Sexta-feira, 23 de Junho de 2017
MINISTRO CAPOULAS SANTOS NOS AAANIMADOS ALMOÇOS DE QUINTA FEIRA 29 JUN

 

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última hora

REFLORESTAR É PRECISO
O MINISTRO CAPOULASSANTOS
nos...
AAANIMADOS ALMOÇOS DE QUINTA FEIRA 29 JUNHO 13 H

"Somos um país de não sei quê !"
" Assim como está a floresta toda negra por fora, assim estamos nós cá por dentro!"
2
Entre o primeiro lamento de um velho pai que não sabia do filho, e o estado de alma de uma mulher pronta para arregaçar as mangas, que expectativas restam para ACREDITARMOS que é desta que vamos saber de que Portugal é que queremos saber.
Um Portugal que volte a ser verde por fora e por dentro.
O Ministro da Agricutura, Luís Capoulas Santos, aceitou o nosso desafio para, à volta da mesa de um almoço confeccionado com os produtos da agricultura que nos resta, fazer o ponto à situação que deixou de rastos o coração de Portugal.
3
INSCREVA-SE atempadamente no Restaurante COM.TRADIÇÃO da Associação 25 de Abril.

Contactos
21 324 1421
NR
A foto que serve de suporte a este cartaz foi recolhida pela nossa amiga Ana Caria, do site do JN. Demonstra como num mar de negritude,uma quintinha reflorestada com especies de carvalhos e castanheiros sobreviveu.



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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

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Com as desculpas pelo atraso - estamos em falta com o Webangelho anterior, mas....dada a CONTINUADA CLARIVIDENCIA DESTAS PALAVRAS, aqui está: A IGREJA SOMOS NÓS!

PE ANSELMO BORGES

IN DN 23JUN

FRANCISCO NÃO TEM RAZÃO? (2)

1.Não é exactamente o mesmo o mundo visto do lado dos vencedores e o mundo visto do lado dos vencidos. Afinal, a história que conhecemos e lemos é em princípio a história dos vencedores, até porque são os vencedores, sabem escrever e puseram por escrito os seus feitos e glórias; os vencidos são os vencidos, desapareceram e, mesmo que quisessem narrar o seu lado da história, não sabiam ou não podiam escrever. Não é exactamente o mesmo o mundo visto a partir do centro do poder e o mundo que se vê a partir das periferias. Não é exactamente o mesmo o mundo visto lá do alto da janela mais famosa do mundo, que é a janela do Palácio Apostólico no Vaticano donde os Papas dão a bênção urbi et orbi, e o mundo que se vê a partir de um apartamento modesto da Casa de Santa Marta. Não é exactamente o mesmo o mundo que se vê a partir do Deus omnipotente, significando omnipotência Poder enquanto dominação e não Força infinita de criar, e o mundo que se vê quando se vê a partir do Deus cujo nome é Amor, Misericórdia.
Não tem razão o Papa Francisco quando, sem excluir ninguém, vê o mundo a partir do Deus-Misericórdia, a partir de Santa Marta, a partir das periferias, a partir dos vencidos, que são isso mesmo, os vencidos, os colonizados, os derrotados, os pobres, os excluídos, os explorados, as mulheres, as crianças, os doentes? Para ser completa e toda, é preciso que a história também seja lida e escrita a partir do seu reverso, isto é, do lado dos vencidos. Porque todos têm de ascender ao palco da história, com a sua igual dignidade de homens e mulheres livres, todos filhos de Deus.
Não tem razão Francisco quando, na exortação "A alegria do amor", partindo dos dois Sínodos sobre a família e no quadro da atenção à voz da consciência e de um discernimento sério, abre a porta à comunhão dos recasados? Aliás, já em 1972, o antecessor Bento XVI, ainda professor, tinha escrito um ensaio académico manifestando abertura à admissão à eucaristia dos divorciados recasados, no caso de a nova união ser sólida, haver obrigações morais para com os filhos, não subsistindo obrigações do mesmo tipo em relação ao primeiro casamento, "quando, portanto, por razões de natureza moral é inadmissível renunciar ao segundo casamento". É evidente que não vale tudo. Mas os católicos também não podem continuar a ser infantilizados nas suas decisões morais, no quadro de uma obediência cega à autoridade que por todos decide. Sobre a dignidade da consciência moral, Joseph Ratzinger também escreveu: "Desde Newman e Kierkegaard, a consciência está no centro da antropologia cristã com renovada insistência. Nos escritos de Newman, a consciência representa a interna complementaridade e limite do princípio Igreja: por cima do Papa, como expressão da pretensão vinculativa da autoridade eclesiástica, está a consciência própria de cada um, que deve ser obedecida antes de qualquer outra coisa, inclusivamente, se for necessário, contra a exigência da autoridade eclesiástica." É o cardeal Blase Cupich, arcebispo de Chicago, que tem razão quando, recentemente, referiu a "Amoris laetitia" como convite a passar de "uma espiritualidade adolescente a uma espiritualidade adulta", espiritualidade que "responsabiliza o indivíduo, em vez de ser uma autoridade externa a dizer às pessoas o que têm que fazer, como se fossem crianças".
Não tem razão o Papa Francisco ao manifestar, na atenção à pastoral da família e apelando à dignidade, nova compreensão e respeito para com os homossexuais, os casamentos civis, as uniões de facto? Não tem razão Francisco quando, fazendo a síntese de franciscano e jesuíta, prepara, com a simplicidade da pomba e a prudência da serpente, como manda o Evangelho, a Igreja para o século XXI: uma Igreja pobre para os pobres, que combate a favor da justiça e da paz num mundo globalizado, desclericalizada, sinodal, onde leigos e, nomeadamente, as mulheres têm o seu lugar, uma Igreja que não tem medo da razão crítica, sem triunfalismos nem intolerância, respeitadora da consciência, ecuménica, dialogante, audaz, com novos ministérios, ao serviço do Evangelho e das pessoas, que antepõe à doutrina rígida e imobilizada? Há quem objecte que lentamente se conclui que tudo é permitido. Mais uma vez, a grande questão do Papa Francisco e para o Papa Francisco são os mediadores: bispos e padres que esclarecem ou não os fiéis e ajudam ou não na formação da consciência esclarecida e adulta.
Não tem razão o Papa Francisco quando quer a laicidade do Estado, mas condena o laicismo e o secularismo, que "fecham as portas à transcendência" e pretendem retirar a religião do espaço público? Não tem razão quando se levanta cedo, para poder rezar e ouvir o silêncio, "escutar o silêncio e sentir e ouvir o sussurro desse fio de silêncio sonoro no qual Deus nos fala"?

2. O problema fundamental da Igreja é que na sua essência ela é a assembleia de assembleias de homens e mulheres que se entregam confiadamente ao Deus de Jesus, esperando dele salvação e sentido último para a vida e para quem Jesus Cristo é determinante na sua vida e também na morte, mas, de facto, na sua maior parte, os católicos dizem-se não praticantes. Esquece-se a fé e a conversão e põe-se o centro na instituição como organização de poder, de que tantos tanto se servem.
Assim, sendo a instituição um serviço da fé e da prática da vida autenticamente cristã, o que se impõe é a conversão. Esquece-se frequentemente que a Igreja é de voluntários e para voluntários, isto é, só está nela quem quer, embora, por outro lado, quem está tem direito à participação activa na sua vida, porque, como o Papa Francisco tantas vezes repete, a Igreja somos nós todos. Sem esta conversão, pessoal e institucional, para onde caminha a Igreja?



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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017
CARDIGOS, AS CEREJAS E O S.JOÃO

 

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Das cerejas e das tantas conversas que saboreamos com elas.
Ou, de como o sabor de um passado distante a cada momento se torna ainda mais PRESENTE!
2
Mais do que colher cerejas, querido amigo Tó Ribeiro, da Roda, de Cardigos, colheste-me completamente de surpresa numa tarde em que, há precisamente cinquenta anos, os meus quinze anos foram colhidos por um touro enraivecido.
Hoje,sem nenhuma raiva,agarrei-me aos troncos destas árvores cujas grinaldas floridas continuam a brilhar dentro de mim.

Obrigado, querido amigo, por esta tarde de tão silenciosos quanto palpitantes prodigios.

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O foco era o cerejal da Roda,mas como passar ao lado dessa amada pátria de Cardigos?
Uma rápida descida ao Quintal da Estrada,subir pelo Arrabalde, atravessar a saudosa Praça e descer pela encosta de São Bernardo.
Tão longe, tão rápido o regresso, mas Cardigos está sempre pertinho do coração, em permanente e devotado acesso.

 

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O último e afortunado ritual.
Arrancar dos montes um pedaço da sua vida para que permaneça bem vivo na minha vida automatizando os meus dias na casa do bisavô Luís.
Ou de como as perpétuas, ou São João (falta o rosmaninho) nunca deixarão de incendiar os meus dias tal como incendiavam as noites de folguedo da nossa desenfreada adolescência. ...
Saudosas fogueiras do Sto António,São João e São Pedro.
Cardigos sempre presente.
IntensaMENTE.

 



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Sexta-feira, 9 de Junho de 2017
trip - ir a mundos onde ninguém esteve ANTÓNIO COLAÇO EXPÕE NO HOTEL TRYP MONTIJO

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trip – ir a mundos onde ninguém esteve

António Colaço, artista plástico, 65 anos de vida, recentemente atingidos, traz ao HOTEL TRYP uma vintena de trabalhos, entre escultura e pintura, que designou “trip- ir a mundos onde ninguém esteve”.
Para o pai de Paula Rego, em quem se inspirou, “ o artista é aquele que volta depois com um retrato de coisas que nunca vimos mas que todos reconhecemos”. Numa palavra, fazer deste hotel um lugar onde se pára a meio da viagem (trip)... para poder viajar, no caso, pelo mundo da ARTE.
(...)
2
Está fixado o texto do Catálogo, em boa hora bafejado pela sorte de ter tropeçado na deslumbrante conversa de Alexadra Carita com Paula Rego em Londres, publicada na Revista do Expresso.
Adiante.
3
De volta à GARAGEM.4, dar conta dos "mundos onde ninguém esteve", ou seja, terminar o tríptico em torno de Saulo e Última Ceia, já concretizados ( nas mãos de Frei Bento, o primeiro e Pe Anselmo Borges, o segundo) e aquele que merece mais atenção pelo seu lado hipoteticamente mais polémico e que se prende com.....
Ficamos por aqui.
4
trip-ir a mundos onde ninguém esteve.Para voltar no dia 17 deste mês pelas 18 horas, no HOTEL TRYP, no Montijo.
Um agradecimenro, desde já, ao meu querido amigo Dr. Carlos Beja, presidente do Conselho de Administração e ao Dr. Mário Tribunal, director do Hotel Tryp.
Em nome deles aqui fica o CONVITE extensivo a todos os amigos da ânimo para passarem pelas 18h pelo Hotel onde será servido um Coctail que assinalará a "vernissage" da Exposição trip!

Boa viagem até ao Montijo.

Prováveis algumas surpresas......

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Sexta-feira, 2 de Junho de 2017
´WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

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Francisco em Fátima (2)

É de sublinhar a importância das conferências de imprensa que o Papa Francisco dá no regresso das suas visitas ao estrangeiro. Só um Papa que verdadeiramente acredita e que antepõe o Evangelho e o bem da humanidade aos interesses da Igreja institucional pode ter este à-vontade moderno e esta ousadia. Foi o que aconteceu, de volta ao Vaticano, após 24 horas em Fátima.

1. A primeira pergunta pertenceu à RTP, pela voz de Fátima Campos Ferreira. Que impulso agora, a partir de Fátima, para a Igreja e para o mundo? E que pode esperar o mundo do encontro com Trump?

Francisco: "Fátima tem, sem dúvida, uma mensagem de paz. Que pode esperar o mundo? Paz. De que vou falar daqui para diante seja com quem for? Da paz. E quereria dizer uma coisa que me tocou o coração. Antes de embarcar para Fátima, recebi cientistas de várias religiões, também agnósticos e ateus, e um ateu disse-me: "Sou ateu. Peço-lhe um favor: diga aos cristãos que amem mais os muçulmanos." Isto é uma mensagem de paz." Fátima Campos Ferreira: "É isso que vai dizer a Trump?" Francisco sorriu. À pergunta da NBC, também sobre Trump, sublinhando que ameaça construir muros e não dar atenção, por exemplo, ao aquecimento global e aos migrantes, Francisco respondeu: "Nunca julgo uma pessoa sem ouvi-la." Mas, do diálogo, sairão coisas: "Eu direi o que penso e ele dirá o que pensa... É preciso procurar as portas que estão um pouco abertas, para entrar e falar sobre coisas comuns e avançar. Passo a passo. A paz é artesanal: constrói-se todos os dias." NBC: "Espera que depois do encontro Trump suavize as suas políticas..." Francisco: "Isso é um cálculo político que não me permito fazer. Também no plano religioso não sou proselitista."

Trump foi recebido por Francisco no dia 24 de Maio e deixou escrito na sua conta de Twitter que saiu do Vaticano "mais determinado do que nunca a buscar a PAZ no nosso mundo". Oxalá!

2. À pergunta do La Croix sobre a Fraternidade de São Pio X respondeu: "Há relações fraternas. Não gosto de apressar as coisas. Caminhar, caminhar, caminhar, e, depois, ver-se-á. É um problema de irmãos que devem caminhar juntos, procurando o modo de dar passos em frente."

3. A ARD quis saber se, por ocasião dos 500 anos da Reforma, os cristãos evangélicos e católicos podem esperar mais, incluindo "a possibilidade de participar na mesma Mesa eucarística". Francisco: desde a primeira declaração sobre a justificação, o caminho nunca mais se deteve. "A viagem à Suécia foi muito significativa, porque era o início das celebrações do centenário." Também ali se deu continuidade ao "ecumenismo do caminho, isto é, do caminhar juntos com a oração, o martírio e as obras de caridade, com as obras de misericórdia". Mas espera-se que haja sempre novos passos. "O senhor sabe que Deus é o Deus das surpresas. Nunca devemos parar, mas andar sempre."

Aqui, lembro o que o cardeal Walter Kasper disse recentemente: "Espero que a próxima declaração do Papa abra o caminho para a comunhão eucarística partilhada em casos especiais, sobretudo respeitantes aos casamentos e às famílias mistas."

4. O Avvenire referiu outros santuários marianos, concretamente Medjugorje. Francisco começou por lembrar que "todas as aparições ou as alegadas aparições pertencem à esfera privada, não são parte do Magistério público ordinário da Igreja". Que se deve continuar a investigar, acrescentando: "Eu, pessoalmente, prefiro a Nossa Senhora mãe, nossa mãe, e não a Nossa Senhora chefe de um departamento telegráfico que todos os dias envia uma mensagem a tal hora... esta não é a mãe de Jesus." Mas há "o facto espiritual e pastoral, pessoas que vão lá e se convertem, que encontram Deus, que mudam de vida..." No final, "dir--se-á algo".

5. O National Catholic Reporter referiu o facto de Marie Collins, ela própria vítima de abusos por um padre, se ter demitido da comissão para protecção dos menores porque "os funcionários no Vaticano não punham em prática os conselhos da comissão".

Francisco: "Ela explicou-me bem a coisa. Falei com ela, é uma boa senhora. Continua a trabalhar na formação com os sacerdotes sobre este ponto. Fez essa acusação, e tem um pouco de razão. Porque existem muitos casos atrasados, que se foram acumulando." E explicou que foi preciso criar legislação. Por exemplo, criou um segundo tribunal, "porque devemos ser justos, e a pessoa que recorre tem direito a ter um defensor. Se aprovar a primeira sentença, o caso termina. Só resta a possibilidade de escrever uma carta, pedindo a graça ao Papa. Eu nunca assinei uma graça. É assim que estão as coisas, e vamos avançando. O problema é que há dois mil casos acumulados."

6. A última pergunta pertenceu a Joana Haderer, da Lusa: "Em Portugal, quase todos os portugueses se identificam como católicos, quase 90%, mas a forma como se organiza a sociedade, as decisões que tomamos são muito contrárias às orientações da Igreja. Refiro-me ao casamento dos homossexuais, à despenalização do aborto. Agora vamos começar a discutir a eutanásia. Como vê isto?"

Francisco. "Creio que é um problema político, mas também que a consciência católica por vezes não é uma consciência que adere totalmente à Igreja. E que, por trás disso, falta uma catequese matizada, uma catequese humana... Um exemplo de uma catequese séria e matizada é o Catecismo da Igreja Católica. Creio que há falta de formação e também de cultura. Pois é curioso um fenómeno que se verifica... noutras regiões (penso na Itália, também na América Latina): são muito católicos, mas são anticlericais." Claro que isso preocupa Francisco. Por isso, repete aos padres: "Fugi do clericalismo. Porque o clericalismo afasta as pessoas, é uma peste na Igreja. Mas também aqui se trata de catequese, de consciencialização, de diálogo, inclusive de valores humanos."

Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

COMENTÁRIO
Ou, de como o "Deus das Supresas" quer mesmo que deixemos que nos surpreenda!



publicado por animo às 13:03
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