RGomçalves Zarco/Tristão Vaz, ao Restelo,há instantes.
Para aqueles que me inundaram a caixa do correio a pedirem o regresso do Outono.... nem um mailzinho a celebrar esta noite cheia de saudosa invernia.
Explico, guardo do inverno à lareira da casa térrea da Avó Remédios, no Largo do Espírito Santo, em Gavião, aquelas recordações que nos acompanham para sempre.
O tempo das constipações e do carinho de que éramos alvos, em regra, acompanhado por... mimos e chás quentinhos mas, sobretudo, o estar enroladinho nas mantas da lareira, a tropeça de cortiça por companheira e, quase,gato como o gato da casa de tão enroscadinho no seu ronronar!
No alto da chaminé alentejana era possível ouvir, lá bem ao longe, o silvo do comboio da Beira Baixa subindo e descendo com o Tejo por companheiro!
Para não falar das primeiras memórias dos primeiros Natais...
Fica para outra história!
Obrigado.
antónio colaço
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