Terça-feira, 23 de Março de 2010
VÉSPERAS



publicado por animo às 20:07
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MATINAS.GLICÍNIAS, OUTRA VEZ!

 

As glicínias de volta. De um dia para o outro insinuam-se, Jardins de S.Bento acima.

Quando as fotografava alguém me alertava:

-Outra vez? Já o ano passado fizeste o mesmo....

 

Obrigado, por continuar a ser surpreendido pelas glicínias....outra vez, todas as vezes, em todos os anos.

antónio colaço



publicado por animo às 13:35
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TUDO SOBRE O SISMO ( QUOTIDIANO ) COM EPICENTRO EM...MAÇÃO!!!!!

 

 

 

 

 

 

EPICENTRO EM MAÇÃO

 Sismo sentido

em nove distritos

 

 A terra tremeu às 12h07 de ontem.  

(In Publico de hoje)

 

O epicentro foi a oito quilómetros a

nordeste da vila de Mação. O sismo

foi sentido com mais força por populares

de Santarám, Castelo Branco,

Portalegre e Leiria. O tremor de 3,5

na escala de Ritcher, chegou também

a alertar quem estava nos distritos

de Coimbra, Guarda, Évora, Viseu e

Setúbal, segundo o Instituto de Meteorologia.

Não houve vítimas nem

danos materiais, apenas algumas chamadas

de quem sentiu o abalo.

 

 

Nas fotos que publicamos está a verdadeira explicação para o terramoto registado, ontem, em Mação.

Provavelmente, as ruínas que crescentemente vão inundando o centro de Mação, e de que aqui damos pálida imagem, estarão na origem dos 3.5 Ritcher.

 

O Ritcher passou por Mação e disse: vamos lá abanar isto mais um bocadinho a ver se acordamos os rapazes da Câmara para, de uma vez por todas, recuperarem o património edificado!

 

antónio colaço

 

 



publicado por animo às 08:20
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WEBANGELHO DE BENTO DOMINGUES

A POÉTICA DO AMOR E A PROSA DA JUSTIÇA 

 

Quem faz o bem sem olhar a quem vem da zona de Deus com a alma transfigurada

 

 

1. Quem, hoje, for à missa – e quem não for pode

abrir o Evangelho – vai encontrar-se com um Jesus

que resolveu não ligar nem a Moisés nem aos

escribas (os letrados) nem aos fariseus. A cena

reconstituída pelo autor do IV Evangelho, um

grande dramaturgo, é impressionante ( Jo 8, 1-11).

Jesus desce do Monte das Oliveiras de manhã cedo e antes

do nascer do sol já estava na área do Templo a ensinar.

Os escribas e os fariseus apresentaram-lhe uma mulher

surpreendida em adultério. Colocaram-na no meio dos

presentes e disseram: “Mestre, esta mulher foi surpreendida

em fl agrante adultério. Na Lei, Moisés mandou-nos

apedrejar tais mulheres. Tu que dizes?”

Para o narrador, eles falavam assim não para alargarem

o seu horizonte ou para ouvir uma nova forma de

interpretar a Lei, mas “para lhe armarem uma cilada e

terem pretexto para o acusar”.

Jesus deu a impressão de que não estava para os aturar.

Inclinou-se e começou a escrever com o dedo no chão.

Nunca ninguém saberá o que escreveu. Parece que estava

a ganhar tempo, pois não o largavam com perguntas. Levantou-

se e resumiu a sua interpretação: “Quem de entre

vós não tiver pecado atire a primeira pedra!” Inclinou-se

de novo e continuou a escrever no chão.

Conta o narrador que eles, ao ouvir aquilo, foram

saindo um após outro, a começar pelos mais velhos.

Jesus fi cou sozinho com a sua escrita e a mulher permanecia

lá sem saber o que fazer. Jesus, erguendo-se,

disse-lhe: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?”

Resposta da mulher: “Ninguém, Senhor.” Depois,

vem a sentença de Jesus: “Nem eu te condeno. Vai e não

estragues a tua vida.”

2.O gesto astucioso e libertador de Jesus não é

um caso errático na sua intervenção. Estava

inscrito no seu programa inaugural. Conta

S. Lucas que Jesus, depois de uma noite de

oração na montanha, escolheu os apóstolos

e tentou fazer-lhes entender que eles não constituíam

uma elite privilegiada na Igreja, mas um serviço de todos,

no meio de todos: “Descendo com eles, deteve-se

num sítio plano, juntamente com numerosos discípulos

e uma grande multidão de toda a Aldeia, de Jerusalém e

do litoral de Tiro e de Sídon, que acorrera para o ouvir

e ser curada dos seus males. Os que eram atormentados

por espíritos malignos fi cavam curados; e toda a multidão

procurava tocar-lhe, pois emanava dele uma energia que

a todos curava” (Lc 6, 12-19).

Não era magia nem culto dos milagres. Era, pura e

simplesmente, a restituição da dignidade humana, a

busca de uma nova luz e de um novo impulso para viver.

De facto, logo a seguir vem a proclamação das “bemaventuranças”,

uma radical alteração de valores que

coloca a felicidade onde se costuma ver, apenas, a pouca

sorte. Felizes não são os avaliados pelo dinheiro, pela

posição social, pelo poder que detêm. Felizes são os que

acreditam que a última palavra não pertence à pobreza,

à fome, à doença, à tristeza. Jesus recusa o destino

e abre uma brecha de libertação no interior da história

humana, através da conversão do desejo. A felicidade

não está em ter ou não ter, mas em desejar o que realiza

o ser humano como relação com o Absoluto e com os

outros. É a morte do narcisismo.

3.A “regra de ouro” de várias culturas e sabedorias

é expressa em termos negativos: “Não

faças aos outros o que não desejas que te façam

a ti.” No Evangelho é formulada de modo

positivo: “Faz aos outros o que gostarias que

eles te fi zessem.” A “regra de ouro”, tanto na sua forma

negativa como positiva, move-se, apesar de tudo, na área

da justiça, da equivalência, da reciprocidade. Não ultrapassa

o interesse, não atinge a gratuidade. Paul Ricoeur

(1), numa célebre conferência ao receber o Prémio Leopold

Lucas, procurou lançar uma ponte entre a poética

do amor e a prosa da justiça, entre o hino e a regra. Encontrou

esse caminho no próprio texto de S. Lucas (Lc

6, 27-38) porque este juntou à “regra de ouro” – desejo

de reciprocidade – o amor dos inimigos, amor da pura

gratuidade, donde nenhuma recompensa se espera. Neste

caso, entra-se na economia do puro dom que excede

todas as dimensões da ética: “Se amais aqueles que vos

amam, se fazeis bem àqueles que vos fazem bem, o que

há de especial nisso?”

O amor de pura gratuidade situa-se na órbita do divino.

Deus não cria nem refaz o mundo por carência afectiva,

por desejo de reciprocidade, mas porque é amor-agapê,

dom sem expectativa de retorno. Deus não faz negócio

com os seus dons. É por

isso que o amor dos inimigos

é divino, é o divino em

humanidade. Quem faz o

bem sem olhar a quem, seja

amigo ou inimigo, saibao

ou não, vem da zona de

Deus com a alma transfi -

gurada.

No Novo Testamento, há

parábolas carregadas com

esta energia misteriosa: a

do chamado bom samaritano

(Lc 10, 29-37) e aquela correntemente designada

por juízo fi nal (Mt 25, 31-46), onde a história de cada um

depende da forma como tratou o outro, atingindo o absoluto

no que há de mais relativo no quotidiano, socorrendo

aqueles que precisam só porque precisam.

S. Francisco de Assis é sempre apontado como o grande

poeta cristão. Há outros, mas o maior de todos é português:

S. João de Deus. Cada um descubra porquê.

 

(1) Paul Ricoeur, Amour et justice, Points, Paris, 2008.

In Público de 21.03.2010

 

 



publicado por animo às 07:53
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Segunda-feira, 22 de Março de 2010
O VISIONÁRIO DO CHIADO.MÁRIO FILIPE PIRES ACRESCENTA MAIS CHIADO AO CHIADO
 
O Sapo apanhou-nos de surpresa!Acho que conseguimos editar o Mário Filipe Pires que continua em exposição, até 30 de Março(aberto à hora de almoço, no Liber Office) ali para as bandas do Chiado, mais precisamente perto do Teatro da Trindade, no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, Nº 16!!!
Mas...ignoramos se vamos conseguir editar imagens e texto!
A ver!
antónio colaço


publicado por animo às 17:31
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MATINAS

 

 Sons de uma tarde de Domingo, recolhidos na Matriz de Mação, editados em Lisboa, a pensar no Concerto em....Évora, a 8 de Maio, pelas 16 horas, na Sé Patriarcal.

 

Uma semana mais, intensificando a preparação de EM ÉVORA SÊ ROMANO,PERDÃO, ALENTEJANO.

As 15horas no Templo Romano, as 16 na Sé e as 18 no Hotel D.Fernando.

Obrigado, Carlos Ganho, pelos trabalhos em que me meteu!

antónio colaço



publicado por animo às 07:49
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Sábado, 20 de Março de 2010
WEBANGELHO DE ANSELMO

 

Pe Anselmo Borges

 

In DN de hoje

 

RELIGIÃO E SAÚDE

 

Kant alinhou as tarefas fundamentais da Filosofia: "O que posso saber?", "O que devo fazer?", "O que é que me é permitido esperar?" No fundo, elas reduzem-se a uma quarta pergunta, para a qual remetem: "O que é o Homem?"

Segundo Kant, precisamente à terceira pergunta responde a religião, o que significa que, para ele, o que a determina é a esperança de salvação, felicidade, consolação, sentido último. Deus "deve" moralmente existir - é um postulado da razão prática -, para que se dê a harmonia entre o dever cumprido e a felicidade.

Claro que é sempre possível perguntar se realmente a religião consola e como. Para viver a religião verdadeira, é preciso estar disposto a sacrificar-se pela dignidade, pela justiça, pela verdade: pense-se, por exemplo, na cruz de Cristo. E está sempre presente a ameaça de projecção e ilusão, como denunciaram os "mestres da suspeita". De qualquer forma, não há dúvida de que a religião tem a ver com felicidade e sentido último.

Há hoje inclusivamente estudos que mostram uma relação globalmente positiva entre a religião e a saúde - note-se que, significativamente, o étimo latino de saúde e salvação é o mesmo: salus, salutis, em conexão com saudar e saudade: salutem dare. Ao contrário de R. Dawkins, que supõe que é largamente aceite pela comunidade científica que a religião prejudica os indivíduos, reduzindo o seu potencial de saúde e sobrevivência, Mario Beauregard, investigador de neurociências na Universidade de Montréal, escreve que se acumulam provas consideráveis que mostram que as experiências religiosas, espirituais e/ou místicas "estão associadas a melhor saúde física e mental".

No quadro da "medicina psicossomática", é sabido hoje, por exemplo, que o stress ou a solidão podem contribuir para aumentar a tensão arterial. Foi assim que se começou a estudar também a fisiologia da meditação para compreender a influência do espírito sobre o corpo. Na sua obra The Spiritual Brain, Beauregard cita 158 estudos médicos sobre o efeito da religião na saúde, concluindo que 77% fazem menção de um efeito clínico positivo. Um estudo mostrou que os "adultos mais idosos que participam em actividades religiosas pessoais antes do aparecimento dos primeiros sinais de handicap nas actividades do quotidiano têm mais esperança de vida do que os que o não fazem".

Há também dados que mostram o desejo dos doentes de que os médicos conheçam as suas crenças religiosas e que as tenham em conta. Falar sobre o assunto pode aumentar a compreensão médico-doente. Por outro lado, uma sondagem junto de 1100 médicos americanos mostrou que 55% estavam de acordo com a afirmação: "As minhas crenças religiosas influenciam a minha prática da medicina."

No seu novo livro, How God Changes your Brain (Como muda Deus o teu cérebro), o neurologista Andrew Newberg mostra, através da ressonância magnética nuclear funcional, que a medi- tação e a oração intensas alteram a massa cinzenta, reforçando as zonas que concentram a mente e alimentam a compaixão; também acalmam o medo e a ira. "A religião e a ciência são as duas forças mais poderosas em toda a história humana. São as duas coisas que nos ajudam a organizar e a entender o nosso mundo. Porque não procurar uni-las?"

Note-se, porém, que os efeitos não são sempre positivos. É fundamental a imagem que se tem da entidade superior, benevolente ou malévola. Beauregard refere um estudo que mostra que os idosos e doentes corriam maior risco de morrer, se tivessem "uma relação conflituosa com as suas crenças religiosas".

Por outro lado, os ateus dirão que precisamente a imagiologia cerebral das pessoas mergulhadas na oração é a prova de que a fé é uma ilusão, pois apenas mostra o que se passa no cérebro. Responde Newberg: "Pode ser que seja só o cérebro a fazê-lo, mas também poderia ser o cérebro recebendo o fenómeno espiritual", acrescentando: "Eu não digo que a religião seja má ou não real. O que digo é que as pessoas são religiosas e procuramos saber como isso as afecta."



publicado por animo às 07:58
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UGANDESAS, OH GRANDEZAS DE ALMA

Confirmem, apoiem, divulguem,envolvam-se, também, com estas U(GANDAS) MALUCAS SOLIDÁRIAS!

Passou uma semana, sete dias sem parar....

 

África, África,não podemos ignorar!

antónio colaço



publicado por animo às 01:17
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Sexta-feira, 19 de Março de 2010
ANTÓNIO SANTOS, O SANTO QUE NUNCA DEIXA O SORRISO EM CASA!

 

 

 

antónio colaço

 

PS-Obrigado pelos comentários mas sigo o teu conselho e não os puxo para aqui: TROUXE-TE O PUDOR PARA ....A RUA, perdão, para a NET!

 

 



publicado por animo às 17:14
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WEBANGELHO DE FREI BENTO DOMINGUES

UMA PARÁBOLA DOCEMENTE INQUIETANTE

 

 

1.Os católicos que, hoje, forem à missa deparam
com um texto do Evangelho de S. Lucas muito
estranho. É tirado do capítulo 15. Este capítulo
começa por dizer que todos os publicanos e pecadores
se aproximavam de Jesus para o ouvir. Os
fariseus e os escribas, porém, murmuravam: este homem
recebe os pecadores e come com eles.
Se tivermos em conta o que estas expressões e grupos
sociais representavam, Jesus é o homem que subverte
todos os valores. Gosta mais dos maus do que dos bons.
As simpatias vão para os que não prestam. Ora, a virtude
deve ser premiada e o vício reprimido.
Vem a seguir uma passagem que não pode fazer parte
de um bom manual de pastorícia. Abandonar 99 ovelhas
para ir procurar a que se tinha desligado do rebanho é
expor-se a perdê-las todas. A parábola da dracma perdida,
que segue a anterior, não sabe que o tempo é dinheiro.
Por outro lado, ninguém dirá que a longa narrativa sobre
o chamado fi lho pródigo possa fi gurar na biblioteca de
uma Escola de Pais. Este capítulo, no seu conjunto, nem
na secção de perdidos e achados faria boa fi gura.
Então, por que terá sido escolhida a última parte – a
parábola impropriamente chamada do fi lho pródigo – para
a missa do 4.° domingo da Quaresma? Serão também os
Evangelhos “manuais de maus costumes”, repetindo a
expressão que José Saramago usou para o conjunto da
Bíblia?
2.Este texto foi, pelo contrário, muito bem escolhido.
Toca, de forma indirecta, segundo a
linguagem própria das parábolas, no essencial
da revolução religiosa de Jesus, perante
a qual continua a existir grande resistência
nas comunidades cristãs. Foi, aliás, para elas, para nós,
que S. Lucas a escreveu.
Antes de mais, é preciso ler e entender o que está escrito.
O núcleo da parábola não é constituído pela conversão
do fi lho pródigo, como habitualmente se diz. Se
assim fosse, teria de começar assim: um homem tinha
um fi lho e este foi ter com o pai e pediu-lhe a herança
que lhe correspondia... Ora, a parábola começa por dizer:
um homem tinha dois fi lhos. Na lógica da parábola, o
mais novo, o estoura-vergas, representa os classificados
por pecadores e cobradores de impostos (duplamente
pecadores) e o fi lho mais velho os fariseus e escribas, as
duas categorias que presidem ao capítulo em análise,
mas universalizando o alcance de duas típicas formas
de existência.
A primeira retrata aqueles que, tendo vivido à margem
de todas as regras, cometendo os maiores desvarios,
descobrem, um dia, que andam a dar cabo da vida e, arrependidos,
encontram o caminho da sua recuperação.
A segunda representa o mundo religioso daqueles que
medem tudo pela observância ou infracção da lei, sempre
prontos a espiar o comportamento dos outros a partir da
sua tabela de valores. O amor, a gratuidade, a compaixão,
a festa, não fazem parte do seu universo e Deus é um juiz
segundo as regras que eles estabeleceram em seu nome.
Esquecemos, aliás, que a parábola é um triângulo e a revolução
cristã não atinge só os típicos comportamentos
dos dois fi lhos, mas sobretudo o comportamento do Pai,
que nada tem a ver com a religião farisaica.
3.O perigo das nossas leituras dos Evangelhos
reside na forma habitual como são proclamados
na liturgia: Naquele tempo, etc. Fazem bem
ao levar-nos até ao começo de dois mil anos
de história cristã. O cristianismo também é
uma memória. Corre-se, porém, o risco de pensar que
os classifi cados como pecadores e publicanos e os designados
por fariseus e escribas (os letrados) são categorias
sociais e religiosas de um tempo que já passou e que não
têm nada a ver connosco.
Na verdade, é precisamente o contrário. As comunidades
cristãs de hoje não têm de resolver os problemas das
primeiras comunidades e, muito menos, os confrontos
em que Jesus foi envolvido. Se lemos os textos hoje, é
para encontrar correspondências – não têm que ser literais,
simétricas – no nosso tempo, na vida da sociedade e
da Igreja; de outra forma, nada justifi caria a sua leitura.
Seria, no entanto, perigoso participar numa celebração
da missa e começar, cada um, a ver quem são os classifi
cados como pecadores e os autenticamente fariseus
da comunidade. Nada pode garantir o acerto.
Por isso,Jesus proibiu-nos de julgar.Uma espantosa sabedoria, depois de muitas experiências
ao longo dos séculos, chegou à conclusão de que
a missa, celebrada em nome de Deus, deve começar
sempre pelo acto de cada um se confessar pecador
e pedir a misericórdia de Deus e dos irmãos. Sem apontar o dedo a ninguém, todos são interpelados, a começar por quem preside.
Nada disto impede que a Igreja, no seu conjunto, interrogue
o Direito Canónico, os seus comportamentos e
as diferentes instâncias das paróquias, das dioceses, do
Vaticano, em suma, a sua pastoral à luz do capítulo 15 do
Evangelho de S. Lucas, aqui evocado.
Que acolhimento têm, na Igreja, as mulheres, os intelectuais
heterodoxos, os divorciados recasados, os homossexuais?
Não haverá, hoje, nas comunidades cristãs,
grupos que acham escandaloso que se perca tempo com
ateus, agnósticos, imigrantes de outras culturas e religiões,
com o pretexto de que vêm minar os nossos valores
culturais e as raízes cristãs da Europa?
Frei Bento Domingues
In PUBLICO 14.03.2010

 



publicado por animo às 16:45
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NARCISOS NADA NARCÍSICOS

 

Verdadeiros narcisos do meu Vale. Nada narcísicos.Parece que em Inglaterra prenunciam a Primavera.

antónio colaço



publicado por animo às 16:42
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MATINAS

 

Algum pudor  no "instante fatal"  vencido com a mesma coragem com que premeio todos os músicos que nos alegram os dias nos semáforos..

Obrigado, irmão músico e teu acordeon, mesmo que não tenha conseguido um bom instantâneo mas que tenha sido instantâneo o meu desinteressado óbulo!



publicado por animo às 16:24
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Quinta-feira, 18 de Março de 2010
BENFIQUISTAS, TODOS PARA MARSELHA, JÁ!!!!

Tal como com os sportinguistas, há dias, não queremos que falte nada aos benfiquistas!

 

 

Façam favor, todos para Marselha já!!!!

 

ac



publicado por animo às 18:14
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TODOS À FNAC/VASCO DA GAMA,HOJE,ÁS 19H.

 

 

TODOS À FNAC VASCO DA GAMA,HOJE, QUINTA 18 MARÇO, ÀS 19 HORAS.

A ALICE VIEIRA CONDUZ-NOS AO PAÍS DAS MARAVILHAS DO NOVO ROMANCISTA!

 

 

SENHORAS E SENHORES,

ANTÓNIOOOOOOOO   SANTOS!

 

Nota Biográfica

 

António Santos.Em 2007 publica o seu primeiro romance, O Pescador de Girassóis, depois de ter editado, em 2003, um livro de pequenos contos, Os Sapos Vivos estão pela Hora da Morte. Antes disso (1986) publicara, em co-autoria, a selecção de textos As Noites Longas-do fm estéreo, título homónimo do programa radiofónico que criou, realizou e apresentou na Rádio Comercial.
         Jornalista desde 1974, foi, na RTP, repórter, apresentador/pivot de noticiários (ex: Jornal das 9) editor, chefe de redacção, coordenador de informação e autor de vários conteúdos televisivos como, por exemplo, o Jornalinho – um telejornal para crianças.Na imprensa assinou crónicas regulares na Gazeta dos Desportos, Record, O Jornal, Tempo Livre e Visão.
Entre 1995 e 2002 integrou os XIII e XIV Governos Constitucionais, nomeado Assessor de Imprensa e Coordenador de Comunicação do Primeiro-Ministro António Guterres.
 
DE QUE SORRISO FALAMOS?
 
O feiticeiro e um venenoso diabinho de bolso foram os culpados de tudo.
         Naquela vila templária, na Beira-Baixa, ninguém duvidava que Nuno e Isabel, os namorados que coleccionavam sorrisos, acabariam um dia por casar.
         Só que nenhuma noiva que se preze suportaria dar com o noivo enfiado num hotel de charme, na Costa do Estoril, nos braços da mais capitosa quarentona, ainda por cima amiga da família. Isabel não suportou, o casamento desfez-se, e Nuno foi-se morrendo pelo silêncio dos mosteiros do Monte Athos, na Grécia, e pelas areias do deserto de Ouarzazate, em Marrocos.
         Mas as coisas não foram assim tão claras.
         Porque o tio Deodato, livreiro de alma e coração, desaparece misteriosamente certa madrugada, em Fátima, durante as cerimónias religiosas.
         Porque Don Juanes, dono de um restaurante de Madrid, tem na cave uma sala secreta, apenas para gente de confiança, conspiradores sobretudo.
         Porque o velho marroquino, preparador de chá, parece sempre surgir do nada, porque Eduardo Guerra Carneiro como que traz mais verdade à narrativa, porque Andresa, muito jovem, se perde na paixão de Nuno e nos duzentos anos do feiticeiro.
         Nesta história, pode então dizer-se que também o tempo e a morte têm grandes culpas em carteira.
 
 
ANTÓNIO, HOJE TENS DIREITO
A TUDO, FOTO (surprise!!!) INCLUÍDA
 
 
 
PRÉMIOS/DISTINÇÕES
 
 
Sete de Ouro/1987:
                    Melhor autor e realizador de Rádio com o programa “As
                    Noites Longas do FM Estéreo”.
Troféu Nova Gente/1984:
                    Melhor apresentador de Rádio com o programa “As Noites Longas do FM Estéreo”.
Prémio “Regra de Ouro - RTP”/1985:
                    Melhor autor de televisão com o programa “Jornalinho”.
Troféu Verbo/1985:
                 Melhor divulgador de livros, na Comunicação Social, no programa  “Jornalinho”.
Troféu de Prata - Rádio Clube de Moçambique/1971:
                                 Pelos programas “Cabine Dois”, “Nova Dimensão”, reportagens e  noticiários.
Nomeações para o Sete de Ouro:
                  -1984, 1985 e 1986 - para melhor autor de televisão, programa “Jornalinho”.  
                  -1989, 1990 e 1991 - para melhor jornalista/apresentador de televisão, programa     “Domingo Desportivo”.
                  -1982, 1983, 1984, 1985, 1986 e 1987 - para melhor autor, realizador e apresentador de Rádio, programa “As Noites Longas do FM Estéreo”.
                                      
Nomeação pelo jornal “A Capital”:
                     Um dos dez melhores programas de Rádio da década de 80 - “As Noites  Longas do FM Estéreo”.
 
 _________________________________________________
 
 
 E AINDA, AGORA POR MINHA CONTA, ESTA DISTINÇÃO/PROVOCAÇÃO:
 
 
Quando é que este país deixa de se dar ao luxo de afastar dos écrans os chamados séniores na arte de bem comunicar?
Há um prazo de validade para a criatividade?
Quando começaremos a perceber que a idade, no caso, a média idade, tem atributos, qualidades, vivencialidade, que não podem ser desperdiçadas, antes , estão aí para serem por todos desfrutadas?
 
Alice, fale-nos, também, deste País de tantas Maravailhas, assim, adiadas
 
NR
Uma espécie de "Declaração de Interesses":
 Tenho o privilégio de que o António me deixe ser seu amigo. Vai longe o 11 de Setembro de 1973 em que um jovem candidato a subir à antena, colaborador do Notícias da Amadora,
 
 
Cartão do NA assinado pelo ....Carlos Carvalhas.
 
 
de gravador em riste, entrou pela Rádio Renascença, numa de concluir não sei já o quê sobre o outro lado de quem já fazia rádio. Eu acho que era mesmo tentar entreabrir as portas da Rádio, cujo acesso, de tão difícil, tinha o mérito de não pactuar com algum do facilitismo com que hoje se fazem algumas das cadentes "estrelas" do nosso panorama radiofónico, salvo as raras e honrosas excepções.
Seria pelo meu próprio pé-ante-pé, montes,multas, sobreiros e piratas antenas acima, que, anos mais tarde, o mundo das rádios livres e sua legalização, me abriria as então inacessíveis portas.Pelo caminho o único processo no DIAP por clandestina emissão televisiva....
 
-Ei!Ei!Mas quem é aqui o artista, hoje, oh, meu, hein?!
 
....isto se diz para exigir ao António que esteja, pelo menos, disponível para, um destes dias, aceitar o convite que, "reformado de mim", lhe farei para que participe aí numa nova Rádio qualquer coisa para a "media idade".
Por exemplo, as noites looooooongas do FMI!!!
O quê?!
Não, não é o FMI do Zé Mario Branco e sim o dos Antónios: Frequência da Media Idade!!!!
 
A pioneira RAL, Abrantes.Emissão num sótão.
 
A saudosa Rádio O Ribatejo, 1ª rádio da TSF(Santarém)
 
 
(Meu, juro-te, acabou de sair "indágorinhamesmo"!!!!)
 
Êxitos, para logo, que bem mereces!
 
PS-Como vês não falei nada da importância do poejo e seu licor.... neste teu último romance!!!!
As fotos, editadas posteriormente, são para ..."memória futura"!
antónio colaço

 



publicado por animo às 07:28
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Quarta-feira, 17 de Março de 2010
AS LOOOOONGAS LEITURAS DE ANTÓNIO SANTOS!AMANHÃ, 19 H FNAC VASCO DA GAMA

 

 

TODOS À FNAC VASCO DA GAMA, AMANHÃ, QUINTA 18 MARÇO, ÀS 19 HORAS.

A ALICE VIEIRA CONDUZ-NOS AO PAÍS DAS MARAVILHAS DO NOVO ROMANCISTA!

 

 



publicado por animo às 20:28
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