Quarta-feira, 26 de Março de 2014
TRAFICANTES DE DROGA VIRARAM PROMOTORES IMOBILIÁRIOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PAULO MORAIS (II)
TRAFICANTES DE DROGA
VIRARAM PROMOTORES IMOBILIÁRIOS
O desfile dos horrores que justificam a dívida privada pela palavras explosivas de Paulo Morais.
Veja.
antónio colaço



publicado por animo às 23:43
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QUANDO HOUVER UMA CENSURA SOCIAL PERMANENTE A CORRUPÇÃO DIMINUIRÁ

 

 

 

PAULO MORAIS (I)  
OS TRÊS PECADOS MORTAIS DA CORRUPÇÃO
São três os vídeos que vão seguir-se e que abrangem o conjunto das explosivas declarações de Paulo Morais, no caso vertente, sobre os "três pecados mortais" da corrupção.   Números e situações de fazer arrepiar.  
A demonstração perfeita de que andamos todos muito longe da verdadeira origem da badalada "dívida" que tropeçou connosco e nos troc...ou as voltas aos dias serenos a que tínhamos direito.  
Propositadamente nada mais diremos, tamanha a força explicativa dos números e situações para que Paulo Morais nos convoca.  
Basta ouvi-lo.
antónio colaço
 


publicado por animo às 23:42
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PAULO MORAIS DEMOLIDOR. ONDE HÁ CORRUPÇÃO NÃO HÁ JUSTIÇA.NÃO HÁ DEMOCRACIA

Paulo Morais desmontou, como poucos, as engenharias financeiras do desperdício de milhões que nos fazem corar de vergonha sem que tenhamos alguma coisa a ver com o que se passa, ao contrário do que nos querem fazer crer.
Uma culpa reiteradamente interiorizada por Portas e companhia, mas não só....e que conseguem pagar com o dinheiro que nos andam a roubar: a nós, aos que podemos melhor, quer dizer.... mas, sobretudo, àqueles que pouco têm e até esse pouco lhes é tirado!
Uma INDIGNIDADE que já deveria ter o País todo na rua!
Assim houvesse mais meia dúzia de Paulos Morais.
(Hoje, juro, acho que os excessos verbais de Vasco Lourenço no que à "paulada"dizem respeito, comparados com os excessos outros, MAFIOSOS, de quem navega nos libidinosos offshores sem-pátria, não são nada!).
2
Pergunta-se:por que é que a desmontagem desta pérfida e vergonhosa engenharia financeira não pode e deve ser feita pelo principal partido da oposição?!
Esse é o desafio que verdadeiramente está lançado a Seguro, de quem sou amigo e camarada.
No dia em que afrontar os interesses instalados no seu próprio partido, terá sido dado um GRANDE PASSO para marcar a diferença com os passos de um outro PASSOS.
3
Não perca, dentro de momentos, Paulo Morais ao vivo e "em directo" na ânimoTV/A25Atv
antónio colaço
imagem
José Augusto


publicado por animo às 23:37
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VÉSPERAS (de ontem como se hoje fosse)


 A preparar o AAA de mais logo com o Dr. Paulo Morais.
Iluminação, precisa-se, para combater a CORRUPÇÃO!
2
Aterrorizado com os dados da pobreza no Portugal que Abril prometia,há 40 anos, tornar mais igual....
Quando 10 por cento dos que mais podem  têm ONZE VEZES MAIS que os dez por cento que menos têm....
Quando quase DOIS MILHÕES vivem em situação de probrezA e UM MILHÃO em pobreza severa.....
Como é possível ver o descaramento de um primeiro-ministro, insensível à reconhecidamente desejada correcção da trajectória (vide manifesto dos 70 e o credenciado apoio internacional) a que nos levou a esta situação, vir dizer agora que estão muito preocupados com os apoios sociais aos que menos podem?! Primeiro, empurram-nos para essa situação, cortando tudo o que eram apoios, desde abonos, pensões de miséria ainda por cima taxadas até ao último cêntimo, RSI arbitrários, etc, etc, uma vez pobres, toca a PROCLAMAR  SEM UM PINGO DE VERGONHA QUE CHEGOU A HORA DE....OS APOIAR!!!!
ABRIL, OUTRA VEZ!!! MIL VEZES ABRIL!!!!
antónio colaço

 



publicado por animo às 01:33
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À SOMBRA DE UM AZINHEIRA...

 

 

 

UFffA sair  de mais uma aula de quase duas horas e meia de intensa criatividade.

Alto Estanqueiro, Montijo,Portugal, com Abril a um mês!

Para estas alunas de meia idade que nunca tinham pegado num pincel, Abril, outra vez!

Um espanto, Abril,surpresas mil.

Hoje foi dia de começarmos a pintar....a Ponte 25 de Abril!

Trabalho difícil, mas ninguém desiste.

Por aqui, Carlos Alberto Moniz e José Jorge Letria, há gente que ainda resiste!



publicado por animo às 01:26
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MATINAS

 

Não sou de grande erudição.
Já se percebeu.
Mas permanecem bem vivas as afortunadas influências adquiridas nas escassas leituras de um tempo em que o Apollo70, a sua livraria, funcionou como alternativa à conventual biblioteca cujo acesso não era muito fácil e o acervo pouco recomendado para quem quisesse ir mais além.
Tudo isto para citar o saudoso José Gomes Ferreira, o poeta, claro ( desculpa,Zé ): "crio a partir do caos!"
2
É o que me está reservado, outra vez, a partir do meu querido sótão montijense.
Aos poucos, vou descobrindo, por entre a multidão de saquinhos e caixinhas, onde se escondem as tintas, as espátulas e os pinceis, outrora, garbosos em sua mesinha de pés rolantes, prontos a servir.
De facto, mais do que queixar-me de desgraças, de sofridos anonimatos, o que se me pede, o que não posso deixar de fazer, é CONTINUAR a responder aos apelos da senhora Irmã Arte e seu adorado esposo o senhor Irmão Belo.
Eis-me aqui para CONTINUAR!
Obrigado.


publicado por animo às 01:24
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Terça-feira, 25 de Março de 2014
POR UM SANTO E SENHA PARA UM NOVO ABRIL. ABRIL, DAQUI A UM MÊS, OUTRA VEZ!!!

 Acabo de descobrir, no meu sótão, a ultima fotografia que tirei a Salgueiro Maia.
Num distante ano de 1980 e não sei quantos.
Creio que por alturas de Abril.
Abril em Abrantes.
Só podia.
Falei com ele, mais tarde, em directo, para a saudosa Rádio O Ribatejo, de Santarém, acerca da prisão de Otelo Saraiva de Carvalho, então, detido em Tomar.
Sempre solidário.
2
Nesta imagem, para além de Carlos Beato, o meu querido e saudoso amigo, António Bandos, à esquerda, o então presidente da Assembleia Municipal de Abrantes.
Um amigo que durante anos aceitou ser cúmplice de muitas iniciativas que tive o privilégio de propor.
Uma delas, ter sido o primeiro Presidente de Assembleia Municipal a aprovar um Voto de apoio à legalização das rádios livres e, nelas, à actividade da Rádio Antena Livre, a inicial, entenda-se.

Já se encontram ambos na terra onde se É ABRIL SEMPRE!
Obrigado.
antónio colaço


publicado por animo às 00:34
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Segunda-feira, 24 de Março de 2014
A ORIGEM DA CRISE NÃO ESTÁ NA CORRUPÇÃO ESTÁ NAS DESIGUALDADES SOCIAIS

Uma achega para o AAA-Animado Almoço com Paulo Morais na próxima quarta-feira.
Vem do nosso amigo e leitor ALCÍDIO TORRES que a este tema tem dedicado muito da sua investigação, tendo publicado recentemente, como aqui então divulgámos, o livro COMBATE CONTRA A CORRUPÇÃO E PELA PROMOÇÃO DA ÉTICA EM PORTUGAL E NO BRASIL.
Uma breve síntese da autoria do próprio.
A merecer uma atenta leitura.
Obrigado, Alcídio.
antónio colaço
A ORIGEM DA CRISE NÃO ESTÁ NA CORRUPÇÃO
ESTÁ NAS DESIGUALDADES SOCIAIS
O Combate contra a corrupção e pela promoção da ética em Portugal e no Brasil
SINOPSE
O Combate contra a corrupção e pela promoção ética em Portugal e no Brasil, de Alcídio Torres e Lia da Silva faz uma denúncia contundente dos inúmeros atropelos à ética pública em Portugal e no Brasil. O conflito de interesses, as práticas incompetentes e negligentes e o aprofundamento das desigualdades sociais são uma espécie de degelo do iceberg responsável pelo aumento do nível das águas da corrupção nos diferentes países.      No entanto, ao contrário do que afirmam alguns autores em Portugal, a origem da crise não está na corrupção, mas nas desigualdades sociais resultantes da apropriação do trabalho de uns Homens por outros.
Aliás, um estudo da União Europeia de 2013 refere que os custos da corrupção na EU representam 1,5% do PIB anual da União. Em Portugal 1,5% representa pouco mais de 2 mil milhões de euros por ano. Só em juros da dívida pagamos anualmente 7 mil milhões. É, pois, fácil de observar que a origem da crise está nas políticas que produzem e reproduzem as desigualdades e a pobreza em Portugal.      O fenómeno da corrupção não atinge só a administração pública, estendendo os seus tentáculos às empresas privadas nacionais e às grandes empresas multinacionais. Ninguém está a salvo da corrupção ou dos seus efeitos corrosivos para a qualidade da democracia.     
O combate a este fenómeno complexo deve, segundo os autores, iniciar-se por um amplo e profundo trabalho de educação e promoção da ética nas escolas, nas universidades e nas sociedades. A partir de uma análise aos currículos de diversas universidades portuguesas e brasileiras, os autores constatam que a disciplina de ética não é transversal ao universo das licenciaturas, nem há um critério único e previamente definido sobre a introdução da cadeira de ética nas diversas unidades curriculares.     
Ao contrário do que sugerem em Portugal alguns autores, a luta contra a corrupção não se deve limitar ao combate contra os corruptos. O combate contra a corrupção  deve ser, também, acompanhado por um amplo trabalho de prevenção.     
Neste sentido, os autores propõem a criação de uma Rede Nacional de Ética Pública e de um único organismo de combate à corrupção em Portugal. É ainda sugerido a criação de um quociente único universal (quociente cósmico) capaz de avaliar as competências técnicas, emocionais e éticas dos candidatos a cargos públicos ou privados.
Alcídio Torres

 



publicado por animo às 23:45
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MATINAS

 

 Acabei de entregar as chaves daquele que foi até há instantes o ATELIER DE ARTES do cram/afpdm.

Na minha garagem, amontoados,repousam agora,tintas,pinceis,quadros e coisas assim.

Pressinto um murmúrio feito de muitos espantos .

-Keep calm, pessoal.Mais logo o dono trata de vós!!!

 

Em breve sereis convocados para novas e coloridas aventuras.

2

Chove. Assim me sinto por dentro.

A chover, banhado em lágrimas miudinhas.

A Arte não existe.

A Arte chora e ri em nós.

Obrigado.

antonio colaço

 



publicado por animo às 23:42
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Domingo, 23 de Março de 2014
PAULO MORAIS . O PRÓXIMO CONVIDADO DOS AAA
PAULO MORAIS O PRÓXIMO CONVIDADO AAA
QUARTA, 26 MARÇO, 13H
VAMOS SERVIR UM PRATO DE CORRUPÇÃO... COM TODOS!!!!
(credo!!!!...)...

Paulo Morais, Prof. Universitário,  Vice-Presidente da Ass. Cívica "Transparência e Integridade", amado por uns, odiado por outros, vem partilhar connosco o debate que o tem motivado nos últimos tempos e que acode pelo nome de CORRUPÇÃO.
De que falamos quando falamos de "Corrupção", quem corrompe quem,  porquê e...para quê?!
Paulo Morais não desiste de colocar o tema nas agendas dos temas incómodos.
ABRIL previa os três Dês (Democracia, Desenvolvimento, Descolonização) mas o Abril que a alguns convém, ABRIL REFÉM, parece conviver melhor com os abomináveis três CÊS, Corrupção, Compadrio, Capitalismo!!!
Um almoço para libertar ABRIL!!!

Como é hábito, a recomendação: tratem da atempada inscrição 213241420.
antónio colaço


publicado por animo às 23:29
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BORA LÁ ATÉ PALMELA!!!!

 

UM PASSEIO ATÉ PALMELA?
POR QUE NÃO?!
O pessoal indiferente não pode ficar idiferente aos ...INdiferentes!!!
Bora, até lá!!!
Das 10 às 20!...
Como vêem, ainda dá para ver e ouvir o Marcelo e o Sócrates!!!!



publicado por animo às 12:58
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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

Frei Bento Domingues

In Público

 

A SAMARITANA NÃO SE DISFARÇOU DE SANTA

 

1. Ao longo dos anos, foi-se desenvolvendo nestas crónicas a convicção do nosso atraso, como Igreja e como sociedade secular, em relação ao questionamento social e místico de Jesus Cristo: não vos conformeis com a situação actual do mundo! Ao ler o texto do Evangelho na Missa, em vez do ritual, “naquele tempo”, parece-me preferível um convite: escutemos o que diz, hoje, Jesus aos seus discípulos…

Pensava nisto, ao entrar numa casa de artigos religiosos sem qualquer beleza, acompanhados de livrinhos de piedade rançosa, quando deparei com um título inesperado naquele cenário: As 23 Mulheres do Concílio. A presença feminina no Vaticano II.

O papa Paulo VI anunciou oficialmente a presença de vinte e três mulheres, como auditoras, no Concílio Vaticano II. De Setembro de 1964 a Agosto de 65, foram chamadas, uma por uma: dez religiosas e treze leigas, escolhidas segundo critérios de competência e de internacionalidade”.

Na previsão de muitos padres conciliares, a participação delas deveria revestir-se, sobretudo, de carácter simbólico. Essa presença depressa ultrapassou as barreiras previstas, acabando por deixar, nos próprios documentos conciliares, sinais importantes detectados na investigação da historiadora e teóloga, Adriana Valerio. Ao apresentar as figuras e os meandros das intervenções destas madres conciliares que, pela primeira vez, tomaram parte, de forma eficaz, nos trabalhos de um Concílio ecuménico, mostra o longo caminho a percorrer para desempenharem na Igreja a missão que o Ressuscitado lhes confiou.

Na Aula conciliar, propriamente dita, nem sequer puderam agradecer terem sido convidadas. Ouviram do secretário do Concílio, P. Felice, a proibição paulina, as mulheres estejam caladas nas assembleias (1Cor 14, 34).

Ao verificarem a involução do Concílio, comprovada no Sínodo de 1971, não se conformaram e remaram contra a maré até ao limite das suas possibilidades, chegando a apresentar a sua demissão. Acabou por vencer, de forma autoritária, quem não dispunha de argumentos. Quem julga que está tudo definitivamente resolvido, talvez se engane. O passado do Evangelho é voz da promessa irrevogável. Vejamos.

2. No Novo Testamento (NT), a conhecida hostilidade entre vizinhos, judeus e samaritanos, é realçada para destacar a arte de Jesus na destruição dos preconceitos do seu próprio povo. Repreendeu os seus discípulos, com sede de vingança, pelo mau acolhimento na Samaria (Lc 9, 54-55). Mas não só. Depois de tudo o que já tinha sido dito sobre o ardente amor a Deus e ao próximo, surge a pergunta de quem gosta mais de conversar do que de meter as mãos na massa – mas quem é o meu próximo? – Jesus arruma aquela petulância, escolhendo um samaritano, um herético e cismático, de quem não se podia esperar nada de bom, para tecer uma parábola de contrastes: Descia um homem de Jerusalém para Jericó e foi assaltado, despojado, espancado, ficando quase morto. Um sacerdote viu-o e passou adiante; veio um levita, viu-o e não parou. Um samaritano viu, encheu-se de compaixão, desceu da sua montada, levou-o a uma estalagem para ser tratado, pagou todas as despesas e só depois foi à sua vida. Foi a vez de Jesus questionar o perguntador retórico: o nosso próximo é aquele cuja situação real nos interroga, nos move e nos comove (Lc 10, 29-37).

3. Para alguns intérpretes do NT, a presença das mulheres é tão irrelevante que poderia ser suprimida, sem se perder grande coisa. Figuram, nos Evangelhos, como as 23 mulheres no Concílio Vaticano II: puro adorno dispensável.

Seria possível suprimir o longo diálogo entre Jesus e a Samaritana (Jo 4,1-42), tema de fundo da Missa deste domingo, que mostra o nosso inveterado atraso eclesial, acima evocado?

Vale a pena percorrer a espantosa narrativa do encontro de um “judeu marginal”, Jesus, com uma samaritana pouco recomendável, junto a um poço, no pico do calor. A arte de S. João consiste em dar a impressão de que eles estão sempre a desconversar, saltando de assunto para assunto, sem linha de conversa e a entenderem-se cada vez mais profundamente. Foi Jesus quem quebrou a animosidade inicial, mas a samaritana acaba por se esquecer do que foi fazer ao poço, sentindo-se perfeitamente compreendida por aquele judeu que desloca a religião do Templo de Jerusalém e do monte Garisim, para o culto do Pai, em espírito e verdade. Pressente que está a nascer nela uma fonte de eternidade, uma outra religião, um futuro novo.

Os discípulos de Jesus, meio escandalizados com o cenário não entendem, como de costume, o que se está a passar. Entretanto, a mulher partiu em missão: contou a sua experiência, não como protagonista, mas para levar os samaritanos a fazerem eles próprios o seu caminho.

Esta narrativa concentra todos os temas e percursos da verdadeira evangelização: a passagem da suspeita ao diálogo, do diálogo à mútua compreensão, da mútua compreensão à alteração da rivalidade religiosa, da rivalidade das instituições religiosas, a uma compreensão nova e universalizante da religião.

Porque teria Jesus, segundo as narrativas da Ressurreição, confiado a evangelização da própria Igreja às mulheres?

 

COMENTÁRIO

 

Esta reflexão de hoje, meu caro Frei Bento, convoca-nos a todos para muito mais do que a simples e sempre adiada questão da  participação das mulheres na coisa pública.Mesmo que religiosa e totalmente de acordo com o diagnóstico que, há séculos, o meu amigo vem traçando.
Hoje, que as mulheres cada vez mais vão tomando lugar nos aparelhos de poder, TODOS OS APARELHOS, creio, do que se trata é da verdadeira CONVERSÃO AO OUTRO, independentemente do sexo, ou religião, ou pátria.
O difícil, hoje, é descobrir as fontes onde  Jesus Cristo nos espera para nos converter a esse amor sem limites.Tal como à samaritana.
Hoje, só por hoje, meu caro, SOMOS TODOS SAMARITANOS.
Homens e mulheres.
Todos PRÓXIMOS UNS DOS OUTROS porque próximos de Jesus Cristo.
antónio colaço



publicado por animo às 09:16
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Sábado, 22 de Março de 2014
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges

OUVIR O SILÊNCIO QUE FALA

 

1. E pus-me a caminho de Lisboa. Com a única finalidade de prestar uma última homenagem ao colega e amigo José Policarpo, cardeal-patriarca emérito. Fomos colegas na Universidade Gregoriana, em Roma, e ficámos amigos e, quando um amigo se nos vai embora, precisamos de uma despedida.

Jazia dentro da urna fechada, no chão da sé catedral. Desde a sua morte que as palavras nunca mais pararam. E falou-se, falou-se, falou-se. E imagens e mais imagens sobre outras imagens. E talvez poucos se tenham ocupado com estar calados. Talvez precisemos tanto de falar porque temos medo do silêncio da morte. Os mortos não falam. Está ali, imenso, o silêncio que fala, a dizer o essencial. Mas quantos estão preparados para, num tempo de rebuliço, ouvir o silêncio?

Repetiu-se, e bem, que José Policarpo foi um intelectual, um homem de cultura, de inteligência superior. Por isso, várias vezes conversámos sobre o que agora ali estava: a morte e o seu impensável, que nos obrigam a pensar. Hoje, o pensamento é débil e banal, à tona das coisas, e porquê? A nossa é a primeira sociedade na história que teve de fazer da morte tabu. No entanto, é ela que põe a pensar até ao fundo, à ultimidade. A crise do nosso tempo, que é, antes de mais, uma crise de cultura, é a crise da morte e do seu tabu. Afinal, é o pensamento sadio da morte que nos coloca perante a distinção real do justo e do injusto, do que verdadeiramente vale e do que não vale. E até percebemos, bem lá no fundo, que somos mortais, logo, somos irmãos.

2. Desde cedo José Policarpo entendeu que a Igreja precisa de renovar-se, na linha do Concílio Vaticano II. Estar atenta aos "sinais dos tempos", tema da tese de doutoramento. E dialogar com todos, nomeadamente no mundo da cultura, dando razões da fé. E ser próximo daqueles e daquelas que estão nas margens, nas periferias existenciais, sociais e geográficas, como diz agora o Papa Francisco. Não ignorou os pobres e injustiçados. Permaneceu distante dos poderes, para poder manter a liberdade crítica da denúncia das injustiças e do anúncio de caminhos pelo pensar e a solidariedade.

Homem de convicções, afirmou-as sem medo. Por outro lado, teve o saber e a sabedoria de não criar rupturas, concretamente quando se tratou de questões ditas fracturantes, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. Afinal, a Igreja tem o direito e o dever de anunciar claramente a sua doutrina, mas José Policarpo sabia também que vivemos numa sociedade democrática e pluralista e as leis são votadas no Parlamento.

3. Um homem afável, embora haja quem diga que ficou um pouco amargo nos últimos tempos. Também terá tido as suas tristezas: por exemplo, nem sempre ter sido compreendido, ver o País a afundar-se. Amigo do seu amigo, gostava da família e apreciava as coisas boas da vida. Bem--disposto, contava estórias, tinha um humor fino. Movia-se à vontade dentro da Igreja e na sociedade. Honrou a Igreja e o País, tanto dentro como além-fronteiras. Fiel ao espírito conciliar, olhava para o futuro e deve ter tido grande alegria com a renovação que via através do Papa Francisco.

Falhas? Quem as não tem? A tentativa de ir por diante com uma televisão da Igreja foi um erro e, lamentavelmente, nunca pediu desculpa a pessoas modestas que meteram lá dinheiro, pensando que era para bem da Igreja e do Evangelho. Como teólogo, argumentou que não há razões teológicas que impeçam a ordenação das mulheres, mas, depois, chamado ao Vaticano, voltou atrás, autocensurando-se. Foi pena que, reitor e magno chanceler da Universidade Católica, não tenha conseguido fazer com que a orientação nos domínios da economia e da gestão se aproxime mais da doutrina social da Igreja.

4. Dizia o filósofo Ernst Bloch, o ateu religioso, que os mortos apenas levam consigo as boas obras e a música. As falhas também, digo eu.

José Policarpo partiu e, como todos, não deixou endereço. Mas ele acreditava, e eu também, que não morremos para o nada, mas para o mistério da vida plena de Deus, o Deus que é amor e misericórdia.

 



publicado por animo às 23:54
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O VALOR NUTRITIVO DOS....CEREAIS SEGUNDO VASCO LOURENÇO

 
 Ou muito me engano ou o que Vasco Lourenço quis dizer foi mais ou menos isto:

"Estamos ocupados.A Democracia corre riscos.Temos de os correr à "paulada"! Por isso, façam como eu.Toca a comer CEREAIS ao pequeno almoço!Mai nada" (assim mesmo, com a pronúncia da sua beirã LOUSA, sem "s")!!



publicado por animo às 23:54
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OUTRAS ANIMAÇÕES : OS RAPAZES DOS TANQUES
OUTRAS ANIMAÇÕES
UM MÊS ANTES DO 25 DE ABRIL

ADELINO GOMES E ALFREDO CUNHA
LANÇAM "OS RAPAZES DOS TANQUES"
 terça-feira, 25 março, 18.30.Torreão Poente Terreiro do Paço

A palavra ao Adelino Gomes:
O lançamento é às 18h30, de terça, 25, no torreão Poente do Terreiro do Paço (fazia parte do antigo Ministério do Exército e agora pertence à Câmara, que apoia o lançamento). Esse torreão separava (metaforicamente) os homens do Salgueiro Maia e metade da coluna de carros de combate do brigadeiro Junqueira dos Reis.
Os nossos fotografados e entrevistados são, a 90 por cento, alguns dos homens que se enfrentaram aí mesmo. Os restantes entrevistados são o Brito e Cunha (o civil que desempenhou um papel proeminente na rendição, aí mesmo, de Pato Anselmo e, depois, no cerco ao Quartel do Carmo), um sargento do RC3 ( um dos dois únicos sargentos do quadro que participaram nas operações em Lisboa, segundo julga) e, simbolicamente, Natércia Maia, claro.
Abraço
Adelino


publicado por animo às 01:09
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