Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015
MEMÓRIAS DA MEMÓRIA

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MEMÓRIAS DA MEMÓRIA
Por estes dias marchava por Mafra, Fevereiro de 1974.
No D.João V escrevia as "REFLEXÕES FÁCEIS DE UM SOLDADO DIFÍCIL". Sucediam-se os motivos porque ficava de castigo aos fins-de-semana no Quartel: nega nos testes (mas também tir
ei, por uma vez, uma das melhores notas!!!), chegar atrasado às formaturas, não acertar, quando perguntado, na diferença entre divisas e galões mas....o mais gravoso dos castigos, ter ficado impossibilitado de ir até Lisboa encontrar-me com o meu mais recente amigo, conhecido em Mafra, para lhe mostrar a capital, só porque......as botas estavam mal engraxadas!!!
Resultou, na primeira ocasião que pude, este "LOUVOR E EXALTAÇÃO DA GRAXA EM TODA A SELA, PERDÃO, EM TODA A SOLA DO SAPATO!!"
Botas que marchariam, dois meses mais tarde - mas ainda o não sabia - a caminho de ABRIL!!!!!

 



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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2015
E SE DEUS FOSSE MÃE?

DIVINAS AFRONTAS
Tinha acabado de deixar este comentário no belíssimo texto de Anselmo Borges, abaixo publicado, quando me chegou um outro seu mail dando-me conta desta belíssima iniciativa, a pretexto do lançamento do seu mais recente livro "DEUS AINDA TEM FUTURO?", resumo das últimas conferências que realiza ali por Valadares e à qual não pude assistir:
"E SE DEUS FOSSE MÃE?!"
Bom, o mínimo que posso dizer é que, depois de interrogar o "silêncio de Deus" , perguntar "se Deus ainda tem futuro" ou "e se Deus fosse Mãe", creio que o próprio Deus ( alguém, em verdade, sabe dizer Quem é o "próprio" Deus?!) deve andar ou a saltar de nuvem em nuvem em pulos de contentamento, ou, recolhido na Sua Infinitude,a sentir-se como qualquer um de nós, quando nas adivinhas, "aquele Anselmo e os que o seguem andam tão "quentinhos", tão LÁ perto de Mim!!!!
Pois bem, QUERO UM DEUS QUE SEJA MUITO MAIS QUE UM PAI, MUITO MAIS QUE UMA MÃE E, ó afronta das afrontas, MUITO MAIS QUE DEUS, QUER DIZER, MUITO MAIS DO QUE AS CONCEPÇÕES ATÉ AQUI CONHECIDAS DE DEUS!!!!

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publicado por animo às 16:41
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Domingo, 8 de Fevereiro de 2015
O QUE FAZ FALTA É VAROUFIKAR A MALTA!!!!

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Stuart Holland, in Público.

 

O QUE FAZ FALTA É VAROUFIKAR A MALTA!!!

Nada percebo de engenharia financeira - creio que cada vez menos percebo do que quer que seja - mas ainda consigo perceber -o e nas minhas modestas intervenções tenho feito questão de o dizer (nomeadamente, na condução dos AAA-Animados Almoços) - que esta história da "DÍVIDA" sempre esteve muito mal contada, quer quanto à sua génese, quer, sobretudo, quanto ao modo de se sair dela.
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É por isso que o conjunto das repercussões do que se está a passar na Grécia, mas, sobretudo, o abanão na tão convencida quanto atemorizada Europa, me entusiasmam e, só por isso, fazem com que agradeça aos gregos a sua intrépida coragem.
De facto, percebe-se agora muito melhor que HÁ UM OUTRO CAMINHO PARA SE SAIR DA LAMA ( da MERDA, por que não dizê-lo?!) EM QUE CHAFURDAMOS, desde a "crise" dos "distantes" Lehman Brothers, aos vizinhos e caseiros DTT_Donos Disto Tudo, quer dizer aos conhecidos, mas ainda não julgados, Ricardos Salgados e aos Ricardos Salgados que é urgente conhecer quem são e levar ao BANCO (BOM) DOS RÉUS!!!!
É por isso que, independentemente, dos falsos oportunismos de colagem às vitórias do Sirysa, nos consciencializemos que também aqui, neste pedacinho da Europa que somos, OUTROS CAMINHOS são possíveis!!!!

O que faz falta, sim, É VAROUFIKAR A MALTA!!!!
antónio colaço

O artigo do Público que motivou este pequeo comentário, aqui, neste link:

http://www.publico.pt/mundo/noticia/stuart-holland-este-e-o-momento-de-viragem-da-europa-1685386

 



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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

Frei Bento Domingues
In Público
AS VANTAGENS DE NÃO SE JULGAR INFALÍVEL (II)

  1. Há vantagens em não se julgar infalível. A primeira de todas talvez seja esta: o mundo não começou comigo nem vai acabar quando eu morrer. Os que jogaram ou jogam na ficção da infalibilidade gostariam de parar o tempo que vai medindo todas as mudanças.

 A verdade, no entanto, nunca é uma posse definitiva, mas um horizonte irrenunciável que exige um trabalho nunca acabado. A busca da “teoria de tudo”, para explicar o universo, pode ser um grande motor de investigação, mas por enquanto ainda vive no campo dos sonhos fecundos.

Há pessoas e instituições que retardam, quanto podem, as mudanças. A chamada cultura tradicional procura assegurar a reprodução do passado no futuro. O método era o da iniciação das crianças nas teias do passado e acrescentar-lhes um feitiço, um tabu, que desgraçaria a vida de quem violasse essa herança. A cultura moderna coloca o acento na inovação do conhecer e do fazer: fazer acontecer o que nunca tinha acontecido e libertar o horizonte de preconceitos.

Se há pessoas e instituições apostadas em retardar as mudanças, existem outras que as aceleram. O dogma da infabilidade papal, no século XIX, pretendia parar o tempo, barrar o caminho a mudanças, sobretudo na Igreja, mesmo fora do âmbito restritíssimo da aplicação desse dogma. O importante era criar, nas pessoas e nos grupos, a ideia sub-reptícia de que tudo o que vinha de Roma trazia o carimbo da infalibilidade. Ressuscitava-se o adágio: Roma falou, assunto encerrado. Roma locuta, causa finita.

  1. Este estilo serviu, maravilhosamente, para envenenar a questão dos ministérios ordenados das mulheres, nos anos 80-90 do século passado. Já no tempo de Paulo VI, a Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) tinha apresentado as razões para impedir a admissão das mulheres ao “sacerdócio ministerial” (15.10.76).

João Paulo II reitera os mesmos argumentos em 1988, mas perante a situação de debate aberto, enviou uma Carta Apostólica ao episcopado (1994), concluindo: Portanto, para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cf. Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja.

De facto, Roma locuta, mas a questão não ficou nada arrumada. Em 1997, a CDF teve de responder se sim ou não esta declaração papal tinha carácter infalível. A resposta é “embrulhada” e vai dar lugar a novas interpretações. J. Ratzinger, no seu comentário, diz que não se trata de um acto nem de uma definição solene ex cathedra. Salienta, no entanto, que é definitiva e irreformável. Seja como for, a resposta da CDF não pode ter carácter de infalibilidade!

Com todas estas subtilezas, a ordenação sacerdotal, umas vezes ultra valorizada, outras vezes nem por isso, esquece-se que, no Novo Testamento, o vocabulário sacerdotal só se aplica a Cristo e ao conjunto dos cristãos, ao povo sacerdotal. O resto são ministérios, “ordenados” ou não, que vão variando com o tempo.

  1. Não existem apenas pessoas e instituições para travar a inovação. Na onda do Papa Francisco, que já se tinha admirado e lamentado de ver tão poucas mulheres na Comissão Teológica Internacional, realizou-se, em Roma, entre 4 e 7 deste mês, a assembleia plenária do Pontifício Conselho da Cultura (PCC). No momento em que escrevo, não posso saber o que daí irá resultar.

Não é preciso destacar a importância do tema, As culturas femininas: igualdade e diferença. Alegra-me que o instrumento de trabalho tenha sido elaborado por um grupo de 12 mulheres italianas, de reconhecido prestígio no mundo da arte, da comunicação ou da universidade, como foram apresentadas.

O quarto ponto desse texto aborda o papel das mulheres na Igreja. Depois, volta-se para a crise que se vai afirmando a partir das mais jovens. Verifica que, no Ocidente, as mulheres entre 20 e 50 anos vão menos à missa, optam cada vez menos pelo matrimónio religioso, poucas seguem uma vocação religiosa e, em geral, mostram uma certa desconfiança pela capacidade formativa dos homens religiosos, diríamos, do clero.

Com efeito, eles afirmam-se a partir de um lugar, de uma posição e com uma autoridade que os leva a julgarem-se superiores às mulheres. Se assim não fosse, eles não estariam onde estão e elas não teriam de verificar que, na Igreja, há serviços, ministérios, de que as mulheres, por serem mulheres, estão excluídas.

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publicado por animo às 15:56
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Sábado, 7 de Fevereiro de 2015
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

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CRENTES E ATEUS CRÍTICOS

Pe Anselmo Borges

in DN

No presente estado do conhecimento e do saber científico, impõe-se, contra o dogmatismo, uma atitude crítica, tanto por parte dos crentes como dos ateus. Refiro-me aos crentes e aos ateus que sabem o que isso quer dizer. Esta foi a mensagem fundamental deixada pelo jesuíta Javier Monserrat, neurólogo e filósofo, das universidades Autónoma e Comillas, de Madrid, nos debates que organizei no Porto, em Coimbra e em Lisboa, por ocasião da publicação do livro que coordenei: Deus ainda Tem Futuro? Deixo aí o essencial das suas exposições.

1. A revelação de Deus em Jesus e a revelação de Deus na criação vêm do mesmo Deus. Ele também se revelou no livro da natureza. Ora, como fez Deus a natureza? O único modo de sabê-lo é pela ciência e pela filosofia, e o que Deus disse em Jesus deve estar em harmonia com o que disse na criação.

2. Durante praticamente vinte séculos, o cristianismo foi interpretado dentro do paradigma greco-romano, com duas características fundamentais: o teocentrismo e o teocratismo, o que significou, por um lado, que Deus era evidente e patente, de tal modo que não havia humanismo sem Deus, e, por outro, que Deus era a origem da sociedade e do poder.

3. Com a modernidade, deu--se a ruptura. A modernidade significa o humanismo, a democracia, os direitos humanos, mas ela caracteriza-se fundamentalmente pela ciência, que é o elemento capital do novo paradigma.

A ciência moderna girou à volta da ciência mecano-clássica, com o mecanicismo e o determinismo. O diálogo com a fé foi então quase impossível, porque a ciência apareceu de modo dogmático: a verdade última revelava-se agora na ciência, sem Deus e contra Deus. Frente ao dogmatismo religioso, surgia o dogmatismo científico.

4. Nos dois últimos terços do século XX, a ideia da ciência em relação à matéria, ao cosmos e ao homem mudou. Com a mecânica quântica, a imagem do universo transformou-se, passando-se assim da modernidade dogmática à modernidade crítica. O ponto decisivo desta mudança é que caímos na conta de que o universo é enigmático e o homem já não tem que ver com a patência, mas com o enigma e a incerteza. Os dados da ciência levam a constatar a incerteza metafísica, de tal modo que é possível encontrar argumentos para dizer que Deus poderá ser o fundamento criador do mundo, mas também há argumentos para dizer que não há Deus. Aliás, esta é a constatação sociológica: é um facto que há crentes e ateus. O teísmo é possível e o ateísmo também. Portanto, quando o teísta, mesmo com argumentos que julga melhores - resposta à pergunta pela consistência do universo que se mostra finito, à sua ordem a caminho da sensibilidade e da consciência, ao princípio antrópico -, acredita em Deus, sabe que Deus poderá não existir, e o ateu, apesar das suas razões para sê-lo, sabe, se for crítico, que Deus poderá existir. Agora, o crente sabe que Deus criou o universo como é - este que conhecemos -, de tal modo que nos deixa na incerteza. Deus criou para a liberdade: Ele não se impõe.

5. O silêncio de Deus. Antes, Deus também estava em silêncio, como reflectiu a mística, mas, apesar do seu silêncio, Ele era evidente, patente. Ora, hoje não temos segurança real de que Deus exista, pois o ateísmo é realmente possível. O silêncio de Deus apresenta-se numa dupla forma: a) perante o conhecimento - o universo é um enigma e não é possível um saber claro quanto à ultimidade da realidade: é verosímil que Deus exista, mas também é possível que o mundo se auto-explique sem Deus; b) Deus está em silêncio perante o drama da história e da perversidade do homem: o mal cego da natureza, os horrores causados pela humanidade, a angústia perante a morte e o nada.

6. Todo o homem leva consigo esta angústia do silêncio de Deus, sempre. Daí, o ateísmo: nós, dirão os ateus, podemos explicar o universo sem Deus, e Deus, a existir, devia manifestar-se, mas o que vemos é a natureza cega e a perversidade humana. O ateísmo não é, porém, uma conclusão necessária e o que é facto é que a maior parte da humanidade sempre foi religiosa. O ser humano está de tal modo interessado na salvação que acreditou e acredita no Deus oculto e libertador-salvador.

7. Estamos num mundo enigmático, onde se pode ser ateu mas também se pode ser religioso. Dada a sua estrutura rácio-emocional, o homem tem uma confiança de base, que, enquanto religioso, se explicita numa confiança radical no mistério último, no Deus criador, oculto e salvador. Em Jesus, na sua vida e na cruz, o cristão encontra a resposta para as duas formas do silêncio de Deus: no cosmos e no drama da história. Jesus viveu a partir da sua experiência de radicação em Deus criador e assumindo o mistério do seu silêncio. Cristão é aquele que aceita o Deus que não vê e o drama que Jesus vive na cruz - "meu Deus, meu Deus, porque é que me abandonaste?"-, mas antecipando a salvação na ressurreição, a nova criação, na plenitude da vida eterna de Deus. 

COMENTÁRIO

Eis um texto que nos ajuda a suavizar as tantas dores com "o silêncio de Deus", desde logo, porque escrito por alguém com autoridade, quero dizer, que assume a incomodidade desse silêncio, sim, mas, como o "abandonado" Cristo na cruz, com a confiança na Ressureição Final. A tal que dará sentido a todos os silêncios do hoje dos dias.
Não é fácil, sim, mas torna-se menos doloroso!
Obrigado, Pe Anselmo.



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MEMÓRIAS DA MEMÓRIA

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MEMÓRIAS DA MEMÓRIA

Por estes dias, já lá vão 41 anos, lembro-me como se fosse hoje, das tantas cumplicidades que rapidamente viraram amizade com o soldado cadete que me coube em sortes ficar no mesmo beliche da camarata do grande Convento de Mafra, de seu nome Sidónio Pardal.
Aos poucos, os meus restritos horizontes sobre a justeza da guerra para a qual andávamos a ser treinados, foram-se alargando graças à sua militância.

...

Tive o privilégio, ao longo da minha vida, de ter tropeçado em gente de fibra de cujo exemplo muito beneficiei.

Hoje, tropecei muito de raspão, num noticiário televisivo, e lá estava o meu querido amigo eminente arquitecto paisagista, a falar da sua obra de renovação da frente ribeirinha de Vila Franca de Xira.
O Parque da cidade do Porto é, igualmente, como se sabe, obra da sua criatividade.
Esteve na lista dos meus AAA-Animados Almoços.
Um dia, talvez, possa retribuir-lhe o muito que, sem saber, lhe devo.
Obrigado, Sidónio, parece que ainda estou a ver-te, pelas noites frias dos descampados de Mafra, a arquitectarmos novos tempos na luta anti guerra colonial que, afortunadamente, ajudamos a pôr fim.



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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2015
APRENDIZAGENS & VIAGENS
epm a par e passo
CURSO TÉCNICO PROFISSIONAL DE TURISMO
DAS APRENDIZAGES E DAS VIAGENS
OU COMO PROCURAR
O QUE O MUNDO TEM DE MELHOR PARA OFERECER
...
Eis-nos aqui para conhecer mais um dos vários cursos da actual oferta formativa da EPM. Depois da Infância, da Restauração, agora o mundo do Turismo. Nestes nossos breves retratos, sempre uma tónica presente: o contacto prático com a realidade que a teoria da sala ilumina.
Foi o que aconteceu com os 46 formandos - 38 raparigas e 8 rapazes - do 1º ano do Curso Técnico Profissional de Turismo, em plena acção na passada quarta-feira, no ATRIUM da EPM, realizando a BOLSA DE TURISMO DO MONTIJO.
Uma acção coordenada pela professora Liliana Costa que se mostrou visivelmente agradada com a capacidade de iniciativa dos seus formandos, tendo em conta, precisamente, o facto de serem do primeiro ano, como nos confessará no depoimento que vamos ouvir no final deste vídeo.
Diversas bancas divulgando diversos países, ofereciam a quem passasse, não só desdobráveis turísticos, como até, alguns acepipes típicos dos locais em presença. E esta iniciativa teve até o condão de ver entre os visitantes, três grupos de estudantes romenos, mais de meia centena, que estão entre nós ao abrigo do programa ERASMUS+, o que veio emprestar, só por si, um carácter mais internacional à iniciativa.
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Quanto aos objectivos do curso, como dirá a professora Liliana Costa, já a seguir, "adquirir conhecimentos com estas práticas, conhecer mundo contactando com outras culturas, abrindo assim os seus horizontes", e uma grande vontade de comunicar eis a chave para formar óptimos profissionais do sector. O mesmo dirão alguns dos alunos com quem falámos.
Uma nota final para o testemunho do professor Neiva que realçou, entre outros aspectos, a abertura da EPM para colaborar com outras escolas do Montijo, como foi o caso da participação do Rancho Folclórico da Universidade Sénior do Montijo.

O Turismo, de facto, é um mundo vasto de oportunidades para viajar e conhecer outros povos e outras culturas, mas esta iniciativa veio demonstrar, que a primeira viagem a fazer é conhecer o mundo que nos rodeia, a começar pela nossa porta. Ou a nossa escola,como estamos a fazer com mais um EPM-A PAR E PASSO.

E agora, toca a "viajar" pelos dez minutos de mais um vídeo.
 
In página do Facebook da AFPDM/EPM

 

 



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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2015
JE SUIS VAROUFAFIS! O QUE FAZ FALTA É VAROUFIKAR A MALTA!!!

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JE SUIS VAROUFAKIS!
O que faz falta é "VAROUFIKAR" A MALTA!

Nesta linha, um texto oportuníssimo de Vasco Lourenço, sobretudo na linha do abanão que cada um dos que acreditou em Abril deve provocar em si próprio.
Enquanto não nos convencermos DE QUE O QUE FALTA FAZER ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS, nunca faremos falta para fazer o que quer que seja!!!!
Os gregos, com o primeiro passo que deram, dão-nos essa lição.
Podemos não saber como, mas se nada fizermos, quem nos continua a lixar SABE COMO PODE CONTINUAR.
antónio colaço

Foto.

Intervenção de Emerenciano Rodrigues sobre foto de
José Augusto.

O 25 DE ABRIL E O SYRIZA  

 

A vitória do Syriza na Grécia está a desencadear reacções divergentes como há muito tempo não se verificava na Europa. Por um lado, os que se congratulam com a vitória, desde aqueles que quase a assumem como sua aos que a olham com simpatia e esperança. Querem o sucesso do Syriza e dos gregos, prontificam-se a um apoio ou simplesmente os apoiam moralmente.

Por outro, os que a odeiam, se sentem derrotados nas suas teses e vêem nessa vitória a derrota das suas práticas, temendo perder o poder. Lutam pelo insucesso da aventura grega, pondo obstáculos a todo e qualquer apoio, na ânsia de a transformar numa autêntica vacina para os países europeus que tenham a veleidade de sonhar com idênticas aventuras. Esta situação faz-me recuar a 1974/1975, quando em Portugal lutávamos pela consumação do 25 de Abril. Também aí surgiram os arautos da "vacina da Europa", com Kissinger à cabeça, defendendo o boicote a qualquer ajuda, estendendo a passadeira à implantação de um Estado comunista, que lhes permitisse um despudorado ataque a quem ansiava por uma sociedade mais justa. Foram tempos conturbados, mas ricos, porque muito participados, em que os portugueses decidiram o seu destino.

Os aliados das várias facções tentaram intervir, mais ou menos directamente, e colocaram-nos à beira de conflitos graves, que poderiam ter-nos envolvido numa guerra civil. Portugal e os portugueses conseguiram encontrar um caminho, que consolidou os valores perseguidos pelo 25 de Abril, nos manteve no espaço político que era o nosso, nos permitiu a entrada na comunidade europeia e mundial, nos salvaguardou a nossa identidade e espaço lusófonos construídos ao longo da História e de vários séculos. Fomos capazes de evitar o pior, de evitar contribuir para guerras maiores, e de garantir condições para sermos donos do nosso futuro. Mas se o fruto da caminhada então iniciada é a situação a que chegámos, se o que fomos capazes de construir, na nossa incapacidade de fazer melhor, se resume a um País destruído, ocupado e vendido, com uma enorme injustiça social, pobreza e desemprego, com a emigração a voltar a tempos passados, só temos de nos queixar de nós próprios.

Não podemos dizer que a responsabilidade é dos outros, como se não fossemos nós que escolhemos - por acção ou inacção - os dirigentes que têm destruído as esperanças que há 40 anos acalentámos, os melhoramentos sociais que a luta dos portugueses alcançou, que desbarataram as mais-valias da integração na comunidade europeia, que corrompem e se corrompem, dando origem a fortunas inexplicáveis e inconcebíveis. A desfaçatez com que mentem, a sem vergonha que assumem diariamente, a ausência de ética e moral nas suas atitudes não podem ser justificações para nos aliviar a consciência. Estamos numa situação que já não é melhor que a vivida em Portugal antes do 25 de Abril. Mas isso, nunca é demais repeti-lo, não se deve ao 25 de Abril, mas sim à nossa incapacidade para o cumprir totalmente. Ainda temos liberdade? Ainda vivemos em democracia? Teoricamente, sim, mas isso só terá algum valor se formos capazes de as aproveitar para acabar com este estado de coisas. Se formos capazes de, como diria Salgueiro Maia, acabar com o "Estado a que isto chegou".

Com a vitória do Syriza abriu-se a esperança em que, passados 40 anos, os gregos nos "paguem" o que, então, nós lhes demos, ou, melhor, lhes "emprestámos". Se, com o 25 de Abril, o MFA e os portugueses ajudaram os gregos a acabar com a ditadura dos coronéis, tenho forte esperança de que, agora, sejam o Syriza e os gregos a ajudarem-nos, a nós portugueses, a sair da situação em que estamos. Sabemos, a História assim no-lo ensina, que há sempre facínoras prontos a não hesitar em provocar guerras, mesmo que mundiais, desde que isso lhes dê, no imediato, a ilusão da conquista do poder.

Sabemos que não são as enormes e monstruosas atrocidades que essas guerras provocam que lhes conseguem tolher as mãos e os braços. Hoje torna-se imperioso que todos os que almejam a Paz sejam capazes de, à volta do essencial, ajudar a que os gregos saiam vitoriosos e nos ajudem a acabar com a "crise".

A ruptura, na Grécia como em Portugal ou noutros países com situações semelhantes, pode ou não resultar. Nada nos garante que resulte. Mas, entre o deixar-nos afundar com o navio, paulatinamente e a dormir, ou tentar a salvação, não podemos hesitar: temos de optar pela segunda hipótese, mesmo que muito difícil.

A situação no Mundo, e especificamente na Europa, levou-nos à saturação.

Estamos fartos, decididos a não aturar mais tudo isto.

O primeiro passo deu-se na Grécia.

No futuro, nada será igual.

Vasco Lourenço



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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2015
PERTO DO PRINCÍPIO

 

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O loirinho da direita.Primária de Cardigos, com a eterna Menina Conceição MConceição Oliveira Tavares .Fascinado com esta descida aos pequenos bancos de Atalaia.
-Ó...sr. António, não consigo dar o nó no meu fio dos yogurtes.....
(Eles ainda não sabem que eu DETESTO yogurtes, queijo, manteiga, azeitonas...and so!!!)
 
 
 
 
 
 

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JE SUIS

JE SUIS VAROUFAKIS!!!
Estava longe de adivinhar, quando me propus pegar nas pequeninas embalagens de yougurte que os meus alunos da Atalaia, Montijo, em regra atiram para o lixo e com elas fazer um adereço do próximo Carnaval, que tal iniciativa coinc
idisse com o reaparecimento daquele delicioso anúncio dos yogurtes gregos da OIKOS em que duas velhas rabujentas alardeiam a sua superioridade e ameçam degolar um galo de Barcelos!!!
Não tenho dúvidas, patrocinar o crescimento como forma de pagar a grega dívida!!!!
JE SUIS VAROUFAKIS!!!!
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Aí vai o meu contributo para ajudar os nossos irmãos gregos!!!!
(Passe a publicidade!!!!)

 

 

 

 

 



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Domingo, 1 de Fevereiro de 2015
WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

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 AS VANTAGENS DE NÃO SE JULGAR INFALÍVEL (I)

Frei Bento Domingues

in Publico

 

Dizem-me que estou a ficar viciado no Papa argentino.

É possível. Seja como for, o seu pontificado retomou, de forma original e surpreendente, o impulso meticulosamente abafado de João XXIII (1881-1963). Este filho de camponeses pobres, de Sotto il Monte (Bergamo), foi uma bênção inesperada para um mundo dividido e ameaçado por um confronto nuclear. Já muito idoso teve a ousadia de provocar um abalo sísmico numa Igreja obsessionada com dogmas e anátemas, ao convocar o Vaticano II, o concílio do acolhimento universal e do diálogo irrestrito. Consta que este bispo pobre, piedoso e cheio de humor sempre se sentiu bem na companhia de hereges, cismáticos e não-católicos. Destruiu barreias e construiu pontes, em todas as direcções, sem nunca se julgar infalível.

Não esqueço que já passaram várias gerações e que, hoje, é difícil imaginar o que se passou, na Igreja, entre 1958 e 1962. Além disso, em Portugal, esse concílio não foi nem preparado, nem acompanhado, nem recebido.

Tive a graça de ter podido participar em várias das suas audiências públicas. Em poucos segundos, o fausto do Vaticano evaporava-se e ficávamos perante um rosto iluminado de bondade, a escutar palavras não ensaiadas que o tornavam numa pessoa da nossa família. Naquele contexto até ficava mal falar de “ Sua Santidade” ou de “ Santo Padre”!

Ao olhar para aquele cristão, ficava-se com a certeza de que tudo o que tinha havido de mais criativo na Igreja e na sociedade, ao longo do tempo da repressão da liberdade, estava ali intacto à espera de uma oportunidade para todos, sobretudo para os que tinham sido mais ofendidos.

 Quando a palavra foi devolvida à Igreja, aconteceram muitas coisas admiráveis em todos os continentes. No entanto, algumas precipitações e ingenuidades reformistas foram o pretexto para o regresso e vingança dos ressentidos pela perda de poder.

O retorno ao pensamento único, às doutrinas “irreformáveis” do magistério, à paralisação da teologia crítica, à enfase em catecismos prontos a substituir o estudo, ao direito canónico, à proliferação de movimentos com ânsias de dominação da Igreja e da sociedade, tiveram tempo e condições para um triunfalismo que, afinal, encobria sepulcros caiados, como depois se revelou, de modo escandaloso.

Lembro isto para não esquecermos donde vimos, se quisermos perceber o radical e sagaz processo dialético do Papa Francisco.

  1. Bergoglio também se esqueceu, como João XXIII, da ladainha dos títulos papais que os séculos inventaram para os distanciar dos pobres e para calar os outros membros da Igreja. Reteve apenas o de “pontífice”, o encarregado de lançar e reparar pontes para Deus e para todos os seres humanos, a começar pelos sobrantes e descartáveis, - vítimas de uma economia que mata, num mundo em que 1% da população possuiu mais de metade da riqueza mundial.

No começo, a sua predilecção pelas periferias era vista como uma forma populista de desviar a atenção da urgente reforma da Cúria, responsável pelos escândalos que encheram, anos a fio, os meios de comunicação social e sepultaram o Vaticano II, com medidas contra a liberdade, na Igreja. Instaurou-se o sentimento de que Bergoglio não iria conseguir qualquer reforma. Nunca foi essa a minha interpretação.

O seu texto programático, E.G. não engana. Na Igreja, a hierarquia, as instituições e organizações, a liturgia e as doutrinas não são para ela e para a sua auto reprodução. São para a fazer sair para o mundo dos pobres, dos oprimidos, dos excluídos, das vítimas de doutrinas e práticas sociais e culturais que lhes negam o céu e a terra. Enquanto as populações não virem que o Evangelho é a alegria da libertação, não se podem interessar pela cozinha interna das instituições e organizações da Igreja.

  1. Depois de alguns retoques na administração económica e financeira, na orgânica administrativa e na substituição de algumas pessoas e cargos, resolveu atacar frontalmente a falta de ética e de espírito cristão dos cardeais. A denúncia esmiuçada das doenças do Vaticano, em 15 pontos, nunca tinha sido feita de modo tão contundente e desabrido por um Papa. O que o terá levado a não aguentar mais? O vocabulário de carreirismo, de alzheimer espiritual, de anseios de poder e de vã glória, etc. não pertence à linguagem palaciana ou do protocolo. Sente-se, em Bergoglio, a urgência de operar aquele cancro. Mais estranho ainda é a necessidade de uma carta aberta aos cardeais que serão criados no próximo dia 14 de Fevereiro, para lhes dizer que não se trata de premiar uma carreira, de uma dignidade, de poder ou de distinção superior. É um serviço. Depois de o realizar digam: somos servos inúteis. Não é uma fórmula de boa educação, é a verdade (Lc 17, 10). Na vossa festa não deixem que o espírito de mundanidade se insinue: entontece mais do que água ardente como pequeno-almoço.

São tantos e tais os problemas acumulados, em todos os sectores da vida da Igreja que, ou muito me engano ou o Papa Francisco anda a preparar, passo a passo, um Concílio Ecuménico, cuidando para que não lhe aconteça o mesmo que ao Vaticano II.

01.02.2015

COMENTÁRIO

São tantos e tais os problemas acumulados, em todos os sectores da vida da Igreja que, ou muito me engano ou o Papa Francisco anda a preparar, passo a passo, um Concílio Ecuménico, cuidando para que não lhe aconteça o mesmo que ao Vaticano II

Junto-me a si, meu caro Frei Bento, até porque a IGREJA NÃO EXISTE, A IGREJA SOMOS NÓS.

VENHA ELE!!!

antónio colaço



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WEBANGELHOS SEGUNDO ANSELMO BORGES

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Foto Rui Duarte Silva, Expresso

O RISO E A TRANSCENDÊNCIA

In DN31Jan

  1. Uma vez, uma jovem estudante pediu-me para fazer um trabalho sobre o riso. Porquê? Queria entender porque é que a mãe, entrando na igreja para a celebração da missa de corpo presente da avó, ao deparar-se com o cadáver, começou a rir.

Diferença essencial entre o ser humano e os outros animais é o riso e o sorriso. Eles são manifestação da inteligência superior e de transcendência.

Perante o cadáver, seja ele de quem for, mas sobretudo de um ente próximo e querido, íntimo, há um choque de emoção e razão, sobrepondo-se a razão. De um modo ou outro, acabamos por nos rever no cadáver, a nossa posição futura está ali, desabando então, frente àquela figura coisificada, toda a vaidade e todo o ridículo da soberba e grandeza imaginada, que vão ser pó ou cinza. E aí está a tensão que obriga a transcender. Por outro lado, antes ainda, depois ou em concomitância, está aí a revolta: a minha mãe não foi nem é esta coisa cadavérica aí em frente. No limite do trágico, sobrevém o riso, clamando transcendência. É a explosão do conflito entre o intolerável do que se mostra e uma transcendência para que se aponta.

  1. Afinal, nós não rimos tanto com o engraçado, o que aparentemente tem graça, como com o imensamente sério ou o que consideramos tal. Uma vez, na Alemanha, ofereceram-me um livro de anedotas e pude constatar que a maior parte delas têm algo de universal e dizem respeito ao sexo, à morte, à política, à religião, ao Além.

A quem se escandaliza muito com o pôr a nu o ridículo da religião chamo a atenção, por exemplo, para A Relíquia, de Eça de Queirós, que recentemente prefaciei. Anda o rapaz na Terra Santa a gozar a vida e ao mesmo tempo a arrecadar relíquias: uma palhinha do presépio, uma tabuinha aplainada por S. José, caroços de azeitonas do monte das Oliveiras, pedacinhos da arca de Noé... E como não explodir de riso quando, na expectativa da recompensa pela relíquia da coroa de espinhos, percebe que se enganou, pois, desdobrando o embrulho, apareceu uma brancura de linho, que a titi repuxou, espalhando-se, com laços e rendas, a camisinha de dormir da Mary a feder a pecado... Na altura, foi terrível a crítica dos crentes quando o que era preciso era assumir, em riso, a vergonha do ridículo da superstição religiosa e da hipocrisia, que Eça acidamente expunha.

Ah! E há a Festa dos Loucos, sobre a qual se pronunciou a Faculdade de Teologia de Paris em 1444, justificando-a: "Os nossos eminentes antepassados permitiram esta festa. Porque haveria ela de ser-nos interdita? Os tonéis de vinho rebentariam, se de vez em quando se não abrisse o batoque para arejá-los. Ora, nós somos velhos tonéis mal ajustados que o vinho da sabedoria rebentaria, se o deixássemos ferver numa devoção contínua ao serviço divino. É por isso que dedicamos alguns dias aos jogos e à palhaçada, a fim de voltarmos em seguida com mais alegria e fervor ao estudo e aos exercícios da religião."

Há testemunhos da Festas dos Loucos desde finais do século XII e era promovida pelo baixo clero. Elegia-se, entre os subdiáconos, um senhor da festa, designado por "bispo". Na transmissão simbólica do "báculo", entoava-se os versículos do Magnificat: "Depôs os poderosos dos seus tronos e exaltou os humildes", em crítica demolidora aos altos hierarcas e apontando para o Evangelho e a realização do Reino de Deus na irmandade universal. Chegava-se a colocar o clérigo feito "bispo" sobre um burro, avançando para o altar com o rosto voltado para a cauda e, durante a liturgia, em momentos fundamentais, o celebrante e os assistentes zurravam.

Neste descalabro burlesco, dever-se-ia ver, no limite, a urgência de não confundir o sagrado em si mesmo com as mais variadas formas idolátricas com que os crentes se lhe dirigem. Quem pode imaginar o ridículo de certa imagens de Deus, que é necessário desmascarar e zurzir?

  1. Há muitos tipos de riso e sorriso: os da exultação, da alegria, da indiferença, do escárnio... É diferente sorrirem para mim e rirem de mim.

Na Bíblia, refiro dois desses tipos: um no Génesis, o outro no Evangelho. O Senhor prometeu um filho a Sara quando, já velha e Abraão também, não podia conceber. "Sara riu-se de si para consigo: "Agora é que há-de haver fecundidade para mim?"." Cá está a transcendência do riso: o choque entre a impossibilidade humana e a promessa divina. Mas ela concebeu um filho e deu-lhe o nome de Isaac (o que ri). O outro é do Evangelho: Condenado à morte, os soldados "despiram Jesus e colocaram-lhe aos ombros um manto de púrpura, na cabeça uma coroa de espinhos e na mão direita uma cana; depois, dobraram o joelho diante dele e, rindo, disseram por escárnio: "Salve, ó rei dos judeus!" De novo o conflito: ser rei naquela figura e estado.

No caso de Isaac, é um riso criador. No caso de Jesus, é o riso da humilhação intolerável, que desperta compaixão

 



publicado por animo às 14:28
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