Sexta-feira, 31 de Maio de 2013
VÉSPERAS

 ASSIM COMO MARCHO, dou pelas ideias,algumas ideias,a marcharem no trilho da minha mente.
Agarro uma delas e confronto-a:O meu objectivo é cada vez mais não ter objectivos.
Cada vez mais quero é ser feliz mesmo que a ideia (conceito...) de felicidade ande muito longe do que até aqui tenho como adquirido dela.  
Sigo a marcha.  
Está um frio de rachar. Mas...ter frio também não passa de uma ideia adquirida.  
Sigo a marcha, sem frio (sem ligar a essa adquirida ideia/sentimento de frio) mas também sem perder (ganhar?)mais tempo.
Sigo.
 Eu conSIGO.
antónio colaço

 



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CARRINHOS DE ROLAMENTOS.A FÓRMULA 1 DA AMIZADE
(NR - DA PÁGINA DO FACEBOOK DA AFPDM COM A DEVIDA VÉNIA.Ontem, na freguesia de Atalaia, os alunos da EPM e da CERCIMA participaram na 9ª edição de uma jornada de carrinhos de rolamentos.Ou, de como alunos com Necessidades Educativas Especiais da CERCIMA correram, vertiginosos, lado a lado com os alunos da EPM!).

 Não param de chegar à nossa redacção os ansiosos pedidos para que coloquemos no ar, perdão, online (alguns perguntavam "isso vai passar logo na TVI?")as imagens das vertiginosas descidas ...do "Autódromo da Atalaia", perdão, da Rua Álvaro Tavares Mora, na Atalaia, bem pertinho do Santuário da simpática freguesia do Montijo.
Para não prolongarmos mais essa ansiedade, aqui vão os dois blocos de imagens, colhidas com o risco da nossa própria vida (brincamos, claro!!!) e onde o ruído infernal da descida mete a um canto qualquer roncar dos vulgares F1  que nos entram pelas casas.
antónio colaço
 


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Quarta-feira, 29 de Maio de 2013
VÉSPERAS

Confesso, a ventania e uma chuva miudinha quase me fizeram voltar para casa mal me abeirei da ciclovia.

Ao contrário deste moinho que mesmo com vento permanece mudo nas suas velas, aproveitei dele uma raiva surda e eis-me, pelo menos, a caminho do dito moinho que dista quase quilómetro e meio de minha casa.

Vindos de longe chegam-me os sons do arraial para as bandas de São Francisco.

Azar o deles, penso, mas igual azar reclamo para mim: hoje fico-me por aqui.

Regresso a casa.

A marcha de ontem foi puxada.
Amanhã cedo espera-me a cobertura de um campeonato de carrinhos de rolamentos da CERCIMA com o apoio da AFPDM/EPE.

Há que reservar energias.

Não há nenhum campeonato à minha espera.

Obrigado.

antónio colaço



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ALCOCHETES

 

 

 

Praia de Alcochete,esta tarde.

antónio colaço



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MATINAS
Montijo.Piscina Municipal, esta manhã.
POR ESTAS HORAS ALGUNS AMIGOS DEMORAM-SE EM GINÁSIOS APETRECHADÍSSIMOS em desenvolverem todas as massas musculares de que somos feitos. Mais do que invejá-los, para além de respeitá-los,por vezes assustam-me algumas das imagens que connosco por aqui vão partilhando.
Foto.Google
Por mim,hoje,foi uma belíssima manhã em que o pouco tempo de que disponho, voou. A piscina municipal do Montijo está virada a nascente e como é feita de grandes vidraças, o sol desce connosco ao mais profundo das águas. Adoro combinar natação com meditação em apneia.
Foto.Google.
Hoje,como há muito não acontecia,passeei-me pelos "jardins" da minha mente.
Porque não somos a nossa mente, antes, somos muito mais do que a nossa condicionada mente, lá estava o jardim onde estão alojadas todas as ideias feitas da Culpabilidade (desde logo, a maldição com que nos habituámos (habituaram, pais, educadores, sociedade) a olhar para o nosso próprio corpo), da Arrogância( as ideias que nos transmitiram de nunca nos darmos por vencidos, por ex. numa discussão, as ideias de que somos únicos e os melhores do mundo, etc,etc), da Presunção (o que fazemos é sempre melhor que os outros, etc,etc, do Egoísmo (os outros só servem enquanto me servem, etc,etc).....e tantas outras ideias que durante muitos anos julgámos que eram o nosso verdadeiro ser, que éramos, de facto, aqueles, que respondiam por nós, e que ali não havia nada a mudar tão condicionados estávamos pelos comportamentos que lhes correspondiam!  
 
Ideias que estiveram na origem de tanto e inquestionável sofrimento.  
Ideias que tardámos a descobrir que mais não eram do que o somatório condicionado de erros sucessivos de gerações que  assim nos educaram.
Ideias que, como na caverna platónica, mas muito distante dela, nos impediram de perceber que o verdadeiro EU de cada um de nós está para além de tudo isso e nos permite, agora, observar de que se fizeram todos esses anos perdidos indo muito a tempo de corrigir identidades falsas, de um falso eu, apostando, AGORA, na vivência de dias mais PLENOS, mais consoantes a PLENITUDE  de que somos feitos.
Por isso, o sofrimento diminuiu e de que maneira quando conseguimos, nestes passeios connosco próprios, perceber como tudo não deve passar-se!
2
Os meus músculos podem não ser exibidos em nenhum certame mas....cada vez mais me dou ao luxo de tornar mais leve a massa muscular que me permite estes momentos de plenitude.
Obrigado.
antónio colaço


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Terça-feira, 28 de Maio de 2013
VÉSPERAS (DE SEGUNDA E TERÇA)

VÉSPERAS DE TERÇA

Mais uma lição.

A ventania quase me varria a vontade de prosseguir.

Os primeiros dez minutos são decisivos e onde tudo se pode decidir.

 O burburinho das condicionadas ideias, como num remoinho, arrasta-nos, segreda-nos baixinho "este ventinho, estavas tão quentinho, não sejas parvinho, volta para trás,desiste do caminho..."

2

Acabado de chegar, longe de mim os trilhos por onde acabei de andar!

Afinal, mais uma vez, nós somos muito mais do que a nossa condicionada mente.

 Demorou a perceber mas uma vez revelado o fio condutor da trama, nada nem ninguém que nos detenha.

Obrigado.

antónio colaço

 

 VÉSPERAS DE SEGUNDA

Por muito que em mim esteja presente, não pára o burburinho desta mente.  

Nesta montijense caminhada nada me detém.  

Apenas o cheiro do feno me derrota, tantas as histórias para que me convoca.  

Sigo em frente.  

Instante a instante, tudo agora é diferente.  

Obrigado.  

antónio colaço

 

 



publicado por animo às 01:21
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DE ONTEM COMO SE FOSSE HOJE

 

 

 

 

 

 

 

 

Esplendorosas nuvens no céu.

Esplendorosas corvinas nas  profundezas do Tejo.

Inesperadamente, o que vejo, na Frente Ribeirinha do Montijo?

 

Um regozijo, uma atrás das outras, foram saindo do robusto bote.

Em média, entre os 13 e os 18 quilos cada uma.

-O Sr quer comprar?Nós vendemos. São a 5 euros o quilo!

 

E eu, ali, eufórico só queria mesmo fotografar "aquilo"!

 

antónio colaço



publicado por animo às 00:28
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Domingo, 26 de Maio de 2013
AS VITÓRIAS QUE AS DERROTAS CONTÊM

VENCI-ME,OUTRA VEZ!
 Quero dizer, venci o que em mim me puxava para o derrotismo.
Saí de casa deixando o mórbido e televisivo visionamento  de jogadas falhadas, análises estafadas tudo o que, jogo após jogo, mais não faz do que prolongar angústias para as quais demoramos e encontrar respostas.
Ou melhor, decisivas saídas!
Concluo, agora com mais nitidez, as ideias arejadas pelo vento frio da descampada noite, que persistimos em encontrar na clubite o local errado onde projectar as vitórias de que  fugimos no mais íntimo de nós.
Os Marqueses do Pombal que, continuadamente, nos fugiram neste final de época continuarão a fugir, tudo porque não é lá que devemos, verdadeiramente, marcar encontro para celebrar as vitórias que, preguiçosamente, colocamos nas mãos, nos pés, nas cabeças de outros.
O que se diz para o futebol, diz-se para a política e até para a igreja.
Ninguém nos pode substituir na tarefa de nos superarmos.
 É por isso que estou cansado mas duplamente satisfeito.
 Consegui vencer o bem bom da caseira pantufa e fazer-me à friorenta estrada, metro a metro, quilómetro a quilómetro. Hesitante e emperrado nos primeiros quinze minutos, mas completamente relaxado no final dos quatro km e tal.
 Obrigado, Benfica.
 Aprendi com as "tuas" derrotas a não desistir, nos derradeiros minutos, das minhas próprias vitórias.
 antónio colaço


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HABEMUS JACARANDÁS

HABEMUS JACARANDÁS!!!!!
Neste momento ignoro o que se passa nas televisões mesmo se pressenti as piores previsões.
Do Benfica ao Marcelo e Sócrates, do Castelo Branco à Teresa Guilherme, quero que cumpram as suas funções de nos perturbarem... as nossas necessárias reflexões.
Por mim, vou marchar, noite do Montijo adentro, para celebrar, simplesmente, a minha mais recente VITÓRIA: nasceram-me, finalmente, os meus campeões.
Temos verdejantes JACARANDÁS para nos alegrar os magoados corações.
Obrigado!
antónio colaço


publicado por animo às 21:48
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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

Frei Bento Domingues

In Público

O SEGREDO DA ALEGRIADE JOÃO XXIII(1)

 

Clica na imagem para melhor leitura.



publicado por animo às 21:29
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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges

In Dn 25 Maio

O MUNDO DOS AFECTOS, A FÉ E A CURA

 

A definição do Homem como animal racional não dá conta adequada do que somos: de facto, não começamos por pensar, mas por sentir. Somos afectados pelo meio ambiente, desde o ventre materno. Daí, não ser indiferente uma gravidez querida e serena e uma gravidez vivida no meio da inquietação e do sobressalto.

No instante da concepção, está-se no que alguns chamam a "inocência do sentimento". Depois, começamos a ser afectados, positiva ou negativamente, e assim se vai formando uma atitude positiva ou negativa face ao mundo e aos outros, com consequências na auto-estima e autoconfiança ou não, com confiança no mundo e nos outros ou, pelo contrário, com desconfiança e inquietação.

Na altura, ainda se não pensa, mas sente-se. Primeiro, são os afectos. Suponhamos que, depois do nascimento, não se cuida convenientemente do bebé, ninguém lhe sorri, ninguém o acarinha. O que fica? O sentimento de frustração. Afinal, o que vale o mundo? Para que serve? Não começa aqui o sentimento de revolta, violência e destruição?

Depois, com a aquisição lenta do uso da razão, há-de estudar-se a vida afectiva, para aproveitar a sua força - querer ser e viver - na condução da existência, sabendo conviver com ela nas suas dimensões positivas e negativas. Porque a razão, sem os afectos, pode ficar paralisada, mas estes, sem aquela, podem tornar-se cegos. E assim se constata a importância do que hoje se chama a razão que sente, razão sensível, razão emocional.

É neste fundo anímico-vital afectivo que mergulha a própria fé religiosa. Esquece-se frequentemente que a fé não começa por ser religiosa, mas uma atitude fundamental da existência enquanto confiança de base. Hoje, quando o que faz falta é confiança e crédito, percebe-se melhor o tema. Mas, a um dado momento, há-de colocar-se também a questão da fé religiosa, na medida em que se põe a pergunta pelo fundamento último da confiança.

A realidade da fé como atitude fundamental de toda a existência e como possível abertura à fé religiosa, garante do sentido último e pleno, é sublinhada cada vez mais, também em estudos científicos referentes à doença e à cura. Aliás, não há aqui nenhuma descoberta, pois sempre se soube que a atitude do Homem face à vida, à doença e à própria morte depende do grau da sua confiança.

Também da confiança em Deus? "Uma grande maioria do corpo científico considera que a religião tem um impacto positivo na saúde", explicou na Time Magazine Andrew Newberg, da Universidade da Pensilvânia.

Agora, Le Monde des Religions (n.° 54, 2012) foi investigar e dá conta de um artigo da Universidade de Oxford em 2001, com a síntese de 1200 estudos sobre a questão, concluindo que "crer , rezar, praticar uma religião levam a uma melhor resiliência às doenças mentais como a esquizofrenia e têm uma acção positiva sobre a pressão arterial e as funções imunitárias". Isto não significa que a oração seja um medicamento, mas que acreditar permite suportar melhor a doença, favorecendo o tratamento. A imagem de Deus, bom ou castigador, é fundamental.

Gail Ironson, da Universidade de Miami, num estudo sobre a ligação entre VIH e crença religiosa, conclui que, "mesmo tendo em conta os medicamentos, a espiritualidade traz um melhor controlo da doença". Nel Krause, da Universidade do Michigan, mostrou que as pessoas que acreditam que "a sua vida tem um sentido" vivem mais tempo.

O acto médico não pode ser de modo nenhum o de um técnico perante uma máquina estragada que é preciso reparar. É necessário aproximar-se do paciente dentro de uma compreensão global do Homem. Georges Engel, num artigo célebre - "The Need for a New Medical Model" -, falou de uma aproximação "bio-psico-social", que, segundo o teólogo Guy Jobin, teve enorme impacto. "Já não se trata de uma divisão do trabalho entre cura do corpo e cura das almas. Em vários sectores do cuidado - em geriatria, nos cuidados de longa duração, nos cuidados paliativos -, o acompanhante espiritual faz agora parte integrante da equipa de cuidados. É considerado um profissional como os outros membros da equipa."

(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)

 

 



publicado por animo às 21:28
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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
b

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publicado por animo às 20:18
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a



publicado por animo às 20:17
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NOTA

As imagens que se seguem, são de ontem, como se fosse hoje!!!!
O Facebook baralha isto tudo!!!!

Obrigado,

antónio colaço



publicado por animo às 01:23
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VÉSPERAS

Um ensaio na Matriz ( que órgão, meu Deus, e que saudades matei!) quase a cair em cima da meia noite ia deitando por terra a prometida catarse gastronómica.

Em versão reduzida (30 minutos, 3 km) mas acelerada, creio que o delicioso palmieri já se foi.....

Obrigado.

 

 



publicado por animo às 01:22
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