Domingo, 24 de Junho de 2012
LISBOAS

 

Não me lembro de uma Tua despedida assim,tão rente aos telhados das casas, das copas das árvores e, mesmo, dos pilares da ponte, para não falar desse imenso e derradeiro abraço de despedida ao Cristo-Rei.

antónio colaço



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LISBOAS

 

 

O regresso à nova Igreja de S.Francisco Xavier mas....para talvez não mais voltar.

O pároco parece só ter olhos para a comunidade indiana de que é, aliás, oriundo. Em si nada tem de mal. Foi Portugal, aliás, quem, ao descobrir o marítimo caminho para a India se tornou tão universalmente original!

Numa Igreja que se quer eucuménica até seria simpático.

Mas...daí até um certo ar antipático para quem só quer ajudar o melhor é mesmo não atrapalhar.

antónio colaço



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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges

 

RELIGIÃO PARA ATEUS

IN DN DE ONTEM

 

Uma amiga tinha-me oferecido a tradução francesa do livro, com o título: Pequeno guia das religiões para uso dos não crentes. Rapidamente, apareceu também a tradução em português, seguindo o título original: Religion for Atheists. Entretanto, o autor, Alain de Botton, passou por Lisboa, para lançar a obra, que parece ser um êxito.

Alain de Botton assume-se como ateu convicto. Mas é talvez a partir da descrença que melhor se veja os benefícios das religiões, que os ateus deveriam recuperar. Há, de facto, necessidades cruciais sempre presentes, que são a razão das religiões e para as quais a sociedade profana não mostrou capacidade de resposta eficaz: "a necessidade de viver harmoniosamente em comunidade, apesar dos nossos impulsos egoístas e violentos profundamente enraizados" e "a necessidade de enfrentar graus terríveis de sofrimento por causa da nossa vulnerabilidade perante o fracasso profissional, as dificuldades das nossas relações com as pessoas próximas, o desaparecimento dos seres queridos e a nossa própria decrepitude".

Somos particularmente vulneráveis à solidão. Ora, aí está, por exemplo, a Missa, lugar de encontro de conhecidos e desconhecidos: aí está "a possibilidade rara de saudar um desconhecido sem correr o risco de ser julgado importuno ou louco". Aí, partilha-se a igualdade: "monarcas e magnatas ajoelham-se e inclinam-se diante da estátua de um carpinteiro". E, quando os fiéis, numa catedral, entoam o "Gloria in excelsis Deo", percebe-se que esta multidão é bem diferente das dos centros comerciais: um cântico exaltante que nos leva a pensar que "afinal, a humanidade talvez não seja uma coisa tão miserável".

No Dia da Expiação, Yom Kipur, os judeus, reunidos na sinagoga, repetirão: "Pecámos, agimos de modo pérfido, roubámos, caluniámos. Agimos de modo obstinado, e mau, e com presunção, fomos violentos, mentimos...". E é a possibilidade da reconciliação do culpado e da vítima, de quem causou o mal e de quem o padeceu e sofre. É aí também que se situa a confissão católica, com o perdão que chega a partir de Deus e que permite um novo recomeço.

Nas nossas sociedades libertárias, não se tolera repreensões morais, já que a liberdade é considerada a virtude política suprema e cada um deve poder agir à sua vontade. Mas então é o que se sabe e vê. As religiões, porém, são mais realistas em relação ao ser humano e, por isso, sabem dar orientações concretas para os vários domínios da existência. É que, por exemplo, "a insolência e a humilhação afectiva podem ser tão corrosivas como o roubo e o assassínio."

John Stuart Mill disse que "a finalidade das universidades não é tanto formar magistrados, médicos e engenheiros competentes como formar seres humanos capazes e cultos." Segundo Matthew Arnold, uma educação cultural autêntica devia inspirar em nós "o amor dos nossos semelhantes, o desejo de dissipar a confusão humana e diminuir a miséria humana" e não devia gerar nada menos do que "a nobre aspiração de deixar o mundo melhor e mais feliz do que o encontrámos". De facto, a universidade moderna parece quase não se preocupar com inculcar nos seus estudantes "aptidões emocionais ou éticas e, ainda menos, ensiná-los a amar os seus semelhantes e a deixar o mundo mais feliz do que o encontraram." A razão disso está, segundo Botton, no declínio do ensino das Escrituras: instalou-se a esperança de que "a cultura poderia ser não menos eficaz do que a religião na sua aptidão para guiar, humanizar e consolar."

Alain de Botton é particularmente sensível à arte sacra e nomeadamente à arquitectura. O feio poderá abençoar a nossa alma? A beleza é "uma versão perceptível da virtude". O cristianismo não nos deixa qualquer dúvida quanto à finalidade da arte: "é um meio de nos lembrar o que conta", da ternura à compaixão, da compreensão ao amor e à abertura e encontro com a transcendência.

Aí ficam breves apontamentos sobre um livro belo. Raramente se chamou tão bem a atenção para as dimensões humanizantes das religiões.



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MATINAS...DE ONTEM COMO SE FOSSE HOJE

 

LUGARES QUE DEIXAM MARCA
Ontem, no babélico corropio dos Pasteis de Belém,agora, no corropio outro,mais sereno,de bairro,no Café O CARECA, ao Restelo.
Aqui a marca são os "famosos" croissants mas também a qualidade e eficácia do serviço.
À multiplicidade de salas dos Pasteis, sempre a abarrotar de gente, sucede,aqui, uma pequena e envidraçada sala com pequeno jardim onde meia dúzia de plátanos acolhem à sua sombra moradores ávidos de muitas conversas e outras tantas leituras.
Para quando o fazer de Portugal , deste "solzinho" que nos afaga o dessubsidiado coração a derradeira IMAGEM DE MARCA que nos marque e a quem por aqui passe?
antónio colaço

 

 



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Sexta-feira, 22 de Junho de 2012
P-O-R-T-U-G-A-L (II)
P-O-R-T-U-G-A-L
Também esta "Toccata" (soa bem, prontos!!!) era para ter sido editada, ontem, já que foi gravada (nos estúdios da ânimo/JFSFX) poucas horas antes da largada das caravelas rumo a Varsóvia!!!!
Ponham aqui os olhos, perdão, os ouvidos, nestes dedicados amores aos nossos jogadores e deixem-se de ...rumores sobre o fulano e beltrano que não joga, não treina, etc,etc.
2
A ânimo fará a sua previsão para as meias finais depois de saber quem tem o privilégio de nos defrontar!!!
antónio colaço


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P-O-R-T-U-G-A-L

 

Esta imagem era para ter sido editada, ontem, e ainda ir a tempo de empurrar a caravela dos descobridores de Varsóvia (uau!!!) dizendo-lhes que o vento estava de feição!!!!

Tal como a Toccata que aí vem a seguir!!!!!

Ninguém sublinhou a capacidade de antecipar resultados desta "ânimozinha"!!!!
(Inbejuosos, é o que é!!!O que vale é que estamos todos dentro do mesmo barco, quer dizer, caravela!!!)

antónio colaço



publicado por animo às 15:56
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Quinta-feira, 21 de Junho de 2012
PORTUGAL VAI PASSAR ......NO CHECK-IN!!!!

 A assistir,sentado,praticamente sozinho,de forma permanente,nas bancadas do Allegro, em écran gigante,à repetição do Portugal-Holanda.
Como se hoje fosse MAIS LOGO!
Um mais logo GIGANTE eu que estarei,outa vez, perante um écran.....pequenino

mas ...com JOGADORES GIGANTES lá dentro!


PS
1

Ok.Só dá futebol.Catarse, assim, limitada, eu sei de mim e depois?
Depois a gente vai continuar a driblar as fintas com que a troika nos faz perder o goooooolo dos dias à espera do DIA.
Ronaldo, hoje vais ajudar o Nani, sim, tu não és o salvador da pátria mas ele hoje precisa de ti.

Deixa a defesa com todos nós, os teus "igrejos avós!!!"
O Nani que não se esqueça de fazer como tu quando marcar:
-"É PARA VÓS, FILHOS!!!!"
2
Não liguem àquele "13" ali no écran!!!!
Antes, à "ALMA" de que precisamos para esse "MOMENTO" do Gooooooooolo!!!
É que só precisamos de UM!!!
antónio colaço
 
 


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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
LISBOAS

 

Um bichano em cenário muito emerenciano. De Emerenciano Rodrigues, quero dizer!!!

PS

Em boa verdade trata-se de uma bichana, a Micas, e o édredon é do IKEA, passe a publicidade, mas com uma linha muito próxima da escripintura do meu amigo Emerenciano!!!

antónio colaço



publicado por animo às 11:29
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MATINAS COM VÉSPERAS DENTRO

A ânimo à deriva, resistindo a todos os tremores, a todos os temores, mas, ainda assim, farol e porto de abrigo de si própria.
Faz sentido?....
FAZ!!!!
Boa noute!

 

 AS MATINAS DAS VÉSPERAS DE ONTEM
Foi um susto!!!
Esta era a imagem do Tejo ontem à noite, ou seja, já a dormir para acordar hoje!!!
Tudo para abrir o apetite a um cestinho que veio Tejo abaixo e.....

Exactamente, um cestinho de cerejas que, faz de conta, não foi comprado numa qualquer loja da capital e, sim, com cerejas apanhadas lá para as bandas da Soalheira, nas encostas da Gardunha!!!
Sirvam-se!!!
Animem-se, que é o que tentamos fazer por aqui!!!!

antónio colaço

 

 



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Domingo, 17 de Junho de 2012
LISBOAS

Como os jacarandás acreditando na força da sua violácea união,

 assim, daqui a pouco,

"11 POR TODOS TODOS POR 11", força Selecção!!!

antónio colaço



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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

ETTY HILLESUM E A ÚNICA SOLUÇÃO
"Podem roubar-nos as coisas algo complicadas, podem roubar-nos alguns bens materiais, alguma aparente liberdade, mas somos nós que cometemos o maior roubo a nós próprio...s, roubamo-nos as nossas melhores forças através da nossa mente errada. Através de nos sentirmos perseguidos, humilhados e oprimidos.Através do nosso ódio.Através de fanfarronice que esconde o medo.Bem podemos, às vezes,sentirmo-nos tristes e abatidos por causa daquilo que nos fazem.Isso é humano e compreensível.Porém, o maior roubo que nos é feito somos nós mesmos que o fazemos."


Etty Hillessum, o seu Diário, a sua prática de vida, trazidas à luz do dia por Frei Bento Domingues.
Mais um contributo para ajudar a salvar estes meus últimos dias.

antónio colaço

 

Clic na imagem para melhor leitura.Obrigado.



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Sábado, 16 de Junho de 2012
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

PE ANSELMO BORGES

IN DN

 

UM HOMEM LIVRE PODE CRER EM DEUS?

 

É este o título de um pequeno livro, recentemente publicado, de um prestigiado jovem filósofo francês, Charles Pépin: Un homme libre peut-il croire en Dieu?

Em primeiro lugar, a fé é do foro íntimo livre de cada um, de tal modo que, mesmo que se tente forçar alguém a acreditar ou a abandonar a fé, o que se pode conseguir é que manifeste gestos ou sinais exteriores de fé ou descrença, mas, no seu íntimo, continuará livre para acreditar ou não.

Mas a pergunta quer ir mais longe e mais fundo, pois há dois modos de entendê-la: "o homem é livre de crer em Deus?", e sobretudo: "é possível permanecer um homem livre, crendo em Deus?"

Deus é uma questão livre. Porquê? Deus não é objecto de demonstração científica e, portanto, não sendo possível demonstrar a sua existência, fica entregue à liberdade. Se se pudesse demonstrar a sua existência, não se estaria no plano da fé, do crer, mas do saber. Uma vez que Deus não é demonstrável, é possível acreditar ou não acreditar. Como dizem aliás as próprias palavras crença, que vem de credere, crer, crédito, dar crédito, e fides, fé, confiança, ter confiança.

Nisto, Kant é inultrapassável. Porque o saber científico tem como uma das suas condições que o objecto conhecido seja do domínio da experiência, não se pode demonstrar cientificamente nem que Deus existe nem que não existe. Deus é um postulado da razão prática e objecto de esperança, respondendo à pergunta: o que é que nos é permitido esperar? O homem só age moralmente quando age por dever. Mas, cumprindo o dever, que pode exigir heroicidade e até a morte, merece ser feliz. Ora, só Deus pode ser o garante da harmonia entre o dever cumprido e a felicidade. Exige-se então moralmente que Deus exista.

O acto de fé, que não é cego, pois tem as suas razões, implica, pois, pela sua própria natureza, a liberdade, é um acto livre. Não admira então que Tomás de Aquino tenha escrito que a fé convive com a dúvida. O crente autêntico é aquele que não acredita pura e simplesmente por ouvir dizer ou por educação ou pressão social. Como escreve Pépin, se alguém acredita verdadeiramente, é porque "parou um instante, duvidou, sentiu-se livre e deu esse passo." Certamente, o ateu e o agnóstico, conscientes e também com as suas razões, procederam do mesmo modo.

Aqui, surge a outra pergunta: evidentemente, a fé é um acto livre, mas pode o homem livre continuar livre, crendo em Deus? É que Deus não é um "objecto" qualquer, como os outros: é infi- nito, omnisciente, omnipotente, criador. Como pode então o homem ser livre, se deve a sua liberdade a Outro, a Deus? Afinal, como escreveu Feuerbach, não é o homem que criou Deus e não o contrário, devendo, portanto, recuperar o que colocou fora dele, alienando-se? Para se poder criar a si mesmo, ser livre para inventar valores, decidir o valor dos valores, ter a liberdade de inventar o sentido da vida, não deve o homem deixar de crer em Deus? Não foi isso que reivindicaram concretamente Sartre, Marx, Nietzsche?

Será necessário responder, perguntando: o que seria uma liberdade que não implicasse a liberdade de crer em Deus? Depois, não é a liberdade total um fantasma? Não reconhece o próprio Sartre que, mesmo sem Deus, estamos sob o olhar do outro? E não postula Marx um sentido pré-existente da História? E Nietzsche não crê no Super-homem?

Mas Pépin vai mais longe, perguntando se a liberdade não é uma invenção do cristianismo, precisamente a partir da fé, no sentido de dar crédito, crer, ter confiança, confiar, que arrastam consigo a dúvida, o direito à dúvida, a legitimidade da hesitação. Foi o cristianismo, e concretamente São Paulo - o homem é justificado pela fé, lê-se na Carta aos Romanos -, que inventou a ideia de que o homem pode crer ou não em Deus, confiar ou não nesse Ser, que é omnipotente e Amor infinito, e essa ideia estende-se ao futuro, a um mundo melhor, a um amigo, a uma mulher. Esta possibilidade de fé face ao Infinito descobre simultaneamente o eu, a pessoa e a sua dignidade. "Um homem livre pode crer em Deus, ou mais precisamente: a questão da liberdade só se põe para este homem que o cristianismo inventou."



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Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe.Anselmo Borges

 

SOBRE O DIÁLOGO INTER RELIGIOSO

In DN 9JUN2012

 

Aquestão do diálogo inter-religioso volta constantemente, também por causa da paz. Actualmente, a religião mais perseguida é o cristianismo.

Para esse diálogo, há pressupostos essenciais.

1. Religioso e Sagrado não se identificam. Trata-se de realidades distintas: religioso diz respeito ao pólo subjectivo, isto é, ao movimento de transcendimento e entrega confiada por parte das pessoas religiosas ao pólo objectivo, que é o Sagrado ou Mistério, a que todas as religiões estão referidas, configurando-o a seu modo.

2. Questão decisiva é a da revelação. A pergunta é: como sabem os crentes que Deus falou? Mediante certas características - por exemplo, a contingência radical, a morte e o protesto contra ela, a esperança para lá da morte, a exigência de sentido último -, a própria realidade, sempre ambígua, mostra-se ao crente co-implicando a Presença do Divino como seu fundamento e sentido últimos. Como escreve A. Torres Queiruga, "não se interpreta o mundo de uma determinada maneira porque se é crente ou ateu, mas é-se crente ou ateu porque a fé ou a não crença aparecem ao crente e ao ateu, respectivamente, como a melhor maneira de interpretar o mundo comum".

3. A leitura dos livros sagrados não pode ser de modo nenhum literal, mas histórico-crítica. Por outro lado, se toda a religião tem como ponto de partida e de "definição" esta pergunta essencial: o quê ou quem traz libertação e salvação?, a libertação-salvação total é que constitui o fio hermenêutico decisivo para a interpretação correcta dos livros sagrados na sua verdade final. Só a esta luz é que eles são verdadeiros.

4. Condição essencial para a paz é a separação da(s) Igreja(s) e do Estado. Só mediante a neutralidade religiosa do Estado, é possível a garantia da liberdade religiosa de todos os cidadãos sem discriminação. Mas a laicidade não significa de modo nenhum que o Estado e a(s) Igreja(s) não possam e devam colaborar.

O diálogo inter-religioso assenta em quatro pilares fundamentais.

1. Todas as religiões, desde que não só não se oponham ao Humanum, mas, pelo contrário, o afirmem e promovam, são reveladas e verdadeiras. Desde sempre Deus procura manifestar-se e comunicar-se a todos. Assim, em todas as religiões há presença de revelação e, portanto, de verdade e santidade. Precisamente porque todas são reveladas, mas no quadro de interpretações humanas, todas são também simultaneamente verdadeiras e falsas, precisando de autocrítica.

2. As religiões são manifestações e encarnações da relação de Deus com o homem e do homem com Deus. Elas estão referidas, isto é, em relação com o Absoluto, mas elas próprias não são o Absoluto. O Absoluto não pode ser possuído ou dominado pelo homem. Quando o homem fala de Deus, está sempre a falar do Deus dito por ele e não, embora referido a ele, do Deus em si mesmo.

3. Se as religiões não são o Absoluto, embora referidas a ele, as pessoas religiosas devem dialogar para melhor se aproximarem do Mistério divino absoluto já presente em cada religião, mas sempre transcendente a cada uma e a todas.

4. Paradoxalmente, o quarto pilar afirma que do diálogo inter-religioso fazem parte também os agnósticos e os ateus, pois o que, antes de mais, nos vincula a todos é a humanidade, concluindo-se, assim, que os agnósticos e os ateus são aqueles que, por estarem "de fora", talvez melhor possam aperceber-se da inumanidade, superstição e idolatria, que tantas vezes afectam as religiões históricas.

Antes de sermos crentes ou não crentes, estamos vinculados pela humanidade comum e é pela sua realização plena em todos os homens e mulheres que devemos estar unidos. Critério essencial da verdade de uma religião é, pois, o seu compromisso com os direitos humanos e a realização plena do ser humano. O respeito pelo outro, crente ou ateu, e a salvaguarda da criação, não são algo acrescentado à religião, mas suas exigências intrínsecas.



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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

A NOVA EVANGELIZAÇÃO

 

 

In Público, 10 Jun 2012.

 

Clica na imagem para melhor leitura.Obrigado.

 

 



publicado por animo às 12:00
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2012
ALENTEJO . TEMOS OURO EM QUANTIDADE PARA ACABAR COM A AUSTERIDADE!!!JÁ

Messejana.Acrílico. Colecção da Junta de Freguesia de Messejana.

 

O Alentejo é liiiiiiiiiiindo!
E tem muito OURO, acaba de ser revelado!!!
Uma reserva "impressionante" dizem as notícias!!!
Senhores da Troika, todos para o Alentejo em força e já!
Ponham aqui os olhos, vejam a riqueza que há cá!!!!
Fim a toda a austeridade,já!
O nosso subsidiozinho de férias para cá,já e....com juros!
Reabram-se as empresas fechadas e as falidas anunciadas,já!
Regresso dos jovens licenciados e de todos os emigrados,já!
Centros de Acolhimento para todos os novos sem-abrigo enquanto preparam o regresso aos empregos perdidos,já!
Regresso a casa de todos os casais que a crise separou,já!
O Alentejo é lindo e o seu ouro refulgente.
Senhores deste país,ao OURO para salvar PORTUGAL e a sua gente!
Alô,Carlos Júlio,irmão,tirem-nos desta INQUIETAÇÂO!
 
antónio colaço

 

 



publicado por animo às 19:04
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