Como se nenhum sentimento de desilusão se tivesse apoderado, hoje, de mim...
Como se continuasse a admirar as pessoas que se me impuseram pelas causas que sempre abraçaram ....
Como se Lisboa, a sua defesa, a defesa do Cais das Colunas nunca tivesse merecido dúvidas a quem, mesmo que "não sendo engenheiro/a" ou, "ninguém imagina os problemas que temos entre mãos , quanto mais o Cais e as suas escadas.", ou "não tenho tempo para lá ir ver, tenho muito mais que fazer"...
Como se este Sol que aqui deixo em final de dia, um sol fulgurante, um sol do meio dia, fosse suficiente para iluminar aquilo que em nós ainda vemos de forma deficiente...
Como se este sol do meio dia consiga vencer todos os sóis junto da anunciada invernia, fico à tua espera, amigo Sidónio Pardal, à espera da tua sabedoria, da tua sempre pronta defesa da cidadania, no caso, as sábias e paisagisticas escadarias de um Cais cujos ais não podemos ignorar!
Obrigado.
PS
Como se depreende destas palavras a ânimo chegou, de facto, à fala com Helena Roseta.
Ponto final.
antónio colaço
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