Domingo, 8 de Maio de 2016
MATINAS

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É isto que também me fascina na blogosfera: no instante de um clic, zás, sacudimos a poeira do tempo e um outro tempo acrescenta tempo a este nosso limitado TEMPO.
Por alguns instantes, horas ou dias, eis-nos a assumir papéis antigos, ou, talvez quem sabe, papeis sempre actuais.
O verdadeiro artista num dos primeiros óleos a puxar para o cosmológico!!!!!

Porto, 1970, Convento dos Frades Menores Capuchinhos, no Ameal.

 

 



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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016
MEMÓRIAS DA MEMÓRIA

 

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Vê a solidão em que habito.
Só porque precisaste de vir à garagem e descobriste o pano que me esconde dos teus olhos e dos olhos do mundo roeu-te a consciência de artista falhado.
Aqui estás, agora, a utilizar a minha imagem reluzente dos tempos em que fascine graúdos e miúdos aquando da minha passagem pela Nãe d´Água.
Que fiz eu para que merece a desdita do abandono a que me remetes?
Por que desististe de lutar por mim?!
Não eras tu que proclamavas aos quatro cantos da terra que eu tinha capacidade suficiente para "bater em popularidade a lata de soap do Andy Warhol"?!
Quase que acreditei em ti, sim.
Depois dos serviços que te prestei - para não falar do meu antigo dono a quem tu por dois contos e seiscentos me adquiriste - o meu velho Mário, alfaiate, de Alvega!!! - transportando-te em agitadas sessões revolucionárias no pós-25 de Abril, pelos mais inóspitos e abandonados montes altoalentejanos de Nisa, Arêz, Pá da Serra, Montalvão, Alvega, Casa Branca, Tubaral....(lembras-te com que medufa andavas desde que um conhecido latifundiário te ameaçou de morte se continuasses a invadir-lhe a propriedade para esclarecer os seus trabalhadores dos seus direitos?Sim, sim, que eu bem senti esse teu medo a passar-te pelas nalgas acima e que eu suportei!!!) também restou tempo para te fazer atravessar o Tejo aubindo às serranias beiroas onde foste desencatar o amr da tua vida!!
Sim, depois de tudo isto, diz-me, por que desististe de me levares até à Feira do Arco em Madrid, ou, para falar aqui mais ao pé da casa, à Galeria do CCB.
Por que desististe, tu que tanto jeito tens para "vender" os outros, as suas ideias, os seus projectos, por que desististe daquela ideia de avançares para o Tio Joe Berardo e fazeres a proposta da tua vida, hein?!
Desculpa, mas não me conformo. Depois dos anos e anos que me tiveste, abrigada, é certo, na garagenzinha colectiva de Abrantes, e depois de dias e dias a fio a revestir-me com estas tuas "qualigrafias" fizeste-me acreditar que os meus dias iriam mudar para sempre!!!
Deste-me um nome pomposo de "QUADRIGA" e até revestiste os meus velhos pneus de um spray dourado refulgente e, confesso-te até acreditei que o meu caminho só pararia numa colecção particular exposta permanentemente ao público!!!
Lembro-me, aliás, daquela vez em que me expuseste no Forum Montijo, da reacção de um velhote alentejano exclamando para quem o queria ouvir, "mas ca grande descoberta, atão nã querem lá veri que eu já tive uma destas Sachs de três velocidades e o cabrão do homem onde raio é que ele se foi alembrari de trazer isto para aqui como uma obra de arti, hein?".
Bom, confesso-te, aquilo soube-me bem já que mais não fosse por saber que tive outro destino diferente dessa minha desconhecida irmã, mas....aqui entre nós, sabia-me muito melhor ouvir um daqueles comentários altamente elaborados com que os críticos de arte enchem as páginas dos jornais!!!
O quê?! Achas que estou a exorbitar?!
Eu só queria causar a admiração dos mais velhos e servir de testemunho para os mais novos para além de te ajudar nessa tua ideia de que de tudo, por via da intervenção plástica, se pode fazer obra de arte e.....

-Ei, menina mota, ou melhor, menina QUADRIGA, remeta-se ao silêncio! Já falou de mais. As obras de Arte não têm direito a falar! Antes, promoverem as tantas falas a seu respeito, ou, se quiseres, falarem por si, pelo seu valor! E aqui, mas apenas aqui, dou-te toda a razão, não tenho sido o teu melhor "curador"!!! Mas quantos artistas, pintores, músicos, e até escritores, viram reconhecido o seu trabalho em vida?!

- Pronto, eis o resignado a....

-QUADRIGAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, chega!!!Agradece ao Tio Pedro da Silva que te fotografou como ninguém e...fica aí quietinha!!!!Tá?! Vais ver que o teu desabafo ainda chega ao tio Berardo, sei lá......

(Foto.Pedro da Silva)

 



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ESPERA POR MIM, SOL.....

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Espera por mim, Sol, deixa-me espreitar o quarto em que te deitas....
Quero ver de que é feita a tua cama, de que é feito o teu sono, e, se me deixares, de que são feitos os teus sonhos.



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Domingo, 1 de Maio de 2016
ULTRAPASSÁMOS AS 190.OOO VISITAS!!! Muito obrigado!

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publicado por animo às 17:49
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WEBANGELHO SEGUNDO ANSELMO BORGES

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Pe Anselmo Borges
In DN 30 Abril

1. Sobre a verdade há duas perguntas: "O que é a verdade?" e "Quem é a verdade?" Pilatos perguntou a Jesus: "O que é a verdade?" Jesus não era filósofo no sentido estrito e, assim, não colocava o acento na pergunta: "O que é a verdade?", com todos os debates que implica. Jesus estava interessado na verdade que cada pessoa é e na sua felicidade e realização plena, respondendo de modo praxístico à pergunta: "Quem é a verdade?" A verdade é cada pessoa na sua dignidade. Jesus veio para que essa dignidade não seja espezinhada, mas exaltada e concretizada adequada e plenamente no reino de Deus, aquele reino do Deus que é amor e misericórdia, que criou não para a sua maior honra e glória, mas para que todas as pessoas se possam realizar em plenitude. Todas. Esse é o interesse de Deus. Essa é a verdade do Evangelho enquanto notícia boa e felicitante.

Cada cultura perspectiva a realidade num determinado horizonte de compreensão. Somos herdeiros da cultura grega e, aí, a pergunta fundamental é: "O que é verdade?", e é esta pergunta que anima a filosofia. Mas também somos herdeiros do mundo bíblico e, aí, a pergunta fundamental é: "Quem é a verdade?" Estamos na presença do Deus pessoal, libertador e salvador. Assim, em relação a Deus, a pergunta é menos "o que é Deus?" do que "o que é que acontece quando Deus está presente?". Deus revelou-se a Moisés como "eu sou o que sou", que significa: "Eu sou aquele que vos acompanha na luta pela libertação." Quando os discípulos de João Baptista foram perguntar a Jesus se era ele o Messias, Jesus não deu uma resposta teórica, mas praxística, de libertação: os cegos vêem, os surdos ouvem, o reino de Deus, o da liberdade e da graça, está a acontecer.

2. É para estas bandas que o Papa Francisco mora. Por isso, tantos se aproximam dele. Tornou-se líder moral mundial de referência. Nele e com ele, o Evangelho acontece, está aí, presente, outra vez.

E Francisco sabe que a família é espaço fundamental para o amor, a alegria, a doação, a entrega e a aprendizagem do amor e da renúncia e do acolhimento e da partilha e da educação para a vida. Por isso, dedicou-lhe dois sínodos e acaba de publicar a exortação pós-sinodal "A alegria do amor", que, segundo José Antula, casado e pai, gira à volta de "dois grandes eixos": desenvolver uma "pedagogia do amor", que oriente os jovens para o casamento, e estimular o crescimento do amor dos esposos. É preciso, diz Francisco, "apresentar as razões e as motivações para optar pelo casamento e a família", "ajudar os jovens a descobrir o valor e a riqueza do casamento". Depois, nota que "hoje, mais importante do que uma pastoral dos fracassos, é o esforço pastoral para consolidar os casamentos e assim prevenir as rupturas". E também sabe que a instituição familiar está em profunda transformação. A família tradicional, explica o teólogo J. M. Castillo, era sobretudo uma unidade económica e o casamento não se contraía na base do amor sexual. Em continuidade com o direito romano, todos os direitos e poder estavam concentrados no pater familias. Mas já não é assim: o centro da instituição familiar passou da família como "unidade económica" para o que se denominou a "relação pura" (A. Giddens) na igualdade e na comunicação, e assim, paradoxalmente, com o casamento por amor de amizade, abre-se mais facilmente a porta ao fim da relação e à separação.

Então? Que fazer quando acontece a ruptura e há uma nova união? Francisco responde: "É mesquinho deter--se a considerar apenas se o agir de uma pessoa corresponde ou não a uma lei ou a uma norma geral." Há a doutrina, os princípios, mas, mais importante, há as pessoas, sempre concretas, nos seus condicionamentos, com a sua herança genética e epigenética, a sua história, com factores psíquicos, educacionais, sociais. Impõe-se, pois, "um novo encorajamento a um responsável discernimento pessoal e pastoral dos casos particulares", que pode reconhecer que, "numa situação particular, não há culpa grave", o que tem consequências "na aplicação da disciplina sacramental", ficando aberta a possibilidade de acesso aos sacramentos em situações concretas ditas "irregulares".

3. Já depois da publicação da exortação, Francisco, denunciando os que se agarram só à "verdade da lei", teve este desabafo dramático: "Dói-me quando leio essa breve passagem do Evangelho de São Mateus, quando Judas arrependido vai ter com os sacerdotes e lhes diz "pequei" e quer devolver e devolve as moedas de prata. "Que nos importa?", dizem eles, "o problema é teu". Um coração fechado a este pobre homem arrependido que não sabia o que fazer. "O problema é teu". E foi-se enforcar. E eles o que fazem, quando Judas se enforca? Falam e dizem "pobre homem"? Não. E lá vêm as moedas: "Estas moedas são preço de sangue, não podem entrar no Templo"... a regra tal, tal, tal... Os doutores da letra", contra o espírito, incluindo purpurados famosos.





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WEBANGELHO SEGUNDO FREI BENTO DOMINGUES

 

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A alegria do amor (III)
(Ignoramos até à data onde pára a crónica (II)

O Papa inaugurou uma nova época de responsabilização das Igrejas locais.

1. “Não é necessário acreditar em Deus para se ser boa pessoa. Em certo sentido, a ideia tradicional de Deus não está actualizada. Pode-se ser espiritual, sem se ser religioso. Não é preciso ir à Igreja e dar a esmola. Para muitas pessoas, a natureza pode ser uma igreja. Na história, algumas das melhores pessoas não acreditavam em Deus, enquanto alguns dos piores actos foram cometidos em Seu nome.”

Estas declarações, atribuídas a este Papa, circulam na internet, em forma de postal. Talvez não tenham sido ditas assim de seguida. Parecem-me um arranjo de várias declarações. Servem aos seus adversários para dizerem que temos um Papa a difundir a indiferença religiosa; para os seus admiradores, ele é tão firme e límpido na sua fé cristã, que não a confunde com o sectarismo ideológico ou religioso. A verdade e o amor venham de onde vierem, são fruto do Espírito Santo. Vejamos.

Não se pode esquecer a declaração de S. João: Nunca ninguém viu a Deus [1]. Jesus, em tudo o que fez, disse e sofreu, mostrou que Ele é um amor infinitamente mais misterioso do que poderíamos imaginar. Devemos, no entanto, como dizia S. Tomás de Aquino, procurar saber como Deus não é para não cair na tentação de O encarcerar nos nossos conceitos e favorecer o ateísmo.

 O amor que Deus nos tem não depende nem dos nossos méritos, nem das nossas catalogações religiosas, morais ou ideológicas. Não pode ser privatizado. Quem se atreve a dizer que Deus é nosso, da nossa Igreja e de mais ninguém, perdeu o sentido do ridículo.

As metáforas que forjamos acerca da divindade precisam de ser revistas, pois podem envelhecer e morrer. Metáforas mortas não ajudam a viagem mística, a pregação do Evangelho da alegria nem a descoberta de novos caminhos da graça divina.

Como observa o teólogo Tomáš Halík [2], que nos próximos dias estará em Portugal, Deus vem ao nosso encontro mais como pergunta do que como resposta. A sua pergunta é inquietante: “que fizeste do teu irmão?” Toda e qualquer religião, que não seja purificada pelo alcance universal desta pergunta, absolutiza o desejo de dominar em “nome de Deus”. Como diz C. S. Lewis, é a suprema perversão: de todos os homens maus, os religiosos são os piores.

2. Chegados a este ponto, perguntar-se-á: mas que tem isto a ver com os Sínodos dos Bispos, acolhidos e interpretados na Amoris Laetitia? Eles não se reuniram para discutir a ideia de Deus! Nesta época de aceleradas mudanças sociais e culturais, o que está em causa são as formas de ajudar as famílias a redescobrirem hoje a alegria do amor, pois tudo o que temos no Novo Testamento é para que a nossa alegria seja completa [3]. A pastoral da Igreja é para que todos tenham vida e a tenham em abundância [4].

No Comunicado de Imprensa do movimento Nós Somos Igreja – já o lembrámos no passado Domingo - o Papa entregou o futuro das famílias aos bispos, aos teólogos, às Igrejas locais, mas não concluiu: tivemos um tempo de debate em que os Bispos, depois de consultarem as suas dioceses, disseram o que tinham a dizer. Agora acabou. Apliquem o que foi decidido!

Puro engano. O Papa Francisco não se contentou com recolher e transmitir o que recebeu dos dois Sínodos, acrescentando alguns retoques. Com esta Exortação alargou, de forma activa, o Sínodo a toda a Igreja. Inaugurou uma nova época de responsabilização das Igrejas locais, não só dos bispos, pois a Igreja local não se confunde com os bispos e as cúrias diocesanas. O cap. VIII exige a mobilização de todos os católicos para enfrentar os novos desafios, vendo, ouvindo e acolhendo os contributos das outras Igrejas cristãs, das outras religiões e de todas as pessoas de boa vontade, para agir com sabedoria e misericórdia.

3. Na Exortação A Alegria do Amor, Bergoglio explicitou a lógica da sua orientação: “O Sínodo referiu-se a diferentes situações de fragilidade ou imperfeição. A este respeito, quero lembrar aqui uma coisa que pretendi propor, com clareza, a toda a Igreja para não nos equivocarmos no caminho: Duas lógicas percorrem toda a história da Igreja: marginalizar e reintegrar. (...) O caminho da Igreja, desde o Concílio de Jerusalém em diante, é sempre o de Jesus: o caminho da misericórdia e da integração. (...) O caminho da Igreja é o de não condenar eternamente ninguém; derramar a misericórdia de Deus sobre todas as pessoas que a pedem com coração sincero (...). Porque a caridade verdadeira é sempre imerecida, incondicional e gratuita. Por isso, temos de evitar juízos que não tenham em conta a complexidade das diversas situações e é necessário estarmos atentos ao modo como as pessoas vivem e sofrem por causa da sua condição“. [5]

Já não há muitas famílias católicas quimicamente puras. Que espiritualidade cultivar, nestas situações complexas, para encontrar os caminhos da alegria do Amor?

[1] Jo 1,18

[2] Quero que tu sejas!, Podemos Acreditar no Deus do Amor?, Paulinas, 2016, pp 15, 61-62; 45

[3] 1Jo 1, 1-4

[4] Jo. 10, 10

[5] Amoris Laetitia, Paulus, 2016, nº 296, cf. todo o cap. VIII

 



publicado por animo às 17:36
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VÉSPERAS . PORQUÊ, MEU DEUS?!

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Não sei para onde estão a encaminhar-se os meus amigos que nos últimos dias nos têm deixado.
Quero acreditar que vão para um sítio muito bonito, sim, chamemos-lhe o Céu e acho que esta imagem me deixa sereno por saber que já estão bem.
2
Mas sinto um sibilino incómodo a crescer cá dentro, quando, por exemplo, esta tarde, vi um amigo reduzido a um potezinho de cinzas e que, sei, vai ser colocado ao lado de um outro potezinho da sua mulher - soube, aliás, que este meu amigo alterou a sua posição acerca das cremações tendo optado por esta modalidade .
Deixa-me incomodado de tal maneira que creio, um destes dias, vou ter de bater à portas dos meus queridos amigos Pe Anselmo Borges e Frei Bento Domingues, pois começo a não me conformar que O Criador não tenha encontrado uma forma mais sublime, menos dolorosa, mais conforme com a maravilhosa obra da criação.
Quase que me sinto à beira de regressar a um tempo de grande agnosticismo, de uma incontida irritação, tipo, "mas porquê, meu Deus, por que nos tratas assim, sem um sinalzinho, por mínimo que seja, que nos sinalize do sítio e do estado em que se encontram os nossos mais queridos, ou, versão universalista, toda a humanidade que nos deixa"?!
3
Sei que pode parecer ridículo mas esta noite, esta é a única imagem na qual me refugio com todas as minhas adormecidas dúvidas, incertezas e receios, porque acho que valemos muito mais para ficarmos reduzidos a um potezinho de cinzas



publicado por animo às 01:15
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