Terça-feira, 17 de Novembro de 2009
ÂNIMOS EXALTADOS

 

Pela primeira vez na minha vida estou a tentar acalmar os ânimos!

Treinador Bósnio, SICN

 

As farmácias portuguesas têm ânimo para dar!

Anúncio Assoc Farmácias Portuguesas, SICN (citação de memória)

 



publicado por animo às 21:18
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Sábado, 14 de Novembro de 2009
WEBANGELHO DE ANSELMO

 

 

Pe Anselmo Borges

In, DN hoje

 

O DIA DA FILOSOFIA

 

Mas, afinal, o que é e para que serve a filosofia? D. Huisman e A. Vergez, numa bela introdução à sua temática, escrevem, não sem razão, que há duas palavras que fazem do Hamlet "a peça filosófica por excelência". Primeiro, há o famoso solilóquio: "To be or not to be: that is the question" - ser ou não ser: eis a questão -, e, depois, quando Polónio pergunta a Hamlet o que lê, este responde: "Words... words... words" - palavras... palavras... palavras... Alguns pensarão que a filosofia não passa de um jogo de palavras. O que é facto é que a filosofia tem como questão essencial o ser: "Porque há algo e não nada?"
Mãe de todas as ciências, a filosofia não é uma ciência no sentido estrito, como hoje a entendemos. Daí que nenhum dos sistemas filosóficos obtenha consenso universal. Assim, quem não toma atenção, ao olhar para a história da filosofia, pode ter a sensação de um montão de ruínas. Mas o filósofo é isso mesmo: filósofo. Não é sábio, mas amante da sabedoria. K. Jaspers acentuou: a filosofia "trai- -se a si mesma quando degenera em dogmatismo, num saber fixado numa fórmula, definitivo, completo. Fazer filosofia é estar a caminho; as perguntas em filosofia são mais essenciais do que as respostas e cada resposta converte-se numa nova pergunta".
Montaigne escreveu que "filosofar é aprender a morrer". Portanto, a filosofia também é arte de viver. No espanto interrogador: foi o espanto que levou os primeiros pensadores às especulações filosóficas, escreveu Aristóteles, seguindo o mestre, Platão. Por isso, Kant preveniu que a filosofia não se pode aprender nem ensinar, apenas se pode aprender a filosofar. Foi essa também a lição de Sócrates, o mártir da filosofia. Com o seu método - a ironia e a maiêutica -, ia derrubando o falso saber, assente na ignorância petulante, e, obrigando a reflectir, servia de parteiro à verdade. Acusado de ateu e corruptor da juventude, não temeu a morte. Pelo contrário, enfrentou-a com dignidade, avisando os seus concidadãos: "Obedecerei mais ao Deus do que a vós e enquanto viver não deixarei de filosofar e interrogar-vos: ateniense, como é que te não envergonhas de só pensar em amontoar riquezas, em adquirir honras, e desprezas os tesouros da verdade e da sabedoria e não trabalhas para tornar a tua alma tão boa quanto pode sê-lo?"
Filosofar é um trabalho de reflexão, isto é, tem a ver com aquele movimento do espírito que volta a si mesmo, pondo em questão os conhecimentos que já tem, a caminho de um saber do saber, consciente e crítico, e dando razão das coisas, do que é. Neste sentido, a vida verdadeiramente humana é filosófica, ao colocar-se no plano da inquirição racional livre e do constante pôr em questão. A filosofia tem os pés bem assentes na terra, ao contrário do que pensou a jovem serva da Trácia, que se riu de Tales que, ocupando-se de astronomia, caiu num poço enquanto olhava para o céu. O filósofo, indo à raiz das questões, não abandona o mundo: o que alimenta a sua reflexão são os problemas essenciais do mundo e do homem.
Kant resumiu a sua tarefa em três perguntas fundamentais: "Que posso saber?, que devo fazer?, que me é permitido esperar?" Questão decisiva é a primeira: a do conhecimento, que coloca toda a problemática das ciências e da metafísica. A segunda põe em marcha uma filosofia da acção. A terceira refere-se ao sentido: estamos entregues a forças cegas?, qual é o significado do homem no mundo? Responder a estas três perguntas seria responder também à quarta: "O que é o Homem?"
Disse-se que a filosofia é "serva da teologia". Mas Kant observou ironicamente que a serva tanto pode ir atrás, levantando o manto da sua senhora, como ir à frente com uma tocha acesa, iluminando o caminho. De qualquer forma, o filósofo verdadeiro não cai no dogmatismo: é crítico, humilde e tolerante na busca sem fim da verdade. Porque, como escreveu Unamuno, "nada do que verdadeiramente conta pode provar-se nem refutar-se". A razão, percorrido todo o seu caminho, sabe que acende a sua luz na noite do mistério. C

 



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ÂNIMOS EXALTADOS

Declarações de Sócrates sobre justiça (processo Face Oculta) incendiaram os ânimos.

Jornal I, hoje



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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
ÂNIMOS EXALTADOS

 

Eu tenho ânimo.Os portugueses têm de ter ânimo.Estou confiante no ânimo dos portugueses.

 

Aníbal Cavaco Silva, televisões (sobre Face Oculta).Citação de memória



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PAVÕES EM S. BENTO

 

Há pavões e pavões…estes são da Assembleia da República.
PFM

 

 



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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
MATINAS . UMA OLIVEIRA DO TAMANHO DO MUNDO

 

 

Tinha acabado de deixar no pequeno lagar, à beira Tejo plantado - um lagar a que a UE retirou todo o encanto, onde o barro chora de pranto porque afastado para um canto por frias e descaracterizadas "talhas" metálicas, onde as pesadas mós de pedra já não moem as formatadas consciências dos decisores europeus, restando apenas as ceiras de esparto e, pasme-se, a azeitona, essa, felizmente informatável pela Mãe Natureza...até quando - quando, no regresso, ladeando a margem norte do Tejo, um autêntico Jardim das Oliveiras se me depara ali bem aos pés de Ortiga, freguesia do concelho de Mação!

 

Ou de como, outra vez, a arte não se esgota nas galerias bastando, no caso, admirar o trabalho do Grande Escultor. Está lá tudo!

Está lá Todo!

Obrigado.

 

antónio colaço

___________________________________________

 

 

Olá António,
 
Espectacular esta Oliveira, é milagre ter sobrevivido ao fogo de Dante que volta não volta visita a nossa terra.
Não sei se tem reparado na força das oliveiras. No Vale de Grou, basicamente 90% das oliveiras que arderam no mega incêndio de 2003 acabaram por rebentar. É impressionante.

 

Grande abraço

pedro reis

___________________________________________

 

António Colaço,fiquei impressionado com a oliveira. É uma arvore, diria, quase pré-histórica.

Um abraço

Emerenciano

 



publicado por animo às 13:19
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PROJECTO DDV . HARMÓNICA NO PARQUE DE ESTACIONAMENTO

 

 

Vimos e rejubilámos, há dias, com a iniciativa do David Fonseca . Para além de admiradores da sua música, aplaudimos a iniciativa.

Ou seja, David, tal como nós, ou, se quiserem, nós, tal como David, pensamos, há muito, que a arte não se esgota nas galerias, que a música não se esgota nas catedrais....

E é por isso que nós, também, não vivemos para pintar, pintamos porque vivemos.

E é por isso que nós, também, não vivemos para cantar/tocar, cantamos/tocamos porque vivemos!

 

- Desçam ao parque de estacionamento e, sem preocupações de muito estilo, atentem no estalo.

- A ânimo sabe que um princípio de voz ficou tolhida o que tornou mais tenso e criativo o improviso assim registado.

-O encanto das "imagens não editadas" reflecte-se no sair de cena.A não perder.

 

antónio colaço



publicado por animo às 12:27
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009
OUTONOS II

 

 

Oliveira secular, margens do Tejo, Ortiga, Mação*

 

antónio colaço

 

*aguarde pelo vídeo mais à frente.



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OUTONOS

 

 

Rua S.Bento, Lisboa

 

antónio colaço

 



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MATINAS. ÂNIMO, UM LUGAR DE SANTIDADE

 

"Durante muito tempo, o enjoo causado por péssimas "vidas de santos" fez-nos perder de vista que a santidade é uma viagem de permanente transformação até encontrar o essencial da vida, segundo as características de cada pessoa. O Reino de Deus está dentro de nós, se nos tornarmos lugares de escuta do Espírito, no íntimo da consciência e na beleza e agonia do mundo."

 

"Este é, aliás, o cume da viagem da ética e da santidade: fazer o bem porque é bem; evitar o mal porque é mal, como já dizia S. Tomás de Aquino. Para o justo, não há lei. A sua lei é a bondade, a compaixão. O princípio do recto agir não faz o bem pela recompensa nem evita o mal com o medo do castigo."

 

Frei Bento Domingues, In Publico,8 NOV.09

 

 

Tenho em aberto um desafio que lancei ao meu querido amigo PeAnselmo Borges para que nos escreva uma mão cheia de palavras sobre "O que é isso da santidade" e a promessa será em breve cumprida segundo me assegurou!!!

 

E não é que esta semana, no Público, um dos dois mais consagrados webangelistas do sec XXI, Frei Bento Domingues, também ele comprometido em enviar-nos uma animada reflexão, acaba de nos deixar estas duas pérolas, como bagos de reluzentes romãs, e que convoco para a reflexão de quem queira?!

 

Querer ser santo, afinal, é querer continuar a fazer o bem, porque é bem. Na ânimo queremos fazer bem o Bem que a ânimo também pode ajudar a fazer! Queremos, cada vez mais, ser um "lugar de escuta do Espírito"! 

 

antónio colaço

 



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WEBANGELHOS DE ANSELMO E BENTO

Pe Anselmo Borges

In Diário de Notícias de 7 NOV 09

 

 

As religiões, concretamente as monoteístas, condena(ra)m, nos seus textos, por vezes sob ameaça de morte, a homossexualidade.
Assim, lê-se no Levítico: "Se um homem coabitar sexualmente com um varão, cometeram ambos um acto abominável; serão os dois punidos com a morte".
Mas, segundo M. Darnault, em Le monde des religions, o texto que está na base da homofobia cristã é o relato bíblico de Sodoma e Gomorra. Dois homens, enviados de Deus, chegaram a Sodoma e Lot acolheu-os pela noite, mas a população encolerizou-se: "Ainda se não tinham deitado, quando os homens da cidade rodearam a casa e chamaram Lot: 'Onde estão os homens que entraram na tua casa esta noite? Trá-los para fora, a fim de os conhecermos." Avançaram para arrombar a porta, mas os dois homens feriram-nos de cegueira, mandaram Lot fugir com a família e "o Senhor fez cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo", que tudo destruiu. Aquele "a fim de os conhecermos" é um eufemismo para relações homossexuais e de Sodoma proveio sodomia.
É também sobre esta narrativa do "povo de Lot" que se apoia o Alcorão para reprovar esta "acção infame" e "torpe". A suna prescreve a pena de morte, a maior parte das vezes por lapidação.
O fundamento da estigmatização teológica e canónica da homossexualidade, apoiada por especialistas da teologia moral, como São Tomás de Aquino, encontra-se no desenvolvimento do tema da depravação de práticas consideradas "contra a natureza", como já São Paulo tinha escrito na Carta aos Romanos: "Foi por isso que Deus os entregou a paixões degradantes. Assim as suas mulheres trocaram as relações naturais por outras que são contra a natureza. E o mesmo acontece com os homens: deixando as relações naturais com a mulher, inflamaram-se em desejos de uns pelos outros".
O Catecismo da Igreja Católica diz: "Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a Tradição sempre declarou que 'os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados'. São contrários à lei natural, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, receber aprovação. Um número não desprezível de homens e mulheres apresenta tendências homossexuais profundas. Eles não escolhem a sua condição de homossexuais; essa condição constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta".
Parece seguir-se o princípio da condenação do acto, não das pessoas. Também o Dalai Lama, em 2001, declarou que "a homossexualidade faz parte do que chamamos 'uma má conduta sexual'", rectificando depois: "Só o respeito e a atenção ao outro deveriam governar a relação do casal, hetero ou homossexual". Na Igreja anglicana, há debates acesos por causa da ordenação de bispos gays e bênçãos de casais homossexuais.
Entretanto, em 1993, a OMS retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais.
Recentemente, houve um apelo lançado por 66 países para a despenalização universal da homossexualidade a que se associou o Vaticano. Ainda bem. E não deve haver lugar para discriminação. Julgo também que não há razões para negar a comunhão a quem tem essa orientação.
O Estado deveria encontrar uma forma de união com consequências jurídicas semelhantes às dos casados. Mas, como já aqui escrevi, a questão reside em saber se há-de chamar-se-lhe casamento. O problema é mais do que religioso e as palavras não são indiferentes, pois não pode dar-se o mesmo nome ao que é diferente. Como disse o filósofo ateu Bertrand Russell, "o casamento é algo mais sério do que o prazer de duas pessoas na companhia uma da outra: é uma instituição que, através do facto de dela provirem filhos, forma parte da textura íntima da sociedade, e tem uma importância que se estende muito para além dos sentimentos pessoais do marido e da mulher". Assim, o que a sociedade tem de resolver é se considera o casamento essa instituição ou uma mera contratualização de afectos.
_____________________________________
 
Frei Bento Domingues
In Público,8 NOV 09
COMPANHEIROS DE VIAGEM
 
 

Num mundo pluralista, a viagem é comum a laicos e religiosos, interpretada de formas diferentes

 

1.Na semana passada, a liturgia da Igreja Católica foi muito sóbria, apesar do paradoxo que celebrava: aqueles que morreram estão vivos. Por outro lado, que vão as pessoas fazer aos cemitérios, onde só existem os restos mortais daqueles que amam? Perante essa escuridão, confiam que, do outro lado do abismo, os parentes e amigos não estão abandonados. Vão ali, para não se esquecerem deles.

Entre os mortos, nas celebrações civis e religiosas, também há categorias. Nas civis, discute-se quem merece e quem não merece ir para o Panteão Nacional, quem tem direito ou não a uma estátua, a um nome de rua ou de avenida. Pertence aos detentores do poder decidir as canonizações por méritos políticos, sociais ou culturais. Nos elogios fúnebres, enaltece-se a obra e o exemplo de uma personalidade, vincando, assim, o carácter elitista da consagração civil. Segundo esses critérios, para quem não deixar obra de vulto, não há memória que os resgate. No exército, ainda há lembrança para todos os militares, mediante a evocação do Soldado Desconhecido. Nos cemitérios, há margem para a devoção e a ostentação, segundo as posses de cada um.

As celebrações católicas, com a festa de Todos os Santos, fazem um esforço contra o elitismo. Confessam que os canonizados - e os que estão a caminho de o ser - são uma pequeníssima minoria em relação às visões deslumbradas do Apocalipse: "(...) Não façais mal à terra nem ao mar nem às árvores, até que tenhamos marcado na fronte os servos do nosso Deus. E ouvi o número dos que foram marcados: cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel. Depois disto, vi uma multidão imensa, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas" (Ap 7, 2-14). No esforço contra o elitismo, estas celebrações não vão até ao fim: deixam ainda de fora os classificados sem glória, os Fiéis Defuntos.

2.Perante a morte, as celebrações laicas ou religiosas são formas de protesto, aparentemente inúteis, contra essa fatalidade. A partir de noções elementares comuns a toda a espécie humana, e que podem ser expressas por todas as línguas, bons, maus ou indiferentes são todos companheiros de viagem. Na inclusão ou na exclusão, na guerra ou na paz, fazem parte de uma aventura que mal sabem interpretar e que não é na morte que se pode resolver: é no caminho. As interpretações da vida - sejam elas científicas, metafísicas, éticas, estéticas, religiosas ou laicas - não são indiferentes à qualidade da viagem. Mas, se não quisermos que valha a vontade do mais forte, será preciso conversar, tomar o outro nosso hóspede ou aceitar a hospitalidade do outro. Isto significa reconhecer que não estamos acabados, que não somos perfeitos, por isso estamos a caminho, com o sentido que cada um ou cada grupo descobre para a sua vida. Caminhamos com gente que vem de todo o lado, de todas as culturas, povos e línguas. Fora do diálogo, não há salvação.

3.Deste modo, num mundo pluralista, se resistirmos à mentalidade de gueto, a viagem é comum a laicos e religiosos, embora interpretada de formas diferentes. É o que nos indica uma parábola de há dois mil anos, a célebre Parábola do Samaritano (Lucas 10, 29-37, que pode ser entendida como proposta, como acusação ou como remorso, por qualquer pessoa, de qualquer língua, de qualquer cultura, de qualquer religião. Há uma versão, longe da letra, perto do espírito, cantada por Mercedes Sosa e Beth Carvalho: "Eu só peço a Deus que a dor não me seja indiferente...". Basta esta indicação para encontrar, na Internet, esse impulso novo para caminhar sem olhos vendados, olhando para as margens.

Os Actos dos Apóstolos resumiram o itinerário da intervenção de Jesus, neste mundo, numa frase muito simples: "Passou, fazendo o bem". Quando S. Mateus tentou interpretar o sentido de toda a história humana, levando-a a tribunal, quem se salva e quem se condena não é por causa de ter cumprido ou violado os preceitos de qualquer cultura ou religião, mas por aquilo que fez ou deixou de fazer perante a dor dos desamparados (25, 31ss). Este é, aliás, o cume da viagem da ética e da santidade: fazer o bem porque é bem; evitar o mal porque é mal, como já dizia S. Tomás de Aquino. Para o justo, não há lei. A sua lei é a bondade, a compaixão. O princípio do recto agir não faz o bem pela recompensa nem evita o mal com o medo do castigo.

Durante muito tempo, o enjoo causado por péssimas "vidas de santos" fez-nos perder de vista que a santidade é uma viagem de permanente transformação até encontrar o essencial da vida, segundo as características de cada pessoa. O Reino de Deus está dentro de nós, se nos tornarmos lugares de escuta do Espírito, no íntimo da consciência e na beleza e agonia do mundo.

A festa de Todos os Santos e dos Fiéis Defuntos, entendida a partir das deslumbrantes sugestões do livro do Apocalipse, é a festa da gente boa de toda a história humana e daquela que o amor transformou. Não tenhamos medo de juntar, no mesmo reino de alegria, santos ateus, agnósticos, místicos e aqueles que nunca souberam distinguir a mão direita da esquerda.



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Sábado, 7 de Novembro de 2009
CIRCO SEM FERAS.ANTENA 1 DAS 12 ÀS 13.HOJE

A Rita abriu todas as jaulas dos Circos de Portugal. Ágeis e velozes, as notícias, como gazelas, hienas,e outros domesticados animais, recolheram às longinquas selvas africanas.

Ou de como a polémica lei ficou especada nas isoladas jaulas à espera que a observemos, perdão, discutamos.

 

Para ouvir das 12 às 13.

 

antónio colaço

 

NR - Para os que ainda não deram por elas,  a Rita e a Lina não largam oUganda. Passem por lá, vejam e....colaborem.



publicado por animo às 00:52
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
AINDA NA ARRUMAÇÃO DA CASA OU VASQUINHO E ZÉZÉ DISCUTINDO SUCESSÃO....

 

 

Meu caro Luís, foi uma semana terrível.A tua empresa de mudanças foi fantástica só que... no meio desta azáfama toda acabamos por perder o livro de instruções onde deixaste anotados todos os segredos de como melhor editar.

Parece que conseguimos, finalmente, descobrir uma das folhas que foi possível salvar e que tem a ver com a arte de importar e integrar vídeos de outras famílias que não a do Sapo!!!

Espero que eles, os do Sapo, não levem a mal.

 

A propósito, uma nossa fonte altamente colocada  na autarquia maçanica ouviu, há dias, por causa desta nossa ausência, a seguinte cena que terá decorrido em plenos bastidores dos gabinetes presidenciais maçanicos:

 

-Ei, Vasquinho, vem cá!!O que é que se passa, os gajos lá da ânimo nunca mais passaram vídeos sobre nós?!

 

-Porquê, Zézé, estás assim com tantas saudades? Olha que o próximo é mesmo para te pôr a cabeça à roda...

 

-O que é que tu sabes e que estás a esconder-me, Vasquinho?Não julgues que lá por seres o meu sucessor natural, tal como eu fui de Elvino ( a propósito, vê lá quando é que se arranja aí uma homenagem ao senhor, detesto homenagens mas tem de ser senão lá temos de ouvir essa chaga social da ânimo a reclamar contra a nossa falta de respeito, bla,bla,...) parece que só te preocupas mesmo é em  preservar o teu bom nome! Ou estás comigo ou, então, mando chamar o Almeida...

 

-O quê?! Chamar o Almeida, oh! Não, por favor, eu faço tudo o que tu queiras, eu é que vou ser o teu sucessor natural...

 

-Pois, nem sequer, ao menos, os ameaçaste com aquela treta do tira-nódoas, vê lá se já te lembraste de fazer uma ameaça dessas na próxima Assembleia Municipal...

 

-Tira nódoas, Zézé?! Viste o ridículo que isso deu....eu, ao menos, vou inventar algo muito mais aterrador que os vai calar de uma vez por todas,  mas o Almeida, oh não, por favor.. não me fales desse nosso "Coordenador"...

 

-Bom, foi só uma ameaça, diz-me, lá, então, o que é que eles preparam para mostrar sobre mim assim de tão aterrador.Neste momento que eu saiba só estão a passar mais um vídeo sobre a Feira dos Santos, se isto é filme vou ali e já volto, que miséria de imagens, e esta fotografia aqui de nós os dois. Nós, quer dizer, com o Almeida  a ameaçar-te. A propósito, vê lá se dás ordens para apagarem esta trampa do blog da campanha senão dá no que vês....

 

-Sim, sim, apagamos já a não ser que eles já tenham copiado o que querem...ora bolas!!!

 

 

 

(Continua...)

 

 

Estamos, assim, em fase de arrumação.

 

Um bom fim-de-semana.

 

antónio colaço

 



publicado por animo às 16:35
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ÂNIMOS EXALTADOS

 

 

 

 

Este é o momento para começar a trabalhar, para dar ânimo, esperança e confiança aos portugueses.

 

SIC Notícias, José Sócrates, à saída do Debate de Apresentação do Programa do Governo



publicado por animo às 13:46
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
SEJA BEM-VINDO QUEM VIER POR BEM!!!

 

Está um cair de tarde lindíssimo.

 

Estamos em Mação, Lisboa, Paris, Timor, onde quer que seja, por amor.

 

Apanharam-nos a arrumar a tralha, "os tarecos", como se dizia lá por casa sempre que ocorria mudança de terra.

O que nos falta em palavras, sobra-nos em emoção.

 

Onde quer que seja, comunicar é preciso, animar é preciso.

  

Precisamos de si .

Mas queremos que também precise de nós.

 

Que as novas tecnologias desta nova casa nos ajudem a estreitar os nós!

 

Obrigado.

 

 

antónio colaço

 

 

PS

Obrigado, Luís!

Cuida bem de nós, Rui!!!!

 

 



publicado por animo às 19:31
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