Terça-feira, 16 de Setembro de 2014
REGRESSO ÀS AULAS

 

REGRESSO ÀS AULAS

No Alto Estanqueiro para o regresso às aulas da Academia Sénior.

Tomar o pulso a quem quer continuar a jornada e/ou abrir as portas a quem se queira juntar.

Deslumbrado, reencontro-me com esta árvore que, apesar de torta, NÂO DESISTIU de crescer....

É o que me proponho fazer com esta gentinha que, tendo chegado tarde, não desistem de CRESCER com a ARTE.



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OUTRAS ANIMAÇÕES.JOANA VIEGAS ATÉ DE 6 DE OUTUBRO NA GALERIA MANTERO (SINTRA)

Joana Viegas

A Galeria Municipal - Casa Mantero acolhe a exposição de pintura de Joana Viegas no próximo dia 6 de setembro, pelas 16h00. A exposição fica patente até dia 10 de outubro.

Esta exposição remete para a infância perdida e de novo reencontrada, onde o fascínio por Sintra está patente nos quadros, desenhos e ilustrações, representações inundadas de cor e luminosidade que são uma forma qua a artista encontra de ajudar a guardar a memória de Sintra.

Joana Viegas nasceu e vive em Lisboa, a sua formação académica passa pelo IADE, onde concluiu a Licenciatura em Design Industrial (2000) e uma Pós Graduação em Banda Desenhada e Ilustração (2002) e também por aulas de desenho e pintura no A.R.C.O.

A nível profissional trabalha desde 1994 como assistente da pintora Marta Wengorovius, e exerce vários ofícios como a pintura de mobiliário decorativo, ilustração de livros infantis e ilustrações para revistas ligadas a projetos de solidariedade social.

 

Galeria Municipal- Casa Mantero Rua Gomes de Amorim, nº. 12 / 14  2710-569 Sintra Horário: terça a sexta-feira das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 e Sábado das 14h30 às 19h00 Encerra domingo, segunda-feira e feriados Telefone: 219236926



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NOVAS DA ARTE DE ENVELHECER....

 

Aprender a não me angustiar pelos dias que envelhecem em mim, mas não me envelhecem....



publicado por animo às 12:40
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MATINAS

 

 

Acho que esta é a imagem que os meus filhos guardam do seu Avô Zé Jacinto, aquando da sua infância: um alentejano de Messejana eternamente paciente e criativo para com os seus netos.
Com uma diferença, o carro de mão de então fora totalmente construído pelas suas calejadas mãos.
Aqui, o Quico, apenas beneficia da minha vontade em não deixar perder a tradição já que o carrinho de mão, esse, há mais de uma década, veio novinho da loja, pois então!!!
É a minha foto preferida de Verão!!!



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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014
MATINAS .O REGRESSO ÀS AULAS

MATINAS

Como se tivesse de começar de novo, todos os dias.

Entre os meus colegas da 2ª classe.

Cardigos, 1958/59 ...

António José Dias Cruz, António José Delgado Colaço.
Prontos.

Amigos para sempre.



publicado por animo às 17:54
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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

Frei Bento Domingues

In Publico,14 Set

 

O DESTERRO DA TEOLOGIA

O teólogo tem de abandonar a mania dos monopólios.

 

1. Agradecendo a hospitalidade do Público, retomo estas crónicas, de registo teológico, marcadas pelas vicissitudes do Evangelho no tempo, nos labirintos da história. Calcula-se que os seres humanos, como animais diferentes, dotados de autoconsciência, de capacidade ética e estética, de linguagem simbólica e abstracta, surgiram muito tarde, num universo com 13 biliões de anos.

Ao contrário dos outros animais, manifestaram-se não apenas com espírito crítico, vigilante, mas como seres religiosos, rebeldes contra o destino, pouco adaptados à morte e preocupados com a sorte dos mortos. A religião surge como a suprema rebeldia contra o destino. A consciência do limite é uma fonte de boas ou conflituosas relações com a natureza, com os outros e com o fundo misterioso de tudo, com o Transcendente.

Ao falar de registo teológico é para dizer que não tenho a fé de um ateu, nem a resignação de um agnóstico, atitudes altamente respeitáveis. Sei que a palavra Deus precisa de ser continuamente lavada e resgatada dos seus repetidos usos ridículos e criminosos, tanto no passado como no presente, mas não renuncio a ela. Na nossa cultura, o melhor e o pior é sugerido por essa palavra e por nenhuma outra com a mesma eficácia.

O grande filósofo do uso moderno da razão, I. Kant (1724 -1804), depois da crítica das chamadas “provas da existência de Deus”, reconheceu que a razão não é tudo no conhecimento humano. Esta tem a estranha particularidade de suscitar questões que não pode resolver. No final da Crítica da Razão Pura deixou-nos este testemunho: “A fé num Deus e num outro mundo está tão entrelaçada com o meu carácter moral, que se corro pouco perigo de perder este último, tão-pouco receio que a primeira me possa ser alguma vez ser arrancada”.   

2. Tenho amigos que lamentam a minha teimosia em me manter fiel ao registo teológico, mesmo depois de já ter feito repetidas apologias da chamada teologia negativa que só consente afirmações acompanhadas de negações radicais, assim como da ideia de Tomás de Aquino: Deus só é “conhecido como desconhecido”. Eu deveria escolher o registo da espiritualidade e da mística, menos contaminado pelas juras de ortodoxia à doutrina católica oficial e aos seus dogmas.

Não vou por aí. É verdade que nunca aceitei situar a minha modesta prática teológica sob o manto da teologia dogmática ou sistemática. Nunca me esqueci da confissão de Tomás de Aquino - místico, poeta, biblista, filósofo e teólogo -, no fim da sua vida breve e extraordinariamente fecunda: “parece-me palha tudo que escrevi”.

Não me sinto mal no caminho da “teologia do fragmento”, do provisório. Sou alérgico às declarações classificadas como definitivas, irreformáveis de certo estilo de magistério eclesiástico. Em sentido contrário, não sou menos alérgico ao relativismo, ao vale tudo! Somos filhos do tempo, na escola de todas as épocas, lugares e culturas. O Verbo fez-se e continua a fazer-se “carne”, fragilidade humana no tecido dos múltiplos e contraditórios sinais dos tempos antigos e no mundo contemporâneo.

3. É talvez por isso que nunca me resignei ao “desterro da teologia”. Esta consiste no esforço de pensar e questionar as representações fé e da moral, para não se cair na idolatria das suas fórmulas e práticas. A teologia deve ajudar a criar, no espaço eclesial, condições para que a palavra seja reconhecida a todos e não confiscada por nenhuma hierarquia. Todos somos Igreja.

Se a teologia foi “desterrada” da cultura moderna é por ter sido considerada inimiga da razão, da filosofia e de todos os modos de criatividade humana. Nas Igrejas, ao ser instrumentalizada pelo poder eclesiástico, perdeu o carácter de instância da liberdade da fé e das suas expressões mais genuínas. O autoritarismo desvirtuou a sua função na Igreja e tornou-a incapaz de dialogar com a sociedade, de a fecundar e ser fecundada por ela.

Ch. Duquoc descreveu e discutiu as condições para que a teologia possa enfrentar o desafio da sua sobrevivência na cultura contemporânea [1].

 O cristianismo não se reduz a uma moral social ou política. Morrerá ao resignar-se a ser unicamente uma forma de validar religiosamente os princípios que a grande maioria aprova e pouco pratica. Desmarcar-se, sem desprezar, profetizar sem condenar, definir um território original sem se fechar ao intercâmbio democrático, manter-se próximo e respeitador das vítimas, muitas vezes trágicas, do sofrimento e da injustiça, abster-se de formular uma cosmovisão global ou uma explicação totalitária, assinalar a insatisfação dos desejos e do vazio no coração da vida pessoal e da história, não como factos negativos, mas como incitamentos à criação, podem ser tarefas da teologia.

 

 COMENTÁRIO

Imperdível esta crónica do Público que assinala o regresso em forma e em força de Frei Bento!
A não perder, igualmente, esta justa homenagem:

 

Clique para leitura ampliada.



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Domingo, 14 de Setembro de 2014
ESTE É O MEU CANDIDATO!

 

 

 

 

Para que não reste nenhuma dúvida, proclamo desde o alto deste Campo 24 de Agosto, da mui nobre, leal e Invicta cidade, eis o meu candidato à liderança para melhores dias!

Vicente, de seu nome, junta-se a Francisco e, em breve, a Lourenço!

A minha Santíssima Trindade com que espero viver em paz esta minha crescente terceira idade.

Calem-se sondagens, carismas ou congressos, deixem crescer em paz o meu rapaz.

antónio colaço

 

FESTAS DE NOSSA SENHORA DA BOA VIAGEM NA MOITA


Pela primeira vez na Procissão da Senhora da Bo Viagem,da Moita.
Um volume de fogo incrível que abafa qualquer silencio mais penitente, para não falar da banda executante.
Um mar de gente.
-A vereadora queria suspender os touros! (Ontem morreram duas pessoas)....
-Era só o que faltava,as pessoas deviam saber como são os touros!, ouço.
Conclusão, viva a festa, que para o ano os touros  já saberão....como é qu as pessoas são.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

 

Pe Anselmo Borges
in DN 13 Set
A CIÊNCIA E O DIVINO

Pensa-se, por vezes, que todos os cientistas são ateus. Não é verdade. Há cientistas ateus, cientistas agnósticos e cientistas crentes. A questão fundamental consiste em saber se se crê num deus pessoal ou se se está mais na linha do divino impessoal. De qualquer modo, ficam aí alguns textos de cientistas eminentes sobre o tema, voltando à questão no próximo sábado.

Galileu Galilei, que se manteve sempre crente: "Gostaria de dizer aqui uma coisa que se ouviu de um eclesiástico do mais eminente grau: "A intenção do Espírito Santo é ensinar-nos como se vai para o Céu e não como são os céus."

Newton: "Deus criou tudo com conta, peso e medida." "Deus governa todas as coisas e sabe tudo o que é ou pode ser feito."

Niels Bohr: "A ideia de um deus pessoal é estranha para mim..., mas devemos lembrar-nos de que a religião usa a língua de uma forma bastante diferente da ciência. Ela está mais intimamente ligada à linguagem da poesia. É verdade que nos inclinamos a pensar que a ciência lida com informações sobre factos objectivos e a poesia com sentimentos subjectivos. Assim, podemos concluir que, se a religião, de facto, lidasse com verdades objectivas, deveria adoptar os mesmos critérios de verdade que a ciência. Mas eu acho a divisão do mundo num lado objectivo e noutro subjectivo demasiado arbitrária. O facto de as religiões através dos tempos terem falado por imagens, parábolas e paradoxos significa simplesmente que não há outras formas de compreender a realidade a que se referem. Mas isso não significa que esta não seja uma realidade genuína. E dividir essa realidade em lado objectivo e lado subjectivo não nos levará muito longe. É por isso que, no meu entender, os desenvolvimentos em física nas últimas décadas, que têm mostrado os problemas de concepções como "objectivo" e "subjectivo", constituem uma grande libertação do pensamento."

Schroedinger: "Espanta-me muito a deficiência do quadro científico do mundo à nossa volta. Ele fornece um monte de informações factuais, coloca toda a nossa experiência numa ordem magnificamente consistente, mas não nos dá mais do que um medonho silêncio sobre as pessoas que estão perto do nosso coração, que são o que realmente nos importa. Ele não nos diz uma palavra a respeito do amargo e do doce, do vermelho e do azul, da dor e do prazer físico, do belo e do feio, do bem e do mal, de Deus e da eternidade. A ciência às vezes finge que responde a perguntas nestes domínios, mas as respostas são muitas vezes tão idiotas que não estamos dispostos a levá-las a sério."

Carlos Fiolhais, a quem devo, em parte, as citações que aí ficam: "A ciência e a religião são domínios distintos do homem. Embora o sujeito seja o mesmo, as dimensões a que essas duas actividades se referem são diferentes. O diálogo entre elas nem sempre foi tão pacífico como hoje. Actualmente, o diálogo está mais fluido. E, na minha opinião, é necessário ter esse diálogo, pois o sujeito é o mesmo e há características que são comuns, sendo a mais imediata o ambas tentarem, cada uma à sua maneira, penetrar o mistério. A ciência procura o mistério do mundo, a religião procura o mistério do outro mundo. Sejam os cientistas crentes, ateus ou agnósticos, reconhecem que há dimensões para lá da ciência: por exemplo, a dimensão da arte, da beleza, do amor, do sentido último. Podem encontrar respostas como seres humanos, mas não com o seu método científico."

 



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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014
DA MINHA EVANGÉLICA IMPACIÊNCIA E DO MEU "MAU ÂNIMO"!!!
DA MINHA EVANGÉLICA IMPACIÊNCIA
Confesso, não resisti ao silêncio que me impus sobre o "calvário socialista" (antes, por mim chamada "intifada socialista", para estar, agora  mais de acordo com o evangélico Costa). Aquela da "paciência evangélica" de Costa, para não falar do posterior "lodaçal de insultos", são duas máximas que andam dentro das minhas entranhas, ou melhor, dentro do meu "mau ânimo", aos encontrões (nunca de ninguém, a não ser do inefável Costa, tinha ouvido tal expressão!!!!
E eu a pensar que o ânimo era sempre uma coisa boa, incapaz de resvalar, portanto, para um suposto seu lado mau, adiante).
2
Se eu fosse a Seguro ter-me-ia reprimido (mais ainda do que o desaforo inicial de todo este processo despoletado por  Costa) e não lhe teria dito aquela do "estar à janela". Não que não merecesse devido reparo mas numa outra circunstância que passo a precisar.
3
De facto, e não sejamos ingénuos, alguém imagina que entre "os mercenários das agências de comunicação" de Costa ( para usar o termo insultuoso e lodaçoso com que começou a mimosear Seguro!!!) esta imagem não teve uma escolha editorial com fins estudados ao milímetro?
Não foi, seguramente, a solícita Maria Rui que numa bela manhã acordou e disse para com os seus botões "já sei onde é que o meu Toninho vai fazer a grande foto da entrevista ao Económico", qual o quê. A senhora tem mais que fazer do lado da artilharia pesada.
4
Seguro pôs-se a jeito e deu azo a que o pobre e ofendido autarca saltasse com aquela de " tu está a ofender os AUTARCAS?!" De facto, Seguro devia ter aproveitado, mais uma vez, para desmontar as confusões a que a "imprudência" de Costa deu azo. Já sei que os comentadores costistas ( com todo o carinho e respeito, já que estamos todos no mesmo barco da maledicência) vão dizer que lá está o pobre do Seguro a vitmizar-se, a tratar das questões menores, bla, bla. bla!
Como se o LUGAR onde a entrevista decorreu não se prestasse a todas as confusões vindo de alguém que quer dar um novo impulso, uma nova ética para o fazer política.
Por que não escolheu dar a entrevista no Largo do Rato e vir à janela que tanto almeja?
Ou num dos jardins de S.Bento de Cima, para ser mais preciso?
Passos até era capaz de ser magnânimo a esse ponto e ceder-lhe uma das janelas viradas para a Rua da Imprensa!
5
Seguro, na sua "falta de jeito", na sua "falta de carisma", na sua "falta de sentido de Estado", até se fez fotografar na Biblioteca da Assembleia da República, já que para lá foi eleito como deputado!!!
Que santa e provinciana ingenuidade!!!
Olhem se ele se tem lembrado de ser fotografado nos Jardins do Palácio do Rato, ele, que para todos os efeitos AINDA É O ELEITO SECRETÁRIO GERAL DO PS?!!
6
Assumo que estar aqui, neste preciso momento, com este meu "mau ânimo" na minha revista ânimo, é um contra senso, já o disse e volto a repetir. Todo este processo está inquinado desde  princípio porque este debate só poderia ter lugar no interior do próprio partido se tivessem sido respeitadas as regras que todos acordaram.
E é este ponto que INCOMODA todos os que têm pressa em chegar ao poder (é ver hoje como o Expresso dá conta da alegria da direita em perceber que, afinal, Costa não traz nada de novo ao fim de dois debates) e que não olharam a meios para alcançar os seus fins!!!
7
Foto.Mario Cruz/Lusa
E se Costa veio invocar o Evangelho, então vamos a isso.
Qual foi o termo que Jesus Cristo utilizou, no Jardim das Oliveiras do seu sofrimento, para denunciar que "está entre vós aquele que vai TRAIR-ME"?!
Qual a diferença entre descer o Chiado a uma sexta-feira, lado a lado, Seguro e Costa, e, na segunda ou terça, dizer, cirurgicamente convocados todos os media, à beira-Tejo, "é aquele que está lá em cima no Rato quem deveis crucificar em Congresso Extraordinário, em Convenção, em Directas ou lá o que quer que seja!!!
Crucificai-o, já!
À terceira tem de ser de vez!"
8
Para melhor se perceber de que "evangélica impaciência" se faz a minha paciência em continuar a assistir a este doloroso calvário (outro dia chamei "intifada", agora, actualizo, para ficar mais em sintonia com o evangélico Costa) venho contar uma pequena história, que vale o que vale, e que alguns amigos mais chegados já conhecem, a começar pelo próprio Costa:

Quando cheguei ao Grupo Parlamentar do PS
(já agora, diga-se que fui convidado para coordenar o gabinete de imprensa por Jorge Lacão, indo, assim, substituir o saudoso António Manuel, que foi para o Rato com Jorge Sampaio)
numa das reuniões do Grupo, sob a liderança do agora disputadíssimo candidato presidencial, António Guterres, um jovem e entusiasmadíssimo deputado quis intervir numa acesa discussão sob tema que já não recordo.
(Seja-me permitido dizer que tive o privilégio de participar em quase 25 anos de reuniões altamente participadas onde nunca os assuntos ficaram por esclarecer e de onde se saía, mesmo naquelas mais difíceis, como dizer, de alma lavada, tal a riqueza do debate e a solidariedade mesmo na diferença.Um privilégio que nunca me cansarei de exaltar.)
Regressando à nossa história, o jovem deputado, inconformado, por diversas vezes tentou, em vão.
Vai daí, escrevi um pequeno bilhetinho para o Engº Guterres (quem o conhece sabe como adorava bilhetinhos) no qual apenas dizia: "Senhor Engenheiro, em nome do evangélico "vim para servir, não para ser servido, deixe-o falar!"
Influenciado, ou não, pelo meu recado, a verdade é que o jovem deputado lá falou.
Chamava-se António Costa.

Ao menos sobre Evangelhos, estamos conversados?!
Ou.... estarei integrado no índex da "Agenda de Insultos da Década"?
antónio colaço.


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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2014
MATINAS

MATINAS
Quem sabe, este não tenha sido o último rasto que te aproximou do mar?
De facto, tempestades em terra, rostos ao mar para lavar as tantas lágrimas que por aqui se continuam a chorar.
PS
Este é o meu derradeiro comentário sobre "as evangélicas" impaciências e o "lodaçal dos insultos" que alguém, numa manhã junto ao Tejo, resolveu iniciar.
Tudo o que se lhe seguiu e segue é mais do que surreal.
Mea culpa pelo tempo perdido, embora me doa ver o meu partido todo partido.



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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2014
PARABÉNS, MÃEZINHA

 

PARABÉNS, MÃEZINHA
Se a Eternidade É, como julgo, o prolongamento do que fomos, para melhor, então só podes continuar linda como sempre foste, quer dizer, como ÉS!
Beijos de todos nós neste teu dia

tózé



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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

Pe Anselmo Borges

n DN / Set

A MULHER DE JESUS

Uma coisa bem natural: querer saber como se relacionou Jesus com a sexualidade. Uma questão que foi por séculos tabu. Até metia medo pensar nisso. Por um lado, afirmava-se que Jesus é verdadeiramente homem, mas, logo a seguir, nem pensar em sexo quando se falava dele. Praticava-se o docetismo, uma heresia que afirmava que Jesus tinha aparência de homem, mas, verdadeiramente, era outra coisa: apenas parecia um homem.

Agora, o tema está sobre a mesa e pergunta-se abertamente: se Jesus era um verdadeiro homem, como viveu a sexualidade, como se relacionou com as mulheres? Numa obra recente, Jesús y las Mujeres, Antonio Piñero, um dos mais respeitados especialistas em cristianismo primitivo, com a vantagem de não ser crente, pergunta inclusivamente se Jesus era homossexual ou bígamo, negando, com fundamento, uma coisa e outra.

Os exegetas mais conceituados reconhecem que, também no que se refere às mulheres, Jesus operou uma revolução. Por princípio, as mulheres não deviam falar com um homem em público, o seu testemunho não tinha força, eram definidas como uma "lua", recebendo o seu brilho do "sol", que era o homem, eram impuras por causa da menstruação. Jesus não atendeu à impureza ritual, falou com a samaritana, uma mulher que tinha tudo contra ela - herética, estrangeira, com vários homens na sua vida -, teve discípulos e discípulas, fazendo-se acompanhar por eles e por elas nas suas tarefas apostólicas. Como escreve o teólogo X. Pikaza, "Jesus rompeu com todas as tradições culturais do seu tempo e trata a mulher como igual"; "homens e mulheres aparecem no seu projecto como iguais, sem prioridade de um sexo sobre o outro"; "não quis sacralizar a sociedade patriarcal da sua época" e "fundou um movimento de homens e mulheres, contra os rabinos da sua época, que não admitiam as mulheres nas suas escolas". E A. Piñero: "Jesus foi um rabino relativamente anómalo no panorama dos doutores da Lei do século I, porque teve um ministério activo no qual as mulheres não só estavam presentes, mas eram discípulas." Inclusivamente constata-se que as mulheres foram as discípulas mais fiéis e destemidas: "De facto, ao chegar a provação da Cruz, os Doze abandonam-no; elas, pelo contrário, permanecem fiéis até ao fim" (Pikaza) e foi Maria Madalena quem primeiro teve a convicção avassaladora de fé de que ele está vivo em Deus.

O Talmude diz: : "Quem não tem mulher é um ser sem alegria, sem bênção, sem felicidade, sem defesas contra a concupiscência, sem paz; um homem sem mulher não é um homem." Mas existe igualmente consenso quanto ao celibato de Jesus, pelo menos durante a vida pública, o tempo da pregação, desde o baptismo até à morte. Escreve o famoso exegeta americano John P. Meier: "Jesus nunca se casou, o que o transforma num ser atípico e, por extensão, marginal na sociedade judaica convencional." Maria Madalena teve um papel especial na sua vida, mas não foi sua mulher. E o famoso papiro, presumivelmente do século IV, em língua copta, de que tanto se fala desde 2012?: "Jesus disse-lhes: a minha mulher.../poderá ser minha discípula..." Conclui A. Piñero: "O cepticismo radical é a posição mais recomendável quanto ao conteúdo deste brevíssimo documento."

Decisivo é que Jesus, infringindo os preceitos patriarcais, deu início a um movimento inclusivo de homens e mulheres, sem discriminação. A Igreja Católica ainda não tirou daí todas as consequências.

*Padre e professor de Filosofia

Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

 



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Terça-feira, 9 de Setembro de 2014
SERENIDADE DE SEGURO ENCOSTA ARROGÂNCIA DE COSTA ÁS CORDAS

 

a serenidade a encostar às cordas a arrogância e o calculismo AH POIS "FALTAM AS ...."VARIÀVEIS, E COISA E TAL E NÂO "PODEMOS SER IMPRUDENTES"!
Alguma dúvida sobre de onde CONTINUA a VIR A SERENIDADE, a PALAVRA, a HONRA, o GOSTO DE FAZER P...OLÍTICA CONTANDO COM AS PESSOAS?! Percebeu-se hoje a raiz de todos os "calculismos"! PS Interessante ver todos os comentadores que ouvi a reconhecerem a vantagem de Seguro mas, alguns, a enviar recados para Costa de que "amanhã não pode ser assim e ciisa e tal, não se faz estar a remeter tudo para as calendas, as tais "variáveis" em nome da IMPRUDÊNCIA!!! De facto, parece que a imprudência que fez avançar Costa agora já não resulta para os desafios que vêm a seguir!!! Se é esta a Agenda da Década....nem daqui a um século.
FAZER POLÍTICA OLHOS NOS OLHOS
Este é o grande momento em que senti que Costa acusou o toque que  verdadeiramente o incomoda: incapaz de olhar OLHOS NOS OLHOS  com a SERENIDADE de quem, como Seguro,mesmo desafiado na sua legitimidade, não temeu vir à luta.
Acho que Seguro fica a dever a Costa este baptismo, esta relegitimação como LIDER, que nunca deixou de ser, por uma prestação, afinal, "tão pequenina", tão pouco "ambiciosa",  como a "pequenina pouco ambiciosa vitória" de que Costa acusou Seguro e com elas partiu para esta IMPRUDÊNCIA.
RESPIGO DO DEBATE NA ÂNIMO/FACEBOOK
Olhos nos olhos. A vitimização já foi chão que deu uvas, já não dá. o Inseguro continua sem jeito. Essa da serenidade até tem graça.
  • António ColaçoA AGENDA DA DECADÊNCIA

    Carlinhos, longe de mim querer convencer-te ou a algum dos leitores da ânimo.
    Mas....se a "vitimização" foi "chão que já deu uvas" (isso incomoda mas a culpa exclusiva é de quem VITIMOU), hás-de convir que a estas horas os apoiantes de Costa e da sua "ambição" devem sentir-se incomodados.
    SOUBE A POUCO!
    É VÊ-LOS a COMENTAR, tipo, "com a Dinamarca é que vai ser!!!
    Até os comemos, bla, bla, "cuidado com as variáveis", "cuidado com as imprudências", este não abrir jogo que chateia, percebes?!!!
    É assim, tudo isto está na "AGENDA DA DÉCADA"!!!
    Não sabemos é de que século é que é a década.
    Soou-me mais a uma AGENDA DECADÊNCIA.
    Temos pena.
    Sabes o que é, Veríssimi Amici, trabalhei com os dois, conheço-os.
    Nada mais tenho a acrescentar.
    De nada ando a esperar.
    Só lamento ver o MEU PARTIDO neste estado.
    Não, não é o valor do DEBATE que está em causa.
    É o valor de quem ABATE o património de um PS onde a HONRA, A PALAVRA DADA, essas sim, foram chão que já deu uvas.

    Vais ver a qualidade do vinho das encostas desta terra queimada!
    Abraço, claro.
    Sempre.


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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
VÉSPERAS

 

Entardecer.Alcochete, hoje.



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PARABÉNS, SFUM-SOCIEDADE FILARMÓNICA UNIÃO MAÇAENSE

E em homenagem à continuada e excelente dedicação da mais que centenária SFUM-Sociedade Filarmónica União Maçaense, para cujos peditórios a manta que se segue tanto contribuiu pelas mão de meu saudoso sogro, José Simões, aqui fica a sua participação na Procissão deste ano sob a condução do seu jovem maestro Adriano Tropa, um filho de Mação, que assegura, assim, a continuidade das tradições.
Também lugar para a ahomenagem ao saudoso José Costa de quem a saudosa Ti Teresa dizia ser "a alegria da terra"!
Curiosamente, ou não, em menos de um ano todos os três já nos deixaram.

A velha manta de seda verde, à janela da casa do Bisavô Luís, muito gasta ao centro, das tantas e generosas moedas que recolheu ao longo de muitos anos, no tradicional Peditório da Manta!

E agora a SFUM ao vivo!

 



publicado por animo às 23:37
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