Tejo, há instantes.
E se passássemos antes a dizer, "gente em terra, tempestade no mar?!"
Por que não sairmos em massa, todos de uma vez, deixando Portugal entregue ao maternal carinho das gaivotas e nós, por uns tempos, aprendendo o sofrimento das ondas alterosas, regressássemos, depois, a esta terra,para a reconstruir com a sabedoria de quem aprendeu,finalmente, a olhar lá do alto.
Talvez, assim, deixássemos de ser este Portugal dos pequeninos, de mão estendida e aprendessemos, antes, a estender os olhos para o leite e mel que corre, esquecido e abandonado, nesta Terra prometida.
Obrigado.
antónio colaço
Links Amigos