Quarta-feira, 5 de Novembro de 2014
AS MÚSICAS DA MÚSICA

Soube-me bem ter tropeçado neste improviso!
Pim!

 



publicado por animo às 21:46
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PELO SÃO MARTINHO....

PELO SÃO MARTINHO.....

AdiVINHO-te.
Serigrafia a partir do original "AdiVINHO-te, um acrílico com que quis marcar uma espécie de regresso ao meu traço figurativo antigo, inicial, de que me envergonhei durante algum tempo.
O texto que escrevi para a mesma edição.

Uma celebração das vindimas, das adegas, numa palavra, do esplendor do vinho no seu melhor, beber com moderação, quer dizer, para alegrar o coração.

PS
Encontram-se disponíveis alguns exemplares.
Ponto.

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publicado por animo às 21:23
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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2014
PARABÉNS, MENINA CONCEIÇÃO

PARABÉNS MENINA CONCEIÇÃO!!!!

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A Menina Conceição, faz hoje anos!!!!
A nossa querida professora primária, de Cardigos, Mação, faz hoje 88 anos (só hoje é que quebramos a regra de dizer a data de uma Senhora) e está de perfeita saúde.
Agora mesmo acabei de lhe tocar os "Parabéns!" ao vivo com a minha "gaita de beiços"!!!!...
Ela que foi uma das primeiras a incutir-me o gosto pelo desenho e pela música!!!
MUITO OBRIGADO por tudo, querida Professora!
Aqui fica o seu telefone (274866014) para que algum antigo alune queira tornar o seu dia mais luminoso!!!!
tózé

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publicado por animo às 10:03
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Domingo, 2 de Novembro de 2014
WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

JÁ NÃO ACREDITO NO PAPA FRANCISCO (2)

Frei Bento Domingues
In Publico

  1. O título da crónica do Domingo passado – Eu já não acredito no Papa Francisco - foi censurado por uma razão óbvia: o título tem de exprimir o conteúdo do texto. Ora, o meu artigo era um elogio do pontificado do papa Bergoglio e uma convocatória para não o deixarmos só, no momento em que é acusado de instalar o “PREC”, na Cúria Romana. Texto e título estão em mútua oposição. Aceito e agradeço o reparo.

Além disso, o emprego corrente da expressão - “eu já não acredito” – revela um desapontamento, uma decepção com o Pontífice romano, observável em diferentes quadrantes: para uns, ele já foi longe demais; para outros, ao ser demorado na reforma da cúria, será ela a tornar impossível continuar a obra começada. Ao espelhar esta situação, visava algo muito diferente que insinuei, na última linha, sem mais explicações.

Vamos, então, à substância. Não sou católico por causa do Papa Francisco, cujo projecto e práticas me dão muita alegria, não podendo dizer o mesmo de todos os que conheci, mas nunca poderei esquecer a minha dívida a João XXIII.

Causam-me sempre bastante tristeza os desabafos das pessoas que deixam de “ser católicas” devido a certas posições da hierarquia eclesiástica. Nessas alturas, lembro-me da reacção do Padre Chenu, quando, em meados do século passado, louvaram a sua “obediência”, em vez de revolta contra as condenações romanas a que fora submetido. Escreveu um texto para dizer que não se tratava de obediência: foi e é a fé sobrenatural em Jesus Cristo, que recebi na Igreja, mas que não é propriedade de nenhuma instituição humana ou religiosa, que me sustenta.

Chenu, grande medievalista e renovador do conhecimento histórico de Tomás de Aquino, lembrava que, para este teólogo, o terminal do acto de fé não são os enunciados do Credo, mas a misteriosa realidade divina. Estes são apenas mediações para o encontro com a Verdade (II-II, q.1.a.2 ad 2). Para S. Tomás, a fé teologal refere-se à própria realidade de Deus e não a uma criatura, como por exemplo a Igreja. Por isso, no Credo, quando se diz creio na Santa Igreja Católica, esta expressão deve ser entendida como referida ao Espírito Santo. Daí que seria preferível dizer simplesmente: creio no Espírito Santo que santifica a Igreja (II-II, q.1.a.9).

Trazer para aqui estas subtilezas parece uma tentativa para ignorar os debates actuais em torno da fé cristã e dos seus problemas, num contexto que oscila entre o ateísmo, o fideísmo e as espiritualidades à la carte, mais ou menos bem adocicadas.

  1. A seguir à 2.ª Guerra Mundial, certas correntes teológicas tentaram responder à seguinte questão: que sentido tem, para a construção do Reino de Deus, o trabalho e o lazer em que gastamos a maior parte do nosso tempo? Desenvolvia-se, então, a teologia das realidades terrestres e do sentido da construção da História Humana. Desejava-se viver o Cristo todo na vida toda. Os próprios padres deixavam a sacristia e iam para as fábricas aprender o que custava a vida dos trabalhadores. Dizia-se que estava mal, porque mãos consagradas e dedicadas a levantar a Hóstia na missa não se podiam manchar no óleo e na ferrugem. Nenhum trabalho, porém, era incompatível com as mãos daqueles e daquelas que o Baptismo consagrou. A “teologia do laicado” foi superando os limites da teologia da Acção Católica. O Vaticano II, na Gaudium et Spes, assumiu as dimensões incarnacionistas da fé cristã: um futuro de justiça e de paz para todos não é uma loucura. É uma tarefa! A fé é uma esperança que revela uma dimensão que a razão esquece e reprime: o horizonte dos seres humanos não se limita à sua condição mortal. O futuro não é apenas o resultado das nossas acções e do sacrifício de gerações inteiras, para que aconteça um mundo em que se possa viver. Este futuro seria um engano para todas aquelas e aqueles que foram escravos da construção daquilo que nunca poderão ver nem gozar. Só a memória infinita do Amor por cada ser humano pode vencer a vala comum.
  2. No dia consagrado a não esquecer aqueles que já encontraram a Casa da Alegria, lembro o poema de Frei J. Augusto Mourão, escrito para uma música muito bela que se canta no Convento de S. Domingos:

Não pode a morte reter-me na cruz. Não pode o mundo arrancar-me à raíz. Ao pé de Deus hei-de sempre viver. Com Deus cheguei e com Ele vou partir.

Não poderá corromper-se a alegria. Não pode o fogo extinguir-se no céu. Meu ser demanda a morada do Deus que guarda os nomes no livro da vida

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publicado por animo às 09:49
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Sábado, 1 de Novembro de 2014
160.000 VISITAS . OBRIGADO.

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Ultrapassámos as 160.000 visitas.

Obrigado!

 

NR
O Sapo poderia juntar-se a nós ajudando a superar as malfeitorias do seu novo sistema de edição!!!
Pelo facto continuamos a pedir a compreensão dos nossos leitores!!!



publicado por animo às 12:25
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OS DIAS DA INTERROGAÇÃO ESSENCIAL

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OS DIAS DA INTERROGAÇÃO ESSENCIAL

IMPERDÍVEL O WEBANGELHO DE ANSELMO BORGES

"Compreende-se que nesta sociedade, no quadro da objectivação total e humanamente "des-finalizada", a morte não tenha lugar. Daí, a desumanização crescente, sendo, pois, necessário voltar ao pensamento sadio, não mórbido, da morte. Esse pensamento não impede de viver. Pelo contrário, pela consciência do limite, leva a viver intensamente o milagre do existir, a cada instante, é ele também que remete pa...ra a ética, distinguindo entre bem e mal, justo e injusto, o que verdadeiramente vale e o que realmente não vale, e ensina a fraternidade: somos mortais, logo, somos irmãos. E abre à Transcendência, pelo menos enquanto questão.

Neste sentido, apesar do tabu, os dias 1 e 2, hoje e amanhã, dias dos santos e dos finados, são os dias da interrogação essencial."

 

Foto.Imagem colhida ontem no IPO.


Lugar de excelência para esta "interrogação essencial". Enquanto estamos de perfeita saúde. Enquanto podemos questionar.Assim, quando a debilidade de nós tomar conta, podemos respirar fundo: aparentemente ela tomou conta de nós.Só aparentemente. Questionámo-la em tempo oportuno, logo, para nós não será novidade.
A morte, assim, não nos apanhará "desprevenidos": morremos para ela antes mesmo de nos morrer!

2

O texto que ontem publiquei no FB a pretexto desta imagem:

DESCOBRIR QUE NÂO HÀ MORTE
MORRER ANTES QUE MORRA

Este homem espera,sentado, no IPO, como muitos outros homens e mulheres esperam, que notícias poderão vir da "ementa" diária publicamente afixada à vista de todos.
Provavelmente pensa para si, "olha a minha sorte, não vou para nenhum "Bloco Operatório", não vou para a "Capela", muito menos para a "Consulta de Dor", tão pouco para as "Consultas Esternas", e nem preciso ir para os "Dadores de Sangue" e também não é desta qe vou ...para as "Endoscopias", "Internamentos E Cirurgias", Patologia Morfológica......
Espera, simplesmente.
A mulher com uma cabeleira postiça?
O sogro com a garganta toda enrolada ou um irmão quase sem boca e entubado, ar cadavérico mas ambulante?!
IPO, aviões carregados de turistas sobrevoam a Pç de Espanha, a ala norte do próprio IPO.
Vêm gozar o sol de Portugal, onde demoramos a perceber, como nos diz mestre Eckart Tolle, que releio, de que morte se faz a própria morte, ou antes, a Vida de que ela, morte, nunca será feita?!
Lá vai mais um Jumbo da British Air, carregado de ingleses para virem VIVER neste OUTUBRO QUENTE em Portugal.
Por que será que o homem da nossa foto não olha para os céus de Lisboa?




antónio colaço

 



publicado por animo às 11:50
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MAÇÃO UMA SANTA NAÇÃO

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Hoje, todos os caminhos vão dar a Mação.Hoje, Mação é uma Nação!

Longe da vista mas....bem dentro do coração.

Votos de Grande Feira dos Santos.

 



publicado por animo às 11:32
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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

OS DIAS DA INTERROGAÇÃO

Pe Anselmo Borges, in DN

Qual é a constituição da razão, que inevitavelmente põe perguntas a que depois não sabe responder? Essas perguntas, diz Kant, têm a ver com a liberdade: somos livres ou estamos inseridos na cadeia do determinismo causal?, com a imortalidade: tudo acaba com a morte ou continuamos para lá dela?, com Deus: há Deus ou Deus realmente não existe? Perguntas decisivas a que a razão científica não sabe responder. Ninguém pode gloriar-se de saber que Deus existe ou não existe e que haverá ou não vida futura; se alguém o souber, escreve, "esse é o homem que há muito procuro, porque todo o saber é comunicável e eu poderia participar nele".

Sobre aquilo que decisivamente nos interessa estamos praticamente na situação de sempre: nesses domínios, o saber no sentido científico estrito não avança. Mesmo sobre a morte o que é que sabemos? Ninguém sabe o que é morrer - lá está M. Heidegger: "A morte do outro revela-se como uma perda, mas sobretudo como a perda que experienciam os que ficam. A perda sofrida não lhes dá, porém, acesso à perda de ser enquanto tal que o moribundo "sofreu". Nós não experienciamos no sentido forte desta palavra o falecimento dos outros: quando muito, a única coisa que fazemos é "assistir" a ele." Por isso, ninguém sabe também o que é estar morto, nem sequer para o próprio morto. Depois, as palavras deslizam para o sem sentido, quando, perante o cadáver, dizemos, por exemplo: o meu pai está aqui morto, a minha mãe está aqui morta, o meu amigo está aqui morto, a minha amiga está aqui morta... De facto, o que falta é precisamente o sujeito: o pai, a mãe, o amigo, a amiga... Como não faz sentido dizer que os levamos à última morada, que os cremamos ou enterramos. Quem se atreveria a enterrar, a cremar o pai ou a mãe, o amigo, a amiga, o filho? E, quando vamos ao cemitério, que jogo de linguagem é esse que nos leva ao atrevimento de dizer que os vamos visitar? De facto, nos cemitérios, com excepção dos vivos que lá vão, não há ninguém - o Evangelho é cru: ali, só há "ossos e podridão". Assim, pergunta-se: o que há lá então, para que a violação de um cemitério seja um crime hediondo? O que lá há é uma interrogação in-finita, para a qual não há resposta adequada: O que é o Homem? O que é o ser humano?

Eu sei que hoje não é de bom tom falar ou escrever sobre estes temas. Mas não é a morte, facto perfeitamente natural, que se torna espaço de e da cultura? Sem a morte e a sua consciência, haveria religiões e filosofias?

O sintoma mais claro da crise deste nosso tempo - uma crise financeira, social, económica, religiosa, moral - é a morte tornada tabu, o único tabu. Para ser o que é, a nossa sociedade não teve apenas de fazer da morte tabu, ela é a primeira na história a colocar o seu fundamento sobre o tabu da morte: disso não se fala e vive-se como se ela não existisse.

O que se passou é que, como analisou Max Weber, na distinção entre Zweckrationalität (racionalidade referente a um fim condicionado, no quadro de imperativos hipotéticos) e Wertrationalität (racionalidade referente a valores morais categóricos), a primeira assumiu o primado e até o monopólio. A razão instrumental ou racionalidade técnica substituiu a razão prática enquanto racionalidade moral. Assim, como escreve o filósofo Luc Ferry, o nosso mundo é completamente dominado pela concorrência total, "o benchmarking, competição das empresas entre si, mas também dos países, das culturas, das universidades, dos laboratórios, etc. A história já não avança animada pela representação de uma finalidade, pelo projecto de construir um mundo melhor, animada por objectivos como a liberdade, a felicidade e o progresso. Já não avançamos referidos à representação de uma finalidade, mas apenas impelidos pela obrigação absoluta de fazer crescer os meios de que dispomos. Daí, a liquidação progressiva do sentido que caracteriza a vida política moderna". É preciso produzir, competir, inovar sempre, cada vez mais, mas, agora, "sem saber porquê nem para quê, em virtude de que finalidade", de tal modo que o homem moderno se tornou "o funcionário da técnica", como já tinha reflectido M. Heidegger.

Compreende-se que nesta sociedade, no quadro da objectivação total e humanamente "des-finalizada", a morte não tenha lugar. Daí, a desumanização crescente, sendo, pois, necessário voltar ao pensamento sadio, não mórbido, da morte. Esse pensamento não impede de viver. Pelo contrário, pela consciência do limite, leva a viver intensamente o milagre do existir, a cada instante, é ele também que remete para a ética, distinguindo entre bem e mal, justo e injusto, o que verdadeiramente vale e o que realmente não vale, e ensina a fraternidade: somos mortais, logo, somos irmãos. E abre à Transcendência, pelo menos enquanto questão.

Neste sentido, apesar do tabu, os dias 1 e 2, hoje e amanhã, dias dos santos e dos finados, são os dias da interrogação essencial

 

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publicado por animo às 11:23
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