Sexta-feira, 3 de Outubro de 2014
AS MÚSICAS DA MÚSICA

TRÊS MINUTOS DE EXTASE
Mais palavras para quê?!
Glenn Gould, já se vê!!!

 



publicado por animo às 15:50
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MATINAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MATINAS
Por que é que não quiseram CONTAR CONNOSCO?! O ano inteiro a crescer, castas e imaculadas de nós, Aragonesas, Trincadeiras, sabemos lá, pouco importa, não faremos parte dos néctares que vão subir à mesa do portugueses.
Carne, peixe, erguido como celebração ou para simples confraternização...nunca seremos o vinho que sonhámos, tão sós por aqui nos quedámos

 



publicado por animo às 15:05
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2014
o sapo anda a desovar, perdão a inovar o tanas!!!!

Os textos estão a sair todos tortos!!!!
Senhores do sapo, ponham aqui os olhos e "help me":


animo.semper@gmail.com



publicado por animo às 22:03
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MATINAS II

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Homem no alto de um dos muitos brancos depósitos, em cimento, da Adega de Pegões, esta manhã, enchendo-o de vinho novo!!!
Quiçá....à espera do São Martinho!!!



publicado por animo às 21:53
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MONTIJOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Finalmente a Casa das Enguias.Escorreguei para lá "empurrado" por mão amiga que quis "redimir-se" da Exposição "PODERES" ter ficado sem poder mostrar-se como programado.
Nada melhor do que a mesa para repor energias e retomar caminhos.
Adiante.
Bebeu-se um branco da região (Pegões, Palmela? Que interessa se a frescura dos aromas nos ajudou a refrescar as ressequidas gargantas por um encalorado outono que nos aquece os dias até às tantas?! ) para acompanhar Enguias fr...itas, a sairem ainda estaladiças da fritura, acompanhadas de um cremoso arroz de tomate onde repousaram ameijoas e aromatizantes coentros.
2
A foto que se publica é de uma falta de respeito pelos leitores atroz!
Tão fascinante se apresentou o dito arroz, que dele apenas sobrou um ligeiro rasto, um esfomeado trilho por onde calcorrearam os passos da nossa desmedida fome!
As desculpas com a promessa de que para a próxima a falta será relevada!



publicado por animo às 17:34
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MATINAS

 

 

 

 

 

 

 


Amanhecendo na Adega Cooperativa de Pegões. Em 1960 era assim.

A primeira vindima para a Adega construída em 1958.

(Foto.Adega Cooperativa de Pegões).

 



publicado por animo às 17:29
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2014
DIA MUNDIAL DA MÚSICA . POR UM MONTIJO EM SOL MAIOR!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Homenagem aos professores e jovens músicos do CRAM - Conservatório Regional de Artes do Montijoalque por estas horas andaram a "dar música" aos passageiros da Transtejo entre o Terreiro do Paço e o Montjo ou entre o Montijo e o Terreiro do Paço!...
Possam os seus acordes ACORDAR o poder instalado, TODOS OS PODERES, a fim de despertarem para o trabalho que por aqui se faz!!!
Viva a MÙSICA!
Viva a MÚSICA DO MONTIJO, pôrra, que tarda em ver reconhecido o seu trabalho pelo Ministério da Educação!

Este vídeo que se segue, para além de uma homenagem a todos aqueles que nos tornam os dias mais leves, (o lema da ânimo!) pretende ajudar a limpar a cera dos ouvidos de Crato e seus ajudantes!

(Video realizado este ano no estágio da fabulosa Orquestra de Sopro do Montijo que pela primeira vez subiu a São Carlos!!!)
Parabéns, Ilidio Massacote e a todos os que não desistem e...insistem em SOL MAIOR!!!
antónio colaço

 

 



publicado por animo às 22:09
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30 ANOS DEPOIS DAS PRIMEIRAS COMEMORAÇÕES NACIONAIS EM ABRANTES QUE VIVA A MÚSICA!!!

DIA MUNDIAL DA MÚSICA

Aproxima-se o 4 de Outubro, dia de S.Francisco.

Hoje, DIA MUNDIAL DA MÚSICA , exactamente 30 anos depois que, pela primeira vez, se começou a comemorar este dia, e....logo em ABRANTES, tendo tido o privilégio de fazer parte da equipa que pôs de pé essas comemorações ( onde quer que esteja, obrigado, inspector Humberto Ávila ) eis outro acontecimento de que muito me orgulho:

-Na Sé de Évora, com o então vereador da Cultura da sua Câmara, Joaquim Soares, do Partido Comunista Português, líder do Grupo Cantares de Évora, eis como avançámos para um improviso total, "ALENTEJO EM SOL MAIOR", que teve apenas como elemento central a letra do Cântico do Irmão Sol e outro ponto, previamente combinado, em toada do cante alentejano.

O resto fica por conta da celebração deste DIA MUNDIAL DA MÚSICA.

 

São quatro vídeos (cuja qualidade foi a possível!) de que deixo os restantes links!

OBRIGADO!
VIVA A MÙSICA!!!

https://www.youtube.com/watch?v=vuHOujAZCEE

https://www.youtube.com/watch?v=_fH6IK2aTFk

https://www.youtube.com/watch?v=3TTB1Z-QedY

 



publicado por animo às 11:10
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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe Anselmo Borges
In DN

27 Set

A CIÊNCIA E O DIVINO 3

Como vimos, Einstein afirmava-se como pessoa religiosa, mas acreditando no "Deus de Espinosa que se revela na ordem harmoniosa daquilo que existe e não num Deus que se interesse pelo destino e pelos actos dos seres humanos."

Há o mistério último da realidade, que se impõe. A pergunta é se se opta pela Natureza impessoal ou pelo Deus transcendente, pessoal e criador.

Compreende-se o fascínio da afirmação da Natureza como força geradora divina de tudo. Esta concepção é bem resumida pelo filósofo Marcel Conche, ao escrever que Deus é inútil, pois a Natureza cria seres que podem ter ideias de todas as coisas, inclusive da própria Natureza. Está a referir-se não à natureza "oposta ao espírito ou à história ou à cultura ou à liberdade", mas à "Natureza omnienglobante, a physis grega, que inclui nela o Homem. Essa é a Causa dos seres pensantes no seu efeito."

Esta concepção confronta-se, porém, com objecções de fundo. Ao divinizar a Natureza, põe em causa a secularização e, consequentemente, a liberdade. Depois, tem dificuldades em explicar como é que a Natureza, que é impessoal, dá origem à pessoa, como é que mecanismos da ordem da terceira pessoa acabam por dar origem a alguém que se vive a si mesmo como eu irredutível na primeira pessoa.

Neste domínio, houve recentemente um debate significativo entre o matemático P. Odifreddi e o Papa emérito Bento XVI. Na sua resposta ao livro de Odifreddi, "Caro Papa, ti scrivo", Bento XVI escreveu uma longa carta, em parte publicada no jornal "La Repubblica" de 24 de Setembro de 2013, na qual refere precisamente este debate. Textualmente: "Com o 19.º capítulo do seu livro, voltamos aos aspectos positivos do seu diálogo com o meu pensamento. Mesmo que a sua interpretação de João 1, 1 esteja muito longe do que o evangelista pretendia dizer, existe, no entanto, uma convergência que é importante. Mas se o senhor quer substituir Deus por "A Natureza", fica a questão: quem ou o que é essa natureza. O senhor não a define em lugar nenhum e, portanto, ela parece ser uma divindade irracional que não explica nada. Mas eu quereria sobretudo fazer notar ainda que, na sua religião da matemática, três temas fundamentais da existência humana não são considerados: a liberdade, o amor e o mal. Espanta-me que o senhor, com uma única referência, liquide a liberdade que, contudo, foi e é o valor fundamental da época moderna. O amor, no seu livro, não aparece, e também não há nenhuma informação sobre o mal. Independentemente do que a neurobiologia diga ou não diga sobre a liberdade, no drama real da nossa história ela está presente como realidade determinante e deve ser levada em consideração. Mas a sua religião matemática não conhece nenhuma informação sobre o mal. Uma religião que ignore essas questões fundamentais permanece vazia."

Evidentemente, quem acredita no Deus transcendente, pessoal e criador sabe que Deus não é pessoa à maneira das pessoas humanas, finitas. Deus também não é um Super-homem. O que se quer dizer é que Deus não é um Isso, uma Coisa. Como escreveu o teólogo Hans Küng, "Deus, que possibilita o devir da pessoa, transcende o conceito do impessoal: não é menos do que pessoa". Não esquecendo que Deus é e permanece o Inabarcável e Indefinível - Gregório de Nazianzo (330-390), doutor da Igreja, pergunta: "Ó Tu, o para lá de tudo, não é tudo o que se pode dizer de Ti?" -, pode dizer-se que é "transpessoal".

 



publicado por animo às 10:36
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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

 

Foto.Google

Convidados para jantar, proibidos de comer (2)

Que haverá, no que aconteceu há dois mil anos, que nos possa ajudar a desassossegar o nosso presente?

1. Aconselharam-me a ter cuidado com o modo como são abordadas as problemáticas levantadas pelo Sínodo sobre a Família, pois a Igreja não pode dar a imagem de que tanto abençoa casamentos como divórcios ou recasamentos.

Observação sábia. Não me parece, no entanto, que nos encontremos perante esse perigo. Receio algo diferente: que o descuido dos católicos com a significação da complexidade do que está acontecer possa levar à indiferença, à banalização ou a diagnósticos e remédios que matam.

As religiões são expressões públicas e sociais da fé. O legalismo e o ritualismo tendem a envenenar a sua vida concreta. Chegam a querer substituir-se à liberdade de Deus e à consciência humana. A lei e o ritual pretendem traçar o caminho a Deus e aos seres humanos: ou passam por ali ou não passam.     

Jesus rompeu com essa concepção fundamentalista. O encontro de Deus connosco não segue apenas nem principalmente o traçado das cerimónias do culto. O serviço desinteressado dos mais necessitados é o seu  teste inequívoco (Mt 25, 34-38). O próprio catolicismo precisa de ser continuamente evangelizado.

Sendo esta a realidade cristã, para que perder tempo com os rituais litúrgicos? Talvez porque somos humanos.

2. Tomás de Aquino, no comentário à primeira carta de S. Paulo aos Coríntios (c 15), sobre a ressurreição, tem uma posição arrepiante para os espiritualistas: a salvação da minha alma não é a minha salvação, pois a minha alma não é o meu eu (anima mea non est ego).

Ao dizer isto não tenta oferecer uma explicação da vida depois da morte, da qual não sabe nada. Parte da convicção de que a morte não pode ser a última palavra do itinerário humano. A salvação não pode ser entendida como a reanimação de um cadáver.        

O ser humano é uma viva corporeidade espiritual e um espírito corporal. São duas dimensões de uma única e mesma realidade. Esta perspectiva recusa qualquer dualismo, pois não se trata de um anjo caído no mundo. Numa óptica cristã, a expressão “salvação das almas” tem inconvenientes antropológicos, cristológicos e litúrgicos insuperáveis. As celebrações sacramentais implicam uma corporeidade sensitiva e expressiva marcada pela cultura e pela história. A inculturação litúrgica não é um luxo. É uma condição de verdade.        

Nos debates do seu tempo, acerca da definição dos sacramentos cristãos, Tomás de Aquino inscreveu-a no vasto mundo da simbólica, em todos os seus registos. A diminuição da consistência sensível dos signos sacramentais é um atentado à sua significação divina e humana. A sua primeira eficácia depende da capacidade de evocação - uma exterioridade que acorda para uma interioridade -, para um acontecimento de graça, de transformação da vida. O enfraquecimento da densidade simbólica é meio caminho andado para a mecânica da magia: faz-se o truque e acontece.

A celebração dos sacramentos implica uma tríplice significação: a evocação de um acontecimento do passado, a sua eficácia presente e a abertura a um futuro sem clausura. Na Eucaristia, o sacramento dos sacramentos, quando lemos as narrativas evangélicas, começamos sempre por dizer: Naquele tempo. Não é para nos instalar no passado, mas para o confrontar com o nosso presente. Não temos de resolver questões de há dois mil anos, mas perguntar: que haverá, no que aconteceu há dois mil anos, que nos possa ajudar a desassossegar o nosso presente?

Temos a ideia de que o passado passou e acabou. S. Tomás, ao abordar os mistérios da vida de Cristo, perguntava: como poderão esses acontecimentos salvar o nosso tempo? A resposta tem sentido: Jesus estava completamente na onda de Deus e, por isso, a sua intervenção histórica, o amor que a percorria, atinge todos os tempos e lugares.

3. Tantas voltas para quê? No Tablet [1], o cardeal Walter Kasper, é confrontado com o acesso dos católicos recasados à comunhão eucarística. Sabe muito bem que há situações diferentes, mas o que, em última análise, deve contar nas atitudes de toda a Igreja é a misericórdia. Não está a dizer nada de novo, não só do ponto de vista bíblico, como na sistematização teológica. A misericórdia efectiva é o que de melhor podemos dizer de Deus [2].

Todos estão de acordo que a simbólica da Eucaristia é a da refeição partilhada. Não há quem negue que o sacramento da Eucaristia, do princípio ao fim, é a maior celebração da misericórdia, do perdão, da reconciliação. Na própria consagração do vinho diz-se, explicitamente: Tomai, todos, e bebei: Este é o cálice do meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos para a remissão dos pecados. Fazei isto em memória de Mim.

 

COMENTÁRIO

"Tomai e comei e bebei TODOS")
TODOS e não apenas alguns!
Do que se trata é de relembrar esta dimensão, não da Nova Igreja, mas de uma Igreja que nunca devia ter-se deixado envelhecer.
Que nunca permitará que envelheçamos com ela afastando-nos da sua Beleza inicial!
IMPERDÍVEL!!!!
Obrigado, mais uma vez, Frei Bento!

antónio colaço



publicado por animo às 01:00
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