Domingo, 3 de Junho de 2012
LISBOAS

 

O esplendor de Portugal.

O esplendor de Portugal!

(Feira de velharias junto dos Jardins dos Jerónimos. Quaquer coisa tipo, tendinhas dos nossos navegadores de 500, poe ex. na tendinha do Tristão Vaz, bolsinhas de açafrão das Índias, na do Gonçalves Zarco tecidos das tecedeiras de Goa...etc

 

 

O esplendor de Portugal.

Máquina de escrever de Facebooker do sec XVIII!
Estas fotografias, o fazê-las, é sempre uma incógnita.Meio à socapa, confesso!
Mas o objectivo é mesmo para reflectirmos sobre os privilegiados que somos em podermos, nos nossos dias, beneficiar das constantes actualizações das novas tecnologias!!!

O esplendor de Portugal!
A única imagem de uma fantástica tarde de sol em Carcavelos.O meu querido pombo branco reapareceu, creio que para me brindar com um rápido voo de agradecimento pelo destaque que aqui lhe dei ontem.Ah!ficou melindradíssimo com o facto do meu querido amigo Manuel Manel Pires Antunes o ter confundido com uma qualquer gaivota!!!

 

ANTÓNIO ESTEIREIRO

Esta tarde, no final da Eucaristia dos Jerónimos.

 

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MATINAS

 

O esplendor de Portugal.



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Sábado, 2 de Junho de 2012
LISBOAS DAS TÍLIAS E DOS JACARANDÁS

Foto.Imediações do Estádio mais bonito de Portugal,Restelo

Continuação deste espanto violáceo nas redondezas da redacção da ânimo.

 

 Descer a Avenida da Ilha da Madeira, depois de uma pequena incursão pela Avenida que dá acesso ao Estádio do Restelo - que pena, o Estádio mais bonito de Portugal votado a um abandono sem glória,as suas Piscinas, outrora pujantes de vida, agora desprotegidas, à merce das piores das intempéries, a do esquecimento - descer a Avenida é um privilégio de que quero sentir-me digno.

Para além dos Jacarandás, em pleno vale de lágrimas de anunciada despedida, tem sob os seus céus o intenso aroma das tílias a tomar-me conta dos passos.
O aroma das tílias acompanha-me desde um Junho muito remoto onde se confundem restos de uma dor antiga mas também a energia de uma Voz amiga que sempre por estes dias convoco.
Vinde, tílias do meu ser, tomai conta do que em mim continua a fazer-me renascer.

antónio colaço

 



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MATINAS

GRANDE ARTIGO de Miguel Sousa Tavares!

Sem bateria no tlm apenas para sublinhar que a nossa tese de colocar os contadores a zero,como defendemo na SICnotícias há um mês,tem aqui o seu expoente máximo!

Vê,Miguel,comO as redes sociais podem ajudar a ampliar as suas melhores ideias,mais do que continuar a excomungá-las pelo que têm de pior (no que concordamos consigo?).
Leitura OBRIGATÓRIA.

Alguém no Governo que leia!

António José Seguro,não hesite em ler e,melhor, fundamentar aqui um PROGRAMA PARA LIMPEZA de Portugal de toda a "trampa" que nos impede dias MAIS FELIZES!

antónio colaço

 

ÚLTIMA HORA

O ARTIGO DE MIGUEL SOUSA TAVARES OBTIDO ATRAVÉS DE SOUSA E CASTRO NO FACEBOOK

 

HÁ ALGUNS INCOMPETENTES, MAS POUCOS INOCENTES

por Miguel Sousa Tavares - Expresso, hoje


Como caixa de ressonância daqueles que de quem é porta-voz (tendo há muito deixado de ter voz própria), o presidente da Comissão Europeia, o portugu...ês Durão Barroso, veio alinhar-se com os conselhos da troika sobre Portugal: não há outro caminho que não o de seguir a “solução” da austeridade e acelerar as “reformas estruturais” — descer os custos salariais, liberalizar mais ainda os despedimentos e diminuir o alcance do subsídio de desemprego. Que o trio formado pelo careca, o etíope e o alemão ignorem que em Portugal se está a oferecer 650 euros de ordenado a um engenheiro electrotécnico falando três línguas estrangeiras ou 580 euros a um dentista em horário completo, é mais ou menos compreensível para quem os portugueses são uma abstracção matemática. Mas que um português, colocado nos altos círculos europeus e instalado nos seus hábitos, também ache que um dos nossos problemas principais são os ordenados elevados, já não é admissível. Lembremo-nos disto quando ele por aí vier candidatar-se a Presidente da República.

Durão Barroso é uma espécie de cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra: se os srs. Monti, Draghi, Van Rompuy se mostram vagamente preocupados com o crescimento e o emprego, lá, no alto do edifício europeu, o cata-vento aponta a direcção; se, porém, na semana seguinte, os mesmos senhores mais a srª Merkel repetem que não há vida sem austeridade, recessão e desemprego, o cata-vento vira 180 graus e passa a indicar a direcção oposta. Quando um dia se fizer a triste história destes anos de suicídio europeu, haveremos de perguntar como é que a Europa foi governada e destruída por um clube fechado de irresponsáveis, sem uma direcção, uma ideia, um projecto lógico. Como é que se começou por brincar ao directório castigador para com a Grécia para acabar a fazer implodir tudo em volta. Como é que se conseguiu levar a Lei de Murphy até ao absoluto, fazendo com que tudo o que podia correr mal tivesse corrido mal: o contágio do subprime americano na banca europeia, que era afirmadamente inviável e que estoirou com a Islândia e a Irlanda e colocou a Inglaterra de joelhos; a falência final da Grécia, submetida a um castigo tão exemplar e tão inteligente que só lhe restou a alternativa de negociar com as máfias russas e as Three Gorges chinesas; como é que a tão longamente prevista explosão da bolha imobiliária espanhola acabou por rebentar na cara dos que juravam que a Espanha aguentaria isso e muito mais; como é que as agências de notação, os mercados e a Goldman Sachs puderam livremente atacar a dívida soberana de todos os Estados europeus, excepto a Alemanha, numa estratégia concertada de cerco ao euro, que finalmente tornou toda a Europa insolvente. Ou como é que um pequeno país, como Portugal, experimentou uma receita jamais vista — a de tentar salvar as finanças públicas através da ruína da economia — e que, oh, espanto, produziu o resultado mais provável: arruinou uma coisa e outra. E como é que, no final de tudo isto, as periferias implodiram e só o centro — isto é, a Alemanha e seus satélites — se viu coberto de mercadorias que os seus parceiros europeus não tinham como comprar e atulhado em triliões de euros depositados pelos pobres e desesperados e que lhes puderam servir para comprar tudo, desde as ilhas gregas à água que os portugueses bebiam.

Deixemos os grandes senhores da Europa entregues à sua irrecuperável estupidez e detenhamo-nos sobre o nosso pequeno e infeliz exemplo, que nos serve para perceber que nada aconteceu por acaso, mas sim porque umas vezes a incompetência foi demasiada e outras a inocência foi de menos.

O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito — de há muito! — se sabia existirem no BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a economia 4%”? Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros?

O que poderemos nós pensar quando descobrimos que à despesa declarada e à dívida ocultada pelo dr. Jardim ainda há a somar as facturas escondidas debaixo do tapete, emitidas pelos empreiteiros amigos da “autonomia” e a quem ele prometia conseguir pagar, assim que os ventos de Lisboa lhe soprassem mais favoravelmente?

O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo?

A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva — sim, retroactiva — que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem correspondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários.

Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos.

Mais uma? Escrevam uma lei que estabeleça que todas as empresas de construção civil, que estão paradas por falta de obras e a despedir às dezenas de milhares, se possam dedicar à recuperação e remodelação do património urbano, público ou privado, pagando 0% de IRC nessas obras. Bruxelas não deixa? Deixa a Holanda ter um IRC que atrai para lá a sede das nossas empresas do PSI-20, mas não nos deixa baixar parte dos impostos às nossas empresas, numa situação de emergência? OK, Bruxelas que mande então fechar as empresas e despedir os trabalhadores. Cumpra-se a lei!

Outra? Proíbam as privatizações feitas segundo o modelo em moda, que consiste em privatizar a parte das empresas que dá lucro e deixar as “imparidades” a cargo do Estado: quem quiser comprar leva tudo ou não leva nada. E, já agora, que a operação financeira seja obrigatoriamente conduzida pela Caixa Geral de Depósitos (não é para isso que temos um banco público, por enquanto?). O quê, a Caixa não tem vocação ou aptidão para isso? Não me digam! Então, os administradores são pagos como privados, fazem negócios com os grandes grupos privados, até compram acções dos bancos privados e não são capazes de fazer o que os privados fazem? E, quanto à engenharia jurídica, atenta a reiterada falta de vocação e de aptidão dos serviços contratados em outsourcing para defenderem os interesses do cliente Estado, a troika que nos mande uma equipa de juristas para ensinar como se faz.

Tenho muitas mais ideias, algumas tão ingénuas como estas, mas nenhumas tão prejudiciais como aquelas com que nos têm governado. A próxima vez que o careca, o etíope e o alemão cá vierem, estou disponível para tomar um cafezinho com eles no Ritz. Pago eu, porque não tenho dinheiro para os juros que eles cobram se lhes ficar a dever.


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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012
ARRAIAL EM S.FRANCISCO XAVIER

 

 

Mesmo a nossos pés, junto da Igreja/Pavilhão de S.Francisco Xavier, ao Restelo (por trás do edifício do Ministério da Defesa) um animadíssimo ARRAIAL.
Excelente organização, acepipes variados - diversos enchidos grelhados, sardinha assada - e o convite para que se juntem a nós ainda amanhã!!!



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LISBOAS

Carcavelos, esta tarde.

LÁ VAI A BARCA BELA QUE LEVA MUITO QUE CONTAR.

Carcavelos. Que bom voltar a vê-los.



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JACARANDAÁS NO AUGE DE UM VIOLÁCEO ESPANTO

Não é a mais significativa mas a mais urgente imagem para alertar os amantes dos Jacarandás:
-ESTÃO NO AUGE!
As avenidas de Lisboa que os adoptaram começam a ficar atapetadas deste violáceo espanto.
É urgente nada perder deste inebriante acontecer e em que, afortunadamente, a cada hora tropeçamos!



publicado por animo às 23:47
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ESTREIA BALNEAR COM POMBO BRANCO E CRIANÇA


Carcavelos.
Fomos tantos.
Como queríamos lá ver-nos!!!!
2
Este pombo branco ocupou-me a tarde.
Lindo de morrer.
Mas como se vê não fui o único que ficou fascinado.

Uma bonita imagem quase a despedirmo-nos de mais um Dia Mundial da
antónio colaço


publicado por animo às 19:54
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