João Mesquita, o segundo a contar da direita, jornalista e histórico dirigente do Sindicato de Jornalistas, ( o primeiro é o, também, grande amigo, Ribeiro Cardoso - que é feito de ti, oh, meu?!) lança, neste preciso momento, no
El Corte Inglês, em conjunto com mais colegas jornalistas, o livro "
Espaços Perdidos" que caracteriza alguns dos
cafés de Coimbra que mais importância assumiram nos históricos anos que antecederam o 25 de Abril. A obra, da editorial Minerva, tem coordenação de
João Figueira, ex-jornalista do DN/Leiria e professor de jornalismo na Universidade de Coimbra, com colaboração, para além do próprio João Mesquita, de
Júlio Roldão, jornalista, ex-JN,
Graça Barbosa Ribeiro, jornalista do Público/Coimbra,
Paula Carmo, jornalista do DN Coimbra,
Álvaro Vieira, jornalista do Público/Porto e
Marco Carvalho, jornalista da TDM.
O deputado
Osvaldo de Castro, vice-presidente da Associaçao Académica de Coimbra, aquando da greve de 1969, lançou um desafio ao presidente da câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, para que tudo faça no sentido de preservar os cafés que ainda existem e reabilite aqueles que for possível.

Osvaldo Castro disse, hoje, à
ânimo, que "
Espaços Perdidos "
é um livro importante para quem viveu em Coimbra, e ali foi estudante, porque aqueles espaços perdidos foram a infra-estrututra logística que permitiu a grande actividade cultural e política de todos conhecida e onde se organizou a solidariedade entre estudantes que culminou na crise académica de 1969.Ali, desde livros, filmes da época, etc, tudo se discutia".Grande João, para ti, um Grande Abraço. Até mais logo.
antónio colaço