Sexta-feira, 18 de Setembro de 2015
ALFORRECAS NAS REDES,,,,POUCO SOCIAIS DA FONTE DA TELHA

ALFORRECAS NAS REDES.....POUCO SOCIAIS
DA FONTE DA TELHA

Está no ar!!!!
Quer dizer, para mal dos pescadores da Fonte da Telha ..."elas andem aí" com os tentáculos no chão, quer dizer, do mar!!!!

 



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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2015
ANO LECTIVO COMEÇOU NA EPM-ESCOLA PROFISSIONAL DO MONTIJO

Começou o ano lectivo na EPM.
Fruto da colaboração que ali presto, e que foi renovada, aqui fica a história do primeiro dia para os 120 caloiros e publicada na pag Facebook da AFPDM/Escola Profissional do Montijo
Obrigado
antónio colaço

UM NOVO ANO.NOVO DESAFIOS
EPM QUER AJUDAR A FORMAR MELHORES CIDADÃOS
E COM MAIS COMPETÊNCIAS

Decorreu na manhã desta terça-feira 15 de Setembro, a abertura do novo ano lectivo para os 120 formandos que apostaram, assim, na EPM para encontrarem um rumo para as suas jovens vidas....
Olhares tímidos, meio receosos até, que rapidamente se converteram na multiplicação das tantas conversas.
Alguns pais quiseram ser parte nestes primeiros passos e ali estiveram para encorajarem os seus filhos.
Após os primeiros encontros com os seus formadores dirigiram-se para o Auditório da EPM onde os aguardavam, para além de um conjunto significativo de formadores, os membros da direção na pessoa do presidente da direção da AFPDM/EPM, professor João Martins, o professor Manuel Neiva, a professora Marina Costa e, como convidado especial, o eng Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo.
2
Dando as boas-vindas a todos, o professor João Martins salientaria dois aspetos fundamentais que, em seu entender, deverão nortear os dias dos novos formandos: a cidadania e as competências profissionais. Muitas vezes quando procura lugares de estágio para os finalistas, contou, "o que me pedem é que refira não o que sabem mas como é que são os nossos formandos!" Daí que tenha acentuado a necessidade de saírem da EPM um conjunto de cidadãos amigos uns dos outros, com vontade de trabalhar e participar no desenvolvimento do concelho e da região. Ninguém sabe tudo, todos temos de aprender sempre, adiantou. E, nesse sentido, mencionou que a segunda questão tem a ver com a aquisição de competências e que a EPM tudo fará para as proporcionar mas compete aos formandos, no final, saírem daqui com a vontade de querer sempre aprender mais.
Para o professor Manuel Neiva, a questão da responsabilidade é mútua. Só assim o sucesso das suas carreiras será um facto. Por isso desejou que se sintam em casa e garantiu o total empenho do corpo docente nessa tarefa.
A terminar, o engº Nuno Canta realçou, entre outros aspectos, que, depois da "democratização do acesso ao ensino, chegou a hora da democratização do sucesso", ou seja, os formandos devem sentir que a comunidade, com o apoio de todas as instituições do concelho, nomeadamente da Câmara Municipal, aguarda por eles para beneficiar do seu saber na construção de uma vida melhor.

Após a sessão os formandos saíram mais descontraídos e percebeu-se que novas solidariedades e novas cumplicidades ali deram os seus primeiros passos.
antónio colaço



 



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Terça-feira, 15 de Setembro de 2015
A SAGA DAS ALFORRECAS DA FONTE DA TELHA

A SAGA DAS ALFORRECAS DA FONTE DA TELHA

Um desalento indescritível mal o fundo da rede alcançou a praia.
Uma rede prenha de....alforrecas onde deviam estar as sardinhas, as salemas, as cavalas, o peixe agulha.
Os garimpeiros da Fonte da Telha vasculham por entre a esponjosa e viscosa praga, uma réstea de esperança que ajude a ganhar o pão de cada dia ....
JE SUIS PESCADOR DA FONTE DA TELHA!
PS
Apesar de corrigido, o Youtube ainda não assumiu a correcção do título deste pequeno filme!!!
Onde se lê "RELHA", deve ler.se TELHA, obviamente!!!
Coisas das gralhas, perdão, das malfadadas "alforrecas"!!!
Obrigado.

 



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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2015
WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

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Frei Bento Domingues

UM NOVO DISCURSO DO MÉTODO TEOLÓGICO

In Publico 14 Set

1. O regresso a este espaço pede-me alguns parágrafos de introdução. Começo por destacar o trabalho exemplar de reconstrução de uma muito original, eficaz e clandestina “devoção”, a dos Terceiros Sábados, lançada pelo casal Natália Duarte Silva – Nuno Teotónio Pereira, nos anos 70 do séc. XX.

Ignorada nas investigações sobre a relação dos grupos católicos com o Estado Novo e com a guerra colonial, foi agora tirada do limbo da memória de muitos participantes pelo esforço de António Marujo [1].

A pertinência do texto Dói-me Portugal, de Pacheco Pereira, não se vai esgotar na presente conjuntura política [2]. Clara Ferreira Alves, com As lágrimas de crocodilo [3], não permite esquecer que os EUA e a Europa foram e são parceiros na sementeira e na teia das loucuras cujas consequências, só em parte, estão à vista de todos, na tragédia dos fluxos migratórios. Se ninguém se lembra de perguntar aos países ricos do Golfo, irmãos da mesma fé, quantos refugiados sírios receberam, é porque os negócios sujos exigem silêncio. Em 2014, a Alemanha e os Estados Unidos bateram recordes na venda de armas no Golfo.

António Guterres, Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, espera que, nesta emergência, o crescimento da onda de solidariedade entre os cidadãos europeus se imponha aos seus governos. Mas que fazer, na Europa e nos EUA, para vencer a persistente cegueira que prepara sempre novas asneiras? 

Foi muito citado o sintético e eloquente discurso de Barack Obama: “Mais seca. Mais inundações. Níveis do mar a subir. Maior migração. Mais refugiados. Mais escassez. Mais conflito. Um líder que trate este assunto como uma piada não tem qualidades para liderar”. É verdade. Mas será necessário repetir que esta civilização se autodestrói, nas suas próprias conquistas, se continuar a ser guiada pelo império do dinheiro? As organizações e práticas políticas que ignoram o bem comum de toda a humanidade, em todas as suas dimensões, acabam por se tornar organizações criminosas, assassinas, impondo uma economia que mata. Como diz o Papa Francisco, “se queremos realmente alcançar uma economia global saudável, precisamos, neste momento da história, de um modo mais eficiente de interacção que, sem prejuízo da soberania das nações, assegure o bem-estar económico a todos e não apenas a alguns” [4].

2. É verdade que as ousadias de Bergoglio nem na própria Igreja Católica têm sempre bom acolhimento. Anselmo Borges [5] pensa que a oposição e as manobras de 17 cardeais talvez não sejam suficientes para manter, no Sínodo sobre a Família, a recusa da comunhão aos católicos divorciados que voltaram a casar. Veremos.

O papa Francisco esteve presente, mediante uma vídeo-mensagem, no Congresso Internacional de Teologia sobre o tema “O Concílio Vaticano II – memória, presente e perspetivas”, promovido entre 1-3 de Setembro para celebrar os 100 anos da Faculdade de Teologia da Universidade Católica da Argentina e os 50 anos do encerramento do Concílio Vaticano II. Assumiu a revolução desencadeada por João XXIII e apresentou o método do seu próprio discurso teológico que não dissolve as tenções nem paira na abstracção totalizante, em nome da ortodoxia. Quem se deleitava a denegrir a sua ligeireza doutrinal, vai ter muito que engolir.

3. Hoje, tenho de me limitar apenas a transcrever alguns parágrafos dessa longa mensagem. Esta pressupõe um árduo trabalho para distinguir a mensagem de Vida da sua forma de transmissão, dos elementos culturais em que foi codificada, num determinado tempo.

(…) Não fazer este exercício de discernimento conduz, com toda a certeza, a trair o conteúdo da própria mensagem. A Boa Nova deixa de ser nova e, especialmente, boa, tornando-se uma palavra estéril, vazia de toda a sua força criadora, que cura e ressuscita, pondo em perigo a fé das pessoas do nosso tempo. A falta deste exercício teológico eclesial é uma mutilação da missão que estamos convidados a realizar. A doutrina não é um sistema fechado, privado de dinâmicas capazes de gerar interrogações, dúvidas, questionamentos. Pelo contrário, a doutrina cristã tem rosto, tem corpo, tem carne, chama-se Jesus Cristo e é a sua vida que é oferecida de geração em geração a todos os seres humanos. A fidelidade a esta doutrina, a esta herança, exige o conhecimento e amor daqueles a quem é proposta, o nosso próximo.



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Domingo, 13 de Setembro de 2015
FEIRA QUINHENTISTA NO MONTIJO . TERMINA HOJE, DOMINGO

FEIRA QUINHENTISTA NO MONTIJO

Parecia as Festas do S.Pedro.
Um mar de gente.
Muitos montijenses vestiram-se a medieval preceito....
Soube bem o saquinho de sementes de girassol com açúcar caramelizado.
Sempre me fascinou a Idade Média.
Apesar de tudo.

Continua até domingo.
Parabéns a todos.

 

 



publicado por animo às 01:37
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Sábado, 12 de Setembro de 2015
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

 

 

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TEÓLOGOS E RECASADOS

por ANSELMO BORGES, Padre e professor de filosofia

In DN<input ... >

 

1. A pensar no confronto do Sínodo de Outubro, 18 teólogos espanhóis de renome, como Torres Queiruga, González Faus, J.A. Pagola, escreveram uma carta de petição ao Papa querendo "completar, pelo outro lado, o escrito de meio milhão de fiéis no qual te pedem com afinco que "reafirmes categoricamente os ensinamentos da Igreja de que os católicos divorciados e que voltam a casar pelo civil não podem receber a sagrada comunhão". Dei conta aqui desse escrito no sábado passado. Na carta, a assinar por quem achar bem (já assinei), dão razões a justificar que "a prudência pastoral não só permite como reclama hoje uma mudança de posição" quanto à comunhão para os recasados.

 

A primeira é que as palavras de Jesus "Não separe o homem o que Deus uniu" têm de ser lidas no seu contexto. Elas dizem directamente respeito ao marido, que podia abandonar a mulher por qualquer motivo, até porque viu outra mais bonita. São, pois, palavras dirigidas primariamente à "defesa da mulher".

 

Depois, no tempo de Jesus, "não se conhecia a situação de um casamento que (talvez por culpa dos dois ou por uma incompatibilidade de modos de ser, descoberta só depois) fracassa no seu projecto de casal. Dada a situação da mulher em relação ao marido, na Palestina do século I essa hipótese era impensável". Assim, não se deve aplicar as palavras de Jesus a uma situação desconhecida no seu tempo: agora, "o que há não é o abandono de uma parte, mas um fracasso dos dois".

Segundo o Evangelho de São Mateus, referindo as transgressões da lei por parte de Jesus, o decisivo é salvaguardar o espírito. "E o espírito fundamental de toda a lei evangélica é a misericórdia: evidentemente, uma misericórdia exigente. De qualquer modo, não uma exigência sem misericórdia." Para ser fiel ao espírito da lei, a Igreja primitiva abandonou a circuncisão, "depois de fortes discussões e contra a opinião de alguns que julgavam ser mais fiéis a Deus e, na realidade, buscavam a sua própria segurança". Essa decisão, que hoje nos parece evidente e abriu as portas à evangelização do mundo inteiro, "foi escandalosa para muitos".

O Evangelho manda, segundo os Actos dos Apóstolos, "não impor um jugo que nem os nossos pais nem nós somos capazes de suportar". "Este é um dos maiores pecados que a Igreja pode cometer. E é muito discutível que pessoas celibatárias possam compreender o que significa conviver cada dia íntima e pacificamente com outra pessoa com a qual não há a mínima sintonia. Como é discutível que pessoas celibatárias pudessem abster-se de manter relações sexuais com uma pessoa com quem se convive dia e noite e que se ama." Aqui, permito-me repetir a pergunta que já aqui fiz: No Sínodo, são 250 bispos, solteiros e sem família, pouco jovens, que vão decidir sobre as questões tão complexas da família e da sexualidade? E, por favor - perdoe-se-me o atrevimento -, não venham com o exemplo idealizado da Sagrada Família de Nazaré, com um pai putativo, uma mãe virgem e um filho único.

Contra o que dirão os defensores do rigor, uma "disciplina de misericórdia" não significa "abrir as portas ao relaxamento moral ou que a Igreja aceita sobre o divórcio os mesmos critérios que a nossa sociedade pagã". De facto, "não se põe em questão a indissolubilidade do casamento", e a disciplina de misericórdia "reclama arrependimento, reconhecimento de culpa e propósito firme de emenda. Do que se trata é de não deixar só e sem ajuda quem fracassou. Como Jesus, que comia com pecadores, não porque fossem bons, mas para que pudessem sê-lo".

 

2. Falando de teólogos, cito: o casamento é indissolúvel. Mas quando "um primeiro casamento se rompeu há já algum tempo" e de modo irreparável, e quando "um segundo enlace se vem manifestando como uma realidade moral e está presidido pela fé, especialmente no que concerne à educação dos filhos (de tal maneira que a destruição deste segundo casamento acabaria por destroçar uma realidade moral e provocaria danos morais irreparáveis), neste caso - mediante uma via extrajudicial -, contando com o parecer do pároco e dos membros da comunidade, dever-se-ia consentir a aproximação da comunhão aos que assim vivem". Texto de 1972 do professor J. Ratzinger, mais tarde Bento XVI, citado pelo cardeal W. Kasper, ao propor aos cardeais uma solução de misericórdia, mas que acaba de ser retirado por ocasião da sua publicação no 4.º volume das obras completas de Ratzinger.

A Conferência Episcopal Alemã propôs, nas respostas ao questionário pré--sinodal, permitir o acesso à comunhão, se a vida comum no casamento fracassou definitivamente, se se esclareceram as obrigações do primeiro casamento, se há arrependimento e vontade genuína de viver o segundo casamento na fé e educar os filhos de acordo com a fé. E que os homossexuais não sejam excluídos.

De facto, nestes casos, na Alemanha, e não só, já se dá a comunhão e mesmo uma bênção.



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Domingo, 6 de Setembro de 2015
WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

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Dezassete cardeais na oposição

por ANSELMO BORGES<input ... >O
6 Set

 

1. Claro que é muito antiga, mas a questão da comunhão para os divorciados que voltaram a casar-se tornou-se agora acesa, por causa da nova atitude que o Papa Francisco quer para esta situação. Já em Julho de 2013, quando regressava das Jornadas Mundiais da Juventude no Rio de Janeiro, disse no avião, em conversa com os jornalistas, que era necessário rever "o problema da comunhão para as pessoas que voltaram a casar-se", e pensava na misericórdia: "Se o Senhor não se cansa de perdoar, nós não temos outra escolha."

Rapidamente se ergueram as vozes de figuras altamente situadas, opondo-se à abertura. A oposição tem sido liderada por cinco cardeais: "Não é coerente com a vontade de Deus" (Gerhard L. Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé), vai "contra a vontade do Senhor" (Carlo Caffarra), é ilícita, porque põe em causa "a lei divina" da "indissolubilidade do casamento" (Velasio De Paolis), é "insustentável" (Walter Brandmüller), o recurso à misericórdia sem verdade atenta contra a fé (Raymond Leo Burke). É sobretudo Burke que está à frente da chamada "Filial súplica a Sua Santidade para o futuro da família", que já tem meio milhão de assinaturas, também de bispos e cardeais, na qual se pede ao "Papa Francisco que reafirme categoricamente o ensinamento da Igreja de que os católicos divorciados e que voltam a casar-se civilmente não podem receber a Sagrada Comunhão e que as uniões homossexuais são contrárias à lei divina e à lei natural". São agora 17 os cardeais que se opõem à abertura da comunhão aos recasados, com a publicação de dois livros, em várias línguas, para pressionar o Sínodo de Outubro: "Onze cardeais falam sobre o casamento e a família" e "África, nova pátria de Cristo. Contributos de pastores africanos para o Sínodo".

2. Neste contexto, Francisco veio relembrar que os divorciados recasados "não estão excomungados e não devem ser tratados como se estivessem. Formam sempre parte da Igreja". E pedia que nunca as portas da Igreja estejam fechadas, porque "todos podemos participar" na vida da comunidade. Certamente, "a Igreja sabe que estas situações contradizem o sacramento cristão", mas, acrescentou, "além de ser mestra, a Igreja tem um coração de mãe, que procura sempre o bem e a salvação de todos, sem excluir ninguém". Animou os fiéis a "olhar a situação com os olhos dos filhos pequenos" e que então "veremos a urgência de um acolhimento real das pessoas que vivem estas situações. É importante que o estilo da comunidade e a sua linguagem estejam sempre atentos à pessoa, a partir dos filhos, que são os que mais sofrem". No quadro de uma comunidade aberta, é preciso fazer tudo para "educar os filhos na vida cristã, dando testemunho de uma fé vivida e praticada, sem os ter distanciados da vida da comunidade". Aliás, "o número destas crianças é muito grande. É importante que sintam a Igreja como mãe atenta a todos, sempre disposta à escuta e ao encontro." Aqui, digo eu: já se pensou no trauma das crianças que, no dia da primeira comunhão, ouvem os pais dizer que não podem comungar porque a Igreja não permite? O Vaticano não desmentiu a notícia de que Francisco disse a uma mãe argentina nestas circunstâncias que podia comungar. Aliás, embora a palavra excomunhão tenha o sentido técnico de exclusão da comunidade, supondo, portanto, uma sanção mais dura, não implica o impedimento da comunhão na missa uma real excomunhão, contradizendo o que Francisco disse: "Os recasados não estão excomungados?"

3. Ao contrário do que frequentemente se ouve, o anterior Sínodo não conseguiu os dois terços exigidos, mas votou por maioria a admissão à comunhão. Por isso, o chamado Instrumentum Laboris, uma espécie de esquema geral para os debates do Sínodo em Outubro, a partir das respostas das diferentes Conferências Episcopais e entidades católicas de todo o mundo, constata um "consenso" à volta da questão da comunhão para os divorciados recasados, no sentido de acabar com as exclusões: "De muitas partes chega o pedido de que a atenção e o acompanhamento dos divorciados recasados civilmente se orientem para uma cada vez maior integração na vida da comunidade cristã, tendo em conta o ponto de partida da diversidade de situações. Embora mantendo-se firme a doutrina da Igreja, devem ser repensadas as formas de exclusão actualmente praticadas no campo litúrgico-pastoral, educativo e caritativo. Uma vez que estes fiéis não estão fora da Igreja, propõe-se reflectir sobre a oportunidade de deixar cair estas exclusões. Além disso, sempre para favorecer uma integração maior na comunidade cristã e, dado o papel insubstituível dos pais, é necessária uma atenção específica aos filhos por causa do interesse preeminente dos menores."

4. O Evangelho é exigente, muito exigente? Quem dirá o contrário? Mas, sem dúvida alguma, o seu fio condutor é a compreensão, o perdão, a misericórdia. Francisco tem razão: o Evangelho é misericórdia.

(aguarda edição de imagem)



publicado por animo às 09:09
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