igual conduta do amigo.
Porém, como somos apenas humanos e apenas conseguimos tratar como filhos aqueles que geramos (ou que os nossos filhos geraram…), temos todo o direito e até o dever de amuar e nos sentirmos infelizes porque achamos que não estamos a contar.
Felizmente, no Heavenbook todos temos muitos amigos, likes, todos nos conhecem e sentimos amados.
Enquanto estivermos só no facebook temos de nos contentar com um “é a vida…”
....dizia eu, que, a partir de agora, só me interesso por mim próprio.
Aliás, como muito bem me disseram, apanharam-me num ponto que julgava, de todo, imperceptível, ou seja, eu nunca dou ponto sem nó, sim.Eu não me interesso pelos outros, por causa deles, desinteressadamente, "sem impor igual conduta", qual o quê, eu só pensava nos outros enquanto interesse para e por mim.
Espertinho que eu fui.
Perdoo-me por ter levado, inconscientemente,tal perfídia tão longe.
E nem peço perdão a mais ninguém porque isso era uma inviesada forma de manifestar interesse por alguém.
Valeu a pena o HEAVENBOOK e acho mesmo que foi a melhor prenda que recebi.
Assim, a partir de agora,só devo interessar-me por mim próprio, com o trazer-me bem disposto, como me dizia,divertindo-me a correr atrás do solzinho desta manhã a aquecer o telhado de S.Bento.
Claro que me interessa saber que os senhores deputados estão quentinhos a trabalhar para o nosso melhor e/ou para o nosso pior.
Mas não lhes digo.
Não interessa.
No passado, eu costumava dizer que não vivia para facebookar e sim que facebookava porque vivia!
Tretas!
Já que estou em processo de verdade nua e crua perante mim próprio,o jogo todo na mesa:
-O tanas!
Todo danadinho de passar uma manhã no Rossio - é certo que vindo de uma consulta no Gama Pinto (sim, nem precisava de me recordar,raios) - atrás das gaivotas e regressar, veloz, para mostrar "aos outros", a minha caça.
Não era por causa de mim, não, como hoje aqui faço,era para me fazer interessar aos outros.
Ganhar a sua atenção.O seu interesse.
Mas acho que aprendi, finalmente, depois destas sábias palavras que recebi - outra das duas melhores prendas do 15 de Janeiro e na sequência do HEAVENBOOK - e que só me relembro a mim própro para que nada do que delas possa extrair de útil eu perca:
"Caríssimo sexagenário (é assim, não é?)
Tudo o que eu possa dizer levará uma grande interrogação de V.Exa. mas, confesso, que não me importa.
Sabe que na minha terra, que não fica nem Alentejo, nem no Ribatejo, mas além mar, desde pequenino ensinaram-me a pensar nas pessoas queridas nos dias especiais, e/ou que constituíssem um marco.
E, por norma, católicos ungidos (?) desde tenra idade (mês e meio, na Sé Catedral, pela mão do pe. Damasceno), rezamos ou evocamos algo a Deus em favor dessa pessoa.
Sabe, meu caríssimo António, que eu guardava (e guardo) quase todas as datas (sim que os 20 já lá vão) importantes no calendário da minha cabeça. Nos tempos de catequese da saudosa Irmã Assunção, no orfanato de S. Vicente de Paulo, era um hábito rezar por todas as alminhas amigas.
Reconheço que a partir de uma determinada idade essa tarefa consumia bastante tempo antes de adormecer.
Até unificar todos à volta da mesma intenção.
Confesso-lhe isto, meu caro, para entender da forma que melhor lhe aprouver.
Um grande bem haja, muitos e bons anos e saúde.
Ah e não se esqueça que há um acordo ortográfico a cumprir.
(...)
(Não se iluda com o facebook. Quantas dessas pessoas lhe ligaram?)"
Todos os anos por estes dias, o amarelo dos pampilhos, ressurge por entre as outonais folhas dos plátanos num prenúncio da tão desejada Primavera.
antónio colaço
Rua da Junqueira.Novo Museu dos Coches
Começar o dia deslumbrado com a riqueza deste diálogo de estilos arquitectónicos.
A branca e fria pedra dos Jerónimos ela mesma a espreitar o solzinho da manhã
Gaivotas em acesa disputa por.... um lugarzinho ao sol!
Outro grande WEBANGELHO de Frei Bento Domingues no sentido de nos limpar da condicionada cabecinha toda uma série de ideias condicionadas e condicionantes e que nos impedem de desfrutar plenamente o Deus que desde sempre se nos oferece para tal.
Falta-nos coragem para tal.Parece mais cómodo encomendarmo-nos - ou deixar que nos encomendem a alma - nos lucrativos "artefactos" que-nos-vendem-um-Deus-sempre-a-jeito.
Eis a chave para perceber como abrir as portas que em nós trazemos emperradas há séculos.
Alguns dos nossos pregadores se tivessem a humildade dos santos que nos apregoam, aos domingos, deveriam subir aos seus púlpitos e reflectir em voz alta a partir desta Iluminada Palavra!
(O Público sai bem cedo....)
Não tenho a mínima dúvida:é o Espírito Santo que nos acena por detrás desta Palavra "ficarei convosco até ao final dos tempos!"
Obrigado,Frei Bento.
antónio colaço
"Não devemos criar representações de Deus à imagem e semelhança dos nossos defeitos.
Essa é a grande corrupção teológica".
Faz duplo clic na imagem para alcançar melhor leitura.
"A memória conta.Um povo sem memória é um povo sem destino",escreve VPValente no Público de Domingo que só agora leio.
E ainda,em antecipação ao artigo que mais logo publicaremos,Frei Bento,escatológico:"Não devemos criar representações de Deus à imagem e semelhança dos nossos defeitos.Essa é a grande corrupção teológica".
2
Um jovem bateu-me no carro,num daqueles descuidos q acontece a cada um,deixou o carro mal travado numa descida, tendo o dito deslizado até parar no meu.
Deixou bilhete,contacto e total disponibilidade para o arranjo.
Deixei o carro, há pouco, na oficina que indicou e exigiu-me, antecipadamente, que lhe apresentasse a factura do táxi que tivesse de tomar no regresso a casa!
Agradeci a atenção mas disse que não era preciso.
Porque vim a pé e pude parar nos Pasteis de Belém para me reconfortar com estas leituras,dou graças por estes sinais de que, quando queremos,apesar da "crise",a bondade de que Deus nos dotou tudo nos faz superar.
De facto,o nosso "destino",é sermos mesmo "bons".
Vai ficar para memória futura esta minha manhã radiosa.
As imagens de algum desse esplendor.
antónio colaço

Um destes dias esqueci-me por completo de dar os parabéns a um amigo que muito prezo.Quando dei por ela, meti-me ao caminho, liguei-lhe e, como vai sendo hábito,saquei da minha "Parrot", harmónica de boca, vulgo, "gaita de bêços", como se diz no meu Alentejo ( uma gaita made in China, só podia...)e aí vai disto, "Parabéns, a vocêêê....."!
2
Ontem, melhor dizendo, hoje, depois do frenesi dos telefonemas, sms, mail e....faceparabéns,dei por mim a tropeçar em dois ou três silêncios rolando aos trambolhões pelas escadas da memória dos meus afectos.
Na hora de me sentir ignorado, esquecido, marginalizado....tiniu a campainha do acerto de contas, tipo,"mas por quê tanto drama, meu, não te esqueceste,também, e logo de J ?!Vê, no entanto, que ele não se esqueceu de ti!"
Sim, quase desejei, ontem, ter sido justiciado por J com um esquecimento igual.Igualzinho.
3
Esta imagem que hoje revelo da minha breve infância por um dos jardins de abastada vivenda, lá para as bandas da Rua da Constituição, no Porto,contém a chave para decifrar estes intermitentes amuos com aquele lado condicionado de mim a que nem sempre acudo com a mais que exigida prontidão.
Acho que estou nesta imagem com cara de caso.Alguma coisa não corria bem. As dedicadas mãos femininas que me acarinham sei que eram de alguém que me derretia com amor e carinho. Por quê, então, esta constante insatisfação?
4
Num dos afortunados textos que aqui publicamos do meu querido amigo Pe Anselmo Borges - ele mesmo, incansável, em trazer-me nas palmas das suas santas mão, nas nossas conversas privadas - abordava-se a questão da necessidade que todos temos de reconhecimento. De sermos tidos em conta.De sermos nomeados.Que o nosso nome conte, numa palavra.
5
Graças ao meu querido Pai, padeiro, quase em permanente transumância por terras do Alentejo e Beira Baixa, e com uma invulgar capacidade de fazer amizades por todas as terriolas por onde íamos passando - e não foram tão poucas como isso - amizade essa cimentada nas árduas solidariedades do quotidiano, desde o exigente trabalho nocturno de padaria, quase braçal, à pequena hortinha amanhada com um rigor que nem o nosso querido Ribeiro Teles lhe chegaria aos calcanhares, para não falar da artesanal construção de grande parte do humilde mobiliário da casa, conserto de sapatos e até, pasme-se, dinamização cultural construindo instrumentos para uma bem disciplinada banda que percorreria as ruas da aldeia em carnavalescos folguedos....graças a este tão fabuloso quanto encantador Pai, dizia eu,muito depressa lhe segui o passo na arte de fazer amigos como portos de abrigo para as constantes surtidas pelo encapelado mar dos meus dias.Quando às vezes me perguntam se não sofria quando me despedia dos amigos a meio de processos de conhecimento é certo que sim, mas não me recordo que tal tenha sido impedimento para avançar para os novos relacionamentos que a chegada a outra terriola como que exigiam.
6
Nestes meus 60 anos, o sexto e último ponto desta reflexão.Abençoo o tão mal afamado Facebook, para alguns - eu próprio demorei a aderir-lhe - mas que em boa hora aí está a provar de que QUEM verdadeiramente continua a contar SOMOS NÓS, cada um de nós, o Face só veio apanhar a boleia de nos entrelaçar os nós das tantas cumplicidades e vontade de comunicarmos, mesmo que, por vezes, apenas nos seus preguiçosos "Like"!!
Sim,ontem com os pré-históricos telefones, telemóveis, mails, sms, hoje, com estes modernos desenvolvimentos de Ipads,Ipfones4s, etc,UMA ÚNICA REALIDADE PERMANECE ACTUAL:CADA UM DE NÓS, COM O SEU PRÓPRIO NOME, A SUA PRÓPRIA HISTÓRIA,A SUA VONTADE DE FAZER DIFERENTE E MELHOR.
Sim, do que se trata é que cada um de nós apenas quer que o tenham em conta.
Que o seu nome conte.
Nunca duvidei, mesmo os meus amigos que se esqueceram ou mesmo quando eu, como a historinha que aqui evoco, me esqueci dos meus amigos,sabemos que os nossos nomes "estão escritos no Céu!"
É lá que nos espera o verdadeiro e Eterno...HEAVENBOOK!
Obrigado!
PS
1.Viram?!Não foram precisos os lencinhos para as propaladas qwérticas lágrimas!Estes publicitários são mesmo uns exagerados!!!!
2.Como os amigos da blogosfera não têm acesso ao Facebook se lá não tiverem inscritos, já se sabe, aqui deixo aquela que foi a minha melhor prenda:
-Os Pais do Francisco, Rita e Paulo,ofereceram-me, por inteiro,esta foto do Francisco com o texto que lhe segue!!!
Muito obrigado!!!
antónio colaço
Tejo, esta manhã.
O animador de serviço está a preparar um COMOVIDO OBRIGADO a todos os amigos que se lembraram dele, ONTEM,por ocasião dos seus S-E-S-S-E-N-T-A anos, aos que apenas se lembraram HOJE, e, por que não, àqueles que ainda estão a tempo de se lembrarem JUST NOW, o que quer dizer, AGORA MESMO!!!!
Até já!
NOTA
Um texto para cuja leitura, de tão comovente, exige que alertemos corações mais sensíveis e que assim possam passar-lhe ao lado.
Ainda temos para a sua adequada leitura, não óculos 3D, mas lencinhos para enxugar as mil e umas qwérticas lágrimas.
Obrigado.
antónio colaço
Foto.Tejo, há instantes
Sem o esplendor de outros dias, obrigado, pelo envergonhado Sol deste dia.
Sim, sei o que me pedes.
Que nunca deixe de fazer brilhar a Tua Luz junto dos que me amam, mas, sobretudo, sim, no meu tantas vezes enublado coraçãozinho.
Obrigado.
antónio colaço
No momento em que esta crónica sai para as bancas,cumpriram-se os meus 60 anos de vida.
Escrevo como quem esconjura.
Como quem bate o pé.
Recuso-me a envelhecer.
Fazer 60 anos é só para os outros.
Eu quero continuar a ter 6 meses.Quiçá 6 anos.Ou mesmo,de preferência, 16 anos.
Agora s-e-s-s-e-n-t-a?!
Não, não me passa pela cabeça, santa paciência.
E no entanto, é essa aidade que o meu BI, certeiro, sem tirar nem pôr, regista.
2
Nunca conheci nenhum avô e, no entanto, afortunadamente, tenho-o aqui à minha frente. Se fosse vivo, como eu, teria feito no dia 23 deste mês de Janeiro,128 anos.
Capricorniano como eu. Nascido, portanto, em 1884.
Eu acho que o meu avô havia de gostar de me ter conhecido, tanto como eu de conhecer, finalmente, o meu primeiro neto. Mas tive, em contrapartida, a felicidade de conhecer a minha querida e única Avô, Maria dos Remédios. Soube, mais tarde, porque me dedicou um carinho especial e que esta foto documenta: o puto que está a meio da fotografia e a quem o meu Avô dá a mão num abandono de total confiança, era loirinho.Veio a ficar no fundo de uma charca, perto da casa do Largo do Espírito Santo, na sequência das despreocupadas brincadeiras dos putos. Passei por lá muitas vezes e sempre esse facto me era apontado com redobrada preocupação.
3
Entre estas duas imagens, cumprem-se cinco gerações.
Dentro de outras tantas, os que vierem a seguir poderão recorrer aos arquivos do VMT e confirmarão, entre risos:olha, o nosso bisavô António, o tal que não queria envelhecer?!
4
Meu querido Francisco, cujo rosto, ainda que parcial, revelo, finalmente: é claro que aceito os meus 60 e que bendigo a hora de poder embalar o teu sono, para que possas crescer em sabedoria e, um dia, nos teus 6 anos, ou, quem sabe, aos 16, percebas que fazer anos não custa nada.É por isso que fazer 60 anos a pensar como seria bom rebobinar o tempo para os 6 meses, 6 anos ou 16 anos só acrescentaria angústia e seria evidente sinal de quem ainda não percebeu o que ainda aqui a fazer.
Fazer 60 como quem pensa nos 70, 80, 90, 100, por que não, é que é de homem!!!!
Sim, não são os anos que nos fazem, somos nós que fazemos o que quisermos dos anos que nos são colocados à disposição para que os desfrutemos.
PS
(Crónica enviada para o mensário Voz da Minha Terra,Mação, mas que hoje, com o devido agradecimento, aqui antecipo!Obrigado.)
antónio colaço
Tejo,há instantes.
Depois de ler o belíssimo e iluminado texto do meu amigo Pe Anselmo Borges, não sobra mais nenhuma palavra por dizer.
Eis o amanhecer da....Palavra!
Obrigado.
antónio colaço
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