Um privilégio de despedida feito de lágrimas de sal.
Carcavelos como nunca. O Verão deste Outono anda doido de ciúmes pelos que aqui restam fiéis ao voo das gaivotas. Não há tempestade no mar mas elas escolheram ficar em terra. Abençoada terra, abençoado mar,abençoadas TEMPESTADES de silêncio para navegar voando, para voar navegando. antónio colaço
LISBOAS.ÚLTIMA HORA.DON FELIPE TIBÚRCIO NA ÂNIMO!!!
DON FELIPE TIBÚRCIO NA ÂNIMO!!! (sim, é este o seu nome feice!!!)!!!Acabámos, agora mesmo, de falar com este gavionense de gema que caiu na asneira de pronunciar a palavrinha mágica "ânimo" com que se despediu, ontem, da TVI!!!Era o que faltava deixarmos o puto à solta à merce da voracidade das revistas sociais!!!Quer dizer, o Filipe está com a agenda preenchidíssima mas já nos prometeu uma conversa....logo que possível!Obrigado.
_________________________
Ontem, já não conseguimos editar aqui este post que colocámos na ânimo/Facebook:
UM ANIMADO GAVIONENSE NA TVI!!! "Força, ÂNIMO e acima de tudo inteligência", foi assim que este meu conterrâneo de Gavião - não nos conhecemos, claro, mas nunca se sabe! - acaba de deixar a Casa dos Segredos dando a sua solidariedade aos que ficaram.
Digam o que disserem sobre os reality shows, o meu conterrâneo puxou dos galões para dizer que esta sua participação também serviu, entre outros objectivos, para ajudar "a minha vila", numa palavra, a puxar por Gavião e pelo muito que há a fazer por ela!
Ah! Claro, não podia deixar de falar na palavrinha mágica!!!
Não fora por coisas diria, quem sai aos seus (conterrâneos) não degenera!!!
Que melhor imagem, em dia de S.Francisco de Assis, do que a de um jovem franciscano capuchinho em seu dia de tomada de hábito.Aos 16 anos, votos de pobreza,obediência e castidade.
Segue-se a letra de um dos mais belos poemas que continua a marcar os meus dias ( às portas de me nascer um neto de seu nome.....Francisco!):o Cãntico do Irmão Sol e, em seguida, nova ligação à Sé de Évora onde, com Joaquim Soares, vereador do PCP, cantámos, de improviso, o mesmo Cantico em cante alentejano!
Obrigado, grande Mestre!
antónio colaço
Altíssimo, omnipotente, bom Senhor, a ti o louvor, a glória, a honra e toda a bênção.
A ti só, Altíssimo, se hão-de prestar e nenhum homem é digno de te nomear.
Louvado sejas, ó meu Senhor, com todas as tuas criaturas, especialmente o meu senhor irmão Sol, o qual faz o dia e por ele nos alumias. E ele é belo e radiante, com grande esplendor: de ti, Altíssimo, nos dá ele a imagem.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Lua e as Estrelas: no céu as acendeste, claras, e preciosas e belas.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Vento e pelo Ar, e Nuvens, e Sereno, e todo o tempo, por quem dás às tuas criaturas o sustento.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela irmã Água, que é tão útil e humilde, e preciosa e casta.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pelo irmão Fogo, pelo qual alumias a noite: e ele é belo, e jucundo, e robusto e forte.
Louvado sejas, ó meu Senhor, pela nossa irmã a mãe Terra, que nos sustenta e governa, e produz variados frutos, com flores coloridas, e verduras.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por aqueles que perdoam por teu amor e suportam enfermidades e tribulações.
Bem-aventurados aqueles que as suportam em paz, pois por ti, Altíssimo, serão coroados.
Louvado sejas, ó meu Senhor, por nossa irmã a Morte corporal, à qual nenhum homem vivente pode escapar: Ai daqueles que morrem em pecado mortal! Bem-aventurados aqueles que cumpriram a tua santíssima vontade, porque a segunda morte não lhes fará mal.
Louvai e bendizei a meu Senhor, e dai-lhe graças e servi-o com grande humildade...
ÁNIMO CRIA GRUPO NO FACEBOOK.A IGREJA SOMOS NÓS.VATICANO III,PARA TERMOS VOZ!!!
A ânimo acaba de criar no Facebook - a que só podem aceder os que lá estão registados - o GRUPO de reflexão/oração:
A IGREJA SOMOS NÓS.
VATICANO III,PARA TERMOS VOZ!
NO PASSO APRESSADO E DECIDIDO DESTA CRIANÇA, MORA A NOSSA CONFIANÇA NA MUDANÇA. POR UM NOVO CONCILIO QUE NOS RECONCILIE COM O MELHOR DO CRISTIANISMO DAS PRIMEIRAS COMUNIDADES. A IGREJA SOMOS NÓS. VATICANO III , PARA TERMOS VOZ
2
0 texto que reproduzimos, da autoria de FREI BENTO DOMINGUES,habitual publicação no Público, aos domingos -apesar das más condições de reprodução que esperamos ultrapassar - é, para todos os efeitos, o texto fundador, melhor dizendo
A PALAVRA fundadora deste grupo.
De facto, a "hierarquia não é a Igreja".A IGREJA SOMOS NÓS!Tal como proclamou Paulo, "já não sou eu que vivo,é Cristo que vive em mim!".
Ou, nas palavras do próprio Jesus Cristo, "onde dois ou três se reunirem em meu nome, Eu estarei no meio deles"!
É por isso que imploramos ao Espírito:
A IGREJA SOMOS NÓS!VATICANO III,PARA TERMOS VOZ!
Venha daí a tua voz!Agora, é a tua vez!
3
A ânimo/blog fará eco das participações de quem queira.
Li este texto do meu amigo António Manel, licenciado em História,dos Vales, no mensário Voz da Minha Terra e não hesitei em pedir-lhe a republicação na ânimo!
O PeAmândio, que é nosso leitor, e director do VMT, não deve ir fora disso!
O
2
O título é da nossa inteira responsabilidade (espero que gostes,Tó Manel!!)
Leiam e...digam de vossa justiça!
antónio colaço
FOI BONITA A FESTA,PÁ!
Desde “o 25 de Abril” de 1974, Portugal tem sido governado por comunistas, socialistas, sociais-democratas, centristas/populistas, isoladamente ou em coligação.
Desde então, teoricamente pelo menos, todas as teorias políticas que presidiram à prática dos partidos ou forças que marcaram os rumos do país estiveram conotadas com aquilo a que o senso comum chama de esquerda ou próxima dela. (Até o único partido que se podia associar como sendo de direita, se afirmava de centro, “Centro” Democrático e Social - CDS).
Sempre com a preocupação de garantir a concretização dos direitos sociais, inquestionáveis, dos cidadãos, aquelas ideologias e forças políticas e partidárias estiveram mais preocupadas em distribuir do que em criar condições para a produção de riqueza.
Enquanto a Europa “amiga” foi solidária e foi transferindo os recursos financeiros necessários ao banquete não se vislumbraram problemas de monta. Embora a maior fatia fosse para os bolsos de uma minoria, ainda iam sobrando migalhas para a populaça andar entretida com o circo e não levantar grandes problemas.
Afinal, não se passava nada de novo neste jardim à beira mar plantado.
Quem conhece um pouco de História de Portugal há muito percebeu que, com raras excepções, poucas e curtas, andámos sempre à procura da riqueza fora de Portugal.
Fomos para Ceuta, em 1415, à procura de cereais e de entrar nas rotas do ouro que, da África Negra, chegavam ao norte de África. Depois foi a Costa Ocidental africana, Angola incluída, seguindo para o Oriente em demanda das especiarias. (D. Manuel ficou conhecido na Europa como o “rei da pimenta”.) Terminado o ciclo das especiarias, com a abertura dos mares à concorrência francesa, holandesa e inglesa, virámo-nos para o Brasil e de lá vieram o açúcar, os diamantes e o ouro.
Trabalhar para quê?
Havia metal precioso para pagar as importações… Acabado o ouro brasileiro, um pouco mais tarde, já no século XIX, é na África que procuramos a nova “árvore das patacas”.
Assim foi até 1974.
Regressámos do império ao quadradinho inicial. Uns anos para lamber as feridas e tirar novo azimute. Logo encontrámos outro caminho: a CEE, aqui mesmo à mão de semear. E aí estavam novamente os recursos que pareciam não ter fim.
Nos intervalos de tantas viagens, e quando o comércio internacional da época entrava em crise, então havia um esforço de criação de riqueza nacional.
Aconteceu com o 3.º Conde da Ericeira, D. Luís de Meneses (1632-1690); com Sebastião José Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, (1699-1782); com a Regeneração (1852) e pouco mais.
Curiosamente, estes esforços produtivos acabaram mal: o Conde da Ericeira suicidou-se; o Marquês de Pombal acabou exilado nos seus domínios, proibido de pisar o solo da capital; os políticos da Regeneração e seguintes levaram Portugal à bancarrota em 1892.
É verdade que de desgraça em desgraça, Portugal lá foi vivendo e os portugueses, uns melhor que outros, lá se foram safando.
Hoje, no fim deste verão de 2011, aqui estamos todos meio aparvalhados a perguntar como foi possível chegarmos a esta situação e, de mão estendida, a esforçarmo-nos para mostrar aos credores que ainda merecemos um resto de credibilidade.
Confesso, na anterior morada tinha acesso ao fulgurante e adivinhado despontar do sol.
Em contrapartida, aqui, o que se vê é mais um Tejo dorminhoco, a esbracejar e a revolver-se no lençol das suas margens, a pedir só mais uns minutos de sono, se calhar mais em conformidade com a nossa condição.
Leva nas tuas asas todas as penas deste nosso dia. Obrigado. antónio colaço
NR
Já expliquei várias vezes que não vivo para fotografar,fotografo porque vivo.Os telemóveis, as cameras de que são portadores,tornam viável a possibilidade de guardar os pequenos instantes em que tropeçamos.De quando em vez dou um jeito nos ...enquadramentos.Nesta imagem não consegui mexer um pin....(sim, como diria o meu quase conterrâneo Catroga!).Está lá tudo o que desejava,nomeadamente, a mensageira e providencial gaivota, independentemente de saber que uma Nikon, ou Canon xnão sei quantos devolveriam um produto final mais acabado. Sim, poderia ser uma grande fotografia, mas..."não seria a mesma coisa!"
Frei Bento, está na hora de criarmos um GRUPO DE REFLEXÃO - uma das boas modas, quero dizer, modos de mudar, que o Feice/Blogs vieram possibilitar!!! - qual seja o POR UM VATICANO III,JÁ!!!
De facto a "hierarquia não é a Igreja".
A IGREJA SOMOS NÓS, tal como proclamou Paulo, "já não sou eu que vivo,é Cristo que vive em mim!".
Em nós, acrescentaria. (NR-De uma probreza franciscana a solução a que,franciscano,sim, continuo a recorrer para não perder e poder partilhar um GRANDE dominicano!As desculpas.)
antónio colaço
(Faz duplo clic na imagem para alcançar melhor leitura!Obrigado).