Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
ÂNIMOS EXALTADOS

Os golos trouxeram mais ânimo ao encontro do Estádio do Dragão, tornando-o mais ferveroso numa noite fria na cidade do Porto.

 

Sapo,desporto



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Domingo, 29 de Novembro de 2009
O ADVENTO.... DO MUSGO



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Sábado, 28 de Novembro de 2009
A FAVOR DE UM TEMPO NOVO, ESTE "CONTRATEMPO" VENCEDOR!PARABÉNS!

 

 

Na ânimo, temos o fascínio das curtas metragens.

Lemos nos jornais e fomos descobrir no blog de Valter Marques esta " curta dos alunos de Vídeo e Cinema Documental da ESTA que venceu o prémio CANON do Estoril Film Festival.".

 

Mas é claro que juntamos os nossos aos aplausos de todos os que acham que, cá pelo "enterior desesquecido", afinal, ontem como hoje, também se produz QUALIDADE!

Parabéns pessoal! 

Venham mais curtas para ... encurtar distâncias até às próximas Loooooooongas!!!

 

antonio colaço



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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
UMA BOA E BELA DANÇA CONTRA OS DEMÓNIOS. ANSELMO BORGES

 

 

Acidentes vários impediram uma pequena conversa com o Pe Anselmo Borges ( de entre eles as pilhas quase descarregadas a gravar parte da sua intervenção!!!) no final da apresentação do livro "A DANÇA DOS DEMÓNIOS", por si apresentado, entre outros,ontem, na Fundação Mário Soares. Com a sua presença, aliás.
Enquanto não nos chega o prometido texto lido pelo nosso amigo, aproveitando a boleia do Manuel Vilas Boas - um quase "animado" emprestado à TSF(....)- aqui fica essa pequena boleia, também ela em muito más condições.
Dá para ouvir Anselmo falar de um bom e belo livro.
Ou, como dizemos nós, por aqui, de uma bela e boa dança contra os demónios das tantas intolerâncias em Portugal!
 
Obrigado Manuel, e que Baldaia nos perdõe este nosso... emplastro vício!
antónio colaço

 



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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009
SHAKESPEARE. A SORTE DE ESTAR EM CENA HÁ ...13 ANOS NA COMPANHIA TEATRAL DO CHIADO.PARABÉNS!!!

 

A sorte incrível de termos como permanente companhia a Companhia Teatral do Chiado!

 

E está tudo dito!

Treze anos depois, e depois de várias descidas ao teatrinho de Mário Viegas e seus companheiros, um privilégio ter subido ao teatrão do S.Luiz - com ternura, apenas, um teatro maior - e assistir à endiabrada actuação de João Carracedo, Manuel Mendes e Simão Rubim!

 

Apenas a furtiva lágrimazita do Juvenal Garcês, director da Companhia, nos serenou as tantas gargalhadas na solene evocação do Pai fundador, Mário Viegas.

 

O segredo está, de facto, na permanente actualização do texto base de Adam Long e outros, com a realidade portuguesa, sabiamente "esmiuçada" até ao tutano pelos actores em palco, fora do palco, ameaçando com a rua.....enfim.

Só resta esperar por mais outros tantos, ou, quem sabe, pelas ...BODAS DE OURO DAS OBRAS COMPLETAS!!!

 

 

 

Meu caro Juvenal, Senhor Director, levei tanto a peito o vosso pedido para desligar telemóveis, telebips e...pace-makers!!! que olha, só consegui apanhar este cheirinho do Luisão, e esta?! O novo nome do S.Luís!!!!( homenagem ao nosso benfiquista Luisão, tipo, ei rapais volta!!!)

 

A sério, a ânimo está a preparar uma proposta que vai apresentar-te para, a pretexto dos 20 anos da fundação da Companhia, e integrado num Programa mais vasto que estás a preparar, evocarmos, no dia dos anos do Mário,a sua obra numa iniciativa non stop mas que podemos adiantar já, se chamará, "AS 24 HORAS DE MÁRIO"!

Aguarda!

Parabéns, outra vez!

 

Ah, na melhor linha do nosso querido Mário Viegas, sigam o link e vão à Companhia! Está lá tudo o que eles todos estão a fazer!!!

Como nos acabou de sublinhar o Juvenal Garcês, é fundamental prolongar o espírito do Mário e isso só se faz apostanto no diálogo entre os mais velhos e as novas gerações!

ânimo!

 

 



publicado por animo às 13:40
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TIMOR, TANTO PARA CONTAR.EDIÇÃO PRONTA para ler como deve ser!

É só uma chamada de atenção aos nossos leitores: a reportagem do Francisco Colaço Pedro já está, finalmente, editada!

Para ler como deve ser, desça um pouco no blog!

Obrigado

ac



publicado por animo às 12:58
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HOJE, TERÇA-FEIRA,ÀS 18.30H,RUA S.BENTO 176, ANSELMO BORGES E MARIO SOARES DANÇAM CONTRA OS DEMÓNIOS

 

Anselmo Borges e Mário Soares,  juntos e ao vivo, hoje, terça-feira, às 18.30, na Fundação Mário Soares, na Rua de S.Bento,nº176, para apresentação da referida obra.

 

 

Saiba quem são os novos demónios e como Anselmo os trata por tu!!!!

 

Um momento de animada reflexão, não duvidamos.

Lá estaremos.

 

antónio colaço

 



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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
ARUMAÇÃO.ÁGUA RUPESTRE DE MAÇÃO. MATA A SEDE E FAZ CRESCER

Mais palavras para quê?!

É a famosa ARUMAÇÃO - ÁGUA RUPESTRE DE MAÇÃO (não confundir com outros "AROMA não sei quê...)..

A ânimo pode antecipar, desde já, que a autarquia se prepara para fazer da (emporcalhada) água com que continua a brindar um significativo número de lares maçanicos, uma enorme fonte de receitas e, quiçá, mesmo, o novo ex-libris de Mação.

 

São já enormes as filas que se fazem às portas das casas do Centro Histórico de Mação (que ainda não ruíram ou não foram demolidas para em seu lugar nascerem modernaços prédios, como o publicado aqui há dias) na esforçada tentativa de conseguirem levar para a capital e cidades arredores um garrafãozinho desta miraculosa água que, como diz o povo "dá saúde e faz crescer"!

Até os finalistas do mestrado de civilização rupestre estão admiradíssimos como é que tal ideia nunca lhes tinha passado pela cabeça.

 

 

Agora, a sério, a sério, aqui ficam as imagens colhidas  ontem, domingo, pela manhã!

Uma VERGONHA!!!

Podem parecer repetitivas, mas, que interessa isso se a situação que desmascaram é, ela mesma, para nossa desgraça, aflitiva?!

Não nos calaremos!!!

 

 

Valter Marques, nossa esperança para 2013, aqui na ânimo ficamos a torcer para que vás tomando nota de tudo isto, uma vez que nos vereadores da oposição, para já, parece haver quem esteja mais interessado em "tomar notas" com vista a ultrapassadas (no tempo) crónicas literárias. Ou seja, preferindo o estilo ao estalo das adormecidas consciências dos senhores vereadores laranjinhas.

 

 

 

 

 

 

antónio colaço



publicado por animo às 14:59
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ÂNIMOS EXALTADOS

Essas palavras dão-me um certo ânimo cá no meu íntimo.

Rui Veloso, SIC

 

 

 

Então minha senhora leve já meia dose de ânimo.

Anúncio, Assoc Portuguesa Farmácias (citação de memória)



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WEBANGELHOS DE ANSELMO E BENTO DOMINGUES

Frei Bento Domingues

In Público, 22 Novemebro 2009

 

A CARTA DA COMPAIXÃO

No passado domingo, na mesquita junto à Praça de Espanha, por iniciativa, acção e amabilidade de Abdool Vakil, presidente da Comunidade Islâmica, foi possível reunir representantes de muitas religiões, ateus e agnósticos - não me recordo de participar, em Lisboa, numa assembleia tão diversificada - para reagir a um documento internacional chamado "Carta da Compaixão" (Charter for Compassion). Como em Portugal ainda é muito pouco conhecido, importa perceber como nasceu e o que pretende.

John E. Fetzer (1901-1991), pioneiro na construção de meios de comunicação, onde enriqueceu, fundou o Instituto Fetzer, com sede em Kalamazoo (Michigan), com a missão de "promover a consciência do poder do amor e do perdão na comunidade global emergente, baseado na convicção de que os esforços para abordar as questões importantes, no mundo, devem ir além das estratégias políticas, sociais e económicas, para atingir as raízes psicológicas e espirituais".

O Prémio TED (Tecnologia Entretenimento e Design) surge como um evento, sem fins lucrativos, dedicado às "ideias que vale a pena divulgar". Desde 2005, com o apoio do Instituto Fetzer, reúne, em conferência anual, os mais fascinantes pensadores e realizadores do mundo que são desafiados, durante quatro dias, a uma viagem pelo futuro. São atribuídos prémios a três pessoas excepcionais que, em 18 minutos, apresentem "um desejo para mudar o mundo".

Em 2008, a escritora inglesa, Karen Armstrong (1944 -) recebeu este prémio por ter lançado, com base na "regra de ouro", tanto na sua formulação positiva como negativa, central em todas as religiões - quase sempre apresentadas como focos de guerras -, o desejo e o projecto daquilo que veio a ser a Carta da Compaixão. A participação global - pessoas de todas as nações, origens e credos - no processo aberto da sua redacção era um ponto de partida e uma exigência essencial. E assim aconteceu. Com esse método, a Carta consegue transcender as diferenças religiosas, ideológicas e nacionais para se tornar num instrumento de mobilização global.

 

 

2.A "regra de ouro" que Karen Armstrong (na foto) descobriu, com espanto, no coração das diferentes tradições religiosas, éticas e espirituais - embora formulada com pequenas diferenças e explicitada de várias maneiras na sua intervenção - costuma exprimir-se de forma negativa: não faças aos outros o que não desejas que outros te façam e, de forma positiva, faz aos outros o que desejarias que os outros te fizessem (1).

É este princípio que serve de guia a toda a Carta da Compaixão. As palavras dependem muito do seu uso e a "compaixão" evoca, para algumas pessoas, aquilo que, precisamente, não querem dos outros, isto é, comiseração, pena, situação de coitadinhos ou coitadinhas. Não entrando pela via do sentimentalismo e sem recorrer às etimologias que tem nas diferentes línguas, a compaixão não é apenas a recusa da indiferença. Impele a trabalhar, sem descanso, para aliviar o sofrimento do próximo, a destronar o nosso eu do centro do mundo, para aí colocar os outros. Ensina-nos a reconhecer o carácter sagrado de cada ser humano e a tratar cada pessoa, sem excepção, com respeito, equidade e absoluta justiça.

A Carta convoca todos os homens e mulheres a recolocar a compaixão no centro da moral e das religiões, a retomar o antigo princípio de que são ilegítimas todas as interpretações das Escrituras que geram violência, ódio ou desprezo, a garantir aos jovens informações precisas e respeitosas acerca das outras tradições, religiões e culturas, a incentivar uma visão positiva acerca da diversidade cultural e religiosa, a cultivar uma inteligência compassiva perante o sofrimento de todos os seres humanos, mesmo dos considerados inimigos.

 

3.Esta Carta não pretende lançar uma nova organização. Já existem centenas, em todo o mundo, a trabalhar, incansavelmente, em nome da compaixão e do diálogo não só inter­confessional, mas envolvendo todas as pessoas de boa vontade. O seu objectivo é fazer ressaltar o esforço de todos esses grupos e movimentos para aumentar a visibilidade do seu trabalho e torná-los contagiantes. A Carta pretende mostrar, de forma activa, que a voz do negativismo e da violência, muitas vezes associada à religião e às religiões, é apenas de uma minoria e que a voz da compaixão é, pelo contrário, a voz da grande maioria.

Em Portugal, como em muitos outros espaços, apanhámos o comboio em andamento, sem participar na elaboração desse pequeno e precioso texto sobre uma nascente escondida na floresta das grandes religiões, das grandes elaborações morais, muitas vezes ocupadas e preocupadas com discussões sem fim acerca de construções doutrinais e esquecidas do coração da vida. Que fazer para lhe imprimir uma dinâmica que envolva pessoas, grupos, organizações e movimentos para colaborar em tudo o que os une, respeitando e reforçando as diferenças que exprimem uma abundância de vida e de vontade na transformação do mundo?

 

(1) Temas&Debates traduziu, desta escritora, desde 1998 até 2009: Uma História de Deus; Jerusalém: Uma Cidade, três Religiões; O Islamismo: História Breve; Buda; Grandes Tradições Religiosas. Na Ed. Teorema apareceu Uma Pequena História do Mito.

 

NR

Sublinhados nossos. ac

 

 

Pe Anselmo Borges

 

In Diário de Notícias

21 Novembro 2009

 

A SOBREVIVÊNCIA DA CIVILIZAÇÃO

 

Leszek Kolakowski morreu no dia 17 de Julho último, em Oxford. Era pouco conhecido entre nós, mas foi um filósofo ilustre. Nasceu em Radom (Polónia), em 1927. Partidário de um "marxismo humanista", foi expulso do Partido comunista e da cátedra universitária, por causa da oposição ao regime e luta pela liberdade. Deixou o país e leccionou em Universidades afamadas, como Oxford, Yale e Berkeley. "Correntes principais do marxismo" é uma obra fundamental para conhecer o marxismo, que considerou uma religião secular.

Pouco antes de morrer, o alemão DIE WELT entrevistou-o. Fica aí uma síntese da entrevista.

As profecias racionalistas sobre a religião mostraram-se falsas. "Não conto com a morte da religião nem de Deus. O país tecnologicamente mais desenvolvido do mundo, os Estados Unidos, não é de modo nenhum o mais secularizado. A secularização, longe de conduzir inexoravelmente à morte da religião, levou à busca de novas formas de vida religiosa. Nunca se chegou à vitória iminente do reino da razão. Nem só de razão vive o Homem."

Um admirável mundo novo, tecnologicamente avançado, no qual a Humanidade esquecesse "a sua herança religiosa e a sua tradição histórica" - por isso, sem fundamento para captar a sua própria vida em conceitos morais -, significaria "o fim da Humanidade". Aliás, "é sumamente improvável que a Humanidade, privada da sua consciência histórica e das suas tradições religiosas, por serem tecnologicamente inúteis, pudesse viver em paz, satisfeita com as suas conquistas".

A razão disso está em que os desejos do Homem não têm limites: "Podem crescer incessantemente, numa espiral sem fim de avidez." Mas, uma vez que o nosso planeta é limitado, somos forçados a limitar os nossos desejos. Ora, sem uma consciência dos limites, que "só pode provir da história e da religião", toda a tentativa de limitá-los "terminará numa terrível frustração e agressividade", possivelmente em grande escala. "Todas as tradições religiosas nos ensinaram ao longo de séculos a não nos vincularmos a uma só dimensão: a acumulação de riqueza e ocuparmo-nos exclusivamente com a nossa vida material presente." Assim, "a sobrevivência da nossa herança religiosa é condição para a sobrevivência da civilização".

A mais perigosa ilusão da nossa civilização consiste em o Homem pretender libertar-se totalmente da tradição e de todo o sentido preexistente, para abrir a perspectiva de uma autocriação divina. Esta "confiança utópica" e esta "quimera moderna" de inventar-se a si mesmo numa perfeição ilimitada "poderiam ser o mais impressionante instrumento do suicídio criado pela cultura humana". É que, "quando a cultura perde o sentido do sagrado, perde todo o sentido".

A religião não deve entrar no lugar que pertence à ciência e à técnica. Ela surge de outra dimensão, que "nos capacita para conviver com o fracasso, o sofrimento e a morte". Ela é o caminho que nos leva a "aceitar a derrota inexorável". Para a Humanidade, não há a última vitória, já que, "no fim, morremos".

Não se fundamentam os valores éticos na razão? "Evidentemente, os indivíduos podem manter altos padrões morais e ser a-religiosos. Mas duvido de que também as civilizações o possam fazer. Sem tradições religiosas, que razão haveria para respeitar os direitos humanos? Vendo as coisas cientificamente, o que é a dignidade humana? Superstição? Do ponto de vista empírico, os homens são desiguais. Como justificar a igualdade? Os direitos humanos são uma ideia a-científica."

As normas morais não podem assentar apenas no medo, segundo o modelo de Hobbes. Até certo ponto, "estamos programados instintivamente para a conservação da espécie". Mas não se pode esquecer que "a história do século passado mostrou inequivocamente que podemos, sem grandes inibições, aniquilar membros da nossa própria espécie. Por isso, precisamos de instrumentos de solidariedade humana, que não assentam nos nossos instintos, interesses próprios ou violência". "A falta da dimensão da Transcendência enfraquece o acordo social

 

NR

Sublinhados nossos.Muito folgaríamos poder passar da fase dos sublinhados à fase dos comentários meditados. Isto mesmo já fiz saber, por diversas vezes, a Anselmo. Uma verdadeira partilha, uma autêntica leitura da Palavra, aqui.Incapacidade própria ou o frenético apelo das horas do dia.Lá chegaremos um dia, à hora da tão desejada webmeditação destes verdadeiros webangelhos.

 

antónio colaço

 



publicado por animo às 14:52
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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
FRANCISCO COLAÇO PEDRO.TIMOR,TANTO PARA CONHECER

 

O Francisco Colaço Pedro é um jovem jornalista, filho de amigos, amigos da ânimo

e que, neste momento,está por Timor empenhado num outro projecto fora da sua área de formação. Os pais aceitam partilhar as experiências do Francisco por terras de Timor com os amigos. É o que fazemos.Uma extensa leitura para o fim-de-semana!Editaremos mais fotos para a semana!

 

 

TIMOR. TANTO PARA CONHECER

 

Os meus amigos de cá têm uma forma estranha e simples de se divertir nas noites. Tiram fotos ou fazem vídeos e riem muito. Pouco depois, vêem essas mesmas fotos ou vídeos no computador e riem muito. No sábado passado, estava a fumar um cigarro doce de cravinho no quintal das professoras portuguesas de Same, bem no interior da ilha, quando me chamam mais uma vez: “Francisco, vem cá ver!” Lá estavam reflectidas no ecrã as nossas caras de parvos a cantar coisas parvas. Mas, automaticamente, salta-se para outro vídeo. Vejo no ecrã pequeno umas pessoas ainda mais pequenas a cantar os parabéns a alguém. Devo ter demorado uns 30 segundos a perceber o que se estava a passar. Foi lindo! Uns, depois outros, depois outros, os meus amigos de repente tão estupidamente perto, dentro dum aparelhozeco no meio das montanhas de Timor. A surpresa. A saudade. A lagrimazinha. Daquelas coisas tão simples e simplesmente arrebatadoras. Foi lindo! – Muito, muito obrigado! – Já há muito que estou para contar coisas daqui.
 
 
 
 
Agora aproveito e faço-o em resposta ao vídeo. Deu-me para escrever coisas à toa, sem grande sentido, para aqueles que tiverem paciência para ler, e juntar umas fotos. Envio-vos este mail, a todos os que tiveram alguma coisa a ver com os vídeos maravilhosos que recebi, a todos os que me deram os parabéns e a todos os que, tal como eu, se esquecem ou nunca sabem dos aniversários dos outros. Aproveito para contar que o meu fim-de-semana foi em grande. Ouvi o “parabéns a você” em várias línguas e umas 5 vezes (não contando com o vídeo, que revi mil vezes). Na sexta adormeci no meu quartinho em Díli alcoolizado e feliz. No sábado acordei e zarpei num jipe alugado rumo ao centro da ilha, e só parámos para um jantar magnífico na casa das professoras portuguesas dessa vila perdida no meio das montanhas. Domingo subimos o Ramelau, a montanha mais alta de todas as antigas colónias portuguesas (3000 metros).
 
 
 
 
 
Na subida, vultos deslizando através do imenso nevoeiro, passámos por enormes florestas de árvores mortas, onde o napalm indonésio não deixará tão cedo voltar a vida. No topo, nós, uma imagem da nossa-senhora-de-alguma-coisa e uma placa: “PORTUGAL, alto império que o sol logo em nascendo vê primeiro”. E na segunda-feira, na descida após o acampamento junto ao cume, a improvável (inevitável?) aventura. Duas francesas e uma australiana dirigem-se a nós com a delicadeza de quem esteve à beira de perder a vida. Resolveram fazer o trajecto de carro à noite e, já perto de onde começa a caminhada, ficaram com o carro balançando entre a estrada e a ravina, duas rodas no ar, duas em terra.
 
 
 
 
E nós, estrada bloqueada, presos na montanha. Telefona à embaixada de Portugal, telefona à da Austrália, aos bombeiros, à polícia das Nações Unidas. Lá aparecem num sofisticado carro UN um gorducho do El Salvador e um paquistanês. (A UN é assim uma família interminável, corrompida, esbanjadora, cheia de racismo e corrupção e que por cá vai fazendo de vez em quando umas coisas interessantes fora do alimentar regular de tachos). Muito prestáveis, vão, voltam, trazem um papel, vão, voltam, registam umas coisas, e passam-se horas. Lá vão lamentando que têm um equipamento fabuloso mas que não tem autorização para sair de Díli. Ao longo de todo aquele tempo, 10 timorenses aguardavam por ali perto ansiosíssimos, e pareciam conhecer o desfecho. A Australiana: “Ok, esqueçam, vamos deixá-los tentar”. Cortaram árvores à catanada, ergueram uma estrutura ravina acima por baixo do carro, montaram alavancas, ataram cordas, cavaram buracos. E riram, riram e riram. 1, 2, 3, os malaes (nós) dão uma ajuda, puxa!, e o carro lá volta para a estrada. Bela metáfora para o nosso mundo: de um lado as ‘nações unidas’ e todo o ‘progresso’, a ‘tecnologia’, afundados em burocracia e hierarquias; do outro a sabedoria e a organização populares, que à sua maneira resolvem os problemas. Lá voltámos para Díli, estafados, refrescados, e eu com um ano a mais. Vá que não mude assim muita coisa – só na minha cabeça “22 para 23” soa a bem mais velho. Sei que volto a conhecer gente por Díli e me mandarão a dica recorrente: “Tu tens pinta de ser novinho… Tens aí o quê, 27?” É engraçado só me dar com pessoas mais velhas. Sou dos estrangeiros mais novos a trabalhar em Timor (naturalmente muitos timorense começam a trabalhar duro aos 7 anos). Até sabe bem pensar em resposta “Vês, com 22 e já ando nestas andanças, como tu!”. Sinto que até já fiz e experimentei muita coisa, como qualquer pessoa desta geração que saltita entre biscates e estágios de 3 meses, mas continuo a sentir que viajei pouco – há tanto tanto para conhecer!
 
 
Há mais de seis meses aqui, sem saber se alguma vez voltarei a este lado do mundo (embora, ok, severamente desconfiando de que sim), e só me pirei uma vez de Timor, para o cliché turístico da região: Bali, na Indonésia. Um dia, conversa no facebook: “Solero, há quanto tempo!” “Xico!! Acordado a estas horas?” “Tou em Timor pá, e tu, a estas horas?” “Ah, tou em Massamá a fazer a mala, daqui a umas horas vou para a Indonésia”. Poucos dias depois acordava tão constipado quanto excitado e enfiava tudo na mochila. Passei umas horas no trabalho, para parecer bem, e à hora de almoço corri para o aeroporto. Chegado à famosa ilha, depois de uma espera desesperante para o visto, perdido no meio dos triliões de turistas, Franceses, Australianos, Japoneses, que diariamente ali aterram para viverem umas férias tão formatadas quanto o trabalho que interrompem, ouvi “Xico!!”. E ainda bem, porque o Solero estava irreconhecível. Com um belo bronze e um bigode à woodstock… “Há quanto tempo, meu!” Com a sua malta, foram a companhia ideal! Casa e carro alugados, planos traçados e largos sorrisos na cara – só tive de me deixar levar. Fomos até ao centro da ilha, ao vulcão que lhe deu origem e que hoje é um lago enorme e uma enorme montanha: Gunung Agung. Noite a cair e um balinês adorável lança a proposta: “Querem subi-la?” Duas coisas contraditoriamente incontestáveis: 1. era entusiasmante demais a ideia de subir uma montanha durante a noite, de viver aquela 2. não tínhamos material, agasalhos, dinheiro, etc. Deu para dar um jeito na segunda: um preço brutalmente regateado e uma corrida até uma lojinha para comprar ténis usados e camisolas manhosas. Às duas da manhã partimos pela montanha imensa, à conquista de um céu infinito, só nós, o nosso adorável guia e dois franceses por quem passámos, no seu mega uniforme Decathlon – incrédulos com o nosso equipamento. Não sei se acontecerá o mesmo a todas as pessoas que sobem montanhas. Nem sei se se sente o mesmo de todas as vezes que se sobe uma montanha. Mas assim espero!
 
 
 
Os momentos que passei no topo do Gunung Agung, aconchegado num cobertor, vão ficar bem aconchegados na minha memória recebendo bafos quentes do coração. A sensação de nada mais ver à volta, de estar acima de tudo. O sol a surgir como um ovo estrelado. A sombra colossal da montanha a deslizar do lado oposto. O nescafé quente, o mais saboroso que alguma vez bebi. Foi tudo de uma ternura inexplicável. E porque há coisas que simplesmente acontecem, não se explicam, na minha mochila tinha os Vagabundos do Dharma, do Kerouaq, livro que deu a tudo um tremendo sentido. Falando de coisas que acontecem, não se explicam… aconteceu outra com piada. Montes da Senhora é o nome engraçado de uma pequeníssima aldeia da Beira Baixa. Temos lá uma bonita casa de xisto, que passa todo o ano a suspirar por um encontro familiar ou por um louco fim-de-semana juvenil, que muito dificilmente chegam a acontecer. Ora, vir para Timor empurrou-me para bem mais perto dessa aldeia onde o meu pai cresceu. Podia tratar-se aquele fenómeno de dar valor às origens, àquilo que deixámos submerso em saudade, e que faz do tuga de Paris o mais fervoroso dos transmontanos. Mas não, o caso é mais simples – e muito mais estranho. Pergunto eu: qual é a probabilidade de se virem a conhecer num sítio como Díli três jovens cujos pais são amigos de infância, conterrâneos dessa mesma pequeníssima aldeia portuguesa? Uma tarde o meu pai alertou-me pela net para o primeiro encontro: “Está aí a coiso e tal, filha de coiso e tal, a ver se se conhecem”. Horas depois conheci uma amiga de uma amiga, com quem falei durante horas. E não sei por que raio os Montes vieram à conversa, e: “Ah, és tu!”, “Ah! És tu!”. Mais tarde, calhou falar desse episódio a um amigo, com quem me dava quase diariamente desde que ele chegara. Eu: “Bem, ainda estou parvo: eu e ela da mesma aldeia…
 
 
 
NR - Francisco, isto é uma partida da redacção da ânimo!Esperemos que gostes!!!!Para o caso de não saberes, entra aqui!!!!
 
 
 
 
 
 
 
 
É que ninguém conhece Montes da Senhora…” Ele: “Espera… tu disseste Montes da Senhora?” E pronto, o gang dos Três dos Montes em Díli estava formado. São duas pessoas maravilhosas, e entretanto receberam a visita dos pais. Estavam mortos por me conhecer e fomos jantar juntos. Troquei os restaurantes indonésios de um dólar por prato por um bom português à beira-mar. Como foi bonito conhecer histórias de uma terra da qual fui perdendo e perdendo o contacto, sem no entanto dela me poder desligar! Do dia-a-dia de então, divertido e miserável. Da minha avó. Deu-me vontade de lá voltar – e o encontro de nós os três nos Montes está assegurado. Bom, um dia. Até lá parece que posso ouvir os suspiros de xisto… Nessa noite encontrei, ou melhor, encontraram-me, primeiro o CEO e depois outro director da Timor Telecom. Os dois jantavam sozinhos e ficaram bem contentes por me darem uma palmadinha nas costas e comentar coisas como “então, também vens aqui”, “ah, este Francisco sempre de bicicleta, cuidado!”. Nessa noite repeti para mim que empresas não podem fazer pessoas felizes, e pensei que não quero acabar velho e rico e obcecado por sucesso e armado em importante e sozinho. As pessoas interessantes são as que não desistem de ir sendo diferentes, de se rebelar e ir fazer algo fora do carreiro. E ao escrever isto lembro-me forçosamente do Jean. Estávamos em Tutuala, na ponta leste da ilha, o sol já tinha caído e os pescadores assavam-nos um belo peixe e batata-doce, quando ele apareceu, com o seu cheiro a suor antigo. Quando nos contou a sua história demorei a acreditar que aquela pessoa pudesse estar ali, naquele mesmo sítio, ao meu lado. O Jean tinha 45 anos quando saiu do Quebec, hoje tem 54. Há 9 anos que percorre o mundo – a pé. Empurra um triciclo com uns bens essenciais e anda, anda, anda. Pela América Latina, África, Europa, agora Ásia, pede hospitalidade às pessoas que encontra. “Então e… porquê? Por que é que resolveste fazer isto?” “Ah, crise de meia-idade.” Não era uma piada. Tinha um emprego banal, nunca saíra do Canadá, não falava senão francês – até perceber que a sua vida não fazia qualquer sentido. E agora ali estava, na fase final (falta um ano e meio para atravessar a Austrália e regressar a casa) de uma aventura que resolveu dedicar à paz e a todas as crianças. Ali estava, a dizer-me: “Gostava de ser uma inspiração por onde passo. Seja uma canção, um grito, um abraço, uma grande aventura… qualquer pessoa pode fazer a diferença”. Dois dias depois fui encontrar-me com ele em Díli. Fui de bicicleta e gravador no bolso. Ele regressara da ponta da ilha à boleia, tinha acabado de chegar a casa de alguém que o acolhia por aquela noite, bem no meio de um populoso bairro da capital. Fomos jantar a um paupérrimo e bonito restaurante ali ao lado, onde por certo há muito tempo não entrava um malae. Não se cansou de falar e eu não poderia cansar-me de o ouvir. Após nove anos a contar a mesmíssima história a toda a gente, estava genuinamente feliz pelo interesse que eu mostrara, e tinha o maior desejo de que eu fosse bem sucedido em encontrar uma revista portuguesa que quisesse aquela história. O respeito, quase contemplativo, com que comecei por falar com ele, emocionado pela sorte de estar a intersectar um projecto tão bonito, cedo deu lugar à descontracção e empatia total, graças à simplicidade quase infantil, a humildade meiga, de alguém que há uma década não faz mais nada do que conhecer as pessoas do mundo. Se sempre vier a publicar a história (ainda não tive tempo para a escrever) digo. Entretanto se quiserem conheçam-no aqui: http://www.wwwalk.org/  Eu recordarei o momento em que leva as mãos ao mar e diz “Feito. Mais um país atravessado”. Tínhamos ido lá para viver dois dias intensíssimos. Na ponta este de Timor, a umas 7 horas de viagem de Díli, esconde-se esse que é um dos sítios mais paradisíacos onde já estive. Ao redor da pequena ilha de Jaco, a cor da água é deslumbrante. Apenas dois metros mar adentro e uns simples óculos de natação permitiam-nos entrar no fantástico mundo das centenas de peixes, das algas, dos corais, de cores vivas e brilhantes. Entretanto fizemos lentamente a longa viagem de regresso, com poucas conversas. O meu rabo doía onde quer que me sentasse e já só queria chegar a casa. No fim da viagem comentávamos entre nós a beleza da ilha e daquele fim-de-semana, para logo depois irmos descansar para as nossas camas, de volta à vida chata de Díli. Podia ter sido assim, mas claro que não. Era a última subida. Logo ali, do outro lado do monte, escondiam-se as luzes de Díli. E foi aí, na última de tantas subidas, que ficámos sem gasolina. Noite cerrada, esperámos até que alguém parasse. Foi um camião. O condutor, feliz e divertido como só um timorense, ligou um cabo ao jipe e nós saltámos para a parte de trás do camião. Sete malaes estoirados e radiantes, a ver as estrelas deslizar por cima de nós, até serem substituídas pelas luzes da cidade – como os duros mas reais raios matinais a despertar do prazer de um sonho, ao começo de mais um deprimente dia de trabalho.
 
NR- Outro inciso da redacção da ânimo, agora para oficializar o desafio: Venham mais crónicas, do alto das montanhas, da profundeza dos mares, ou das gentes de Timor ! A história de gente sem temor.
 
 
 
 
 
 
 
Não creiam pois que isto por cá é só grandes histórias, estes e-mails são matreiros. 80% do tempo – demasiado! – continua a ser estar sentadinho e a produzir muito pouco em frente ao computador numa sala com paredes brancas e ar condicionado, com pausas para ir mostrar ao CEO os comunicados de imprensa e os discursos que escrevo por ele, para ir ter reuniões aqui e ali sobre os projectos de responsabilidade social da empresa, para ler e sacar textos da net e cultivar-me enquanto perigoso terrorista de extrema-esquerda, para espreitar o computador do estagiário à minha frente que passa horas descaradas a sacar fotografias de raparigas indonésias do facebook, ou para, neste caso, escrever um textozeco sem parágrafos sobre não sei bem o quê, que no fim copio para a caixa de texto do hotmail – esse e-mail parvo, ratodoporao@hotmail.com, que utilizo para falar com quem quer que seja, nunca tive outro – e ali clico “enviar”, para que o texto corra o mundo…
 
Francisco Colaço Pedro
 


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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
DDV.A ARTE NÃO SE ESGOTA NEM NAS GALERIAS NEM NAS CATEDRAIS

O projecto DDV -Dá Deus Vozes,leva-nos, hoje, à secção de brinquedos de um qualquer shopping perto de si para ouvir....Iesu, de J.S.Bach, quer dizer, aproximações ao tema.

 

Mesmo estranhando, nenhum dos seguranças se opôs.

De facto, a música, como as artes plásticas, em geral, fazem-nos acreditar, cada vez mais, que a arte não se esgota nem nas galerias, nem nas catedrais.

 

antónio colaço

 

 



publicado por animo às 12:27
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OI, LURIAN DA SILVA, VOCÊ ESTEVE MESMO EM MAÇÃO, CARA?!

 

 

A filha de Lula da Silva esteve em Mação. Em Mação existe um Instituto  chamado  "Terrra e ....Memória", que ela quer implantar, também, lá no Brasil.

 

- Mesmo nas barbas da Câmara, Lurian, conte prá nóis, vuocê viu máis esti atentádo à nossa "memóriá?!Contji, Lurian, que à gentji não acredita que vuocê tenhá vistô e naáda tenha dito, sinhorá!!!!!à gentji por cá é assim, ou déstroi "mémória´" ou mal trauta memória, né?!

Olhe áqui em baixô, nesta outra foto mesmimho ná cára da Cãmara, tá vendo Lurian?! Olhi só o mau exemplo que os nuossos autárcas estão dando. E vuocê veio cá e náda djisse como vêm fazendo os académicôs desse taul "Instituto de Térra e ...Mémóriá"?! Santo Deus,mi djiga, comeu, ao ménos, algum enchido dos nuossos, alguma fôfa dás nuossas, sinhuorá?!

 

 

antónio colaço

 

NR

Nada nos move contra quem investe em Mação, nomeadamente, os proprietários da obra em causa. Agora, quem permite mais este verdadeiro atentado à nossa Memória colectiva, desde logo, o presidente  de uma Câmara que parece só ter olhos para o que em nós é rupestre, estamos conversados!

 

 

Até quando os maçanicos assistirão impávidos e serenos a este progressivo descaracterizar da nossa Memória?!

Mais do que um Instituto da dita Memória do que precisamos é de um substituto na Câmara que altere, de uma vez por todas, este espezinhar do que fomos!

Claro que já nem se questiona a solidariedade dos nossos rupestres académicos e como só saem lá das suas rupestres grutas para virem aviar uns almocitos à vila .... deixemo-los andar entretidos, pelo menos sempre deixam uns cobres nos magros orçamentos da nossa hotelaria. Ou pagarão em .... "silex"?! 

 

 

 



publicado por animo às 11:38
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ÂNIMOS EXALTADOS

Depois de termos marcado, o golo veio dar mais ânimo aqui à Comunidade.

 

Representante Comunidade Portuguesa África do Sul, TSF

 

2

 

Pacheco Pereira aqueceu os ânimos na reunião do grupo parlamentar do PSD, esta manhã, ao questionar Aguiar Branco a propósito da contratação dos serviços da agência LMP para assessorar os deputados sociais-democratas.

 

Sol

 



publicado por animo às 11:36
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
MATINAS

Basílica da Estrela, há pouco.

 

 

 

Um céu feito de fios, candeeiros e mil outros sinais.

Um Sol rompendo as nuvens iluminando-nos os ais, mas, Tu, sempre presente, por muito que Te julguemos de nós afastado, ausente, encerrado nas erguidas catedrais.

 

antónio colaço

 



publicado por animo às 11:27
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