Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
MATINAS

DA PREGUIÇA,DO TRABALHO E DO SISTEMA DE ECONOMIA SOLIDÁRIO.

Que preguiça ao levantar.Que alegriA ao terminar duas horas de erva daninha a arrancar.

Agora,Júlio,anda cá lavrar.

Pagamento?

Um robalo no capote de estalar.

Em Mação ainda fazemos assim.

Depois, ala,  a Tomar, comprar as couves do Natal.

Claro,para plantar!!

Obrigado

 

 

Algumas das árvores cuja rega estava a ser esquecida,por as julgarmos já autónomas - afinal,precisam de nós e não apenas da Mãe Natureza - começam a dar sinais de que as trabalhosas caldeiras foram providenciais.Uns verdejantes rebentozinhos deixaram-nos mais tranquilos!

 

As incansáveis formigas e as ...auto-estradas que rompem lado a lado com o caminho principal do Vale!Será que entre elas as ...portagens são tema de acesa discussão?

 

O regresso à vila, agora, de novo, em caminhada.Vencido o susto da distensão musculada!

 

Uma espreitadela ao oiro da vinha do Amorim Lopes!É aqui que vamos amanhecer na próxima segunda, 29 de Agosto!

Nunca se sabe se o néctar deste cacho viajará, fresquinho, até à próxima exposição LISBOAS-QUARENTA ANOS DE LISBOA,na capital(Amorim,ó oportunista de mim!!!!)!!!

antónio colaço



publicado por animo às 23:49
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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011
IN MEMORIAM MARIA LUCÍLIA MOITA

SUBLIME é a única palavra para caracterizar o que hoje se passou na Igreja de S.Vicente.

Miguel Simão e seus sobrinhos prestaram uma homenagem à Mãe e à Avó que a todos sensibilizou ao ponto de nos fazerem sentir como seus irmãos não na dor mas irmanados no entendimento do Amor como sempre foi entendido por Maria Lucília Moita.

No final, pedimos ao Miguel que, logo que possa, nos faça chegar esses texto de partilha mais que obrigatória.

Obrigado.

À tarde, no órgão de tubos da Igreja de S.Vicente, o animador de serviço quis prestar uma pequena homenagem a Maria Lucília.

Um pequeno contributo para quem nos deu tanto.

Um obrigado ao Pe Zé da Graça e a Zé Ruivo, este último, sempre prestável no apoio à abertura da Igreja.

antónio colaço

 



publicado por animo às 23:03
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
ATÉ MAIS LOGO, MARIA LUCÍLIA MOITA

Até mais logo, Maria Lucília Moita!Preparava-me, nos poucos minutos que me restam do saldo da placa-em-férias, para contar a história da oliveira que espero expor em Lisboa no início do próximo ano e cujo arranque me ia custando o músculo da perna esquerda, quando leio no meu amigo Zé Falcão Tavares a notícia da sua morte.

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Considerava-a a minha Vieira da Silva, sobretudo na exploração da textura das velhas paredes de cal branca, em ruína,os seus restos.Pintou-as como poucos.E as suas oliveiras em carvão, os movimentos com que as fixava(foto), como que a querer inventar-lhes uma nova vida.Acho que vem dela esse meu fascínio.

Acho que a minha oliveira cuja história vou deixar para mais logo vai ser-lhe dedicada.

 

Tive também o privilégio da sua amizade e de, aquando na Câmara Municipal de Abrantes, ajudar a montar alguns dos seus quadros.Que carinho, que meticuloso definir das distâncias e alturas a que deviam ficar, eu, que, em regra, avanço a olho!A Dona Lucília fazia desesperar e por vezes ainda tentava dar-lhe a volta, lembra-se, Senhora Dona Lucília?

E depois, na escrita, a sua máxima do querermos "agarrar o tempo", também deixou as suas marcas como sabe.

Um abraço enorme e solidário ao marido, Fernando Simão e um outro, igualmente muito apertado ao Miguel Simão, seu filho e por quem nutro uma privilegiada estima.Maria Lucília, Aí onde É, AGORA,obrigado pela sua amizade.
antónio colaço



publicado por animo às 19:45
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Domingo, 21 de Agosto de 2011
WEBANGELHO DE ANSELMO BORGES

O Pe Anselmo não dá descanso às palavras.Melhor, à PALAVRA de que tanto precisamos face aos cansados dias que nos acordam!

Obrigado, por mais este momento alto!

antónio colaço

 

PeAnselmo Borges

In,DN 20 de Agosto

PERGUNTA INTEMPESTIVA:QUANDO VIVEMOS?

 

 

 

Como chegámos até aqui? As razões são incontáveis. Mas não me canso de repetir que a multiplicação acéfala de instituições de ensino superior foi fatal. O dinheiro corria a rodos e as pessoas interiorizaram que a fonte não secava, e instalou-se um consumismo pateta, estimulado por cartões de crédito, que os bancos davam a engolir. E voava-se a crédito para férias em Cancún. E multiplicaram-se auto-estradas, talvez porque aí era mais fácil corromper e ser corrompido. E não se investiu suficientemente no capital que não se corrompe e que ninguém rouba: o saber, a cultura, o chamado capital humano. As pessoas foram-se encostando ao Estado, pai providente e aparentemente rico. Com políticos menores, as dívidas foram crescendo, crescendo, até os credores começarem a gritar que exigiam que fossem pagas.

Agora, é a esfola. Impostos, mais impostos, novos impostos. E o desemprego a aumentar. E a pobreza e também a fome.

E a maioria da gente a pensar que mais algum tempo de sacrifícios e voltaremos ao sabor da abundância. Quem disse? Afinal, quem manda e decide? Como é possível que o mundo entre em terramoto por causa de uma nota de uma agência de rating? Mas, sobretudo, ainda se não viu que o "trabalho" é um bem escasso, que será necessário, de um modo ou outro, distribuir? Acima de tudo: como é que ainda se não percebeu que, num mundo limitado, não é possível um progresso ilimitado? E toda a gente a correr e a desfazer-se em stress e angústia para trabalhar aqui e ali e não soçobrar na avaliação. Porque, agora, a avaliação é palavra de ordem, como a concorrência. É preciso concorrer, competir. E ninguém pergunta: produzir o quê e para quê e para quem? Precisaremos de tanta quinquilharia produzida?

Mas agora é a ambição - foi sempre, mas não como agora. Ora, lá está a Escritura, na Primeira Carta a Timóteo: "Nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele. A raiz de todos os males é a ganância do dinheiro. Arrastados por ele, muitos se enredaram em muitas aflições."

Não precisaremos de viver mais moderadamente e, para lá do ter, buscar o ser e ser? Já há muito, o matemático e filósofo, Prémio Nobel da Literatura, B. Russell escreveu que bastaria trabalhar quatro horas por dia, e o físico H.-P. Dürr, Prémio Nobel alternativo, disse que precisaríamos apenas de um terço do nosso tempo de trabalho para produzirmos o que é realmente importante. O outro tempo seria para a cultura...

Agora, é Edgar Morin, o pensador da complexidade, que, do alto da sabedoria dos seus 90 anos, publica La Voie, e, a propósito, numa entrevista à Sciences Humaines, vem dizer verdades imensas.

"O planeta Terra está metido num processo infernal que leva a Humanidade a uma catástrofe previsível. Só uma metamorfose histórica poderá permitir resolver as crises - maiores e múltiplas - ecológicas, económicas, societais, políticas, que ameaçam a própria existência das nossas civilizações em vias de unificação."

As reformas exigidas implicam uma "reforma de vida". De facto, o desenvolvimento é "uma máquina infernal de produção/consumo/destruição". Há um paralelo deste processo no plano individual: trata-se de um desenvolvimento encarado essencialmente como "quantitativo e material", que leva a uma corrida infernal para o "sempre mais" e a um mal-estar no próprio seio do bem-estar. A modernidade ocidental produziu a barbárie do cálculo, da técnica, e não inibiu suficientemente a "barbárie interior", feita de incompreensão do outro, de indiferença.

"As sociedades contemporâneas realizaram em muito o que era um sonho para os nossos antepassados: bem-estar material, conforto. Ao mesmo tempo, descobriu-se que o bem-estar material não traz a felicidade. O preço a pagar pela abundância material revela-se de um custo humano exorbitante: stress, corrida à velocidade, adicção, sentimento de vazio interior."

E volto à pergunta do título: afinal, quando vivemos? Sim, porque, como isto está, não vivemos, somos vividos.



publicado por animo às 11:27
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011
A RÁDIO SOMOS NÓS. OS VIDEOS

Os videos que se apresentam seguem, como é pratica da casa, o princípio das imagens não editadas.As nossas desculpas por alguns lapsos de realização.

Um obrigado, outra vez, ao meu querido amigo João Graça Vieira, a quem fui interromper um merecido gozo de férias, e através dele, um abraço a todos aqueles com quem tivemos o privilégio de colocar no ar uma rádio com os pés bem assentes na nossa terra.

É claro que este abraço envolve o generoso povo de Abrantes de cuja voz fizemos a multiplicação das tantas vozes de uma região, tantas vezes, ontem como hoje, sem voz.

antónio colaço

(NR.Um corte no primeiro vídeo impede a "voz do advogado do diabo" de contradizer João Graça Vieira dizendo, em sintese, que ali, na Casa da Rádio, nada se passou e muito menos passaram as vozes dos abrantinos quando abrimos  as emissões com telefone, quando começámos a noticiar e a dar voz às primeiras queixas sobre o trabalho da autarquia, mesmo sabendo que o Presidente Bioucas nos apoiava,por ali nunca passaram elementos de outras rádios que nos visitavam,etc,etc.As nossas desculpas!)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por animo às 05:23
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A RÁDIO SOMOS NÓS.CARTA ABERTA A EDUARDO CAMPOS

 

Meu querido e saudoso Amigo, Eduardo Campos,a tua Paz e o teu Bem.

Como deves calcular este é um exercício que devias adorar, se ainda estivesses por aqui, mas que, agora, que já podes comparar - já sabes como É Isso Aí... - deve fazer-te rir às "eternas gargalhadas (como é o riso na Eternidade, irmão?!).

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Ou seja,tudo isto assim é dito para se perceber que a história que vou contar-te, se calhar, não merecia o tempo gasto e que tão precioso é para o muito que ainda me resta para fazer.

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Os passos que dei, ontem, por Abrantes, na agradável companhia de um João Graça Vieira, sempre disposto a alinhar no quebrar da rotina dos dias, ficam a dever-se a ti!É verdade!Tal como ficou a dever-se a ti a primeira vez que numa noite de inverno, creio, me levaste ali para as bandas da UDR-União Desportiva Rossiense onde me apresentaste "o Americano" (abraço, Carlos Martins!) que seria o santo e a senha para ir ao "cabeço" das Arreciadas conhecer e fazer reportagem, se autorizassem, para o Notícias de Abrantes, onde colaborava, com uns rapazes radioamadores que por lá andavam a ensaiar as primeiras emissões de rádio pirata.

Fui,reportei e passados poucos dias...fiquei!

Só mais um ponto para te relembrar (irmão, aí na Eternidade, notas que costumam esquecer-se de alguma coisa?!) que, na altura, eu tinha chegado há pouco mais de dois anos a Abrantes - esta revistinha ânimo já tinha nascido, em Abril de 1979 - e não conhecendo ainda bem o meio, senti que alguma da inteligentsia de então não viu com bons olhos meter-me com aquele pessoal!

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Meu querido Amigo Eduardo,não quero tomar-te muito tempo ( de que é feito o Tempo Eterno e como o passas,irmão?!) e também não perder tempo a referir a necessidade de alguém, um destes dias, se lançar à estrada a escrever a história desta fabulosa experiência que foi a de construir uma rádio que assumiu um papel pioneiro na luta pela legalização das rádios livres em Portugal como modernos meios de comunicação/aproximação entre as comunidades locais face à asfixia dos media tradicionais de então, RDP e RR à cabeça para não falar das inexistentes televisões como hoje.

É  certo que tu serias o historiador eleito, lançando mão do contributo de outras personalidades, e tendo o privilégio de conheceres grande parte dos protagonistas iniciais e decisivos para tudo quanto se passou, história essa que terminou no dia em que um grupo privado julgou poder comprar esse nosso sofrido passado. Ou seja, a natureza da história por contar, o enquadramento socio-económico e cultural, como muito bem sabes, são peças decisivas para a correcta compreensão científica por parte de quem nada,então, viveu. Ou seja, os palpites e as veleidades estariam à partida expurgados de qualquer tentativa menos séria de quem ousasse reescrever a história que vivemos, o mesmo se diga, para uma qualquer publicação que se reclame de "centro de estudos de história local".

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É aqui, querido amigo, que chegamos ao ponto que motivou esta "espécie de polémica" dada à estampa na pag 23, da edição de Julho da revista "zahara", "História quente/30 anos da RAL".Tu já leste, claro,o mesmo recomendamos aos nossos leitores.A única coisa que nos merece sério reparo é que o sub-director da revista, Alves Jana -que é também director da RAL, director do Jornal de Abrantes - sancionou o que ali é escrito por alguém que de historiografia nada entende.Ponto final.

Dá-se o caso, Eduardo, que Alves Jana, um dos co-fundadores da ânimo e grande dinamizador cultural da região, é nosso amigo comum pelo que, devo confessar-te a estranheza de tudo o que tem estado a acontecer, desde logo, com a celebração de um aniversário que nunca poderia ter lugar!A RAL, a sua história de rádio feita pelo povo abrantino e para o povo abrantino, termina no dia em que passou a ser uma rádio privada, ao serviço, portanto de outros interesses.Ninguém discute o negócio, em si,a sua realização ( embora permaneçam muitas sombras e muitas histórias por contar mas que a mim, pessoalmente, nada me interessam!) mas a nossa RAL,essa, repousa no coração dos abrantinos que a ajudaram a erguer, com suas grandezas e misérias.

Os enGALAnados 30 anos assim festejados, foram de tudo menos os de uma rádio que já não existe!Mas ainda que servissem para homenagear "os fundadores", tanto quanto sei, o index foi selectivíssimo na deliberada selecção de quem fundou o quê!Adiante.O que nasce torto!

É por isso que te peço, Eduardo, que ilumines o nosso amigo comum a que, de uma vez por todas, resolva esta questão.

A mim, Eduardo,não me verás mais a falar sobre este assunto.

Sei que alguns amigos não viram,então, com bons olhos a minha ida para a Rádio O Ribatejo, primeira experiência profissional da tsf, em Santarém.Mas o meu objectivo (para além do ensaio de uma ameaça de alguém em me "limpar o sebo" o que causou reconhecido pânico em casa!) foi sempre o de estabelecermos uma verdadeira cadeia regional.

Sei que alguns amigos, ao tempo, quando ainda na RAL, não viram com bons olhos a minha participação numa outra frente já aberta em Abrantes pela TVA-Televisão de Abrantes (abraço, Augusto Casimiro e outros!) algo que só enriquecia o abrantino patrimóno de luta por um audiovisual de proximidade e que viria a valer-me, anos mais tarde, em Lisboa, um processo no DIAP por emissão pirata de televisão de proximidade (creio que o único em Portugal).

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Meu caro Eduardo, num momento em que luto em Lisboa pela afirmaçao das redes sociais não como uma moda e sim COMO UM MODO DE MUDAR, propondo, tal como há muitos anos, em Abrantes, a realização de um Grande Encontro entre bloggers,facebookers, etc para vermos o que podemos fazer mais, angariando, no final, alguns euros para o Banco Alimentar contra a fome, deparo-me com esta mãozinha inconsciente (?) querendo deitar Tejo abaixo as muitas horas que então gastei, com sacrifício da própria família.

Nada reclamo como  deslumbrado protagonista que, em consciência nunca fui, empenhado em conceber e afirmar uma rádio que fosse muito mais do que as incipientes experiências radioamadoras, papel que nunca deixei de reconhecer aos seus autores, mas que hoje, face a esta tentativa de reescrição da história tenho de reclamar que, para mim, tal participação e abertura de horizontes, constituiu o verdadeiro momento em que a rádio se abriu ao mundo não só abrantino como nacional.

A história tem os seus protagonistas, mas ai dos protagonistas que fogem à história de cada um dos que consigo ajudaram a mudar o estado das coisas seja em que área for.

A RAL, as reuniões que entre nós todas as semanas fazíamos e de que nunca abdiquei de levar por diante, como método de avançarmos cada vez mais unidos, seguros e esclarecidos, conjugadas com uma permanente abertura da antena a tudo o que se passasse na nossa comunidade- connosco, a rádio em directo não precisou da inovadora ( e amiga) tsf para ser prática da casa, por muito que ralhássemos entre nós quando era preciso interromper um "programa de autor!"- foram, enquanto duraram, a chave segura do êxito alcançado.

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Meu querido Eduardo, que isto já vai longo - sim, eu sei que Aí não há um antes e um depois e que portanto estás sempre a ouvir-me! - uma espécie de Declaração Final:

- Nada contra uma rádio privada em Abrantes, bem sucedida e feita com gente empenhada.Confesso que raramente ouço esta que, estafadamente, me afirma ser uma "rádio como eu gosto!"Aqui, o problema é de quem gere a dita.(Curiosamente, e vale o que vale, só não gravámos para não sermos acusados de mauzinhos, ontem, uma das mulheres mais próximas da antiga "casa da rádio", nas Arreciadas, enquanto estendia a roupa, sempre nos disse que, hoje, não ouve as rádios de cá."A minha rádio é a Condestável!Essa é que eu gosto!"Vale o que vale.

-O exercício a que metemos ombros, ontem, com a entusiástica colaboração do João Graça Vieira, também vale o que vale.Espero que te rias, pelo menos um pouco - aí, onde estás, Eduardo, de que é feito o Eterno riso?! - e que te lembres do grande contributo que também tu prestaste sempre pronto a defender a memória dos que nos antecederam.

É o que agora tentamos fazer!

Diverte-te e um abraço do tamanho das estrelas, que continuamos a acreditar nos ajudem a iluminar as desanimados noites abrantinas, agora, tanto como,então, tentámos nas radiofónicas e clandestinas noites de Agosto!

Teu amigo

antónio colaço

Abrantes, ontem, ao pôr-do-sol.

 

(OS VIDEOS NO POST SEGUINTE!)

 



publicado por animo às 01:45
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A RAL NUNCA EXISTIU.A RÁDIO SOMOS TODOS NÓS

A RAL NUNCA EXISTIU.A RÁDIO SOMOS TODOS NÓS!A RAL foi uma tremenda MENTIRA que HOJE vai ser,AQUI, COMPLETAMENTE DESMASCARA DURANTE TODO O DIA. Como foi possível acreditar que Abrantes andou nas bocas do mundo e foi o ponto de encontro de todas as rádios livres portuguesas na década de 80, em "Jornadas de reflexão" ,durante três anos, onde se deslocariam,no final, deputados, e que culminariam na legalização de que hoje beneficiam?!M-E-N-T-I-R-A!

A RAL NUNCA EXISTIU.A RÁDIO SOMOS TODOS NÓS!As pessoas casavam-se, as pessoas afogavam-se, as pessoas piquenicavam, as pessoas sentiam a solidão da solidão, as pessoas foram despedidas das suas fábricas, viram arder seus campos, as multidões gritavam os seus golos aos domingos,e NUNCA souberam o que era ter alguém a preocupar-se consigo, a partilhar, enfim,alegrias e dores, em directo!Esta foto é uma FRAUDE!

 

A RAL NUNCA EXISTIU.A RÁDIO SOMOS TODOS NÓS.Para aqueles que hoje procuram reescrever a história à dimensão dos seus inconfessáveis interesses, aqui está mais uma preciosa ajudinha!ESTA FOTO É O CÚMULO da mistificação em que viveram os abrantinos e portugueses em geral que supostamente elogiaram o papel pioneiro de então:EANES, ENTÃO PRESIDENTE DA REPUBLICA,NUNCA FALOU PARA A RAL NEM OBRIGOU O SEU REPÓRTER A ESPERAR 4 HORAS por uma declaração de APOIO que incendiaria Portugal!

 

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Neste preciso momento assiste-se,pasme-se, a um primeiro "ensaio" de reescrever a história da animação cultural na nossa região, e, nela, o aparecimento da luta das rádios livres, a partir, exactamente, de uma revista,"zahara-centro de estudos de história local"!
AMANHÃ,NA ÂNIMO: A RAL NUNCA EXISTIU.A RÁDIO SOMOS TODOS NÓS!Carta aberta ao meu saudoso amigo Eduardo Campos,um dos pioneiros da historiografia abrantina.
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 Em jeito de antecipação sobre o que preparamos para mais logo- agora na primeira pessoa - tenho o privilégio de contar entre os meus amigos com uma amizade cimentada em muitas horas de tão fantástica quanto sofrida cumplicidade,muito antes d...a invenção desta amizade outra,dizia,daquele que, para mim, será sempre considerado como o decisivo motor da tsf-cooperativa de rádio,( hoje, a TSF-Rádio Notícias que conhecemos),de seu nome Joao Duarte Soares. De facto,nos primeiros contactos com que tratei de estabelecer pontes com outras rádios, desde logo,a tsf(assim, em minúsculas, como nesse saudoso tempo!)e nela, primeiro, outro grande amigo de hoje e de sempre, Adelino Gomes (que nos visitaria!)a verdade é que, por iniciativa do próprio Adelino, o santo e a senha passou a ser o João Duarte.Foi com ele que gizei muitas das iniciativas que levaram à participação de muitas outras rádios e, em síntese,conseguimos o objectivo da legalização porque tanto lutámos.Sim, havia Rangel e muitos outros, mas na sombra, sempre discreto, mas, frenéticamente, sereno, JOÃO DUARTE SOARES.Foi de Abrantes que partiu a ideia da primeira grande emissão em cadeia nacional e que com o João Duarte denodadamente tricotámos.O que aconteceu depois merece outra história.Mas a estranha sensação de que reescrever a história ataca os historiadores da nossa praça só não me assusta porque há uma outra HISTÓRIA à nossa espera, à minha espera, e na qual, acredito,este passado e futuro que vivemos será redimido e convertido num ETERNO PRESENTE!

 

antónio colaço



publicado por animo às 01:45
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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011
TRÊS HORAS POR QUASE TRINTA ANOS DE RÁDIO PUBLICA ABRANTINA

AS REPORTAGENS MAIS LOGO!

OBRIGADO,JOÃO GRAÇA VEIRA.

antònio colaço



publicado por animo às 20:47
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A RAL NUNCA EXISTIU! A RÁDIO SOMOS NÓS!

ACOMPANHA,POR ENQUANTO APENAS NA ÂNIMO/FACEBOOK,O TRABALHO QUE ESTAMOS A EDITAR COMO FORMA DE MOSTRAR AQUELES QUE VIEREM A SEGUIR, QUE TUDO FIZEMOS NO NOSSO TEMPO DE FAZER,PARA QUE AS PESSOAS COM QUEM VIVÍAMOS PUDESSEM CONTAR CONNOSCO.

 

OU SEJA,MAIS DO QUE UM AJUSTE DE CONTAS,HOJE,EM ABRANTES,ESTAMOS A AFIRMAR QUE NÃO ANDÁMOS CÁ A FAZER DE CONTA COMO PARECE DEPREENDER-SE DE UMA "ESPÉCIE DE ENSAIO" PUBLICADO NA REVISTA ZAHARA DE JULHO.

 

ATE JÁ

antonio colaço



publicado por animo às 13:19
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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011
REGRESSO AO PASSADO A PENSAR NO ETERNO PRESENTE!

É sem sombra de dúvidas uma das mais imponentes romarias de Portugal.A nossa, para ser mais preciso.Por estas horas, estaríamos a derrotar o almoço que a Ti Jaquina, diligentemente, preparou de véspera, à sombra do arvoredo do imponente Santuário de NS da Assunção, Vilas Boas,Vila Flor,Trás-os-Montes.Já hoje falámos com um dos festeiros presente no local e que confirma a habitual multidão de peregrinos....

Mas....o que verdadeiramente impressiona é o transporte deste enormíssimo andor que sobe desde a aldeia de Vilas Boas até ao mais alto da montanha pela hora máxima do sol.Qualquer coisa como 3 km!O Pai Ho Chi Min gostaria de nos ver por lá, outra vez.Tanto ele como a Ti Jaquina são, agora, Presença saudável.Também nós estamos a subir ao encontro dos nossos mais queridos,onde passado e futuro se convertem no Presente em que acreditamos.

antónio colaço

 



publicado por animo às 17:21
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VAMOS ÀS FESTAS COM OU SEM MENINAS!

Pois é, Julho e Agosto são os meses das pequenas aldeias "sempre-em-festa!"

No passado sábado, fomos de abalada até à Festa de Chão de Codes, ali para as bandas da sua sede de freguesia, a Aboboreira!

Para nós, Chão de Codes, este ano, foi a novidade.De facto, aqui bem perto, fica um outro chão, Chão de Lopes, e, de imediato, vieram à nossa memória umas célebres Festas em Chão de Lopes,geograficamente quase coladinhos, e para onde nos dirigimos idos de Cardigos, num recuado ano de finais da década de 60, 12 jovens a sair da adolescência metidos dentro do saudoso Opel Kadett do nosso patrono e também saudoso, Zé Mário Tavares!  

Generoso como poucos, Zé Mário disponibilizava tudo o que em si era abastança - filho de um dos mais prósperos industriais da cera - e lá fomos para a festança!!!O pior foi no regresso.
Com metade já bem bebida, a afirmar que o regresso era ...feito no Opel e outra metade a fazer-se ao caminho por questões de segurança!As constantes idas e vindas do Opel, no regresso, palmilhada a dezena de quilómetros até Cardigos,tentando demover-nos da teimosia...Zé, meu querido amigo,IRMÃO,sabes como não me perdoo essa triste desilusão de mim!O que vale é começou ali uma amizade que nos manteve irmãos até ao fim.
Quer dizer, tu bem sabes que, PARA SEMPRE, o nosso eterno PATRONO vais continuar a ser!

Mas...regressando a estas festas de Chão de Codes, e porque temos sidoACUSADOS DE PROVOCAR GASTRONÓMICOS CÍUMES...ORGANIZADOS!Pois bem, da festa de Chão de Codes,deixámos de lado as imagens do churrasco(é uma xatice pois só se vêem os restos...) para vos presentear com as fofinhas filhós beiroas acabadas de sair da frigideira!São do Natal mas, como diz o ditado, Natal é quando um festeiro de Chão de Codes quiser!Mai nada!

Estávamos nós a deliciar-nos com as ditas filhós (filhozes!!!) quando vemos, ao longe, no palco, umas meninas, assim, quase filhas da noite, qualquer coisa tipo Moulin Rouge cá das beiroas serranias, credo, onde é que já se viu e o pessoal todo de olho afilado nos seus desnudados corpinhos!!!!

 

Só que, entretanto, no ecran da TV, do pavilhão/restaurante da Festa, Portugal era esmagado nos penalties pela Argentina, quando começou a dar-se uma fantástica reviravolta!

 

 A FORÇA DO FUTEBOLCONTRA A FORÇA DAS MENINAS, fez com que grande parte dos "festeiros" de Chão de Codes deixasse o espectáculo com as meninas de corpinho ao léu para virem em peso para o salão assistir à penáltica decisão!Portugal, quase despidinho de esperança, lá venceu a argentina abastança (dois penalties falhados e logo recuperados!!!).

E pronto, as meninas voltaram ao palco mais uma vez mas, para além do puto que se vê sentado bem a seus pés, não se descortinaram outros entusiasmos em redor.

Quer dizer....

antónio colaço

 



publicado por animo às 16:25
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A ESCRITA EM DIA

Passou um fim-de-semana e parece que nada aqui se passou!

Os nossos amigos jáconhecem a nossa máxima, de que não vivemos poara blogar, blogamos porque vivemos!!!!

E a intensidade do vivido nos últimos dias foi de tal ordem que não sobrou tempo para pôr esta escrita em dia.

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Tal não aconteceu com a ânimo/Facebook já que as ferramentas de edição naquela rede social são de tal ordem práticas e imediatas que no instante de um teclar (tele)móvel aí estamos nós quase em simultaneidade com a actualidade!!!

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A receita era mesmo recomendar aos nossos amigos que se registassem no Facebook.Também nós resistimos durante um ano e em nome de todos os propalados receios!!!Qual o quê, o Facebook, como outras redes, é apenas, e tão só, mais um meio para nos aproximarmos uns dos outros.

Mas, longe de nós, deixarmos, até ver,este nosso lugar de encontro!!!!

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Aí vão, portanto, importados e actualizados do Facebook alguns dos passos dados nos últimos dias.Valem o que valem mas aqui, também, ninguém quer fazer jurisprudência sobre como ocupar os dias!!!

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POR ESTE RIO ACIMA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Porque anteontem foi sábado-só agora editamos!-vem daí subir o Tejo, espraiar o olhar pelo mar de água da albufeira da Barragem do Tejo Belver/Ortiga.Nunca tal tinhamos o privilégio de realizar.Sendo uma barragem de linha de água, como é possível conter tamanho volume.Como diria a TiTeresa, nos seus oitenta e muitos,"o mundo é lindo!Ainda dizem que não há Deus!Quem, senão Ele, p fazer isto tudo!"Ah!Baixa o volume de som!

Júlio Pires - "o Ti Júlio!!! -  o infatigável homem do leme!

 

A Praia Fluvial do Alamal,Gavião.

 

NÃO,NÃO É MALVADEZ DA NOSSA PARTE, apenas para sublinhar a excelência do almoço na Praia do Alamal e o óptimo serviço da equipa que este ano ali encontrámos.Sim, porque já escrevemos o contrário há alguns anos.E a prova está na adesão dos comensais.

A nossa sugestão, portanto, "Lúcio-perca frito com açorda de ovas, salada e um branquinho a preceito.

Fresquinho, claro!

 

ADRIANO, UM BENFIQUISTA DE 81 ANOS, MAIS A SUA CARROÇA COM ACOMPANHANTE...DE PLÁSTICO!

 

Estávamos nós a deliciar-nos com o melão do almoço, quando, de súbito, vemos uma carroça altamente transformada, conduzida por um simpático ancião e que trazia como companhia...um manequim feminino,de plástico, sentado a seu lado!Quando o homem entra no restaurante não evitámos:mas é o meu vizinho de infância, o Ti Adriano!Júlio Pires, o nosso homem do leme, como que a tentar confirmar o que disseramos, exclama alto e bom som:"A-D-R-I-A-N-O!!!"Bem dito, bem feito, Adriano volta-se de costas e o nosso reencontro deu-se.

Intrigado com este Adriano,81 anos bem vivaços,tão diferente do Adriano carpinteiro e muito mais reservado, que conhecemos,era nosso vizinho no Largo do Espírito Santo, em Gavião, logo quisemos saber o que o movia a descer desde o saudoso Largo até à Praia do Alamal, sentado na sua "Charrette - tem um museu com mais cinco!!!- e acompanhado de uma....manequim de plástico, sentada a seu lado e, tal como o resto da "charrette, toda vestida com símbolos benfiquistas! 

 

Ouçam o que os seus 81 anos têm para contar, não sem que,antes, peçamos desculpas pelo atabalhoado enquadramento (os visores do Nokia são extremamente espelhados! e por um ou outro atropelo na gramática!As emoções a tomarem conta de nós:

 

 

 

 

 

 



publicado por animo às 15:28
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WEBANGELHO DE ANSELMO BORGES

Mais um grande momento de oportuna,serena e  libertadora Reflexão!

Obrigado,Pe Anselmo!

ac

Pe Anselmo Borges

In DN de 13AGO 2011

 

CONFIANÇA E CRÉDITO

 

Os melhores comentadores vão escrevendo e dizendo que o que falta é confiança. Que não há crédito todos sabemos. Aí estão dois conceitos-base da religião. Confiança vem de fides, donde vem fé, fiar-se de, confiar. Crédito vem de credere, donde vem crer, crença, acreditar. Mas eles estão na base da existência. Quem pode viver sem confiança? Quem se meteria num avião, na estrada, sem confiança?

O problema é: o quê e quem tem crédito, para merecer a nossa confiança? Porque não podemos confiar de modo cego. No quadro do perigo possível e do medo, a confiança tem de ser razoável.

O teólogo Jürgen Moltmann refere o famoso conto dos irmãos Grimm sobre o jovem que partiu à procura de saber o que é o temor. E, a propósito, refere dois comentários sobre o conto.

Um é de Sören Kierkegaard: "Nos contos de fadas de Grimm, há o relato sobre um jovem que saiu à procura de aventuras para aprender a ter medo. Deixaremos que o aventureiro siga o seu caminho, sem nos preocuparmos com saber se nele se cruzou com o horror. O que quero afirmar, isso sim, é que se trata de uma aventura que todos têm de enfrentar: aprender a ter medo, para não se perder, porque nunca se sentiu receio ou porque se está afundado no medo; quem aprende a temer de modo correcto aprendeu o mais importante." O outro é de Ernst Bloch: "Havia uma vez um jovem que foi pelo mundo para aprender o medo. Em épocas passadas, isso acontecia de modo mais fácil e imediatamente: a arte do temor aprendia-se com terrível facilidade. Mas, agora, a não ser quando isso se justifica realmente, é apropriado cultivar um sentimento mais moderado. Agora, trata-se de aprender a ter esperança. A esperança nunca renuncia ao seu trabalho. Está enamorada do êxito, não do fracasso. A esperança é superior ao temor, pois não é passiva como este, nem tão-pouco está mergulhada no nada. O sentimento da esperança sai para fora, abre os seres humanos em vez de limitá-los."

Tanto a esperança como o temor se enfrentam com o possível. No medo, com o perigo possível; na esperança, com a salvação possível. O futuro é sempre imprevisível e ambíguo, pois a História é processo e ainda não está decidida. Sem o temor, não nos aperceberíamos do possível perigo; sem a esperança e só com o temor, ficaríamos paralisados. Sintetiza J. Moltmann: embora a esperança seja superior ao temor, "o medo é o irmão inevitável e óbvio da esperança".

Exemplifico. Há uns meses, num debate público, perguntei a um conceituado economista: vamos ser postos fora do euro, vamos sair do euro, a Alemanha vai abandonar o euro? E ele falou mais uma hora, para explicar que as três hipótese nos levariam a situações dramáticas.

Mas há cada vez mais economistas, também nacionais, que falam da inevitabilidade da saída do euro. Agora, é Desmond Lachman, antigo director adjunto do FMI, que vem afirmar que "é inevitável Portugal sair do euro. Portugal não vai aguentar as políticas do FMI sem deixar o euro".

Atenazados, é sobre esta problemática que é preciso pensar, para não continuarmos no ema- ranhado dos enganos. Por mim, procuro ser fiel ao preceito de Plínio: "O sapateiro não deve ir além da sandália", e confesso que, seguindo a vontade, quero ser optimista, mas, quando faço contas e considero a situação, a inteligência encosta-me ao pessimismo.

E a União Europeia? Como está, isto é, sem integração política num caminho federativo, parece não ter futuro. Mas a Europa, sem euro e sem união, tornar-se- -á insignificante num mundo globalizado e, pouco a pouco, será preciso preparar-se para temer o pior.

Afinal, com a queda do Muro de Berlim, parecia ter chegado a paz perpétua e um futuro de confiança sem temor. Mas tudo está terrivelmente complicado.

Não gostaria de escrever estas coisas, sobretudo em tempo de férias, mas não é bom viver na cegueira. De qualquer modo, levo sempre comigo os versos célebres de Hölderlin: "Wo aber Gefahr ist, wächst das Rettende auch" (Mas onde está o perigo, cresce também o que salva).

 

 



publicado por animo às 15:22
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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011
VÉSPERAS

 

 

Ontem, só deu luar de Agosto.



publicado por animo às 00:47
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011
ÀS QUARTAS TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR AO GODINHO(MAÇÃO)!

Às quartas, todos os caminhos vão dar ao GODINHO!

 

Primeiro, venha a sopa, com seu hortelã em raminho!

 

Depois,um a um,para nos preencher a portuguesa fome,os bem condimentados enchidos do Cozido à Portuguesa do....Godinho.Convém marcar, para não apanhar sustozinho.

Se eu fosse cozinheiro gostava que me vissem no mundo inteiro.Quero dizer, que os comensais pudessem ver como tudo se passa no mundo dos azeites, das pimentas e dos sais!Na ânimo, os protagonistas têm nome:na cozinha, as senhoras Dª Lurdes, Otília e Fátima, no apoio às mesas a Tânia e Alexandra!

Todos juntos fazem o sucesso das quartas bem portuguesas de Mação e arredores!E agora, senhoras e senhores....

 

PAULO GODINHO,o homem que transformou a Casa do Ferreiro numa oficina outra onde os comensais se juntam para "malhar forte e feio" na excelência de um dos melhores cozidos da região.

Aqui toda a fome em brasa será moldada pelas couves,arroz, batata e cenoura, que numa cozedura afinada se rendem aos reis do banquete:chouriço,morcela,toucinho, farinheirinha....ó balha-nos Deus,que é feito da lisboeta dietazinha?!

 

 

 



publicado por animo às 17:15
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