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"Para criar torna-se necessário que estejamos, ao mesmo tempo,por fora e por dentro do texto..."
No tempo em que amanhecia com a reclamada leitura de imprensa que depois tinha de condensar para telemóvel em 900 caracteres servidos..., em regra, a partir das 8.30 com as torradas dos meus então clientes ( e camaradas,claro!) os senhores deputados, devorava as crónicas de António Lobo Antunes. Não falhava uma e abominava a quinzenalidade!
Tropecei, um destes dias, na sua última crónica e não resisto a partilhá-la convosco.O mestre, em cujos livros não entro (!!!) desdobra-se aqui, como poucas vezes o vi fazer, em revelar-nos o santo e a senha da sua peleja com as palavras, sejam elas destinadas às crónicas ( a que, afinal, reconhece valor!) sejam aos livros para os quais vai tropeçando em crescentes dificuldades, digamos.
antónio colaço