Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
E O SEU LUGAR, É AQUI?!
OTEU LUGAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É uma imagem de há poucos minutos. Um painel de promoção da venda de lugares cativos  para o Estádio Alvalade. Bem à frente de S. Bento.

O seu lugar é aqui, diz.

O seu,  de quem, de sportinguistas dos amanhês que cantam do Paulo Bento?

E então os benfiquistas, qual o lugar deles se S.Bento é de todos nós?!

O seu lugar, a você que não entrou nas listas, todas as listas, de todos os partidos, o seu lugar é aqui?!

Não se faz.

antónio colaço


publicado por animo às 18:02
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AGUARELA
S


publicado por animo às 17:47
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WEBANGELHO segundo PE ANSELMO BORGES
DESTAQUE PARA ABRIR O APETIE À REFLEXÃO:

"A sociedade cada vez mais globalizada torna-nos mais próximos, mas não mais irmãos."Anselmo citando o Papa.

anselmoborges_deus2

 

 

 

 

 

 

Caridade e verdade não servem apenas de título da nova encíclica de Bento XVI: Caritas in Veritate (A caridade na verdade). Elas constituem a estrutura de todo o documento, pois Deus é ao mesmo tempo Agapé e Lógos, Caridade e Razão, Amor eterno e Verdade absoluta

O amor é o princípio de toda a acção humana individual e colectiva. Evidentemente, não pode existir sem a justiça, embora a supere. Mas o amor e a justiça têm de ser iluminados pela verdade, sendo esta luz da verdade simultaneamente a da razão e da fé. "Só com o amor - "caritas" -, iluminado pela luz da razão e da fé, é possível conseguir objectivos de desenvolvimento com um carácter mais humano e humanizador", segundo o princípio: "Se não for do Homem todo e de todos os homens, não é verdadeiro desenvolvimento."

A partir deste fundamento, a encíclica, lembrando que "a Igreja, estando ao serviço de Deus, está ao serviço do mundo em termos de amor e de verdade", acusa os desvios e problemas dramáticos do desenvolvimento, ao mesmo tempo que avança com princípios e propostas.

Assim, previne para o risco de confiar todo o processo do desenvolvimento apenas à técnica, segundo a mentalidade tecnicista, que "faz coincidir a verdade com o factível". Critica as posições neoliberais, cujo único objectivo é o lucro. Contra a pretensão de o Homem encontrar, sozinho, a solução dos problemas, afirma: "A razão, por si só, é capaz de aceitar a igualdade entre os homens, mas não consegue fundar a fraternidade" e, por isso, "a sociedade cada vez mais globalizada torna-nos mais próximos, mas não mais irmãos." Como admitir que a riqueza mundial cresça em termos absolutos, mas aumentem também as desigualdades? Encontra-se corrupção e ilegalidade nos países ricos e também nos países pobres. "Há formas excessivas de protecção dos conhecimentos por parte dos países ricos" e "as ajudas internacionais desviaram-se frequentemente da sua finalidade por irresponsabilidades tanto nos doadores como nos beneficiários". É um equívoco pensar que a economia de mercado precisa de uma quota de pobreza e de subdesenvolvimento para funcionar melhor. Os organismos internacionais de ajuda deveriam perguntar-se pela eficácia real dos seus aparelhos burocráticos de alto custo. As organizações sindicais nacionais não podem ignorar os trabalhadores dos países em vias de desenvolvimento.

Para o seu correcto funcionamento, a economia precisa da ética, "uma ética amiga da pessoa". O comércio mundial tem de ser justo. O desenvolvimento tem de respeitar a ecologia ambiental, humana e social, pensando também nas gerações futuras. No quadro da interdependência global, impõe-se que nos tornemos seus protagonistas e não vítimas, sendo urgente uma nova síntese humanista para um humanismo integral e uma globalização orientada pela relacionalidade, comunhão e participação de todos, no vínculo indissolúvel de solidariedade e subsidiariedade.

É neste contexto que aparece a proposta mais sublinhada por todos: "Perante o imparável aumento da interdependência mundial e também face a uma recessão de alcance global, sente-se intensamente a urgência da reforma tanto da Organização das Nações Unidas como da arquitectura económica e financeira internacional, para que seja possível uma real concretização do conceito de família de nações. De igual modo sente-se a urgência de encontrar formas inovadoras para pôr em prática o princípio da responsabilidade de proteger e dar também uma voz eficaz nas decisões comuns às nações mais pobres. Isto revela-se necessário precisamente no âmbito de um ordenamento político, jurídico e económico que incremente e guie a colaboração internacional para o desenvolvimento solidário de todos os povos." Para conseguir o governo da economia mundial, o desarmamento, a segurança alimentar e a paz, a salvaguarda do meio ambiente e a regulação dos fluxos migratórios, "urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial", "que deverá ser reconhecida por todos, gozar de poder efectivo para garantir a cada um a segurança, a observância da justiça, o respeito dos direitos".

Padre e professor de Filosofia

In Diário de Notícias, 25 Julho 2009


publicado por animo às 17:46
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WEBANGELHO segundo FREI BENTO DOMINGUES
DESTAQUE PARA ABRIR O APETITE:

Jesus, percebendo que o queriam fazer rei, fugiu. Os problemas não se resolvem com milagres. Estes podem ser, eventualmente, uma pedra no charco do fatalismo. Não são um método. A graça provoca a nossa responsabilidade, não a substitui. Não há falta de recursos. Há falta de sonho e de coração.

freibento2

 

 

 

 

 

 

Não há falta de recursos
26/07/2009    Frei Bento Domingues O.P.
 
Os problemas não se resolvem com milagres. Estes podem ser, eventualmente, uma pedra no charco do fatalismo1.No Evangelho segundo S. João ou, como outros dizem, no IV Evangelho, há uma passagem que tem provocado os comentários mais contraditórios. Estava Jesus à mesa com os discípulos, em casa de Lázaro, que havia retornado à vida. Marta servia-os. Maria, como se sabe por outras fontes, não era muito dada aos trabalhos de casa. Tinha outros interesses e alguns comportamentos estranhos. Conta o Evangelho que, nesse jantar, resolveu banhar os pés de Jesus com um "perfume de puro nardo, muito caro", e de os enxugar com os seus próprios cabelos. A casa ficou toda perfumada.
Judas estava nesse jantar. Não suportou a atitude passiva de Jesus: "Porque não se vendeu este perfume por trezentos denários (equivalente a trezentos dias de salário) para dar aos pobres?" A observação de Judas não podia ser mais sensata: andava Jesus sempre preocupado com os pobres e, depois, deixa gastar, consigo, essa quantia exorbitante num gesto de pura gratuidade.
O narrador não gostou da observação de Judas e aproveitou para carregar mais a sua triste memória: "Ele disse isto, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão e, tendo a bolsa comum, roubava o que aí era colocado." Mais ainda. O narrador destaca a reacção de Jesus, politicamente incorrecta, que atravessou os séculos e tem sido usada para o melhor e para o pior: "Deixai-a; para me ungir no dia do meu sepultamento é que o guardou! Pois sempre tereis pobres convosco, mas a mim nem sempre me tereis."

2.Já não estamos no clima da "opção preferencial pelos pobres", um tema fundamental da Teologia da Libertação. Dispomos, no entanto, de bastantes teóricos para explicar as raízes da pobreza e com programas que a podem vencer a curto prazo. Não faltam obras de autores muito considerados - vários já apresentados nestas crónicas - que apontam métodos e medidas para conseguir o fim da pobreza na nossa geração. De vez em quando, há notícias, a nível nacional e internacional, de voluntários das organizações da Igreja ou não, tanto para socorrer os pobres, em situação de urgência, como para vencer as razões da sua exclusão.
António Guterres - alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados - veio a Lisboa receber o Prémio Internacional Calouste Gulbenkian. Foi entrevistado por Teresa de Sousa (P2, 22/07/2009). Esta lembrou-lhe a comparação que tinha feito entre os gastos da comunidade internacional para salvar o sistema financeiro e o que fazia para salvar as pessoas em situação desesperada. Esclareceu que não pede que seja gasto o mesmo dinheiro que foi gasto para salvar o sistema financeiro: "Se o fizesse seria demagogo. O que peço é que seja dada a mesma atenção aos problemas humanos que é dada aos problemas financeiros. (...) O financeiro recebe sempre mais atenção que o económico, o económico mais que o social e o social mais atenção que o humanitário."
Há 40 anos, uma data recordada na semana passada, os astronautas norte-americanos realizaram um grande sonho: "Aqui, homens do planeta Terra/ puseram os pés na Lua pela primeira vez/ Julho 1969 A.D./ Viemos em paz em nome da Humanidade."
Os dramas da pobreza extrema e da exclusão, que entristecem o nosso mundo, estão muito mais perto do que a Lua. Porque será que o abismo entre ricos e pobres se alarga cada vez mais? Poderíamos actualizar a queixa de Judas: em vez de andar a gastar essas somas astronómicas com a conquista do espaço, não seria melhor aplicá-las a vencer esta distância desumana? Não me parece que o dinheiro aplicado na investigação seja roubado aos pobres. Não seria difícil mostrar que os seus resultados podem vir a beneficiar toda a gente, tornar-se um bem comum para futuras gerações. A questão é outra.

3.Jesus Cristo não deixou nenhum método científico nem qualquer fórmula técnica para resolver os nossos problemas. Ninguém lhe peça, mesmo que seja muito católico, um programa de governo ou qualquer projecto de desenvolvimento.
É verdade que, na Missa de hoje, Jesus provoca os seus discípulos (Jo 6, 1-15). A situação era crítica. Uma multidão veio para a montanha escutar o mestre. Não havia nada para comer. Segundo os cálculos dos discípulos, duzentos denários de pão não chegavam nem para dar um bocadinho a cada um e não era com cinco pães de cevada e dois peixes, que um rapazito andava a vender, que se resolvia a questão. Jesus pediu aos discípulos para mandar sentar aquela gente toda. Deu graças a Deus, houve pão e peixe para todos - comeram quanto quiseram - e até sobrou, mas não permitiu desperdícios.
A multidão ficou entusiasmada: "Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo." Tinham encontrado a solução para todas as situações. O narrador desta história tem uma observação curiosa: Jesus, percebendo que o queriam fazer rei, fugiu. Os problemas não se resolvem com milagres. Estes podem ser, eventualmente, uma pedra no charco do fatalismo. Não são um método. A graça provoca a nossa responsabilidade, não a substitui. Não há falta de recursos. Há falta de sonho e de coração. Até Setembro.

In Público, 26 Julho 2009


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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
VÉSPERAS/WEBANGELHO
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Obrigado pela multiplicação que Operaste no outro lado deste l@go. Tanto pão para distribuir, tanto peixe, e a decidida vontade que nada se perca do que sobra. Aos amigos que por aqui passam, ou que sabem dos dois outros projectos editoriais que alimentamos, apenas um pequeno compasso de espera. Amanhã voltaremos. Temos quase saciadas as tantas almas reencontradas. Obrigado. Pe Anselmo, Frei Bento, Vila de Rei, Mação, tanto caminho andado...

Ah! E  Abrantes, sim, destorrear Abrantes de  sereno azorrague em riste, "expulsar" quem a tranquilidade do nosso horizonte quer perturbar! É assinar! É assinar!!

antónio colaço


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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009
ânimo.SERVIÇO PÚBLICO
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Serviço público é voltar a insistir até que deixe de existir. Hoje nos Jerónimos, amanhã outros patrimónios. Para que conste.

antónio colaço


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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
ÂNIMO.UM LUGAR DE SANTID@DE
vesperas3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na cidade dos homens, a Santidade de Deus. Um tímido balbuciar, ainda, sim, mas o prenúncio de que Deus se nos anunci@, também por  @qui.

antónio colaço


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VÉSPERAS/WEBANGELHO
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Lisboa, ontem.

anselmoborges_deus

 

 

 

 

 

Pe Anselmo Borges

A IGREJA E O SOCIAL (1)

Não terá sido mera coincidência a terceira encíclica de Bento XVI sobre "o desenvolvimento humano integral na caridade e na verdade" no contexto da presente crise económica mundial, Caritas in Veritate (A caridade na verdade), ter sido publicada pelo Vaticano na véspera da cimeira do G8 e dois dias antes do encontro de Obama com o Papa. O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini, veio sublinhar o facto na RAI, televisão pública do país, declarando que a encíclica papal "guiou"os trabalhos do G8.

A chamada "Doutrina Social da Igreja" é constituída fundamentalmente por uma série de encíclicas de Papas, a primeira das quais foi a Rerum Novarum, de Leão XIII, seguindo-se a Quadragesimo Anno, de Pio XI, a Pacem in Terris, de João XXIII, a Populorum Progressio, de Paulo VI, a Laborem Exercens, a Sollicitudo Rei Socialis e a Centesimus Annus, de João Paulo II. A mais de 40 anos da publicação da Populorum Progressio, Bento XVI quer, com esta nova encíclica, homenagear o seu autor, Paulo VI, retomando os seus ensinamentos, mas actualizando-os, para que iluminem o caminho da Humanidade em vias de unificação.

Caritas in Veritate foi recebida com indiscutível interesse. O debate público à sua volta revela a grande autoridade do Papa não só no mundo católico, mas também entre políticos e organismos internacionais. Vários media mundiais de referência consagraram-lhe o editorial, sublinhando a sua importância e até a sua inesperada orientação à esquerda.

Defende o mercado e a liberdade individual, mas denuncia o capitalismo selvagem; apela para os valores éticos que devem guiar a economia e a política - "para o seu correcto funcionamento, a economia tem necessidade da ética, e uma ética amiga da pessoa"; pronuncia-se pela necessidade de o Estado recuperar um papel activo, destinado inclusive a crescer, sobretudo por causa da regulação do mercado; declara a urgência da reforma das Nações Unidas e da arquitectura financeira global, acentuando a necessidade de uma "Autoridade política mundial" reconhecida por todos, que, actuando segundo os princípios da solidariedade e da subsidiariedade, goze de poder efectivo.

O que conta é o Homem, e o desenvolvimento só é verdadeiro, se for integral, isto é, do Homem todo e de todos os homens. Reclama, pois, uma globalização que tenha em conta a dignidade pessoal de todos. Assim, "a crise obriga-nos a rever o nosso caminho, a dar-nos novas regras e a encontrar novas formas de compromisso, a apoiar-nos nas experiências positivas e a rejeitar as negativas". "Devemos ser protagonistas e não vítimas da globalização".

Neste domínio, "a Igreja não tem soluções técnicas para oferecer" e também não pretende "de modo nenhum meter- -se na política dos Estados". Mas, estando ao serviço de Deus, tem uma missão a cumprir a favor de uma sociedade à medida do Homem e da sua dignidade. "A fidelidade ao Homem exige a fidelidade à verdade, que é a única garantia de liberdade e de possibilidade de um desenvolvimento humano integral".

Precisamente "caridade" e "verdade" não são apenas as palavras que dão o nome à encíclica. São o seu fundamento. Porque Deus "é ao mesmo tempo Agapé e Lógos: Caridade e Verdade, Amor e Razão". Assim, o amor é o caminho real da doutrina social da Igreja. Mas a verdade é luz que dá sentido e valor ao amor. Sem verdade, o amor cai em sentimentalismos. "Sem verdade, sem confiança e amor pelo verdadeiro, não há consciência e responsabilidade social, e a actuação social fica à mercê de interesses privados e lógicas de poder".

A caridade na verdade é "o princípio sobre o qual gira a doutrina social da Igreja", que actua nos dois critérios fundamentais orientadores da acção moral: a justiça e o bem comum. Quem ama é justo e até supera a justiça, com relações de gratuidade. O bem comum é exigência da justiça e do amor. "Trabalhar pelo bem comum é cuidar e utilizar o conjunto de instituições que estruturam jurídica, civil, política e culturalmente a vida social, que se configura assim como pólis, como cidade", cada vez mais cosmopólis.

In, Diário de Notícias 19 Julho 2009

NR-Sublinhados nossos.


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OS OLHOS DA RÁDIO
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"Quero dar olhos a quem não vê, através da rádio. Quero que quem me ouve possa ver e sentir o que eu estou a ver e sentir."

Manuel Vilas Boas, jornalista TSF, in Notícias Magazine. 19 Jul.2009

NR - És grande, Manel.És cá dos meus!ac


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Terça-feira, 21 de Julho de 2009
JOÃO CASAIS EM DIRECTO DO KAZAKISTAN ADQUIRE "A ÚLTIMA PEDRA". MENINOS DE BULENGA COM MAIS 501 EUROS!!!Obrigado, João!
ultimapedra2

Chamo-me a " Última Pedra", ( 70X50 ) sou um quadro feito a partir da colagem de três tijolos oitocentistas, recuperados a partir dos restos das obras de renovação do Plenário da Assembleia da República, sobre fundo de madeira e utilização de acrílico.

Acabo de ser adquirido por alguém que veio de longe, "de muito longe". Estou feliz porque a solidariedade não tem pátria e África, os putos órfãos de Bulenga, contam, a partir de agora, com mais 501 euros para os tantos mil e um tijolos de que se faz o seu quotidiano em prol de uma digna sobrevivência.

Obrigado João Casais, umas boas férias para ti e espero ser, em breve, também, em Cristelo, no Canadá ou no longinquo Kazahkistan, uma boa companhia, uma companhia de peso - peso uns bons quilos!!! - mas a tua generosidade pesa muito mais no sofrido coração de Africa.

Estou muito orgulhoso de que sejas o meu novo dono, ou, se quiseres, que o meu autor, agora,  já possa dizer, como os grandes nomes da nossa praça, "pintor x representado no .... Kazakistan"! Ora tomem!

ac

O mail do João Casais  acabadinho de chegar:

kaza8a

 

 

 

 

 

 

 

 

kaza5a

 

 

 

 

 

 

 

 

My dear friend Colaço.
Falei que tinha outro assunto para falar contigo. (Aqui neste sítio).
Aquela saída do Tio Pinho acabou por te complicar, e de que maneira... o teu projectado Leilão. No entanto os meninos da Bulenga, continuam a precisar de ajuda.
Juntando o útil ao agradável, este forreta vai cobrir o teu lanço de 500 euros, com mais 1 euro... (501.00 €) e tu vais oferecer o dinheiro aos meninos da Bulenga, e o Kazakistanês vai ficar com uma obra do amigo Colaço.
Happy end? I hope so.
Qual a conta que devo usar para a transferência? Isto no caso de o quadro ainda se encontrar em leilão, claro.
Um abração, ( a partir de Cristelo).
jc

NR . João, no dia 5 de Setembro, este "A Última Pedra" estará nas tuas mãos!

2.Para ti e todos os que queiram ajudar Bulenga, lembramos que as meninas Rita Colaço e Lina Ribeiro continuam a tudo fazer para dar a cana aos nossos putos de Bulenga. Aqui fica a conta que elas abriram:

" É preciso continuar:

NIB: 003508020000404170024 (Caixa Geral de Depósitos)

 

Muito obrigado!

antónio colaço


publicado por animo às 12:37
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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009
AMANHÃ, EM ABRANTES, QUASE 50 ANOS DEPOIS....
ALCAINS.1964AB

Amanhã, em Abrantes, grande parte destes jovens que em 1961 entraram no Seminário Menor de Gavião, muitos deles há quase 50 anos sem se encontrarem, vão meter-se ao caminho, numa caminhada bem diferente da que então fizeram. Se antes os animava um futuro de que desconheciam os contornos, hoje, que tais contornos estão praticamente delineados, o que resta para além das memórias, o que sobra e que ainda vá a tempo de fazer parte das tantas histórias que  acrescentarão mais história ao que da História ainda resta para contar?

Contem connosco, deixem-nos cantar convosco.Sabemos, agora, por onde é que cada um anda.Está nas nossas mãos determinar até onde é que cada um quer ir na partilha do caminho que resta percorrer.

Poderemos voltar a encontrar-nos sós, acompanhados, lançando mão das novas tecnologias ou simplesmente pelos caminhos da imaginação.


Uma coisa temos como certa: em 1961, em Gavião ou, mais tarde, em 1963, em Alcains,acreditámos que havíamos de deixar este mundo diferente.


Não sabíamos como mas, queremos crer, acreditávamos que seria para melhor.


Os  nossos rostos fulgurantes não nos deixam mentir. Está lá tudo na fotografia. Estamos lá todos, inteiros, totalmente empenhados.


É assim que vai continuar a ser!


Bom almoço!


antónio colaço


_________________________________________


Num rigoroso exclusivo para os leitores da ânimo, estreamos aqui " a pequena longa metragem ..... "1963.perto do princípio", realizada pelo animador de serviço a pretexto de idêntico Encontro com os alunos de 1963, há alguns atrás, e de que o autor faz parte! Será passado amanhã, antes do almoço,  para o qual tivemos o privilégio de um convite. Isto porque vamos blogando algures na net, também.



[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=XoiOaZSHe8c]

 

segunda parte

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ODm7GVVspCQ]

 



publicado por animo às 15:58
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NAS PONTAS DOS PÉS!para ouvir
sofia2

 

 

 

 

 

 

 

 

Nos bastidores da Escola Nacional de Bailado do Conservatório Nacional, Rita Colaço, pé ante pé, captou as derradeiras imagens sonoras de um ano lectivo nas pontas dos pés, quer dizer, a chegar ao fim, na ponta final.

AQUI! (Audio!)

Parabéns "menina Rita" como diria o Avô Zé Padeiro!

antónio colaço


publicado por animo às 15:20
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ALJUSTREL? very well
aljustrel1

Esta é a vista panorâmica de Aljustrel a partir da Galeria da sua Biblioteca Municipal. Amanhã, Sábado, entre as 10 e as 13, se quiser passar por lá - até ao dia 8 de Agosto - veja os últimos trabalhos do animador de serviço reunidos sob o tema "Perto do Princípio", pintura e escultura.

aljustrelfinal3ab

A Exposição segue para Messejana, onde será inaugurada a 15 de Agosto, na Capela dos Santos Reis, com programa a definir.

Obrigado


publicado por animo às 10:49
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ASSOCIAÇÃO JORNALISTAS PARLAMENTARES ATRIBUI PRÉMIOS 2009
almoçonatal20a

 

 

 

 

 

 

 

A Associação dos Jornalistas Parlamentares reuniu o seu Plenário para atribuir, em Potestativo Agendamento Anual, os Prémios que visam distinguir os Deputados (com letra grande, dado o tamanho dos ditos prémios!). A ânimo, que não participou na gastronómica refrega ,sabe que o PAOD (...) foi bem animado. A julgar pela animação do Grande Almoço de Natal (foto), aí sim, onde jornalistas e assessores parlamentares mandam às malvas as aleivosas suspeitas das insondáveis promiscuidades de corredor,  tudo somado deu no que deu e que a ânimo, gratuitamente, sem recurso a direito de resposta, direito de antena, e outros direitos, indo direitos ao assuntopublica!

Senhoras e Senhores, e os PREMIADOS SÃO:

DEPUTADO DO ANO

Paulo Rangel como líder parlamentar PSD

A REVELAÇÃO DO ANO
Nuno Melo
(Houve 2 voltas porque na primeira, o deputado do CDS-PP ganhou ex-aequo com Paulo Rangel)
A DESILUSÃO DO ANO 
José Lello, do PS

A FRASE DO ANO
"O que ocorreu não devia ter ocorrido. Passemos adiante!"

(O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, comentando o gesto do ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, no debate do Estado da Nação).

MENÇÕES HONROSAS
Tudo bons rapazes!

Para todas as bancadas parlamentares e o seu papel na polémica sobre a lei de financiamento dos partidos.

Querido, mudei o voto!
Para Paulo Rangel, então líder parlamentar do PSD, sobre a mudança de voto dos sociais-democratas depois do veto presidencial sobre a mesma lei.

E tudo o Veto levou!
Para o grupo parlamentar do PS e o Governo que "levou" com 11 vetos de Cavaco Silva a diplomas aprovados pela maioria socialista.

Amanhã...talvez...
Sobre o processo de eleição do Provedor de Justiça que demorou mais de um ano.

Era tão bom...não foi?!
Para as duplas candidaturas nas eleições europeias, autárquicas e legislativas.

...que pena nunca ter tido um Magalhães em pequenino!!
Para Alberto Martins, líder parlamentar do PS, e a sua dificuldade em registar-se com o cartão magnético para a verificação de quórum.

Let´s twitt again...
Para a "febre" do Twitter no Parlamento, em especial, o deputado socialista Jorge Seguro.

E nós com isso?
A "febre" atingiu outros deputados do PS como António Galamba que twitava, inclusive, sobre as filas que apanhou na auto-estrada.

"...Neste caso, os cornos são nossos!!"
Para a bancada do PCP que se envolveu em discussão com o Bloco de Esquerda sobre o destinatário do gesto de Manuel Pinho.

Eu também quero uns para mim...!
Para o grupo parlamentar do BE sobre o mesmo episódio.

Vai tu...!!
Para o social-democrata José Eduardo Martins e a troca violenta de palavras e insultos com o socialista Afonso Candal.

________________________________________

A redacção da ânimo que não fez parte da festa, mas faz FESTA AGORA, atribui um ânimo de ouro, exactamente, à Associação dos Jornalistas Parlamentares pela realização anual do Almoço de Natal nas suas instalações e confeccionado a partir da partilha dos sabores e saberes (aí vai cliché!) de cada comensal! Numa altura de crise .... de valores, o valor da amizade. O prémio será entregue no próximo natalício almoço na pessoa da Anabela Neves, a histórica líder da Associação.

A redacção da ânimo deliberou, ainda, atribuir uma MENÇÃO HONROSA ao autor da fotografia do ano, aquela em que captou o momento em que Maria Flor Pedroso com o seu potente e estridente assobio deu início às gastronómicas e natalícias hostilidades!

almoçonatal17a

O ar incrédulo e delicioso de Eva Cabral (DN) e Célia de Sousa (A1) Susana Martins (RR), Susete Francisco (DN) e Paulo Magalhães (agora TVI, então RR).

antónio colaço

NR - A reportagem deste almoço não teve o patrocínio de qualquer marca publicitária e sim o nosso tão modesto quanto honrado pé-de-meia!


publicado por animo às 10:33
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EMERENCI@NO, FINALMENTE!
emerenciano3

Emerenciano continua patente ao público até 27 do corrente mês, o Centro Cultural de Cascais mas, agora, já é possível, no instante de um clic, conviver com a sua vida e obra  aqui!.

O Adufe acaba de nos reencaminhar um comentário deixado por Emerenciano em resposta ao comentário de um leitor a igual texto nosso no saudoso tempo em que por lá estagiámos antes do autónomo reaparecimento. A transcrição não sem que antes saudemos a qualidade da página de Emerenciano.

antónio colaço

Nova imagem (103)

 

Ocasionalmente vim hoje até este espaço, e devo o facto ao meu amigo Luís Rodrigues, que com a sua sabedoria está a produzir um site. Finalmente vou ter um site para divulgar através da internet a minha obra e, de certa maneira, parte da minha vida.

Sou surpreendido pelas palavras simpáticas de Arnaldo Silva, que diz ter sido meu aluno numa escola em Valbom-Gondomar, palavras que muito agradeço. E aproveito para lhe dizer que estou aposentado faz alguns anos, dedicando-me hoje àquilo que sempre gostei de fazer, sem que deixasse de me preocupar com a missão de professor, e desta missão tenho boas recordações. Foi uma parte importante da minha vida, esperando ter contribuído para a formação dos jovens que foram meus alunos, numa disciplina, Educação Visual, que permitia associar os aspectos importantes da vida. Retribuo desta forma o cumprimento, enviando-lhe um cordial abraço.Nesta circunstância quero dizer ao Manuel, que me dirige também algumas palavras, o seguinte: a minha obra não é tão divulgada como eu próprio desejava e a responsabilidade não me pertence. É muito difícil neste nosso país colherem a atenção de quem tem o poder de promoção dos artistas aqueles que não pertencem a certos grupos sociais influentes, ou não têm amigos bem colocados, seja em instituições ou nos jornais e televisão. Eu faço o que posso e já faço muito.


publicado por animo às 10:30
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