Segunda-feira, 29 de Julho de 2013
PERTO DO PRINCÍPIO

 

 

PERTO DO PRINCÍPIO
A regressar de CARDIGOS.
 C-A-R-D-I-G-O-S.
Digo Cardigos e dizê-lo é dizer o TUDO e o TODO de que sou capaz.
Dizer Cardigos, é só o que me apraz. ...
Obrigado, aos meus queridos amigos Maria Maria Cecilia André Martins e Francisco Martins por este pedacinho de regresso às minhas origens junto daqueles com quem me esmurrei e com quem delirei por saber quem era e de onde vinha.
Nenhuma outra palavra por agora.
Estão todos tão dentro de mim por muito que tenha de ter vindo embora.
É tudo, por agora.
antónio colaço

 



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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges

In DN 27Julho

 

 

OS TRÊS ESTÁDIOS DA EXSTÊNCIA E O COMBATE DA FÉ

Deixou uma obra filosófica importante, um dos fundamentos das posteriores filosofias da existência - é dele o adjectivo "existencial". Refiro-me a Sören Kierkegaard, cujo segundo centenário se celebra este ano - nasceu em Copenhaga em 1813. O que lhe interessava não era o saber na sua pureza teórica, mas como agir e viver. Escreveu: "O que no fundo me falta é ver claro em mim mesmo, saber o que hei-de fazer e não o que hei-de conhecer, excepto na medida em que o conhecimento deve preceder a acção. Trata-se de compreender o meu destino, descobrir aquilo que Deus no fundo quer de mim, encontrar uma verdade que seja tal para mim, encontrar a ideia pela qual possa viver e morrer." Contra Hegel, cujo eco ouviu em Berlim, argumentou que não há um sistema da existência e do indivíduo. Ora, o decisivo é o indivíduo e a sua interioridade, a liberdade, a possibilidade, a angústia, o desespero, a salvação, numa decisão intransferível. Como dirá Unamuno, "eu sou único e não há outro eu no mundo", como também não há outro tu ou outro ele/ela. É célebre a sua definição da existência humana como "uma relação que se relaciona consigo mesma ou, por outras palavras, como o que na relação faz com que a relação se relacione consigo mesma". É decisiva esta auto-referência, que é, inevitavelmente, hetero-referente. De facto, "uma relação que se relaciona consigo mesma -portanto, um eu -, tem que ter-se posto a si mesma ou ter sido posta por outro". Ora, a existência humana não se põe a si mesma e, por isso, a auto-relação é, necessariamente, relação a outro, o autor da relação, Deus, numa relação única de "comunicação existencial". A existência está colocada perante três possibilidades fundamentais, a que chamou "estádios", não no sentido cronológico e lógico de passagem sucessiva de um a outro, mas de atitudes ou modos de existência. Seja como for, a passagem de um a outro não se dá dialecticamente, mas por um "salto" que transforma radicalmente a existência. O estádio estético (do grego aisthesis, sensação, sensibilidade) tem a sua figura no Don Juan e caracteriza-se pela busca saltitante do gozo imediato das sensações, no instante fugidio da conquista, de prazer em prazer. Esta via da repetição hedonista desemboca no sentimento de frustração e melancolia e pode levar ao desespero. Pode dar-se então o salto para o estádio ético, empenhando a liberdade própria e assumindo a seriedade da existência, no cumprimento do dever e da responsabilidade, concretamente na relação estável e fiel com o outro no casamento. Mas, aqui, o indivíduo ainda está sob a lei geral. Só no estádio religioso o indivíduo se encontra verdadeiramente a si próprio e à sua singularidade no "abandono mais absoluto" a Deus, o totalmente Outro. O religioso é "o sério, e o sério é: o único". "Tornar-se cristão é a coisa mais decisiva que um homem pode tornar-se", pois resolve o seu "paradoxo": no tempo, decidir e encontrar a eternidade. A fé tem o seu modelo em Abraão a quem Deus mandou sacrificar o filho. Segundo a exegese, o que o texto diz é que Deus põe termo aos sacrifícios humanos. Aliás, Kant, confrontado com o tema, escreveu que Abraão deveria ter dito a Deus que não era seguro que a voz que ouvia fosse de Deus, mas era certo que não devia matar. Kierkegaard, porém, coloca-se noutro plano: o do combate da fé, numa luta de vida e de morte com Deus. Deus põe à prova a fé de Abraão e o seu amor, quer ver se realmente O ama. Abraão, por sua vez, põe também Deus à prova: dispõe-se a matar o filho, mas, se Deus não intervier, só pode tornar-se ateu. Deus interveio. A fé e o amor são levados ao paroxismo. Luterano, foi crítico ácido da Igreja oficial dinamarquesa: "Na sumptuosa catedral, eis que aparece o Reverendíssimo e Venerabilíssimo pregador da Corte, o eleito do grande mundo, e aparece perante um círculo de uma elite e prega com emoção sobre este texto que ele mesmo escolheu: "Deus escolheu o que é humilde e desprezado no mundo" - e ninguém se põe a rir." Mas, já à beira da morte, foi-lhe perguntado se acreditava em Jesus Cristo. E ele (cito de cor): "Sim. Em quem haveria de acreditar nesta hora?"

 



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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

 OS TRABALHOS DO PAPA FRANCISCO

 

In Publico, 28Julho



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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

 Uma versão video da Palavra que nos convoca para dar a volta a isto!

Partir da constatação do facto de COMO CHEGÁMOS AQUI, para o É PRECISO SAIRMOS DAQUI sobretudo tendo em atenção os mais desfavorecidos.

 Ou, de como a pretexto das novas responsabiidades de D.Manuel Clemente, a Igreja, juntando-sè às  forças mais dinâmicas da sociedade, pode ajudar a convocar a gente!DECISIVAMENTE.

antónio colaço

 

 



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VÉSPERAS (de ontem)

 

VÉSPERAS DISSIMULADAS NA NOITE DOS DESCAMPADOS MONTIJENSES, AS CIGARRAS INSISTEM.  
Um som cada vez mais distante e cansado.
Alguns grilos,ainda.  
As noites do lado de cá do rio deixam tudo mais à vista.  
Em Belém,a esta hora, há muito que Anibal já deu ordem para recolherem.  
Em contrapartida, as osgas do Palácio saíram para dar cabo de tudo quanto mexe.
Post dedicado ao meu querido amigo Jose Magalhaes que me mandou marchar contra o desbragado sorriso do dissimulado Portas.
antónio colaço

 



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Segunda-feira, 22 de Julho de 2013
WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

PACIÊNCIA COM DEUS (3)

Frei Bento Domingues,

in Publico 21Julho

 

 



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IN MEMORIAM JOSÉ SIMÕES

 

Cemitério de Mação, ontem, 21 Julho.

 


 PACIÊNCIA COM DEUS (3), de Frei Bento Domingues, o WEBANGELHO que o meu amigo escreveu sem saber que o leria aqui neste sítio, onde me encontro, agora mesmo, a "reflectir no que diremos ao Desconhecido para cuja casa a nossa inc...onsciência guia os nossos passos". E " crer em Deus significa compreender a pergunta pelo sentido da vida. Crer em Deus significa ver que a vida tem sentido".
Reflito porque perdemos o sentido da vida, Zé . Por que é que esta morte teve lugar tantos anos antes deste momento derradeiro....
Tu fizeste sentido na minha vida, Zé, oh se fizeste.
Agora que repousas, já Sentes a Eternidade.
Dá mais sentido à saudade que sinto, Zé, quanto, então, te senti. Obrigado.
2
A SAIR DO MEU QUASE ABANDONADO VALE DAS ÁRVORES,agora "resgatado da erva daninha" que o fez refém.  
Acabado de sair do cemitério de Mação,onde morri com o sol a despedir-se do meu querido sogro José Simões, que embora se tivesse despedido de nós,em vida, na sequência das escolhas de vida que fez,eis-me neste Vale onde com ele tantas saudosas horas passámos.  
 Quero lá saber do que Cavaco disse.
Como dizia o poeta alentejano "da terra é que a gente vive, daterra é que a gente come e a terra,depois,come a gente!"  
Há-de comer,sim senhor, os guiões das pressentidas palhaçadas de Belém.

 

 

 

 

 

IN MEMORIAM, ZÉ SIMÕES

Como no Princípio, Zé, agora e sempre.

Obrigado.
 

O meu saudoso Pai, Zé Padeiro, e Zé Simões

 

Zé Simões, meu sogro, e eu próprio. Lamego 1975

 

antónio colaço



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Domingo, 21 de Julho de 2013
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges

DESABAFOS DE UM HABITANTE DO ABSURDISTÃO

IN DN 20 Jul

 

 

Absurdistão será o reino do absurdo - do latim, por contaminação, de ab-sonus (que não soa bem) e surdus (surdo, que não percebe), ab-surdus: etimologicamente, absurdo é, pois, o dissonante, e, depois, o contra-senso. Num Dicionário de Filosofia, poderá encontrar-se esta definição: a destruição de uma relação normal ou lógica que se esperava entre as coisas ou entre si e o mundo. A situação portuguesa é, neste nosso tempo, assim: surreal, que não se entende, com um futuro incerto e perigoso.

Pergunta-se, por exemplo, quando e como se vai pagar uma dívida de mais de 200 mil milhões de euros, com juros anuais de mais de 7, 5 mil milhões de euros. Mas há aquele velho e tremendíssimo debate entre os atenienses e os mélios, para o qual já chamei aqui a atenção, onde se mostra a terrível lei do mais forte: os mais fortes, neste momento, são os credores - numa situação de protectorado. À beira da bancarrota, chegou a esfola, com impostos sobre impostos, de tal maneira que, a partir de um certo limiar, a receita pode ser menor, porque as empresas fecham e o desemprego cresce. Mas há quem queira austeridade sem austeridade. Ah, e a fuga de capitais! E a corrupção a medrar, também na cumplicidade de política e negócios. E a economia paralela. E a Justiça que não funciona. E o desemprego a caminho de um milhão - quando se fala em desempregado, é preciso entender alguém que não tem trabalho, portanto, que não produz, que não contribui com impostos, que, pelo contrário, vai buscar apoio à segurança social, que pode deprimir... E, pela primeira vez, desde que me conheço, se, antes, se investia pessoalmente e amanhã a vida havia de ser melhor, agora reina o pessimismo do pior. O pior é mesmo isso: perdeu--se a esperança, a confiança, não se acredita, não há crédito. Para todos? Não, pois os muito ricos são-no cada vez mais. E os portugueses são uma "espécie em vias de extinção": temos uma das mais baixas taxas de natalidade do mundo, com a consequência, entre outras, de 1,5 de pessoas activas por cada pensionista. E todos gritam, e bem, por crescimento económico, mas há sempre alguém que, também com razão, pergunta: e quem investe e com o dinheiro de quem?

Pergunta-se como foi possível chegar aqui. Fica-se atordoado, quando se pensa nisso.

Lembro, um pouco a esmo, razões. Não há dúvida de que, seja como for, ao longo dos últimos 25 anos de integração europeia, o país evoluiu bastante. Mas quem duvida de que os 81 mil milhões de euros chegados da Europa poderiam e deveriam frequentemente seguir um rumo outro, em ordem a um desenvolvimento racional e sustentável? Criou-se então aquela mentalidade de falsos ricos, que gastam na irrazão. Ainda me lembro de reformados aos 45-50 anos. E das tais viagens a crédito para Cancún. E da criação de instituições de ensino superior sem critério e qualidade, prejudicando o país por décadas e levando à ilusão de um saber que não há e envenenando o sistema. E criou-se o vício da subsídio-dependência e do encosto ao Estado, que devia ser de providência, mas que cada vez menos o será, já que não teve previdência. E o número de funcionários cresceu e também o das empresas municipais e as PPP... Governou-se para ganhar eleições, perdido o sentido de Estado. O pacto entre a classe política e o povo faliu e agora 87% já não confiam muito na democracia.

Há um verbo latino muito rico: mederi. É importante, porque dá origem a três palavras fundamentais para a nossa necessidade mais urgente: meditação, medicina, moderação. Precisamos de parar e meditar e viver mais moderadamente (todos, não apenas os pobres). Quanto à medicina, ninguém conhece exactamente o remédio, mas ele passa também pela convocação de representantes das forças mais dinâmicas e estruturantes do país - Universidade, partidos, patronato, sindicatos, média, Igreja -, no sentido de um estudo que comunique, sem mentira, a situação real do país, e de um consenso mínimo quanto ao essencial, para salvar o futuro de um país que caminha para o precipício.

 



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Quinta-feira, 18 de Julho de 2013
DOR PERANTE AS PORTAS DO CINISMO


  Não me perguntem porquê.   Dói-me esta ausência do Secretário Geral do Partido Socialista do Debate que acontece em S.Bento.   É mais uma vitória desse grande estratega da Ilha Selvagem em que transformou Portugal, de seu nome, Paulo P...ortas.
  Não é possível acreditar que o núcleo duro do PS está fechado no Rato quando é no Parlamento que está o facto consumado.
  O PS a salvar a direita, a apanhar da esquerda....   Ó balha-me Deus....zzzz.... 2 Bingo! Portas acaba de acenar depois da intervenção de Heloísa, qualquer coisa como "boa intervenção"!!!! António Seguro, a delegação do PS, é que TINHAM DE IMPOR um calendário de retoma de negociações que o não fizesse estar FORA de S.BENTO!!! Ser parte no debate e NÃO ESTAR À PARTE, à mercê de todos por esta ausência!!! FORA DE S.BENTO, está a candidatar-se ser posto FORA DO RATO?! Não acredito!
FOTO Portas , via SICN, com tratamento gráfico, que igualmente apliquei a uma das tantas  e maquiavélicas figuras de  Hieronymus Bosch. O único a que posso recorrer. Não consigo descortinar imagem que explique o que está a acontecer. Cavaco nas Selvagens a tropeçar nas cagarras?! Ao pé do cinismo de Portas, meus senhores, "peanuts"!!!

 

PS

António José Seguro a falar nos Passos Perdidos! Não acredito. O lugar onde devia falar (ou não, concedo) era no Plenário. Dá a ideia de que alguém o avisou tarde e a más horas. Mas..o próprio é que devia ter descoberto, antecipadamente, a ARMADILHA!!! O argumento de que está preocupado e a tratar dos problemas do povo é fraco.Ponto.

antónio colaço



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MATINAS

Foto.Algures,Montijo.


Tinha tudo para ser, ontem, uma grande fotografia.
Tipo " sem tecto entre ruínas".
Por pudor, ontem, contive-me.
Hoje, a intensa maresia, seduzindo fenos e as ruínas da velha casa, convocou-me. 
A numerosa comunidade cigana que, ontem, anichada na pequena colina, oliveira a oliveira, ali passou mais uns dias de uma vida inteira, partiu.
Foi-se a estética inicial.
Nenhum mal.
Por estas horas deverão estar a acordar noutros descampados, com oliveiras acolhedoras e velhas casas em ruínas onde se sintam acomodados.
Quem está a desmoronar-se?
Onde a preocupação destes cidadãos com o acordo de salvação?
Revolto-me com a ideia de que devemos respeitar as suas tradições.
 Sim, dão-nos belas fotografias, fortes emoções.....

Para quando uma troika que devolva a dignidade a estes errantes corações?
Não se dará o caso de estar a crescer um Portugal cada vez mais errante dentro deste Portugal cada vez mais às mãos de uma troika mandante?!
 
antónio colaço
 
 


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Terça-feira, 16 de Julho de 2013
A RUA É UM PARLAMENTO. TEM A PALAVRA A SENHORA DEPUTADA ELEITA PEAS RUAS

 

Gravação "caseira" para os amigos que não puderam ver.
Obrigado.



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RITA COLAÇO NA RTP INFORMAÇÃO ÀS 17HORAS

RTP INFORMAÇÃO ÁS 17H

 

Uma fonte da estação pública acaba de nos informar que a jornalista Rita Colaço estará nas notícias das 17 para falar do Prémio Gazeta de Jornalismo/RÁDIO com que ontem foi galardoada pelo Clube de Jornalistas.

 Ponto.

 E mais não digo, senhora minha filha.

Que o seu prémio, a sua alegria, ajude a recuperar a nossa enfraquecida DEMOCRACIA.

antónio colaço



publicado por animo às 16:36
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A RUA É UM PARLAMENTO . O LINK

Com o frenesi, o link do trabalho vencedor esqueci!

Um imenso obrigado a todos os amigos que têm partilhado a nossa alegria.

O mérito é da Ritinha, assim ajude a melhorar a saúde da nossa fragilizada democracia.

antónio colaço

 

http://www.rtp.pt/antena1/?t=A-rua-e-um-parlamento---Reportagem-de-Rita-Colaco.rtp&article=5810&visual=11&tm=12&headline=13



publicado por animo às 10:53
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Segunda-feira, 15 de Julho de 2013
PARABÉNS, FAMÍLIA!OU, O QUE FAZEM OS FILHOS QUE FIZEMOS

ALMOUROL.1980 e picos....

 

 

A SAIR DE UMA ESPERA DE MAIS DE TRêS QUARTOS nos correios do Montijo, descubro que a minha filhota Ritinha acaba de vencer o Prémio Gazeta de Jornalismo Para Rádio!
Ó balha-me Deus....zzzz,como diz o MEC que estive a ler "quase" à socapa, "como é linda a puta da vida!"
Vai um telefonema com mil beijos dentro!

O Francisquinho hoje vai chapinhar no iodo de Alcochete até dizer chega!

Parabéns,"menina Rita" como diria o Avõ Zé Padeiro!

Parabéns,Meninha,fizemos uma filhota liiiiiiiiiiinda!
Quem diz uma filhota,diz,também, um filhote,João Miguel, a arquitectar os dias cheios de Beleza!Sim,parabéns,Família!

 

 O QUE FAZEM OS FILHOS QUE FIZEMOS

 Mãezinha, quando eu for grande, quero ser um grande JORNALISTA como tu.
 Aliás, os meus Avós não param de me incentivar, imagina tu, dizendo-me que, por de trás de uma grande Mãe  jornalista ( sim, eu sei ...que o Papá está desejoso de defender a sua  inovadora tese de doutoramento na área)  está sempre um filhote irrequietista!!!!
 É no iodo de Alcochete que acompanho, sereno, todas estas merecidas manchetes.
Beijo,"maman, meu e dos avós Tozé e Mena.

 



publicado por animo às 23:04
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Domingo, 14 de Julho de 2013
VÉSPERAS

 

Mais uma foto falhada.

Para tentar fazer um zoom in que acentuasse a beleza de duas gaivotas nos pináculos dos Jerónimos, uma delas achou ue não deveria colaborar.

Uma imagem para relembrar, ao menos, as gaivotas que tantas vezes fotografei.

Obrigado.

antónio colaço



publicado por animo às 23:50
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