Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012
BARREIROS

 

 

Felizmente que na primeira e rápida deslocação ao Barreiro consegui dar com a sua frente ribeirinha porque a sensação que se tem quando se entra na área das antigas metalúrgicas é, como dizer sem chocar os meus amigos que por ali habitam, "chernobiliniana"!

É um pouco forte o termo, sim, mas o peso histórico do passado de quem por aqui trabalhou deveria merecer uma mais atenta e cuidada intervenção.   É um assunto a que quero regressar!  

Ficam estas imagens mais retemperadoras!  

antónio colaço

 



publicado por animo às 11:46
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CRAM. CONCERTO DE NATAL. O CORO JUVENIL

 Ainda sob a condução da maestrina Elsa Gomes, o Coro Juvenil:



publicado por animo às 11:36
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CONCERTO DE NATAL DO CRAM . SENHORAS E SENHORES, O CORO INFANTIL!

Uma ternura!

O coro infantil do CRAM.
Maestrina Elsa Gomes. 



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CRAM . CONCERTO DE NATAL JUNTA FAMÍLIA E AMIGOS (II)

Ao longo do dia iremos editando mais alguns momentos do Concerto de Natal que ontem fez subir ao Teatro Joaquim de Almeida muitos familiares e amigos dos alunos do CRAM.
A qualidade das imagens é a que sabem mas fica a nossa decidida vontade de dar público conhecimento desta afirmação de pujança e vitalidade de um projecto que em nada fica atrás do que de melhor por esse desanimado país, ainda e apesar de tudo, se faz!

Obrigado.

A orquestra do CRAM num pequeno excerto da sua magnífica actuação sob o comando do maestro Ceciliu Isfan:



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CRAM-CONCERTO DE NATAL JUNTA FAMÍLIA E AMIGOS

Pelo terceiro ano consecutivo o CRAM-Conservatório Regional de Artes do Montijo fez encher o Teatro Joaquim de Almeida, no Montijo, naquela que começa a tornar-se uma iniciativa que veio para ficar e com a qual alunos e professores saem da Escola para virem celebrar o Natal com a família, amigos e, por certo, muitos amigos e admiradores da Música.

A imagem do Coro das Iniciações é bem a afirmação da certeza de que, de pequenino se torce o destino no que à afirmação da Música no Montijo diz respeito. Cantaram e encantaram como se diz!

Se dúvidas houvesse sobre a certeza da aposta da AFPDM-Associação para a Formação Profissional e Desenvolvimento do Montijo ao criar o CRAM, esta inequívoca afirmação do interesse dos montijeneses ao apostarem na formação musical dos seus filhos tiraria todas as dúvidas aos mais incrédulos.

Este foi, também, em síntese, o fio condutor da intervenção final do Prof Ilídio Massacote, Director pedagógico do CRAM, na curta mas significativa intervenção com que brindou e desejou Santo Natal a todos os presentes.

Ficam as breves palavras que deixou para os leitores da ânimo, e recolhidas já com os holofotes desligados, mas que, de tão luminosas, confirmam a vontade de continuar a fazer melhor não obstante as limitações no que à exiguidade das actuais instalações diz respeito face ao êxito da adesão a este projecto. Quem sabe, um destes dias, se a pujança do CRAM não encontra nalgum espaço abandonado um lugar mais amplo para que a Música possa alegrar e cativar ainda mais os nossos troikianos corações!

Parabéns, professores e alunos!
Fale, Ilídio:

 



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Domingo, 16 de Dezembro de 2012
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges, in Diário de Notícias,15Dez

 

Ciência e religião: um desafio, não um conflito

 

Ele sabe do que fala. É o jesuíta George Coyne, director emérito do Observatório do Vaticano, onde desempenhou um papel relevante no quadro das relações entre conhecimento científico e religião, dialogando com alguns dos mais prestigiados cien-tistas contemporâneos: Stephen Hawking e Richard Dawkins, entre outros.

Numa entrevista à US Catholic, defende precisamente que, mesmo que a Igreja nem sempre tenha sido dessa opinião, entre a ciência e a religião não há conflito, mas um desafio, ajudando ambas, desde que se trate da verdadeira fé religiosa e da verdadeira ciência, a compreender um universo dinâmico e criativo.

O universo é "um desafio incrível". Em primeiro lugar, lida-se com números avassaladores: o universo tem 13 700 milhões de anos - mil milhões é um seguido de nove zeros - e o número de estrelas existentes, nos cem mil milhões de galáxias, é um seguido de 22 zeros.

Neste universo gigantesco, não podemos, pois, excluir a existência noutras paragens de vida inteligente. E nós, como aparecemos nós? Isto aconteceu por acaso ou num processo necessário? Tudo foi por acaso ou por necessidade?

A sua resposta: "Segundo a ciência moderna, pelas duas coisas ao mesmo tempo: somos o resultado do acaso e da necessidade num universo fértil." O nosso Sol é uma estrela de terceira geração. Precisamos de três gerações de estrelas para conseguir uma capaz de fornecer os elementos necessários para a vida. É isso que se quer dizer com a fertilidade do universo: mediante processos físicos no universo, construir a química necessária para a vida.

É preciso contar com as leis da natureza. Por exemplo, quando dois átomos de hidrogénio se encontram, pode formar-se uma molécula de hidrogénio, mas também pode acontecer que não, devido às condições de temperatura e pressão. Não deve surpreender-nos que, por acaso, dois átomos se encontrem num momento em que as condições são adequadas, formando uma molécula de hidrogénio. Isso é "acaso", mas também é algo mais. Podemos determinar uma probabilidade de que isso aconteça. Nalgumas galáxias, é mais provável. É uma combinação de acaso e de necessidade, mas, num universo fértil, há muitas possibilidades de que isso ocorra.

Então, "com toda esta química à disposição durante 14 mil milhões de anos, o acaso e a necessidade trabalharam juntos para construir moléculas cada vez mais complexas. Assim, obtemos proteínas, aminoácidos e açúcares, ADN, fígados, corações, e, por fim, o cérebro humano, através da evolução biológica".

Conhecemos, portanto, o processo científico que nos levou a ser o que somos. Foi Deus que fez isto? "Falando como cientista, a minha resposta é: não sei." A ciência não tem possibilidade de responder. Posso ficar e fico surpreendido com a existência deste movimento. Para mim, como cientista, "o ser humano é um organismo biológico complexo" e "não posso falar sobre o seu carácter espiritual"; "como objectos materiais no universo, seria difícil para mim, como cientista, defender que somos especiais". A criação tem carácter evolutivo e há processos aleatórios, e não sabemos completamente para onde se dirige. Enquanto cientista, "também não posso falar de Deus", pois, nessa altura, não estaria a fazer ciência. "Creio que é muito importante na sociedade moderna, sobretudo na América, não confundir o que sabemos pela ciência com o que sabemos pela filosofia, a teologia, a literatura e a música."

Há cientistas que dizem que os crentes estão enganados, mas a maioria respeita profundamente a fé religiosa. Aliás, o próprio ateísmo "já é uma prática da fé", pois "um ateu não pode demonstrar que não há Deus". A experiência humana é mais ampla do que as explicações racionais, e "a fé vai para lá da razão, mas não está em contradição com a razão". G. Coyne acredita no Deus revelado por Jesus.

De novo: o homem é especial? "Ser especial enquanto peça material no universo é uma coisa; ser especial ao conhecer a história religiosa e viver uma vida cheia de fé é outra. Mas continua a ser um desafio."



publicado por animo às 13:33
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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

Frei Bento Domingues, In Público

 

O SER HUMANO SERÁ UMA CAUSA PERDIDA?

 

1. Existem, ao que se diz, cada vez mais provas de que somos bons no que poderia parecer o mais difícil, isto é, nas ciências, nas artes, nas letras, mas também crescem os sinais de incapacidade de sermos decentes no serviço do bem público, permitindo o impensável na governação do país, a vários níveis.

Insistimos em nos afastar das más companhias, sobretudo da Grécia, encantados com elogios talvez interesseiros e de eficácia duvidosa. Ao crescerem, todos os dias, as evidências e os rumores de que o rol dos países em dificuldades e ameaçados, as más companhias são inevitáveis. Já não falta quem diga que a pior das companhias até parece ser o próprio regime da UE e da sua insensata moeda.

Para que a Europa não fique com as culpas todas, recorda-se que a origem da crise é norte-americana e a globalização é o sistema mais rápido de contágio, tanto do que serve para culpabilizar, como para desculpabilizar tudo e todos. A hora é dos chamados países emergentes. Os mais cépticos acrescentam: esperem pela roda da sorte.

Nesse panorama simplório, os velhos consolam-se por lhes ser poupado o espetáculo do desfecho da estupidez; os outros confiam que não há mal que sempre dure e que, entretanto, alguma coisa se há-se arranjar. A verdade do humor é implacável: se os velhos estão cada vez mais velhos, os novos não estão cada vez mais novos.

É notório que, nos tempos mais recentes, a humanidade tem acelerado o desenvolvimento das suas capacidades científicas e técnicas e, nas últimas décadas, Portugal não ficou fora desse movimento. É nefasta a ilusão de que é possível dispensar algo de mais difícil de conseguir: a orientação da vida pessoal e colectiva em termos éticos. A boa medida é fruto de um intelecto que deseja e de um desejo que pensa, na procura de instituições justas. Política e ética da virtude não são a mesma coisa, mas não podem andar separadas.

Uma boa filosofia baseada na experiência e guiada pela virtude da prudência, isto é, pela decisão avisada, exige muito tempo e contínuas conversões do desejo. Dada a persistência do egoísmo, da crueldade, do ódio e do mau uso da ciência e da técnica, não falta quem pense que já não há mutação mental ou do coração que nos possa salvar. O ser humano é uma causa perdida. A mutação que se impõe não é, pois, de ordem mental, mas genética. Por esse caminho, a humanidade seria a primeira espécie animal do universo conhecido a organizar as condições da sua própria substituição.

2. Michel Houellebecq escreveu as suas Partículas Elementares para prestar homenagem de despedida a essa espécie desafortunada e corajosa - ainda tão pouco diferente do macaco -, mas que é a nossa, capaz de um egoísmo ilimitado e de violências inauditas, mas que transportou consigo aspirações nobres e nunca deixou de acreditar na bondade e no amor, sem as conseguia realizar. Com a substituição genética anunciada, para os humanos da antiga raça, esse novo mundo parecia o paraíso. Por mais aberrante que essa ficção nos possa parecer, não é muito original. Numa das narrativas bíblicas da criação, o optimismo é total: "Deus criou o ser humano à sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher. (...) Deus, vendo toda a sua obra, considerou-a muito boa" (Gn. 1, 26-31).

Há quem diga que o Senhor se deve ter distraído com alguma coisa pois "a maldade dos homens era grande sobre a Terra, que todos os seus pensamentos e desejos tendiam sempre e unicamente para o mal. O Senhor arrependeu-se de ter criado o homem sobre a Terra e o seu coração sofreu amargamente. O Senhor disse: eliminarei da face da terra o homem que Eu criei e, juntamente, com o homem os animais domésticos, os répteis e as aves dos céus pois estou arrependido de os ter feito" (Gn. 6, 5-7).

A narrativa da corrupção atinge proporções tais que Deus não está só arrependido da obra que fez. A sua vontade é acabar com tudo mediante um dilúvio. Como o fim de tudo seria também o fim da narrativa, esta vai continuar com um salvador, acompanhado de todas as espécies. É a Arca de Noé. No final, Deus promete não mais amaldiçoar a terra por causa do homem, embora com muito pouca confiança "pois as tendências do coração humano são más desde a juventude" (Gn. 8, 21).

3. O Novo Testamento conhece duas genealogias teológicas de Jesus, não propriamente biológicas. A de S. Mateus começa com Abraão (1, 1-17); a de S. Lucas vai recuando de José até filho de Adão, filho de Deus (3, 23-38). Segundo este evangelista, Jesus, ao iniciar a Sua intervenção, tinha mais ou menos 30 anos. Começou tarde. Já tinha experiência profissional e algum tempo como discípulo de João Baptista, o austero, que nunca deixou de admirar. Escolheu, no entanto, outro rumo depois de uma experiência espiritual, que não se enquadrava com nada do que tinha vivido até aí (Lc. 7, 18-35;16, 16).

Jesus ficou tão marcado que, desde esse momento, Deus deixou de ser propriedade privada de um povo e para um povo, ou de algumas pessoas privilegiadas. São os caminhos de inclusão ou de exclusão que avaliam o coração das pessoas, das famílias, das sociedades e das políticas.

Veremos como.



publicado por animo às 13:30
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Sábado, 15 de Dezembro de 2012
PORQUE HOJE FOI SÁBADO....SABADEMO-NOS AS MÃOS!!!

 

Mais logo as imagens de um preenchido sábado que me levou desde a "Reforma Agrária", no Montijo, ao Ikea de Loures (a primeira vez) e ao Freeport, Alcochete.

É consumir!

É ...consUNIR!!!!

 

 

Do Montijo para...Loures!

IKEA pela primeira vez.

Afinal é só atravessar a ponte!

A um puto que se abeirou do Pai Natal para "pedir as prendas", como lhe sussurraram os pais, a resposta, célere, de quem deve estar desejoso que termine o horário de "serviço":

-"ESTE PAI NATAL É SÓ PARA TIRAR FOTOGRAFIAS!"

Se isto chega aos suecos....

Estes suecos têm cada ideia.....

Um salto aos vizinhos de Alcochete!!!

No carrossel dos dias, mais uma voltinha!!!

 

antónio colaço

 

 



publicado por animo às 23:51
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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2012
NATAL DE JORNALISTAS E ASSESSORES DE IMPRENSA PARLAMENTARES

Depois das palavras, as imagens animadas, na ânimo!

A tradição voltou a cumprir-se: as instalações dos Jornalistas Parlamentares, em S.Bento,viraram cabana de Belém para onde, seguindo a Estrela da Amizade, convergiram todos quantos por ali trabalham no agitado e frenético mundo das notícias.

Por uma vez, no ano, jornalistas e assessores de imprensa, convergem numa única deontologia, a de celebrarem a melhor notícia do mundo em cada ano: estamos vivos!

Nascemos, portanto, todos os anos para um novo ano!!!!

Obrigado pelo convite que nos fizeram mesmo se, dois anos depois, S.Bento é, agora, apenas e tão só, uma gratificante memória!

antónio colaço



publicado por animo às 19:25
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ANABELA NEVES (SIC) GANHA "ÂNIMO PARLAMENTAR2012!"

 

Anabela Neves, a histórica Presidente da Associação dos Jornalistas Parlamentares foi a brilhante vencedora (que linda expressão!) do habitual ( e histórico, meu, quéisso?!) sorteio de uma obra de arte oferecida aqui pelo animador de serviço (há tanto tempo que não recorria a tantos e saborosos "clichés!!!Ó balha-me Deus...zzz...).

Sendo que o Licor dentro caixinha é de....tangerina (da família das laranjinhas...) a entrega foi feita pelo meu querido amigo e histórico assessor do PSD, Zeca Mendonça!

Na foto, o eterno sorriso do histórico guardião de S.Bento, António Sá!

Parabéns, Anabela, pelo prémio e pela continuada animação que tens assegurado!

Igualmente são devidos Parabéns a todos, desde logo à Sô Dona Natália Rodrigues de Carvalho - não parou de cozinhar em todo o tradicional almoço natalício que junta nas intalaçõs dos Jornalistas Parlamentares em S.Bento, jornalistas e assessores de imprensa de todos os Grupos Parlamentares !!!- mas isso fica para a reportagem mais detalhada...já a seguir!!!!

antónio colaço

Natália Carvalho, Antena1, incansável a cozinhar um "risoto" ...parlamentar!Mas o must da sua culinária, para além do tradicional "foccaccio"e outros tipos de saborosos pães, este ano, deslumbrou com uma "liévre" que a todos deixou a chorar por mais.

Zeca Mendonça(PSD)e Anabela Teixeira da Cunha (PCP). Os almoços parlamentares de Natal são os únicos momentos em que a política pura e dura fica à porta da "cabana" natalícia!

A estrelinha da amizade brilha nesta Belém de todos os sabores!!!

Se a Lebre de Natália deslumbrou, as "Costeletas" de Judit Sousa (TSF) fizeram com que todos corressemos para o tachinho que nos trouxe:PARADISÍACAS!!!Feitas com mel, lima e sésamo, elevaram a qualidade gastronómica deste repasto ao ponto de acreditarmos que um destes dias o "Guia Michelin" vai ter que deixar aqui algumas das suas estrelinhas!!!!Um forte aplauso, também, para a Bôla que o estreante Miguel Marujo (DN) fez subir ao Plenário deste natalício almoço!!!

Mestre Sá, sempre atarefado, ainda chegou a tempo de provar as ditas costelitinhas de Judit!

Em fundo, a tela alusiva a S.Bento oferta do animador de serviço aos meus queridos amigos jornalistas parlamentares.

E agora seguem-se diversas fotografias de conjunto porque ora faltava um, ora faltava outro e todos queriam posar celebrando mais um ano de "estarmos juntos" como diz a canção!

Ocasião para noticiar que o animador de serviço levou um encorpado tinto, Currais, da Beira Interior, cuja garrafa foi "decorada"/ Caligrafada em homenagem ao histórico decano dos jornalistas, Oliveira Figueiredo, do Diário de Notícias, que há muito nos deixou, para quem pediu, não minutos de silêncio, mas minutos da sua esfusiante alegria!
A Ana Paula Correia, JN, ficou com a garrafa e lembrou a história do "Pássaro Azul" que um dia surpreendeu Oliveira Figueiredo!!!

 

NOTA

Mais logo, o filme dos acontecimentos!!!

É para o prime time!!!!
Bom Natal para todos!!!

antónio colaço



publicado por animo às 18:43
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A CAMINHO DE S.BENTO....

(clique no link.NÃO CONSIGO MELHOR!!!)

 

http://www.parlamentoglobal.pt/parlamento/vidas/2010/07/08/antonio-colaco-21-anos-de-nimo-no-parlamento3?fb_action_ids=424419734297442&fb_action_types=og.likes&fb_source=timeline_og&action_object_map=%7B%22424419734297442%22%3A468562103190507%7D&action_type_map=%7B%22424419734297442%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map

 

 

CONFESSO,esta coisa de não nos metermos na vida dos outros se não queremos lá ficar, como diria o Almada, creio, tem muito que se lhe diga.
Acho que herdei do meu querido e saudoso Pai este quase continuo cirandar de um lado para o outro da vida.
Lá no
fundo, por muito que a pressa dos dias não nos deixe interiorizar, do que se trata, mais do que "sobrevivência", creio, é de VIVÊNCIA que falamos. Uma espécie de continuarmos agarrados às acolhedoras saias da mãezinha, como quem diz, socorro, socorro, não me deixem ficar sozinho.
E eu tenho tido sempre a SORTE de ter comigo tantos amigos a quem confesso esta fraqueza de que me deixem ser seus amigos assegurando-lhes em troca que nunca os abandonarei....
É o que volto a fazer, hoje, encaminhando os meus passos para os "Passos Perdidos" para o "nosso" tradicional almoço de Natal, nós os assessores de imprensa e jornalistas parlamentares:Como se a vida em S.Bento, a AMIZADE que ali se constrói esteja continuadamente na ORDEM DO DIA.
Obrigado!

antónio colaço



publicado por animo às 10:11
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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2012
MARMELAR

São quatro marmeleiros que sobreviveram aos vários acidentes do Vale das Árvores, o maior deles, para além de um grande incêndio nos anos 80, o abandono a que esteve vetado durante mais de 25 anos.

Bordejam, em regra, este pequeno regato por onde escorrem, agora, dias de grandes murmúrios de límpidas águas.

Colhidos quase em cima da derradeira hora da despedida, ei-los aspirando à sublime tarefa de nos tornarem os dias mais doces!

Segue, então, esta via sacra de uma tão doce quanto deslumbrante crucificação!

A marmelada.

Mas os marmelos são tão generosos que não param de nos surpreender, e "puxando" um pouco mais por eles.....

...eis que nos brindam, extenuados de tanto ardor, com a geleia, o seu fulgor!

Obrigado.

antónio colaço

 



publicado por animo às 23:22
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12.12.2012 UMA GRANDE IDEIA PARA UM GRANDE LIVRO PARA...UMA BOA PRENDA DE NATAL!!!

12.12.2012

Uma grande ideia para a qual desejo todo o sucesso deste mundo!

Ganda Rodrigo, Rodrigo Cabrita, em teu nome saúdo todos os DOZE sem cuidar de saber quem, de entre vós, é o Mestre!!!

Êxitos!

antónio colaço

 

 



publicado por animo às 23:14
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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

Frei Bento Domingues

In Publico Domingo 9 Dez

CORTAR NAS GORDURAS DO PRESÉPIO

 

1. Terão sido as "modernices" de um livro que provocaram conversas, ora bravas, ora jocosas, com um desfecho pouco natalício: "Esse Joseph Ratzinger nem vestido de cor-de-rosa será bem recebido no presépio [deste ano]."

Convém esclarecer que este Joseph Ratzinger nasceu em 1927, na Alemanha, ensinou teologia em prestigiosas universidades, o cardeal Frings, arcebispo de Colónia, escolheu-o para conselheiro e foi designado como perito no Concílio Vaticano II. Não tendo ele nenhuma simpatia pela teologia romana, colaborou com gosto na sua despromoção. Em 1977, Paulo VI nomeou-o arcebispo de Munique e, em 1981, João Paulo II designou-o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. A 19 de Abril de 2005, foi eleito Papa e adoptou o nome de Bento XVI.

Sucedeu a João Paulo II, que nunca revelou "tentações progressistas", mas teve alguns gestos que ficaram como referências cristãs para o futuro: multiplicou os pedidos de perdão, opôs-se frontalmente à política belicista de Bush e realizou o belo e inesperado encontro inter-religioso de Assis. Durante o seu pontificado, além das muitas viagens, como peregrino e pastor, publicou longos documentos oficiais que continuam a descansar nas bibliotecas religiosas.

O itinerário e o estilo de Joseph Ratzinger são diferentes. Durante o Vaticano II, não era um desconhecido, não esteve inactivo, mas também não era das estrelas mais brilhantes do céu teológico. Tornou-se pouco simpático na Europa, na América Latina, na Ásia e em África, como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Assustado com os rumos da teologia pós-conciliar, perdeu o gosto pela liberdade de investigação e expressão dos autores mais ousados. No conhecido estilo alemão, quem tem autoridade exerce-a. Ficou-se a saber muito rapidamente quem mandava e qual era a doutrina segura.

2. Eleito Papa, serenou o ritmo de documentos pontifícios. Preferiu retomar o seu curso de obras teológicas, da sua inteira responsabilidade, discutíveis, portanto. Quem gostasse gostava; quem não gostasse poderia avaliá-las segundo os critérios habituais da crítica livre. Publicou uma trilogia cristológica. Recebeu elogios, reparos e rejeições. Nada de mais saudável.

Os editores sabiam, no entanto, que este autor não é Papa dia sim, dia não. Toda a sua produção teológica, de qualquer das suas fases, seria sempre apresentada e recebida como escrita do Papa. Este facto daria a tudo o que escreveu, desde sempre, um valor acrescentado de que mais nenhum autor pode gozar: obra de Joseph Ratzinger é de Bento XVI. A trilogia cristológica sobre Jesus de Nazaré chegou ao fim, a falar dos começos: o 1.º volume foi sobre a Vida de Jesus, desde o baptismo até à transfiguração; o 2.º, desde a entrada em Jerusalém até à ressurreição, e o 3.º, que acaba de ser editado em nove idiomas e com um milhão de exemplares, é dedicado à Infância de Jesus. Ninguém pode ser classificado como não católico por não ter as opiniões exegéticas, históricas e cristológicas de Bento XVI.

Enquanto o debate sobre "o Jesus da história e o Cristo da fé" se ocupar de questões acerca das quais o comum dos fiéis não dispõe de instrumentos para se pronunciar, com conhecimento adequado, o debate - se debate existir - ficará sempre entre especialistas. Embora com a ambiguidade editorial apontada, nada de grave poderá acontecer.

3. Os grandes meios de comunicação precisam do insólito, não de uma licenciatura, para se ocuparem de religião. Com todas as cidades iluminadas, com a publicidade desencadeada em tudo quanto é sítio, poder-se-ia supor que os natais são todos iguais. De repente, tocam os sinos a rebate: com a autoria de Joseph Ratzinger e Bento XVI, o livro sobre a Infância de Jesus tinha expulso o burro e a vaca do presépio, deixando Jesus ao frio. A preocupação com a limpeza do presépio criou uma questão ecológica e teológica: a vaca e o burro, apesar de séculos e séculos de ocupação, tinham perdido o direito à casa, à personalidade jurídica e deixavam de figurar na recriação do mundo, com o mais belo nome de Jesus - Emmanuel Deus connosco.

Há limites para cortar nas gorduras do presépio. Por este caminho, ainda vão despedir os pastores, cortar os presentes dos Reis Magos e racionar as horas de iluminação do presépio. Perigo maior: teremos a família da crise, pai, mãe e um filho, cortando as narrativas sobre os "irmãos e irmãs" de Jesus.

Afinal, tanto alarido para nada. Joseph Ratzinger/Bento XVI diz explicitamente que "nenhuma representação do presépio prescindirá do boi e do jumento". Não acredito que venha a haver um desmentido oficial da notícia infundada, nem um pedido de desculpas à vaca e ao burro.

Não sejamos demasiado severos. Neste Natal, não vinha muito a propósito a repetida conversa sobre os exageros consumistas; os subsídios foram retidos na fonte e, como tinha de haver despedimentos no presépio, os animais foram os primeiros. Veremos o que acontece aos Reis Magos no próximo ano, já que o galo só serve para a missa.

S. Marcos começou o seu Evangelho pela vida adulta de Jesus. Nada contra, mas as crianças também têm direitos. É bom que se saiba que Jesus não nasceu adulto. Só peço que não façam dogmas dos frutos da imaginação da fé.



publicado por animo às 11:34
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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges

In DN 8Dez

A MULHER MAIS IMPORTANTE DE PORTUGAL?

 

Uma vez, numa entrevista na rádio, um jornalista atirou-me: "qual é a mulher mais importante de Portugal?" E eu, naquela perplexidade de quando somos apanhados de surpresa: "Penso que é Nossa Senhora, Maria, a mãe de Jesus."

À distância e mais reflectidamente, julgo que respondi bem, pois é mesmo isso: Maria, a mãe de Jesus, Nossa Senhora, é, muito provavelmente, a mulher mais importante de Portugal e, possivelmente, até a mais influente. Pergunto a mim próprio o que seria a Igreja em Portugal sem Fátima e mesmo o que seria o país sem a Nossa Senhora. Frei Bento Domingues foi quem melhor definiu Fátima: "o cais de todas as lágrimas dos portugueses."

Assim, lá está Fátima e milhões de peregrinos, as romarias em todas as cidades, vilas e aldeias, uma devoção enraizada, mesmo para lá da prática religiosa oficial. Talvez porque a Igreja é profundamente masculina - Deus é Pai, Filho e Espírito Santo; a hierarquia é masculina: papa, bispos, padres, diáconos - e porque os portugueses interiorizaram uma imagem tradicional severa do pai, Maria aparece como almofada e afago, sobretudo em tempos dramáticos de crise, de guerra, de becos sem saída. É a Mãe.

Tem mesmo direito a dois dias santos de guarda, com feriado nacional. Um deles celebra-se hoje: a Imaculada Conceição. Ninguém sabe ao certo o que é que a maioria dos portugueses, mesmo católicos praticantes, entende por isso, isto é, o que se celebra na Imaculada Conceição Alguns pensarão na virgindade de Maria. Mas, de facto, o que se celebra tem a ver com a doutrina do pecado original, segundo a qual todos os seres humanos nascem em pecado, por causa do pecado de Adão e Eva. Maria, porém, constituiria uma excepção, pois foi concebida sem pecado.

Ora, é preciso confessar que precisamente aqui se concentra um nó de confusões. O Evangelho desconhece essa doutrina, que provém fundamentalmente de Santo Agostinho: em Adão, todos pecaram. Mas como sustentá-la, no quadro da evolução, quando ninguém sabe quem foram os primeiros humanos, já que a tomada de consciência foi lenta e progressiva?

E quem acredita sinceramente que os seres humanos são gerados em pecado? Uma vez, uma senhora, numa conferência, atirou-me que sempre era verdade que sou herege, pois nego o pecado original. Perguntei-lhe, porque é mãe de duas filhas, se acreditava sinceramente que elas tinham sido geradas em pecado e se ela tinha andado ao todo 18 meses com o pecado dentro dela. E ela, fulminante: "Nem pensar!" Conclusão: quando a fé não é reflectida como razoável, assistimos à dissonância entre o que se diz crer e o que realmente se crê. Afinal, o que está no Génesis é, decisivamente, em linguagem simbólica, outra coisa: o significado da passagem da animalidade à humanidade: como seres humanos, temos consciência de sermos únicos e mortais - cada um é ele/ela e sabe de si como único e mortal.

Maria não é importante por ser mãe de Jesus, mas, como diz o Evangelho, por tê-lo acompanhado, mesmo quando não compreendia. Procurou entender e seguiu-o até à cruz. E tornou-se sua discípula, convertendo-se ao Deus que Jesus anunciou: o Deus-amor, que não nos abandona, nem mesmo na morte, que é próximo de todos, que quer a libertação de todos, a começar pelos mais fracos, humilhados e ofendidos - entre estes estão as mulheres

Como escreveu o biblista Xabier Pikaza, numa longa e densa investigação sobre o Evangelho, "Jesus não quis algo de especial para as mulheres. Quis, para elas, o mesmo que para os homens. Não procurou um lugar especial para elas, mas o mesmo lugar de todos, isto é, o dos 'filhos de Deus'". Depois, veio a traição: "Ao transformar-se em instituição de poder religioso e social, deixando de ser um movimento messiânico de libertação, a Igreja teve de aceitar as estruturas normais de poder, que tinha estado (e estava) nas mãos de homens. Logicamente, os homens justificaram depois essa situação (domínio patriarcal) com pseudo-argumentos religiosos, que vão contra o espírito de Jesus."



publicado por animo às 11:21
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